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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Turvelândia-GO
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Turvelândia-GO
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Braga-RS
Analise o trecho a seguir:
“Se há uma tarefa difícil é esta: definir nosso maior escritor. Porque o que acontece é geralmente o contrário: o grande escritor é quem nos define.
Machado foi clássico, romântico, realista, parnasiano, protomodernista. Para ser tudo isso, assimilou muito mais. E chegou à síntese — e explosão criativa — a partir de Memórias Póstumas de Brás Cubas.”
(Disponível em: https://blog.literaturaclassica.com.br/autores/como-definir-machado-de-assis/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Tendo em vista o fragmento acima, bem como os movimentos literários, assinale a alternativa correta.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
Quais as várias formas de entender os acertos e as crises da escola assim como da educação formal?
A crise da escola se deve a ela não ser universal (nem todos estão nela)? De que não há condições de trabalho para alunos e professores? Ou a crise é evidenciada pelo fato de que não se está aprendendo adequadamente ou sobre sua falta de sentido? Qual é a dimensão de educação que se está desenvolvendo na escola? A quem servem as relações que se estabelecem na escola? O que a escola vem fazendo pela tecnologia, para que ela se torne humana e com sentido social?
Embora possa parecer que as frases acima são de efeito meramente lógico, elas parecem importantes como forma de mudar o rumo da conversa: a pergunta a ser feita não é “o que as modernas tecnologias podem fazer pela escola, mas o que a escola pode fazer para educar as tecnologias? Ou o que a escola pode fazer pelas redes sociais?”
A perspectiva da vigilância e as fake news criadas nas redes sociais vão trazer uma dimensão assustadora à inocência e ao descuido com que todos nós nos debruçamos sobre o uso das TICs em nossas casas e escolas. Esse é um dos efeitos da escola como rede. Rede como ‘prisão’, como enredamento para um mundo questionável. Tudo vai acontecendo sem percebermos os imensos e refinados dados que estamos entregando para o uso de um controle que cria um novo e difuso Estado transnacional de controle assentido. É uma pandemia envenenadora com que o vírus da abertura de todos os dados íntimos são entregues irresponsavelmente a um grande irmão que se estende em rede e que não respeita ‘paredes’.
De outro lado, a função da escola como ‘parede’ esconde um mundo de desafios, de criatividade, de percepção de novas realidades as quais o jovem e a criança têm que conhecer. Mas, como parede, precisa se abrir a outras realidades tais como os desafios do mundo digital, da inteligência artificial, das questões do alongamento da vida e dos inventos genômicos, e das novas formas de energias. Só que a parede se quebra, ou se torna transparente, quando a partir do seu abrigo vemos as causas dos problemas do mundo concreto, e não apenas do mundo virtual. A protetora parede da escola se complementa com as redes sociais e de aprendizagem coletiva no sentido de enfrentar a realidade da economia, da distribuição das riquezas, das questões da destruição ambiental, das delicadezas das relações humanas, da fome, das guerras, assim como do futuro de toda a humanidade.
“Eram cinco horas da manhã e o cortiço acordava, abrindo, não os olhos, mas a sua infinidade de portas e janelas alinhadas”. Sobre O Cortiço, de Aluísio Azevedo, avalie as afirmações que seguem:
I. A obra é um exemplo do Naturalismo, escola literária marcada por personagens cujo caráter é determinado pela influência do meio e pela hereditariedade.
II. A obra é narrada em terceira pessoa, com um narrador observador que descreve a vida em um cortiço no Rio de Janeiro nos primórdios do século XIV.
III. No texto não se percebe a ocorrência de descrições muito precisas; os dilemas psicológicos são enfaticamente priorizados.
Quais estão corretas?
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
Quais as várias formas de entender os acertos e as crises da escola assim como da educação formal?
