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A avaliação audiológica tem como objetivo principal determinar a integridade do sistema auditivo, além de identificar tipo, grau e configuração da perda auditiva em cada orelha. Leia atentamente o caso clínico:
J.B.L. 57 anos, embora relatava anteriormente dificuldade de ouvir, ao sentir um incomodo muito forte na orelha esquerda, procurou o serviço de saúde da empresa onde trabalhava e lhe foi solicitado a realização de uma audiometria. Após exame, o fonoaudiólogo encontrou os seguintes resultados: orelha direita sem gap aéreo-ósseo: 500Hz – 35dB; 1000Hz – 35dB; 2000Hz – 45dB; 4000Hz – 65dB; enquanto na orelha esquerda via aérea: 500Hz – 70dB; 1000Hz – 80dB; 2000Hz – 85dB; 4000Hz – 80dB e via óssea mascarada: 500Hz – 50dB; 1000Hz – 55dB; 2000Hz – 65dB; 4000Hz – 60dB.
Marque a alternativa que classifica o tipo e grau de perda auditiva, segundo a Organização Mundial da Saúde (2020).
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A afasia caracteriza-se pela alteração de processos linguísticos de significação de origem articulatória e discursiva (nesta incluídos aspectos gramaticais) produzida por lesão focal adquirida no sistema nervoso central, em zonas responsáveis pela linguagem, podendo ou não se associarem a alterações de outros processos cognitivos.
É um tipo de afasia não fluente cuja principal característica é a redução de fala. O paciente apresenta uma linguagem espontânea extremamente reduzida, e sua expressão é marcadamente lenta e breve. A repetição é boa e, especificamente neste caso, é muito melhor do que a emissão oral observada durante a fala espontânea. A compreensão geralmente está preservada. Na escrita, pode-se observar a mesma falta de iniciativa/inércia observada na fala, e a leitura está normal ou pouco comprometida.
Diante do exposto, marque a alternativa que apresenta a classificação CORRETA do tipo de Afasia deste paciente:
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Ao realizar uma avaliação de mastigação e deglutição no leito, utilizando a técnica dos 4 dedos junto à ausculta cervical com estetoscópio, o fonoaudiólogo consegue observar, de forma subjetiva, o timing da deglutição orofaríngea (presença e o grau de excursão laríngea) e detectar presença de tosse ou pigarro, o momento da penetração e/ou aspiração laríngea, promovendo, assim, uma reflexão/raciocínio clínico de indicação de manobras, dependendo do momento de sua ocorrência.
Em relação à presença de tosse, relacione a segunda coluna com a primeira:
1. Presença de tosse antes do início da excursão laríngea, sinais de alteração controle sensório-motor oral.
2. Presença de tosse durante a deglutição (movimentação laríngea), déficits na elevação e/ou fechamento da laringe.
3. Presença de tosse após o retorno da laringe para sua posição de repouso, sinais de estase e posterior entrada de alimento na laringe.
( ) São indicadas manobras de limpeza faríngea.
( ) Podem ser introduzidas manobras de proteção de vias aéreas inferiores.
( ) Sendo indicado manobras de cabeça para a frente durante a deglutição.
( ) Troca para consistência mais espessa.
A associação CORRETA, considerando-a de cima para baixo, é:
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Para a representação dos sons utiliza-se a carta de símbolos fonéticos, conhecida como IPA (Alfabeto Fonético Internacional).
Sobre a Carta Fonética, podemos afirmar que:
- A carta fonética contém símbolos dos segmentos e diacríticos que pode ser encontrada no site da Associação Internacional de Fonética.
- O uso da carta só é altamente recomendado para caso específicos por favorecer uma padronização da notação fonética para algumas línguas do mundo.
- A carta fonética garante a precisão da informação fonética, bem como e a inteligibilidade e o compartilhamento dos dados fonéticos registrados interlinguisticamente.
- Os diacríticos, constantes da carta, indicam características, em grande parte articulatórias, que especificam e/ou modificam o valor de algum símbolo. Por exemplo uma consoante nasal, como o [n], em natureza articulatória, é altamente sonora, de forma que não há um símbolo específico para representar a surdez em nasais. Caso haja a necessidade de indicar a diminuição de sonoridade em uma consoante desse tipo, o recurso será utilizar um diacrítico que traga essa informação, como em [on].
