A biogeografia, tradicionalmente fundada na descrição da distribuição das espécies e na explicação naturalista dos padrões de biodiversidade, tem sido objeto de revisão crítica a partir do diálogo com a ecologia política, os estudos pós-coloniais e a geografia crítica. Nessa perspectiva, que problematiza o caráter supostamente neutro da ciência ambiental, assinale a alternativa que expressa com maior rigor um tensionamento epistemológico à abordagem biogeográfica convencional.