As rochas procedentes da transformação de outras
rochas por efeito de alterações em sua estrutura,
em decorrência de modificações, como aumento
da temperatura e da pressão, são as:
(PMM/URCA 2025) As imagens de satélite são amplamente utilizadas para monitorar o planeta Terra, fornecendo dados para diversas aplicações como meteorologia, gestão de recursos naturais, cartografia, agricultura, prevenção de desastres ambientais, dentre outros. O uso de imagens de satélite para mapear o uso e
ocupação do solo é um exemplo de:
“[...] transformações socioeconômicas e territoriais que a Amazônia brasileira vem experienciando no período de 1960 a 2022. Nestas seis décadas se registra modificações estruturais em sua organização espacial, especialmente em referência ao mundo agrário, espaço vivido pelos povos indígenas, comunidades tradicionais e camponeses (agricultores e extrativistas), dentre as inúmeras formas de vivências e relações de trabalho com a natureza.” O mundo agrário amazônico é composto pelos espaços da floresta, das águas/rios, do campo agropecuário/florestal, territórios tradicionais e assentamentos rurais. Em todo esse percurso, os grupos sociais foram analisados no âmbito das mudanças sociogeográficas que abordavam a condição de fronteira agrícola, grandes projetos, proteção ambiental, território/territorialidades, direitos sociais, conflitos agrários e territoriais” (Silva, 2025, p. 2. Amazônia, dinâmicas territoriais e conflitos agrários: revisão de uma trajetória de curta duração). Disponível em
https://www.scielo.br/j/nera/a/wSxM5cSdhL4SDb5wdTdn
mNn/?lang=pt&format=pdf). Com relação ao longo processo histórico de uso e ocupação do solo da região da Amazônia brasileira, é correto afirmar:
“Um levantamento de solos consiste em uma ferramenta fundamental para a tomada de decisão no tocante ao uso e ocupação dos solos. Neste sentido, com o intuito de realizar uma melhor gestão dos solos do estado do Ceará, foi executado o levantamento de solos do Estado em nível de reconhecimento de média intensidade, na escala de 1:100.000” (Levantamento de reconhecimento de média intensidade dos solos do Estado do Ceará [livro eletrônico]. – Fortaleza, CE: Coletivo Duas Catitas, 2024. ePub). Disponível em http://www.funceme.br/wp-content/uploads/2024/11/LIVRO-LEVANTAMENTO-DE-SOLOS-FUNCEME.pdf).
O texto acima faz parte do “Levantamento de reconhecimento de média intensidade dos solos do Estado do Ceará”. O referido levantamento aponta quais são “as principais classes de solo em extensão territorial” presentes no Estado do Ceará. São eles:
O principal sistema meteorológico responsável pela ocorrência das chuvas na parte setentrional do Nordeste Brasileiro, ao longo do primeiro semestre, determinando a sua abundância ou insuficiência, é/são:
“[...] é definida como um processo de degradação das terras que ocorre essencialmente nas áreas que se situam nas zonas áridas, semiáridas e subúmidas secas entendidas como ‘Todas, com exceção das polares e subpolares, nas quais a razão entre a precipitação anual e a evapotranspiração potencial está compreendida entre 0,05 e 0,65’. Tal processo resulta das variações climáticas e das atividades humanas. [...] no Brasil [...] compreendem 1.340.863 km², incluindo 1.488 municípios, localizados em dez estados da região semiárida do nordeste brasileiro, municípios no Norte de Minas Gerais e do Espírito Santo, onde o grau de conhecimento destes processos degradativos e sua extensão são ainda deficitários e necessitam de constantes atualizações” (INSA, 2021). O texto acima faz referência direta ao processo de: