A formação em biomedicina exige uma organização didático-pedagógica que favoreça o ensino integrado e as metodologias ativas, articulando teoria e prática na construção do conhecimento. A partir dessa informação, julgue o item a seguir, considerando esses princípios e o processo de ensino-aprendizagem.
O estágio supervisionado e os projetos integradores
são exemplos de estratégias pedagógicas que
consolidam a aprendizagem com base na
prática profissional.
A formação em biomedicina exige uma organização
didático-pedagógica que favoreça o ensino integrado e
as metodologias ativas, articulando teoria e prática na
construção do conhecimento. A partir dessa informação,
julgue o item a seguir, considerando esses princípios e o
processo de ensino-aprendizagem.
A interdisciplinaridade é princípio da organização
didático-pedagógica, permitindo a articulação de
diferentes áreas do saber biomédico.
Uma universitária foi presa em São Gonçalo, no Rio de
Janeiro, por exercer ilegalmente a profissão de biomédica.
A mulher foi acusada de realizar procedimentos estéticos
invasivos de forma clandestina. A informação chegou
aos policiais da delegacia de Alcântara (74ª DP) por
meio de uma denúncia feita pelo Conselho Regional de
Biomedicina. Em uma clínica de estética em São Gonçalo,
ela foi presa em flagrante por prática de crime contra a
saúde pública. A pena é de até 15 anos de reclusão. Além
de realizar procedimentos estéticos em clientes sem
possuir a qualificação técnica necessária nem o registro
profissional junto ao Conselho, ainda foi constatado que ela
utilizava produtos vencidos. No momento da prisão, foram
encontrados, no interior da clínica, alguns medicamentos,
como anestésicos e produtos injetáveis, que estavam fora
do prazo de validade. Esse caso evidencia a relevância da
ética profissional e da observância da legislação no exercício
da biomedicina, mostrando como violações podem
comprometer a segurança e a confiança da sociedade.
Internet:<cnnbrasil.com.br> (com adaptações).
A atuação profissional em biomedicina está regida por
normativas legais e princípios éticos que garantem
a credibilidade da prática e a proteção do usuário.
Considerando essas informações e o contexto apresentado,
julgue o item a seguir.
Profissionais de saúde que praticam sobreposição
indevida de funções (como um biomédico fazendo
diagnósticos médicos) configuram infração ética e
prática ilegal.
O ensino de Arquitetura e Urbanismo exige uma organização
didático-pedagógica estratégica, capaz de articular teoria
e prática, disciplinas técnicas e conceituais, bem como
diferentes formas de conhecimento. A estrutura curricular
deve favorecer a construção ativa do conhecimento,
estimulando pensamento crítico, criatividade e habilidades
práticas em projeto e planejamento urbano. O ensino
integrado promove a articulação entre áreas distintas,
como projeto arquitetônico, tecnologia da construção,
urbanismo, história e sustentabilidade, possibilitando que o
estudante desenvolva uma visão holística e interdisciplinar,
essencial para enfrentar os desafios complexos do
ambiente construído.
Acerca da metodologia de ensino de
arquitetura, julgue o item a seguir.
O ensino integrado e comprometido de arquitetura
prescinde do uso de tecnologias digitais, já que
habilidades manuais de desenho são suficientes para
a prática profissional.
Considere que um arquiteto responsável por um edifício
institucional de grande porte decide aprovar mudanças no
projeto estrutural solicitadas pelo cliente, sem considerar
a capacidade real do terreno e sem consultar engenheiros
especializados, apenas para reduzir custos e atender ao
desejo imediato do contratante. Embora o edifício seja
concluído, surgem fissuras, infiltrações e riscos à segurança
dos usuários, caracterizando violação ética grave: o
profissional priorizou interesses comerciais pessoais
em detrimento da segurança, da sustentabilidade e da
função social da arquitetura, contrariando os princípios
da Lei nº 12.378/2010 e da ética profissional orientada
pelo CAU.
Quanto à Resolução CAU nº 21/2012, julgue o item seguinte.
