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Foram encontradas 41.267 questões.

4165571 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: UNIFIMES
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Uma das primeiras realizações [da Sociedade Promotora da Imigração] foi a publicação de uma brochura, pormenorizando as atrações de São Paulo. O folheto, com sessenta páginas, foi publicado por subvenção do Ministério de Agricultura do Império [...]. Tinha uma capa de colorido brilhante para chamar a atenção e um grande mapa desdobrável de São Paulo nas páginas finais. Oitenta mil cópias foram impressas em português, alemão e italiano. [...] Não havia menção a problemas raciais ou à existência, ainda de escravidão, mas se assinalava cuidadosamente que em São Paulo “a maneira de vestir, mobiliar as casas, alimentar-se e, em geral, todos os costumes, são europeus”.

(Thomas H. Holloway. Imigrantes para o café. Café e sociedade em São Paulo, 1886-1934, 1984.)

 

Com essa publicação, a Sociedade Promotora da Imigração, fundada em 1886, visava

 

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4165570 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: UNIFIMES
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Podemos calcular que um turno de trabalho em um engenho açucareiro do Brasil colonial demandava no mínimo sete a oito cativos na casa da moenda para trazer a cana, passá-la pelos tambores, levar embora o bagaço, cuidar das candeias e da roda d’água e levar o caldo às caldeiras; quatro a seis escravizados para alimentar as fornalhas; quatro caldeireiros, quatro tacheiros e duas mulheres para cuidar das candeias e transportar as escumas; na casa de purgar, quatro purgadeiras, dois homens para carregar as fôrmas e um para preparar o barro; e, finalmente, cerca de doze escravizados nas atividades de acondicionamento. Portanto, só para os processos de moagem e cozimento eram necessários aproximadamente vinte a 25 cativos em cada turno. Adicionalmente, escravizados às vezes também ocupavam funções de supervisão. Nos engenhos maiores, com força escrava de cem adultos, eram possíveis três turnos, e alguns aparentemente permitiam que um turno tivesse folga noite sim, noite não.

(Stuart B. Schwartz. Segredos internos: engenhos e escravos na sociedade colonial, 1550-1835, 1988. Adaptado.)

 

O excerto demonstra uma

 

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4165569 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: UNIFIMES
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Os humanistas serviram-se de duas metáforas, ambas fadadas a moldar, em definitivo, nossa maneira de pensar o Quatrocentos e sua importância. Uma enfatiza a ideia de um novo nascimento, de um retorno à vida, de um Renascimento ou Renascença no estudo das artes e das letras. Outra metáfora dileta dos humanistas é a da aurora que se enxerga, pondo fim às trevas e marcando a volta da luz.

(Quentin Skinner. As fundações do pensamento político moderno, 1996. Adaptado.)

 

Concebidas no século XV, as metáforas dos humanistas possibilitaram

 

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4165568 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: UNIFIMES
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Lucien Febvre, na Primeira Lição de seu curso proferido no Colégio de França em 1944-1945 [...], escreve: “Durante toda a Idade Média (uma Idade Média que é preciso prolongar para muito antes dos tempos modernos), a ação poderosa do cristianismo, que fez sem cessar passar por cima das fronteiras mal estabelecidas dos reinos caleidoscópicos grandes correntes de civilização cristã desligadas do solo, contribuiu para dar aos ocidentais uma consciência comum, acima das fronteiras que os separam, uma consciência que, laicizada pouco a pouco, tornou-se uma consciência europeia”.

(Jacques Le Goff. As raízes medievais da Europa, 2007.)

 

Segundo o excerto,

 

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4165566 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: UNIFIMES
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Nos dias 6 e 9 de agosto de 1945, há 80 anos, Hiroshima e Nagasaki foram devastadas por ordem do então presidente americano Harry Truman. De acordo com estimativas, mais de 200 mil pessoas morreram. Se, por um lado, as bombas colocaram fim na Segunda Guerra, obrigando o Japão a se render, por outro, o ataque cobriu o mundo com uma névoa de horror e medo, inaugurando uma perigosa corrida armamentista que moldou a comunidade global e segue viva até hoje.