A crise da escola se deve a ela não ser universal (nem todos estão nela)? De que não há condições de trabalho para alunos e professores? Ou a crise é evidenciada pelo fato de que não se está aprendendo adequadamente ou sobre sua falta de sentido? Qual é a dimensão de educação que se está desenvolvendo na escola? A quem servem as relações que se estabelecem na escola? O que a escola vem fazendo pela tecnologia, para que ela se torne humana e com sentido social?
Embora possa parecer que as frases acima são de efeito meramente lógico, elas parecem importantes como forma de mudar o rumo da conversa: a pergunta a ser feita não é “o que as modernas tecnologias podem fazer pela escola, mas o que a escola pode fazer para educar as tecnologias? Ou o que a escola pode fazer pelas redes sociais?”
A perspectiva da vigilância e as fake news criadas nas redes sociais vão trazer uma dimensão assustadora à inocência e ao descuido com que todos nós nos debruçamos sobre o uso das TICs em nossas casas e escolas. Esse é um dos efeitos da escola como rede. Rede como ‘prisão’, como enredamento para um mundo questionável. Tudo vai acontecendo sem percebermos os imensos e refinados dados que estamos entregando para o uso de um controle que cria um novo e difuso Estado transnacional de controle assentido. É uma pandemia envenenadora com que o vírus da abertura de todos os dados íntimos são entregues irresponsavelmente a um grande irmão que se estende em rede e que não respeita ‘paredes’.
De outro lado, a função da escola como ‘parede’ esconde um mundo de desafios, de criatividade, de percepção de novas realidades as quais o jovem e a criança têm que conhecer. Mas, como parede, precisa se abrir a outras realidades tais como os desafios do mundo digital, da inteligência artificial, das questões do alongamento da vida e dos inventos genômicos, e das novas formas de energias. Só que a parede se quebra, ou se torna transparente, quando a partir do seu abrigo vemos as causas dos problemas do mundo concreto, e não apenas do mundo virtual. A protetora parede da escola se complementa com as redes sociais e de aprendizagem coletiva no sentido de enfrentar a realidade da economia, da distribuição das riquezas, das questões da destruição ambiental, das delicadezas das relações humanas, da fome, das guerras, assim como do futuro de toda a humanidade.
Sobre o conceito de Literatura e de gêneros literários, avalie as assertivas que seguem, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Literatura é um conceito que busca compreender e explicar a materialização dos inúmeros textos que utilizamos cotidianamente, considerandos os textos épicos e dramáticos.
( ) São considerados gêneros literários o épico, o lírico e o dramático.
( ) O gênero lírico recebe esse nome, pois faz referência às narrativas extensas e fantasiosas.
( ) Odisseia, de Homero, é um exemplo do gênero dramático.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
Quais as várias formas de entender os acertos e as crises da escola assim como da educação formal?
A crise da escola se deve a ela não ser universal (nem todos estão nela)? De que não há condições de trabalho para alunos e professores? Ou a crise é evidenciada pelo fato de que não se está aprendendo adequadamente ou sobre sua falta de sentido? Qual é a dimensão de educação que se está desenvolvendo na escola? A quem servem as relações que se estabelecem na escola? O que a escola vem fazendo pela tecnologia, para que ela se torne humana e com sentido social?
Embora possa parecer que as frases acima são de efeito meramente lógico, elas parecem importantes como forma de mudar o rumo da conversa: a pergunta a ser feita não é “o que as modernas tecnologias podem fazer pela escola, mas o que a escola pode fazer para educar as tecnologias? Ou o que a escola pode fazer pelas redes sociais?”
A perspectiva da vigilância e as fake news criadas nas redes sociais vão trazer uma dimensão assustadora à inocência e ao descuido com que todos nós nos debruçamos sobre o uso das TICs em nossas casas e escolas. Esse é um dos efeitos da escola como rede. Rede como ‘prisão’, como enredamento para um mundo questionável. Tudo vai acontecendo sem percebermos os imensos e refinados dados que estamos entregando para o uso de um controle que cria um novo e difuso Estado transnacional de controle assentido. É uma pandemia envenenadora com que o vírus da abertura de todos os dados íntimos são entregues irresponsavelmente a um grande irmão que se estende em rede e que não respeita ‘paredes’.
