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Um dos argumentos a favor da solução dualista é o da irredutibilidade dos processos subjetivos e interiores aos processos físicos e corporais. Esse argumento baseia-se na evidência de que uma terceira pessoa não pode jamais sentir exatamente aquilo que se passa no interior de uma outra pessoa. Um cientista, por exemplo, que analisa a configuração cerebral de uma pessoa no momento em que ela saboreia uma barra de chocolate não pode jamais sentir o sabor experimentado por ela. A hipótese dualista para esse problema sugere que a nossa consciência, que acontece como uma experiência em primeira pessoa, é essencialmente distinta dos nossos estados cerebrais, que por serem processos físicos, são acessíveis a uma terceira pessoa. A nossa consciência tem assim uma natureza essencialmente mental enquanto o nosso cérebro uma natureza fundamentalmente física.
(LEITE, P. Orientação pedagógica: a posição monista)
O que caracteriza a posição dualista em geral é a tese de que a mente
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[...] é preciso reconhecer que o conceito de legitimidade se reporta a uma dimensão anterior à formalização da lei (o domínio da legalidade). A legitimidade diz respeito aos princípios que animam a lei (isto é, a razão pela qual fazemos a lei) e assim uma ação contrária à lei pode estar justificada na medida em que essa lei é considerada contrária aos interesses que a originaram. Por exemplo, imaginemos um país cujo governo obrigue, por meio de lei, os pais a retirar seus filhos da escola. Ora, tal lei contraria o interesse dos cidadãos, assim como fere um direito fundamental. Nesse caso, o não respeito à lei seria certamente ilegal e, ao mesmo tempo, legítimo. É importante ainda destacar que a legitimidade pode ser também associada à ideia de justiça, uma vez que a justiça é um elemento necessário para que uma lei tenha sua validade reconhecida. Em outros termos, uma lei injusta não pode ser legítima.
(ADVERSE, Helton. Orientação pedagógica: Lei e justiça)
Tendo o texto acima como base, para uma lei ser legítima, ela deve
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É denominado correto APENAS o argumento que
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A validade lógica de um argumento é determinada
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Para Aristóteles, o que diferencia a tékhne (arte, técnica) e os conhecimentos práticos (política e moral)?
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Com o advento da Idade Moderna, começam a ocorrer mudanças, como:
I. A técnica passa a se vincular à ciência.
II. A filosofia começa a perder a primazia para a ciência.
III. A matemática passa a ser mais valorizada em detri mento da lógica.
IV. A teologia começa a se tornar o principal objeto de estudos.
V. A física passa a investigar as finalidades internas a cada ser natural.
Está correto o que se afirma APENAS em
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Um aspecto importante a ser percebido é o fato de a ciência não só estar amplamente presente na nossa vida cotidiana, como a sua presença tem um sinal bastante específico: ela aparece como sendo a forma de conhecimento, isto é, a forma de decifração do mundo por excelência. A ciência tal como é concebida por muitas pessoas e tal como é concebida a partir de pelo menos uma posição filosófica − o positivismo − parece colidir e não coexistir com outras formas de conhecimento, parece relativizá-las e mesmo invalidá-las.
(LEITE, P. Orientação Pedagógica: Teoria e Experiência I: Introdução)
No texto, a autora argumenta que a
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A objetividade, de maneira geral, se define como
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Ora, está longe de ser óbvio, de um ponto de vista lógico, haver justificativa no inferir enunciados universais de enunciados singulares, independentemente de quão numerosos sejam estes; com efeito, qualquer conclusão colhida deste modo sempre pode revelar-se falsa: independentemente de quantos casos de cisnes brancos possamos observar, isso não justifica a conclusão de que todos os cisnes são brancos.
(POPPER, Karl. A lógica da pesquisa científica. São Paulo:
Cultrix/Edusp, 1975, p. 27-8, citado por FENATI, R. Orientação
pedagógica: o problema da objetividade)
No texto, Popper defende que
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[...] todo o poder criativo da mente se reduz a nada mais do que a faculdade de compor, transpor, aumentar ou diminuir os materiais que nos fornecem os sentidos e a experiência. Quando pensamos em uma montanha de ouro, não fazemos mais do que juntar duas ideias consistentes, ouro e montanha, que já conhecíamos. Podemos conceber um cavalo virtuoso; porque somos capazes de conceber a virtude a partir de nossos próprios sentimentos; e podemos unir a isso a figura e a forma de um cavalo, animal que nos é familiar. Em resumo, todos os materiais do pensamento derivam ou do nosso sentimento exterior ou do interior: a mistura e a composição de ambos dizem respeito à mente ou à vontade. Ou seja, para me expressar em linguagem filosófica, todas as nossas ideias, percepções mais débeis, são cópias de nossas impressões, mais vívidas.
(HUME, David. Investigação sobre o entendimento humano,
citado por FENATI, R. Orientação pedagógica: o problema da
verdade).
A partir do texto, está correto afirmar que, para Hume,
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