 

Enunciado 4713278-1

(https://oglobo.globo.com, 26.06.2025. Adaptado.)

 

A posse de armas nucleares se transformou em um grande instrumento de pressão e de poder militar internacional. São países que possuem armas nucleares

 

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4165511 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: CEFSA

Leia o trecho.

 

Sob o governo de Leonid Brejnev (1964–1982), os problemas econômicos da União Soviética aprofundaram-se. Além disso, a falta de participação efetiva da sociedade nas decisões políticas, o controle autoritário de uma burocracia partidária sobre a sociedade e a inexistência de direitos civis (liberdade de expressão, de movimento e de organização) levaram os cidadãos comuns a uma apatia generalizada. Assim, ampliou-se a defasagem comparativa existente entre a indústria voltada para o bem-estar da população dos países do bloco socialista e os do bloco capitalista, que viviam um grande avanço tecnológico.

(Marcos Napolitano, História contemporânea 2: do entreguerras à nova ordem mundial. Adaptado)

 

Os problemas econômicos soviéticos estavam relacionados, principalmente, entre outros motivos,

 

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4165510 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: CEFSA

Leia o texto.

 

É chamado de Guerra Fria o período entre 1947 e 1989, em que se tornou marcante a disputa ideológica e política entre União Soviética e Estados Unidos. Apesar das duas potências não terem desencadeado um conflito armado, o clima era de conflito, existindo também, o que pode ser chamado de “Guerras quentes”, dentro da chamada Guerra Fria.

(https://cesad.ufs.br/ORBI/public/uploadCatalago/09262202122015 Historia_Contemporanea_II._Aula_7.pdf. Acesso em 13.09.2025)

 

No contexto apresentado, um exemplo de “guerra quente” foi a Guerra

 

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4165509 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: CEFSA

Leia o texto.

 

Em tempo algum houve tamanha disfunção econômica: de um lado, a deterioração e a destruição de colossais quantidades de alimentos e bens manufaturados sem compradores; de outro lado, grandes multidões carentes e famintas sem emprego e sem dinheiro. Por outras palavras, desafiando a razão, a superprodução convivia com o subconsumo. Calcula-se que na fase mais aguda desse processo havia cerca de 30 milhões de pessoas, em todo o mundo, procurando trabalho para sobreviver.

(Williams da Silva Gonçalves, A Segunda Guerra Mundial. Em: Daniel A. R. Filho, Jorge Ferreira e Celeste Zenha (orgs.), O século XX. v.2. O tempo das crises: revoluções, fascismos e guerras. Adaptado)

 

O texto traz referências

 

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4165508 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: CEFSA

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Em 13 de dezembro de 1968, o governo militar brasileiro presidido pelo general Artur da Costa e Silva decretou o Ato Institucional no 5 (AI-5). Esta ação foi uma represália violenta ao discurso do deputado federal Márcio Moreira Alves, que em 2 de setembro de 1968, propôs um boicote ao militarismo e pediu ao povo brasileiro que ninguém participasse das comemorações do Dia da Independência.

(https://ensinarhistoria.com.br/linha-do-tempo/decretado-atoinstitucional- ai-5/. Blog: Ensinar História, Joelza Ester Domingues. Acesso em 13.09.2025. Adaptado)

 

O AI-5 permitia ao presidente da República

 

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4165507 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: CEFSA

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A partir de 1942, com a entrada do Brasil na guerra e a cessão de uma base aeronaval dos Estados Unidos, próxima à cidade de Natal, para contribuir com a linha de defesa do Norte da África, a colaboração brasileira com a administração do presidente estadunidense Roosevelt mudou de patamar e o projeto de industrializar o Brasil saiu do papel.

(Lilia M. Schwartz e Heloísa M. Starling, Brasil: uma biografia. Adaptado)

 

O projeto de industrializar o Brasil saiu do papel porque o governo Vargas, com capitais dos Estados Unidos:

 

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