“A República Velha ou Primeira
República estendeu-se de 1889 a 1930. Foi a
primeira fase da República no Brasil e, como
tal, foi um período cheio de tensões, seja na
economia, seja na política e também na
sociedade como um todo. A desigualdade
social, os aumentos nos impostos, as
necessidades não atendidas, o racismo, o
medo, a insatisfação política, etc., tudo isso foi
a raiz para as revoltas na Primeira República.
Ao longo dos mais de quarenta anos dessa
primeira fase, aconteceram diferentes revoltas
no campo, na cidade e até mesmo no meio
militar.” Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/historiab/rebelioes-narepublica-velha.htm. Assinale a opção que indica corretamente os
movimentos que aconteceram na Primeira
República no espaço urbano.
A Primeira Guerra Mundial foi o conflito
ocorrido entre 1914 e 1918. No início do século
XX, dois blocos políticos e militares estavam
formados: Alemanha, Itália e Império
Austro-Húngaro com a Tríplice Aliança;
Inglaterra, França e Rússia com a Tríplice
Entente. A Primeira Guerra Mundial, um dos
conflitos mais significativos da história do
século XX, deixou marcas profundas na
política, economia e sociedade global. Durante
esse conflito, nas grandes cidades europeias,
houve apoio popular à guerra. Amplos setores
das sociedades acreditavam na superioridade
de seus exércitos e que o conflito não duraria
muito tempo. Até mesmo partidos de esquerda
apoiaram seus países a entrar na guerra. A
crença era a de que a guerra era necessária,
mas seria bastante rápida. Não foi. Durou
quatro longos anos e deixou milhões de mortos,
principalmente no continente europeu.
Fonte: https://www.historiadomundo.com.br/idadecontemporanea/primeira-guerra-mundial.htm. (Adaptado) Assinale a opção que apresenta a(s) causa(s)
da Primeira Guerra Mundial.
Na Baixa Idade Média, a economia feudal
baseava-se principalmente na agricultura.
Assim, a produção agrícola continuava sendo a
principal fonte de riqueza. As trocas de
produtos e mercadorias eram comuns nesse
período. O feudo era a base econômica desse
período, pois quem tinha a terra possuía mais
poder. Portanto, o feudalismo pode ser
definido, do ponto de vista econômico, como
um sistema baseado na produção, tendente à
autossuficiência. Nesse sistema,
O Renascimento foi um movimento
artístico, literário e científico que provocou
transformações na sociedade. Expandiu-se da
Península Itálica por quase toda a Europa,
trazendo grandes mudanças. Muitas das obras
surgidas nesse período tornaram-se grandes
referências, sendo reproduzidas e difundidas
fortemente, inclusive pela cultura pop. Assim,
pode-se afirmar que as artes plásticas
representam as principais tendências da
cultura renascentista.
Sobre esse tema, assinale a opção correta.
O art. 216 da Constituição Federal (1988)
conceitua patrimônio cultural como sendo os
bens “de natureza material e imaterial, tomados
individualmente ou em conjunto, portadores de
referência à identidade, à ação, à memória dos
diferentes grupos formadores da sociedade
brasileira”. Refletindo a respeito do patrimônio
cultural e de suas relações com o ensino e o
aprendizado da História, assinale a opção que
corretamente exemplifica ações educativas
realizadas em um museu.
Conforme a ideologia de garantir a retomada do processo democrático e, ao mesmo tempo, de buscar a institucionalização do
regime, uma particularidade dos governos militares brasileiros foi ancorar seus atos em leis, por mais discricionárias que fossem,
que lhes davam uma aparência de legitimidade. Não foi diferente com a censura, que formalmente se fundava em leis. A
principal delas e mais acionada foi uma norma que estava em vigor desde o período democrático, o Decreto nº 20.493 de 1946,
que regulava a censura em questões de moralidade e bons costumes, e que só deixou de vigorar com a vigência da Constituição
de 1988. (REIMÃO, 2011.)
É possível notar essa preocupação do governo militar (1964-1985) em legalizar suas ações, respaldando-as através de atos
institucionais, por exemplo. Dessa forma, podemos afirmar que:
A Doutrina de Segurança Nacional foi usada como justificativa para as Forças Armadas conservarem o poder após o golpe de 1964.
Formulada nos EUA durante a Guerra Fria – sobretudo no National War College –, a ideologia da segurança nacional partia do
princípio de que o Ocidente capitalista vivia em guerra permanente contra o comunismo. A agressão poderia vir do exterior, ou
seja, de países comunistas, ou do interior da própria sociedade dos países ocidentais. Neste caso, tratava-se do “inimigo interno”
– cidadãos do próprio país que professavam a ideologia comunista. Segundo a ideologia de segurança nacional:
Seria conforto para os senhores de engenho e para os portugueses esgotados de dívidas conceder-lhes a Companhia alguma folga de
tempo para refazerem o patrimônio arruinado pelas guerras e outras calamidades imprevistas. Se isto não for possível, aconselharia
eu cobrarem-se as dívidas com maior brandura, mediante a venda dos açúcares, joias e outros bens móveis, mas não dos escravos e
dos utensílios necessários ao fabrico do açúcar, nem dos bois, sem os quais não podem trabalhar os engenhos.
(NASSAU, Maurício de. Apud BARLÉU, Gaspar. História dos feitos recentemente praticados durante oito anos no Brasil. Belo Horizonte: Itatiaia; São
Paulo: Edusp, 1974. p. 337-338.)
O texto anteriormente citado faz parte de um relatório sobre o Brasil, no qual Maurício de Nassau aconselha seus sucessores
sobre como administrar o Brasil holandês. Nesse contexto:
Com a certeza de que os mortos seriam insultados pelo luto ou pela tristeza, o “Dia dos Mortos” celebra as vidas dos falecidos
com comida, bebida, festas e atividades que os mortos apreciavam em vida. O “Dia dos Mortos” reconhece a morte como uma
parte natural da experiência humana, uma continuação do nascimento, da infância. No “Dia dos Mortos”, os mortos também
são parte da comunidade, despertados de seu sono eterno para compartilhar celebrações com seus entes queridos. O símbolo
mais comum do “Dia dos Mortos” são provavelmente as calacas e calaveras (esqueletos e crânios), que aparecem em todos os
lugares durante a festividade: em doces cristalizados, como máscaras de desfile, como bonecas. Calacas e calaveras são quase
sempre retratados desfrutando a vida, muitas vezes em roupas extravagantes e situações divertidas.
Dia dos Mortos.
Por trás da barulheira e da agitação com as obras de reformulação da capital estava a rotina de um país que substituíra o açúcar
pelo café na pauta de exportação, que deixara de ter escravos para ter ex-escravos, imigrantes e trabalhadores nacionais trabalhando no pesado e onde os barões do Império viraram ministros da República. Por trás do discurso do progresso estava a
preocupação com a ordem, uma ordem que excluía a muitos da cidadania plena e que hierarquizava a sociedade como um
todo. Nos sertões, outra forma de sonho de uma ordem diferente se esboçava: alguns, cansados da vida dura que levavam no
campo, tentaram construir um mundo à parte, fora da ordem que os excluía, um espaço onde as normas e a disciplina fossem
de outra natureza. Para construir essa outra sociedade, levavam o que possuíam: sua gente, sua religiosidade, certamente
diversa da doutrina oficial da Igreja católica, e sua fé na promessa de que a terra – ao menos aquela terra em que pisavam –
seria, enfim, uma terra deles.
(NEVES, 1991. p. 67, 79-80.)
O contexto descrito no texto anterior refere-se, especificamente, a: