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3826602 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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“A República Velha ou Primeira República estendeu-se de 1889 a 1930. Foi a primeira fase da República no Brasil e, como tal, foi um período cheio de tensões, seja na economia, seja na política e também na sociedade como um todo. A desigualdade social, os aumentos nos impostos, as necessidades não atendidas, o racismo, o medo, a insatisfação política, etc., tudo isso foi a raiz para as revoltas na Primeira República. Ao longo dos mais de quarenta anos dessa primeira fase, aconteceram diferentes revoltas no campo, na cidade e até mesmo no meio militar.”
Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/historiab/rebelioes-narepublica-velha.htm.
Assinale a opção que indica corretamente os movimentos que aconteceram na Primeira República no espaço urbano.
 

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3826601 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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A Primeira Guerra Mundial foi o conflito ocorrido entre 1914 e 1918. No início do século XX, dois blocos políticos e militares estavam formados: Alemanha, Itália e Império Austro-Húngaro com a Tríplice Aliança; Inglaterra, França e Rússia com a Tríplice Entente. A Primeira Guerra Mundial, um dos conflitos mais significativos da história do século XX, deixou marcas profundas na política, economia e sociedade global. Durante esse conflito, nas grandes cidades europeias, houve apoio popular à guerra. Amplos setores das sociedades acreditavam na superioridade de seus exércitos e que o conflito não duraria muito tempo. Até mesmo partidos de esquerda apoiaram seus países a entrar na guerra. A crença era a de que a guerra era necessária, mas seria bastante rápida. Não foi. Durou quatro longos anos e deixou milhões de mortos, principalmente no continente europeu.
Fonte: https://www.historiadomundo.com.br/idadecontemporanea/primeira-guerra-mundial.htm. (Adaptado)
Assinale a opção que apresenta a(s) causa(s) da Primeira Guerra Mundial.
 

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3826600 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Na Baixa Idade Média, a economia feudal baseava-se principalmente na agricultura. Assim, a produção agrícola continuava sendo a principal fonte de riqueza. As trocas de produtos e mercadorias eram comuns nesse período. O feudo era a base econômica desse período, pois quem tinha a terra possuía mais poder. Portanto, o feudalismo pode ser definido, do ponto de vista econômico, como um sistema baseado na produção, tendente à autossuficiência. Nesse sistema,
 

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3826599 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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O Renascimento foi um movimento artístico, literário e científico que provocou transformações na sociedade. Expandiu-se da Península Itálica por quase toda a Europa, trazendo grandes mudanças. Muitas das obras surgidas nesse período tornaram-se grandes referências, sendo reproduzidas e difundidas fortemente, inclusive pela cultura pop. Assim, pode-se afirmar que as artes plásticas representam as principais tendências da cultura renascentista.
Sobre esse tema, assinale a opção correta.
 

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3826598 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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O art. 216 da Constituição Federal (1988) conceitua patrimônio cultural como sendo os bens “de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira”. Refletindo a respeito do patrimônio cultural e de suas relações com o ensino e o aprendizado da História, assinale a opção que corretamente exemplifica ações educativas realizadas em um museu.
 

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3825742 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Miracema-RJ
Conforme a ideologia de garantir a retomada do processo democrático e, ao mesmo tempo, de buscar a institucionalização do regime, uma particularidade dos governos militares brasileiros foi ancorar seus atos em leis, por mais discricionárias que fossem, que lhes davam uma aparência de legitimidade. Não foi diferente com a censura, que formalmente se fundava em leis. A principal delas e mais acionada foi uma norma que estava em vigor desde o período democrático, o Decreto nº 20.493 de 1946, que regulava a censura em questões de moralidade e bons costumes, e que só deixou de vigorar com a vigência da Constituição de 1988.
(REIMÃO, 2011.)

