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Respondida
A Lei nº 4.417, de 29 de Dezembro de
2016, dispõe sobre a criação das Taxas
dos Serviços de Defesas Animal e
Vegetal, Inspeção Animal, Agrotóxicos
e Insumos Veterinários e Organismos
Aquáticos, no Estado do Amazonas e
dá outras providências. Para efeitos
de incidência da taxa de cadastro de
produtos agrotóxicos, seus componentes
e afins, como os agrotóxicos podem ser
classificados?
Respondida
Dentre as receitas da ADAF, está o
produto do recolhimento das Taxas
dos Serviços de Defesas Animal e
Vegetal, Inspeção Animal, Agrotóxicos
e Insumos Veterinários e Organismos
Aquáticos. No que diz respeito à taxa de
cadastro de produtos agrotóxicos, seus
componentes e afins, o sujeito passivo
do tributo é
A
a pessoa física ou jurídica que possua
estabelecimento comercial de agrotóxicos,
seus componentes e afins, já registrado
junto ao órgão competente, cujo registro
tenha vencido por decurso do prazo, na
forma do artigo anterior.
B
a pessoa física ou jurídica que produz,
importa, manipula, embala agrotóxicos,
seus componentes e afins.
C
a pessoa física ou jurídica sujeita ao poder
de polícia administrativa de vigilância e
fiscalização sanitária exercida sobre a
localização, a instalação, o funcionamento
e a atividade dos empreendimentos
aquícolas e pesqueiros, infraestrutura de
desembarque de pescado e embarcações
pesqueiras, ou à qual o serviço foi prestado
ou estiver disponível.
D
a pessoa física ou jurídica prestadora de
serviços na aplicação de agrotóxicos, seus
componentes e afins, já registrada no órgão
competente, cujo registro tenha vencido
por decurso do prazo, na forma do artigo
anterior.
E
a pessoa física ou jurídica sujeita à inspeção,
à fiscalização e ao controle fitossanitário da
produção e trânsito de vegetais, assim como
suas partes, seus produtos, subprodutos, e
resíduos de valor econômico.
Respondida
O Art. 13 do Decreto Estadual nº 25.583,
de 28 de dezembro de 2005, lista uma
série de doenças. Considerando o
referido decreto, assinale a alternativa
correta.
A
São consideradas doenças de notificação
facultativa, no Estado do Amazonas, a febre
aftosa em ruminantes e suídeos.
B
São consideradas doenças de notificação
facultativa, no Estado do Amazonas, a raiva
nos mamíferos.
C
São consideradas doenças de notificação
facultativa, no Estado do Amazonas, , a
tuberculose em mamíferos e aves.
D
São consideradas doenças de notificação
obrigatória, no Estado de São Paulo,
a brucelose em ruminantes, suídeos e
equídeos.
E
São consideradas doenças de notificação
obrigatória, no Estado do Amazonas, a
febre aftosa em ruminantes e suídeos.
Respondida
O Decreto nº 37.434, de 07 de dezembro
de 2016,
Respondida
Sobre a Lei Estadual nº 3.803, de 29 de
agosto de 2012, assinale a alternativa
correta.
Respondida
Referente ao Decreto Estadual nº 25.583,
de 28 de dezembro de 2005, assinale a
alternativa correta.
Respondida
A Lei nº 4.417, de 29 de dezembro 2016,
do Estado do Amazonas, institui, dentre
outros tributos, a taxa de emissão de
documentos fitossanitários. Referida
taxa tem como fato gerador
A
o desempenho, pelo órgão competente,
da inspeção, fiscalização e controle
fitossanitário da produção e trânsito de
vegetais, assim como suas partes, seus
produtos, subprodutos, e resíduos de valor
econômico.
B
o transporte de animais silvestres por
rodovias interestaduais.
C
a compra e venda de bovinos, ovinos,
caprinos e suínos entre pessoas físicas ou
jurídicas.
D
a fiscalização exercida sobre a atividade
dos prestadores de serviços na aplicação
de agrotóxicos, seus componentes e afins.
E
a obrigatoriedade da prévia inspeção
industrial e sanitária de produtos de origem
animal, produzidos no Estado do Amazonas
e destinados ao consumo, nos limites de
sua área geográfica.
Respondida
Conforme o Anexo IX do Decreto nº 4.852, de 1997, que dispõe sobre os benefícios fiscais relativos ao ICMS:
A
A utilização dos benefícios fiscais contidos no referido Anexo é condicionada a que o contribuinte contribua para o Fundo
de Proteção Social do Estado de Goiás - PROTEGE GOIÁS, no valor correspondente ao percentual de 15% aplicado
sobre o montante da diferença entre o valor do imposto calculado com aplicação da tributação integral e o calculado com
utilização de benefício fiscal.