Estão CORRETAS:
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Assinale a alternativa que complementa CORRETAMENTE o artigo:
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Classificação das Fissuras, enumere a 2ª coluna de acordo com a 1ª:
(1) Fissura submucosa. (2) Fissuras transforame incisivo. (3) Fissuras pré-forame incisivo. (4) Fissuras pós-forame incisivo
( )São fissuras totais, ou seja, que envolvem total e simultaneamente o palato primário e o palato secundário.Estende-se desde o lábio até a úvula (“campainha”), atravessando o rebordo alveolar.
( )Fissuras que se restringem ao palato primário, ou seja, envolvem o lábio e/ou o rebordo alveolar sem ultrapassar o limite do forame incisivovaria desde um pequeno corte no vermelhão do lábio (incompleta) até toda a extensão do palato primário (completa).
( )Malformação que ocorre no palato secundário considerada forma anatômica subclínica. O defeito é na musculatura do palato mole e/ou no tecido ósseo do palato duro, sendo que a camada da mucosa permanece íntegra.
( )Envolvem apenas o palato (“céu da boca”), mantendo o lábio intacto assim como os dentes. Ocorrem quando as estruturas do palato secundário não fazem a fusão. As consequências são essencialmente funcionais, no mecanismo velofaríngeo e na trompa auditiva.
A sequência CORRETA é:
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Distúrbios da voz são condições que afetam a qualidade, o volume ou o tom da voz.
Sobre os Distúrbios da voz, é correto afirmar que, EXCETO:
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São consideradas as alterações morfofuncionais relacionadas à, EXCETO:
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Sobre os diferentes modos de articulação, assinale (V) para as alternativas VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS:
( ) Oclusivos: caracterizam-se por uma interrupção total e momentânea do fluxo do ar. Nesse modo, ocorre um aumento da pressão de ar na região que antecede a oclusão e uma tensão maior dos músculos articulatórios. Em seguida a oclusão é desfeita e o ar é liberado com uma explosão. Os sons oclusivos podem ser surdos (desvozeados) ou sonoros (vozeados). São sons oclusivos do português: [p, b, t, d, k, g].
( ) Fricativos são realizados como uma constrição parcial na passagem do ar, decorrente da aproximação dos articuladores que participam da produção dos sons. Esses sons também são conhecidos como constritivos e também podem ser surdos ou sonoros. No Português são: [f, v, s, z, ʃ, ʒ, h, ɦ, x, ɣ]. Dentre esses sons, [h, ɦ, x, ɣ] não têm correspondentes fonológicos, mas ocorrem em diferentes variedades dialetais da língua como formas variáveis de outros fonemas. Por exemplo, a palavra “velho” pode apresentar formas variáveis como [ˈvεʎʊ] ~ [ˈhεj].
( ) Nasais: caracterizam-se por uma oclusão total na cavidade oral e simultânea ao abaixamento do velo (ou palato mole), permitindo a passagem livre do ar pela cavidade nasal. São, em geral, sonoros, embora hajam registros de surdos atestados em línguas como o galês e o islandês. As consoantes nasais do português são: [m, n, ɲ].
( ) Vibrantes são sons produzidos por uma oclusão no centro da cavidade oral e a passagem contínua do ar pelas bordas laterais da língua. Na sua produção, o ar não sofre turbulência. Como as nasais, os mais comuns são os sonoros. No Português, são [l, ʎ].
( ) Laterais se caracterizam-se por uma breve oclusão ou por breves oclusões em sequência na cavidade oral. As pequenas oclusões se dão pelo toque ou batida da ponta da língua em algum ponto da cavidade oral. Quando o impedimento articulatório se dá através de um toque ou batida, o resultado é um simples (flap ou tap), e quando a interrupção da passagem do ar se dá através de toques sequenciados, no múltiplo. Podem ser surdos, mas, quando existentes nas línguas, são comumente sonoros. [r, ɾ, ɽ] são no Português.
A sequência CORRETA é:
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