Um arquiteto não pode ser diretamente
responsabilizado administrativamente pelo uso de
materiais ou soluções construtivas não conformes
com normas técnicas, quando não é contratado
pelo cliente.
Considere que um arquiteto responsável por um edifício
institucional de grande porte decide aprovar mudanças no
projeto estrutural solicitadas pelo cliente, sem considerar
a capacidade real do terreno e sem consultar engenheiros
especializados, apenas para reduzir custos e atender ao
desejo imediato do contratante. Embora o edifício seja
concluído, surgem fissuras, infiltrações e riscos à segurança
dos usuários, caracterizando violação ética grave: o
profissional priorizou interesses comerciais pessoais
em detrimento da segurança, da sustentabilidade e da
função social da arquitetura, contrariando os princípios
da Lei nº 12.378/2010 e da ética profissional orientada
pelo CAU.
Quanto à Resolução CAU nº 21/2012, julgue o item seguinte.
A ética profissional exige que o arquiteto recuse
alterações que comprometam a segurança, a
sustentabilidade ou a função social da obra, mesmo
que isso implique conflito com o cliente ou atraso
no cronograma.
O exercício da profissão de arquitetura e urbanismo no
Brasil é pautado por marcos legais e princípios éticos
que garantem responsabilidade técnica, transparência
e qualidade das obras. A Lei nº 12.378/2010 estabelece
a regulamentação profissional, definindo atribuições
exclusivas do arquiteto e urbanista e reforçando a
responsabilidade legal em projetos e obras, como no caso
de edificações públicas ou privadas de grande porte, onde
falhas podem gerar riscos à vida. Complementarmente,
a Resolução CAU nº 21/2012 instituiu o registro de
responsabilidade técnica (RRT), instrumento que vincula
formalmente o profissional à obra ou serviço executado,
permitindo rastreabilidade e segurança jurídica; por
exemplo, um projeto de requalificação urbana precisa de
RRT para garantir que alterações estruturais e ambientais
sejam assinadas por profissional habilitado.
Acerca da Resolução CAU nº 21/2012, julgue o item seguinte.
O RRT (Registro de Responsabilidade Técnica)
vincula formalmente o arquiteto à obra, permitindo
rastreabilidade e responsabilização legal por falhas
técnicas, mesmo que o projeto seja parcialmente
executado por terceiros.
O exercício da profissão de arquitetura e urbanismo no
Brasil é pautado por marcos legais e princípios éticos
que garantem responsabilidade técnica, transparência
e qualidade das obras. A Lei nº 12.378/2010 estabelece
a regulamentação profissional, definindo atribuições
exclusivas do arquiteto e urbanista e reforçando a
responsabilidade legal em projetos e obras, como no caso
de edificações públicas ou privadas de grande porte, onde
falhas podem gerar riscos à vida. Complementarmente,
a Resolução CAU nº 21/2012 instituiu o registro de
responsabilidade técnica (RRT), instrumento que vincula
formalmente o profissional à obra ou serviço executado,
permitindo rastreabilidade e segurança jurídica; por
exemplo, um projeto de requalificação urbana precisa de
RRT para garantir que alterações estruturais e ambientais
sejam assinadas por profissional habilitado.
Acerca da
Resolução CAU nº 21/2012, julgue o item seguinte.
O arquiteto pode delegar integralmente sua
responsabilidade técnica a outro profissional
contratado sem registrar o RRT correspondente, desde
que o projeto seja aprovado por órgãos públicos.
Durante uma reunião de equipe, o Psicólogo escolar
recebe pedido para divulgar integralmente registros
individuais de estudantes com sofrimento psíquico.
Um caso indica risco iminente de autoagressão.
Segundo o Código de Ética do Psicólogo, o manejo
CORRETO é:
A escola planeja oficinas de habilidades
socioemocionais para reduzir ansiedade e conflitos. O
Psicólogo quer garantir qualidade metodológica e
ética. Assinale o procedimento CORRETO que
atende à PNH e ao Código de Ética.