De outro lado, a função da escola como ‘parede’ esconde um mundo de desafios, de criatividade, de percepção de novas realidades as quais o jovem e a criança têm que conhecer. Mas, como parede, precisa se abrir a outras realidades tais como os desafios do mundo digital, da inteligência artificial, das questões do alongamento da vida e dos inventos genômicos, e das novas formas de energias. Só que a parede se quebra, ou se torna transparente, quando a partir do seu abrigo vemos as causas dos problemas do mundo concreto, e não apenas do mundo virtual. A protetora parede da escola se complementa com as redes sociais e de aprendizagem coletiva no sentido de enfrentar a realidade da economia, da distribuição das riquezas, das questões da destruição ambiental, das delicadezas das relações humanas, da fome, das guerras, assim como do futuro de toda a humanidade.
Avalie as opções que seguem, assinalando aquela cujo autor NÃO corresponde ao movimento literário.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Nova Santa Rita-RS
Considere os seguintes poetas pertencentes à segunda geração romântica da literatura brasileira, conhecida como “Mal do século”:
I. Cláudio Manuel da Costa.
II. Junqueira Freire.
III. Gonçalves Dias.
IV. Fagundes Varela.
Quais estão corretas?
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Patrocínio-MG
Leia o fragmento a seguir e assinale a alternativa correta.
Movimento literário que durou oficialmente de 1601 a 1768 e apresentou as seguintes características: Fusionismo: combinação da visão medieval com a renascentista. Culto ao contraste: oposição de ideias. Antítese e paradoxo: figuras de oposição. Pessimismo: postura negativa diante da materialidade. Feísmo: obsessão por imagens desagradáveis. Rebuscamento: ornamentação excessiva da linguagem. Hipérbole: exagero. Dualidade entre os prazeres do corpo e a espiritualidade. Sombras e luzes: a valorização do contraste. Obras rebuscadas e ricas em detalhes. Emoção sobre a razão. Cultismo, ou Gongorismo: jogo de palavras (sinônimos, antônimos, homônimos, trocadilhos, figuras de linguagem, hipérbatos). Conceptismo: jogo de ideias (comparações e argumentação engenhosa).
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Patrocínio-MG
A partir da letra da música, responda à próxima questão.
Beija eu. (Marisa Monte).
Seja eu
Seja eu
Deixa que eu seja eu
E aceita
O que seja seu
Então deita e aceita eu
Molha eu
Seca eu
Deixa que eu seja o céu
E receba
O que seja seu
Anoiteça e amanheça eu
Beija eu
Beija eu
Beija eu, me beija
Deixa
O que seja ser
Então beba e receba
Meu corpo no seu
Corpo eu, no meu corpo
Deixa
Eu me deixo.
Arnaldo Antunes, o compositor da música acima, usou de um recurso chamado licença poética para escrever seus versos. Licença poética é a liberdade que o poeta tem de transgredir a norma padrão da língua com o intuito de trabalhar com métrica, rima, ou até com a harmonia. Visto isso, sobre o desvio gramatical “beija eu”, assinale a alternativa incorreta.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Patrocínio-MG
“Era uma vez uma casa sonolenta, onde todos viviam dormindo. Nessa casa tinha uma cama, uma cama aconchegante, numa casa sonolenta, onde todos viviam dormindo. Nessa cama tinha uma avó, uma avó roncando, numa cama aconchegante, numa casa sonolenta, onde todos viviam dormindo”. WOOD, Audrey. A casa sonolenta. 16. Ed. – São Paulo: Ática, 1999.
O trecho retirado do livro intitulado “A casa sonolenta” pertence a uma obra de:
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