É possível notar essa preocupação do governo militar (1964-1985) em legalizar suas ações, respaldando-as através de atos institucionais, por exemplo. Dessa forma, podemos afirmar que:
 

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3825741 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Miracema-RJ
A Doutrina de Segurança Nacional foi usada como justificativa para as Forças Armadas conservarem o poder após o golpe de 1964. Formulada nos EUA durante a Guerra Fria – sobretudo no National War College –, a ideologia da segurança nacional partia do princípio de que o Ocidente capitalista vivia em guerra permanente contra o comunismo. A agressão poderia vir do exterior, ou seja, de países comunistas, ou do interior da própria sociedade dos países ocidentais. Neste caso, tratava-se do “inimigo interno” – cidadãos do próprio país que professavam a ideologia comunista. Segundo a ideologia de segurança nacional:
 

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3825740 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Miracema-RJ
Seria conforto para os senhores de engenho e para os portugueses esgotados de dívidas conceder-lhes a Companhia alguma folga de tempo para refazerem o patrimônio arruinado pelas guerras e outras calamidades imprevistas. Se isto não for possível, aconselharia eu cobrarem-se as dívidas com maior brandura, mediante a venda dos açúcares, joias e outros bens móveis, mas não dos escravos e dos utensílios necessários ao fabrico do açúcar, nem dos bois, sem os quais não podem trabalhar os engenhos.
(NASSAU, Maurício de. Apud BARLÉU, Gaspar. História dos feitos recentemente praticados durante oito anos no Brasil. Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: Edusp, 1974. p. 337-338.)

O texto anteriormente citado faz parte de um relatório sobre o Brasil, no qual Maurício de Nassau aconselha seus sucessores sobre como administrar o Brasil holandês. Nesse contexto: 
 

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3825737 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Miracema-RJ

Observe a imagem: 



Enunciado 4779440-1

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-63491743.)



Com a certeza de que os mortos seriam insultados pelo luto ou pela tristeza, o “Dia dos Mortos” celebra as vidas dos falecidos com comida, bebida, festas e atividades que os mortos apreciavam em vida. O “Dia dos Mortos” reconhece a morte como uma parte natural da experiência humana, uma continuação do nascimento, da infância. No “Dia dos Mortos”, os mortos também são parte da comunidade, despertados de seu sono eterno para compartilhar celebrações com seus entes queridos. O símbolo mais comum do “Dia dos Mortos” são provavelmente as calacas e calaveras (esqueletos e crânios), que aparecem em todos os lugares durante a festividade: em doces cristalizados, como máscaras de desfile, como bonecas. Calacas e calaveras são quase sempre retratados desfrutando a vida, muitas vezes em roupas extravagantes e situações divertidas. Dia dos Mortos.


(Disponível em: https://www.nationalgeographic.org/media/dia-de-los-muertos/.)



As diferentes sociedades e culturas do mundo têm distintas maneiras específicas de lidar com a morte. No México: 

 

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3825735 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Miracema-RJ
Por trás da barulheira e da agitação com as obras de reformulação da capital estava a rotina de um país que substituíra o açúcar pelo café na pauta de exportação, que deixara de ter escravos para ter ex-escravos, imigrantes e trabalhadores nacionais trabalhando no pesado e onde os barões do Império viraram ministros da República. Por trás do discurso do progresso estava a preocupação com a ordem, uma ordem que excluía a muitos da cidadania plena e que hierarquizava a sociedade como um todo. Nos sertões, outra forma de sonho de uma ordem diferente se esboçava: alguns, cansados da vida dura que levavam no campo, tentaram construir um mundo à parte, fora da ordem que os excluía, um espaço onde as normas e a disciplina fossem de outra natureza. Para construir essa outra sociedade, levavam o que possuíam: sua gente, sua religiosidade, certamente diversa da doutrina oficial da Igreja católica, e sua fé na promessa de que a terra – ao menos aquela terra em que pisavam – seria, enfim, uma terra deles.
(NEVES, 1991. p. 67, 79-80.)

O contexto descrito no texto anterior refere-se, especificamente, a:
 

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