B
Nas hipóteses de não-incidência, isenção ou redução da base de cálculo previstas no referido Anexo é permitida a
manutenção de crédito relativo as mercadorias entradas e aos serviços tomados.
C
A utilização de alguns dos benefícios fiscais nele previstos, cuja concessão tenha sido autorizada por lei estadual, fica
condicionada a que o sujeito passivo esteja adimplente com o ICMS relativo à obrigação tributária cujo pagamento deva
ocorrer no mês correspondente à referida utilização e não possua crédito tributário inscrito em dívida ativa, exceto se a
exigibilidade estiver suspensa de acordo com o art. 503 do referido Decreto, ou para o qual tenha sido efetivada a penhora
de bens suficientes para o pagamento do total da dívida.
D
Na hipótese de benefício fiscal cuja utilização seja facultada ao contribuinte, podendo este optar pela sua aplicação em
substituição ao sistema normal de tributação do ICMS, essa opção deverá ser consignada em documento fiscal eletrônico
assinado nos termos da ICP Brasil e transmitido ao Fisco até o dia 31 de janeiro de cada ano.
E
A celebração de termo de acordo de regime especial com a Secretaria da Fazenda é condição necessária, mas não
suficiente, para à aplicação dos benefícios fiscais previstos no referido Anexo, e o termo deverá ser firmado pelo titular da
Secretaria e pelo Governador do Estado, a quem compete decidir sobre a sua conveniência, manutenção, revogação e
prazo de vigência.
Respondida
J.J. Silva, Auditor-Fiscal da Receita Estadual, autoridade competente para a prática de todos os atos de fiscalização de tributos
estaduais nas empresas do Estado de Goiás, no curso de procedimento fiscal que está realizando na empresa “Cachoeira dos
Anjos e Arcanjos Ltda.” (empresa hipotética), localizada em Itumbiara/GO, depois de examinar documentos e livros fiscais e
contábeis do estabelecimento, chegou à conclusão, fundamentadamente, de que seria indispensável o exame de informações
bancárias e financeiras da referida empresa. Com base nas informações acima e no disposto na Lei Complementar n° 105/01, o
referido Auditor-Fiscal
A
deverá solicitar a instauração de processo administrativo específico para, com base nele, solicitar o exame dos livros e
registros das instituições financeiras, vedado o exame referente às contas de depósitos e às aplicações financeiras do
contribuinte.
B
poderá examinar documentos, livros e registros de instituições financeiras, inclusive os referentes a contas de depósitos e
aplicações financeiras, porque há procedimento fiscal em curso na empresa.
C
deverá solicitar à Delegacia da Receita Federal a instauração de processo administrativo específico para obtenção das
informações de que necessita, e o posterior repasse dessas informações ao fisco estadual goiano, mediante assinatura de
convênio de que trata o art. 199 do CTN.
D
não poderá examinar documentos, livros e registros de instituições financeiras, inclusive os referentes a contas
de depósitos ou aplicações financeiras, sem que haja decisão judicial autorizando a quebra do sigilo fiscal do contribuinte.
E
nada poderá fazer, se não comprovar a ocorrência de crime contra a Administração pública, contra a ordem tributária e
contra a previdência social, ou ainda, de lavagem de dinheiro ou de ocultação de bens, direitos e valores.
Respondida
De acordo com o Código de Direitos, Garantias e Obrigações do Contribuinte no Estado de Goiás (Lei Complementar estadual
n° 104, de 09 de outubro de 2013), são garantias do contribuinte a
A
exclusão da responsabilidade pelo pagamento de tributo e de multa previstos em lei.
B
faculdade de corrigir obrigação tributária, principal e/ou acessória, após iniciado o procedimento fiscal visando apurar a sua
prática, o que impedirá a aplicação de sanção pelo ilícito previamente retificado.
C
presunção relativa de verdade dos lançamentos contidos em seus livros, documentos e arquivos contábeis ou fiscais.
D
fruição dos benefícios e incentivos fiscais ou financeiros, bem como o acesso a linhas oficiais de crédito e a participação
em licitações, desde que não exista processo administrativo ou judicial relativo a crédito de natureza tributária não inscrito
em dívida ativa.
E
possibilidade de pagar penalidade pecuniária de valor inferior a R$ 10.000,00, em prazo não inferior a 120 dias, quando a
infração não tiver sido cometida com dolo, fraude ou simulação.