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Com o advento da globalização, o uso da internet associado às novas TICs (Tecnologias da Informação e da Comunicação) tornam os processos comunicativos muito mais rápidos, mais ágeis. De acordo com o site InfoEscola, “a língua não poderia ficar de fora desta dinâmica, já que é por meio dela que nos comunicamos”. Neste contexto, ganham força as abreviaturas que, de acordo com o Dicionário Aurélio, são o “modo de escrever uma palavra com menos letras que as requeridas pelos sons e articulações que tem” e que, complementado pelo Dicionário Online de Português, podem ser compreendidas como “a representação de uma palavra por meio de uma ou algumas das suas letras”. É possível considerar, portanto, que, em um processo de comunicação, as abreviaturas são elementos fundamentais para agilizar o fluxo de informações.
O item 4 da NBR 15.599 da ABNT destaca as abreviaturas estabelecidas na comunicação para prestação de serviços. São 14 no total, apresentadas em ordem alfabética: CAS, CC, CD-ROM, DVD, FAX, IP, K-7, LIBRAS, OCR, SAP, SISO, TPS, TS (ou TDD) e TV (ABNT, 2008). Destas, pelo menos 50% referem-se, exclusivamente, às pessoas com deficiência:
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No ano de 2001, William Rowland, um dos mais notáveis ativistas com deficiência da contemporaneidade escreveu, segundo Sassaki (2007), o “monumental artigo” denominado “Nothing About Us Without Us: Some Historical Reflections on the Disability Movement in South Africa” (Nada Sobre Nós Sem Nós: Algumas Reflexões Históricas sobre o Movimento da Deficiência na África do Sul). Neste artigo, publicado no site Disability World, Rowland descreve não somente a longa trajetória de lutas e humilhações, como também as conquistas e os avanços da organização não governamental “Pessoas com Deficiência na África do Sul” (Disabled People South Africa – DPSA) que, imediatamente após fundada, adotou o lema “Nada sobre nós sem nós”, em reconhecimento da necessidade de as próprias pessoas com deficiência promoverem diretamente os direitos humanos e o desenvolvimento de todos os sul-africanos com deficiência. Este é, portanto, o marco mais antigo em que foi registrado o lema “Nada sobre nós sem nós”, fato que ocorreu no ano de:
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Radabaugh (1993) reconhece a relevância da tecnologia para pessoas com deficiência ao afirmar que: “Para as pessoas sem deficiência, a tecnologia torna as coisas mais fáceis. Para as pessoas com deficiência, a tecnologia torna as coisas possíveis”. As universidades brasileiras vêm investindo em pesquisa e inovação na área da Tecnologia Assistiva, objetivando a promoção da acessibilidade para pessoas com diversos tipos de deficiência. Na área da acessibilidade comunicacional, os recursos de Tecnologia Assistiva que pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Universidade Federal da Paraíba desenvolveram para pessoas cegas e para pessoas surdas, respectivamente, foram:
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De acordo com o último Censo do IBGE (2011), vivem atualmente no Brasil quase 10 milhões de pessoas surdas ou ensurdecidas. No dia 13 de junho de 2017 foi lançada, no Rio de Janeiro, a mais recente inovação em termos de equipamentos para favorecer a acessibilidade comunicacional de pessoas com deficiência auditiva. Desenvolvido por Manuel Cardoso, Doutor em Ciências, Engenharia Industrial e Automação pela UFRJ e professor da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), o recurso recebeu o nome de:
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De acordo com Sassaki (2007), as práticas sociais relacionadas às pessoas com deficiência evoluíram a partir de movimentos político-sociais ocorridos em diversos cantos do planeta. Nas eras da inclusão e da integração, respectivamente, quanto a aqueles movimentos, assinale a única opção INCORRETA.
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Considerando-se os recursos de Tecnologia Assistiva, assinale as adaptações razoáveis que podem ser adotadas para favorecer, às pessoas com deficiência auditiva, o acesso a um filme lançado sem acessibilidade comunicacional.
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Conforme esclarece Fabiana Tavares (2013), a acessibilidade atitudinal vem sendo objeto de estudo do Prof. Francisco José de Lima, coordenador do Centro de Estudos Inclusivos da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Desde 2000, ele socializa suas reflexões sobre o tema, destacando e explicando de que modo as barreiras atitudinais, fortalecidas ao longo da história, ainda que nem sempre sejam intencionais, têm denegado à pessoa com deficiência a efetivação do direito equitativo à educação, ao lazer, à cultura etc. Junto com Lima, em artigo publicado em 2007 e, mais tarde, em 2012, em dissertação de mestrado, Tavares contribuiu para conceituar mais de 15 barreiras atitudinais que devem ser evitadas, à EXCEÇÃO de:
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No livro “Notas Proêmias: Acessibilidade Comunicacional para Produções Culturais”, organizado por Liliana Barroso Tavares em 2013, o consultor Romeu Kazumi Sassaki contribuiu com um artigo que norteia o leitor quanto à acessibilidade total na cultura e no lazer (SASSAKI, 2013). Entre os exemplos de acessibilidade total, Sassaki destaca um deles como “dimensão comunicacional no lazer e na cultura”. Dentre as alternativas a seguir, assinale a que se refere a este exemplo designado por ele.
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Na matéria intitulada “Um difícil caminho”, publicada em 2014 pela Revista Educação, o consultor Romeu Kazumi Sassaki destacou que “para ser inclusiva, a instituição de ensino superior deve garantir acessibilidade total aos alunos, desde a inscrição e realização do processo seletivo até a frequência às aulas”. No mesmo documento, às dimensões de acesso que já havia estabelecido, Sassaki associou mais uma, totalizando sete, aqui dispostas em ordem alfabética: arquitetônica/física, atitudinal, comunicacional, instrumental, metodológica, natural e programática. A mais recente dimensão estabelecida por Sassaki foi a:
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De acordo com o Portal de Ajudas Técnicas do MEC (BRASIL, 2006), assinale a alternativa que corresponda à expressão utilizada para designar um conjunto de procedimentos técnicos e metodológicos direcionado a pessoas acometidas por alguma doença, deficiência ou alguma outra situação momentânea que impeça a comunicação com as demais pessoas por meio dos recursos usualmente utilizados, mais especificamente a fala.
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