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Analise as afirmativas a seguir sobre os limites territoriais e as relações interestaduais do estado de Sergipe:
I.Sergipe faz fronteira com apenas dois estados brasileiros, Alagoas e Bahia.
II.A fronteira com a Bahia é geograficamente mais extensa do que a com Alagoas e representa o principal eixo de integração econômica do estado.
III.O limite norte é inteiramente fluvial, definido pelas bacias do São Francisco e do rio Real.
IV.As fronteiras interestaduais de Sergipe estão totalmente inseridas em áreas de transição ecológica.
Assinale a alternativa correta.
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A posição geográfica de Sergipe é considerada estratégica tanto no contexto da Região Nordeste quanto no sistema federativo brasileiro. No entanto, sua pequena extensão territorial influencia diretamente suas dinâmicas geoeconômicas, ambientais e logísticas. Sobre a configuração territorial de Sergipe, assinale a alternativa correta.
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Assinale a alternativa que não representa uma cidade que faz limite com Romelândia:
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A construção territorial do Brasil foi atravessada por lógicas exógenas de acumulação, discursos de modernização e estratégias de ocupação funcional do território, particularmente evidentes durante o regime militar. Autores como Porto-Gonçalves e Becker analisam a expansão da infraestrutura como instrumento de controle espacial e subordinação das populações tradicionais. Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa que expressa uma crítica fundamentada à política de integração nacional via rodoviarismo durante a ditadura civil-militar:
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A atuação dos sistemas atmosféricos intertropicais tem papel determinante na configuração dos regimes climáticos do território brasileiro. A interação entre a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), os Vórtices Ciclônicos de Altos Níveis (VCANs) e os sistemas frontais extratropicais resulta em variações significativas na dinâmica pluvial e térmica. Com base nesse panorama, qual alternativa apresenta uma análise tecnicamente fundamentada sobre o impacto desses sistemas nas regiões Norte e Nordeste do Brasil?
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A biogeografia, tradicionalmente fundada na descrição da distribuição das espécies e na explicação naturalista dos padrões de biodiversidade, tem sido objeto de revisão crítica a partir do diálogo com a ecologia política, os estudos pós-coloniais e a geografia crítica. Nessa perspectiva, que problematiza o caráter supostamente neutro da ciência ambiental, assinale a alternativa que expressa com maior rigor um tensionamento epistemológico à abordagem biogeográfica convencional.
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A Geografia Cultural contemporânea, influenciada por aportes pós-estruturalistas e póscoloniais, tem deslocado a concepção de território como instância fixada ao Estado-Nação, propondo uma leitura relacional e multiescalar da espacialidade identitária. Autores como Doreen Massey, Edward Said e Rogério Haesbaert argumentam que o território é continuamente resignificado por práticas culturais, narrativas simbólicas e disputas de poder. À luz dessas contribuições, qual alternativa expressa uma crítica coerente à concepção tradicional de território como unidade homogênea e funcional?
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As mudanças climáticas globais configuram um dos principais desafios geográficos contemporâneos, ao colocar em evidência os vínculos entre fenômenos atmosféricos, estruturas socioeconômicas e vulnerabilidades territoriais. Considerando as análises do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima) e de autores como Mike Hulme e Eduardo Viola, assinale a alternativa que expressa de forma tecnicamente adequada uma crítica à abordagem homogênea das políticas de mitigação das mudanças climáticas.
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A teoria dos ciclos econômicos longos, desenvolvida por Nikolai Kondratiev e retomada por autores como Giovanni Arrighi e David Harvey, tem implicações espaciais relevantes para a compreensão das reconfigurações territoriais no sistema-mundo. À luz dessa perspectiva, qual alternativa expressa corretamente uma implicação geográfica da transição entre ciclos hegemônicos?
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A intensificação do uso de tecnologias digitais na produção do conhecimento geográfico, especialmente por meio de geoprocessamento, sensoriamento remoto e big data, tem ampliado a capacidade de representação e modelagem do espaço. No entanto, diversos autores apontam os riscos de fetichização da técnica e da naturalização dos dados, destacando os limites epistemológicos dessas ferramentas quando desprovidas de leitura crítica. Nesse sentido, assinale a alternativa que expressa com maior rigor uma crítica epistemológica pertinente à aplicação dessas tecnologias na análise espacial contemporânea:
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