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4167161 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: ECONRIO
Orgão: UNIFESO
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Na madrugada de 25 de janeiro de 1835 aconteceu em Salvador uma rebelião organizada por muçulmanos, principalmente de origem iorubá, chamados nagôs na Bahia. A predominância nagô foi traduzida no nome dado ao movimento: Revolta dos Malês, pois o termo malê deriva de imale, que signifi ca muçulmano em iorubá.

 

Participaram cerca de 600 combatentes, que deixaram a cidade em polvorosa por algumas horas. Durante o combate, mais de setenta rebeldes e cerca de uma dúzia de oponentes foram mortos. Vencidos, dezenas de africanos foram condenados a penas de açoite, prisão, degredo e morte.

 

“Revolta dos Malês”. Impressões Rebeldes. Disponível em: https://www.historia.uff.br/. Publicado em: 25 de janeiro de 2025. Acesso em: 9 out. 2025.

 

O movimento descrito teve como principal objetivo:

 

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4167160 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: ECONRIO
Orgão: UNIFESO
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Enunciado 4713864-1

 

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 9 out. 2025.

 

Na gravura de Giuseppe Gianni, de 1830, há um “abrasileiramento” de D. João VI (1767-1826). Tal recurso foi utilizado devido ao seguinte processo histórico:

 

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4167159 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: ECONRIO
Orgão: UNIFESO
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Enunciado 4713863-1

 

Na obra O Nascimento da Vênus, de Botticelli, de 1483, a principal característica do estilo artístico adotado é a:

 

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4167028 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: FCM
Orgão: IF-BA

A Ditadura Civil-Militar, instaurada no Brasil em 1964, promoveu diversas formas de monitoramento e tentativas de controle social e político, cujo objetivo era conter ações que pudessem ameaçar a ordem ditatorial. Expressões artísticas e culturais da população negra não fugiram a essa regra e foram vistas como potencialmente perigosas pelo regime. Os textos a seguir ilustram esse aspecto da história recente do Brasil:

 

“Segundo os agentes, Tony Tornado vinha, desde 1970, ‘corroborando’ com uma ‘infame calúnia’: a da existência de uma suposta ‘discriminação racial’ no Brasil(...). Abordavam, de início, a participação de Tornado em um programa da TV Globo em agosto de 1970, durante o qual ele teria cantado ‘uma canção de protesto do negro americano contra a discriminação racial existente nesse país, com o lançamento do gesto-símbolo do poder negro (comunista), este representado pelo punho direito cerrado, braço estendido para o alto’ (...). Assim, identificado pelo CIE (Centro de Informação do Exército) como um ‘cantor negro’ de ‘vida duvidosa’ e ‘implicado com a polícia’, Tony Tornado representava para os agentes, a possibilidade de importação do Black Power estadunidense”

 

Fonte: PEDRETTI, Lucas. Dançando na mira da ditadura – bailes soul e violência

contra a população negra nos anos 1970. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2022, p. 71.

 

“Os carnavais de Salvador já tinham uma forte participação negra em escolas de samba, afoxés e blocos de índio. Mas em 1974 surgiu uma novidade: o hoje famoso Ilê Ayê foi fundado no Curuzu, bairro da Liberdade, em Salvador. (...) Pela primeira vez uma agremiação carnavalesca expressava claramente nas letras de suas músicas o protesto contra a discriminação racial, ao mesmo tempo em que valorizava enfaticamente a estética, a cultura e a história negra e africana.”

 

Fonte: ALBUQUERQUE, Wlamyra Ribeiro de; FRAGA FILHO, Walter. Uma

história do negro no Brasil. Salvador: CEAO, 2006, p. 286.

 

Com base na leitura dos textos mencionados sobre a Ditadura Civil-Militar brasileira, é correto afirmar que

 

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4167027 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: FCM
Orgão: IF-BA

Leia o texto.

 

“Cemitério desativado a 250 metros”, diz um cartaz colado por ativistas na parede de uma rua no Bairro de Nazaré, em Salvador. [...]

 

Foi por ali que funcionou por aproximadamente 150 anos o cemitério do Campo da Pólvora, o primeiro cemitério público de Salvador.

 

O local era destino de excluídos da sociedade, principalmente pessoas escravizadas, africanos de diversas etnias e seus descendentes, mas também pobres, indigentes, indígenas, encarcerados, suicidas, insurgentes e condenados à morte.

 

Estima-se que ao menos 100 mil pessoas tenham sido enterradas no Campo da Pólvora. Dentre elas, personagens históricos, como lideranças da Revolta dos Búzios (1798 a 1799) pela independência da Bahia e fim da escravidão, e da Revolta dos Malês (1835), encabeçada por escravizados, principalmente de origem muçulmana, pela liberdade religiosa e o fim da escravidão. [...]

 

Cento e oitenta anos após a desativação do cemitério, o professor de direito da Faculdade de Direito Samuel Vida, e um grupo de arqueólogos decidiram exumar essa história.

 

Fonte: A busca por cemitério de escravizados que ‘desapareceu’ em Salvador: Maior banco de DNA do Mundo. Disponível em: www.bbc.com/portuguese/

article/c74z9jdlvevo. Acesso em: 21 ago. 2025.

 

Essa notícia trata da importância das diferentes formas de registros históricos para a produção da história enquanto saber científico e escolar.

 

A partir do texto, é correto afirmar que

 

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4167026 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: FCM
Orgão: IF-BA

Leia o texto.

 

“O fim da escravidão em 1888, e da monarquia em 1889, gerou instabilidade social e incertezas acerca do futuro do país. Com a abolição a sociedade não podia mais ser definida pela oposição entre senhores e escravos. Essa mudança social ameaçava a autoridade dos ex-senhores, em sua maioria brancos. Afinal, não era apenas o trabalho dos escravos que os proprietários perdiam, mas também a sua posição de mando parecia correr risco. Como bem disse um jornalista da época, era indiscutível que a palavra escravo deveria ser riscada do vocabulário nacional, mas não se admitia que o termo senhor também fosse extinto.

 

Visando preservar a autoridade dos ex-senhores algumas providências foram tomadas. A necessidade de aumento dos contingentes policiais era tema cada vez mais frequente nos editoriais jornalísticos e debates políticos nos meses que se seguiram a abolição. Chefes de polícia, delegados, jornalistas e deputados, dentre outros, imaginavam que a extinção do cativeiro pudesse despertar “ódios raciais”. Eles temiam que os negros interpretassem o fim da escravidão como oportunidade para contestar as desigualdades sociais e para promover vinganças. […] Traduzia-se, assim, o desejo de manutenção de preconceitos raciais, de práticas autoritárias e de relações de dependência que haviam sustentado por tanto tempo a sociedade escravista.”

 

Fonte: ALBUQUERQUE, Wlamyra e FRAGA FILHO, Walter. Uma história

do negro no Brasil. Salvador: Centro de Estudos Afro-Orientais; Brasília:

Fundação Cultural Palmares, 2006, págs. 203-204.

 

De acordo com o texto, sobre a integração da população negra brasileira no pós-abolição, é correto afirmar que

 

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4167025 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: FCM
Orgão: IF-BA

Leia o texto e analise a imagem que segue.

 

“Podemos notar que o projeto dos nazistas vai além do genocídio dos judeus, ciganos e doentes mentais: também diz respeito às elites polonesas e ao aniquilamento programado de milhões de soviéticos, comunistas ou não, principalmente os ucranianos – para poder colonizar suas terras. Além do mais, a industrialização do crime […] com a utilização das câmaras de gás e a organização impessoal do genocídio não excluem, paralelamente, o massacre a céu aberto.”

 

Fonte: FERRO, Marc. O século XX explicado aos meus filhos. Rio de Janeiro:

Editora Agir, 2008, pp. 59-60.

 

Enunciado 4708100-1

 

Sobre a II Guerra Mundial e os massacres praticados pelo regime nazista, é correto afirmar que

 

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4167024 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: FCM
Orgão: IF-BA

Observe as imagens a seguir e suas respectivas legendas:

 

Enunciado 4708099-1

Fonte: Retrato falado de Maria Felipa, criado a parti r do estudo de fontes

e da tradição oral apresentando características físicas gerais. Obra realizada

pela desenhista e perita criminal Filomena Orge em 2004. Disponível

em: https://www.historia.uff .br/impressoesrebeldes/pessoa/maria-felipa-

de-oliveira. Acesso em: 20 ago. 2025.

 

Enunciado 4708099-2

Fonte: Retrato de Maria Felipa Oliveira, criado a parti r do ChatGPT, com

o seguinte prompt: “Criar um retrato de Maria Felipa, heroína da independência

do Brasil na Bahia no ano de 1823”. Criado em: 19 ago. 2023.

 

Maria Felipa de Oliveira teve sua existência real questionada, muitas vezes, por pesquisadores/historiadores que buscavam, em textos escritos, a única comprovação de episódios da História. Contudo, as histórias da marisqueira e pescadora que enfrentou os portugueses em Itaparica permanecem presentes na memória histórica sobre o processo de independência do Brasil na Bahia. Os relatos orais que chegaram aos dias atuais descrevem Maria Felipa como negra, alta e forte, habilidosa na capoeira e uma excelente estrategista.

 

A partir das imagens que buscaram retratar Maria Felipa e o seu conhecimento sobre o processo de Independência do Brasil na Bahia, é correto afirmar que

 

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4165637 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: UNIFIPA
Provas:

No fim da década de 1980 e durante a década de 1990, a conjuntura política começou a se transformar nos países do continente africano, de modo que os ímpetos democráticos voltaram com força não apenas por condições internas, como também em função da recessão econômica após as crises do petróleo, da dissolução da União Soviética em 1991 e do fim da Guerra Fria.

(Kauê Lopes dos Santos. Africano: uma introdução

ao continente, 2022. Adaptado.)

 

Os “ímpetos democráticos” africanos, mencionados no excerto, associam-se

 

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4165636 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: UNIFIPA
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Analise a charge de Augusto Bandeira, publicada no Correio da Manhã, em 08.07.1962.

Enunciado 4713452-1

(apud: Rodrigo Patto Sá Motta. Jango e o golpe de 1964 na caricatura, 2006.)

 

Ao apresentar a cabeça do então presidente João Goulart na extremidade de uma cobra e o ex-presidente Juscelino Kubitschek com um machado na mão, a charge satiriza

 

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