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Em A ética da discussão e a questão da verdade (HABERMAS, 2007), Patrick Savidan (no prefácio) esclarece que Habermas procura sintetizar “uma visão geral da concepção da verdade teórica e prática apropriada à ética da discussão”. Aranha (2009) completa: em Habermas: “A ética discursiva recorre à razão para sua fundamentação”. Nesse sentido, e quanto ao uso da razão na filosofia, seria incorreto afirmar que a ética habermasiana, tem por característica:
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No texto de Salma Tannus Muchail, no livro A filosofia e seu ensino (1995), consta a pergunta: “Até que ponto a formação e a atividade do professor e do pesquisador de filosofia se cruzam ou se bifurcam? Esta questão evoca um texto do professor Antonio Candido (‘Professor, escola e associações docentes’, Almanaque, 11, 1980) que começa se perguntando ‘se o professor não é uma espécie em extinção’ (p. 83). Descreve então três tipos sucessivos de professor: do professor mestre e pai passou-se ao professor profissionalizado e técnico, e hoje temos o professor ‘produtor’ de conhecimento, identificado ao pesquisador”. Quanto a isto, e em referência ao ensino de filosofia, escolha a opção incorreta:
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Leia e avalie o seguinte fragmento: “Necessário é dizer e pensar que só o ser é; pois o ser é, e o nada, ao contrário, nada é: afirmação que bem deves considerar”. Como se percebe, o filósofo tenta demarcar sua posição e forjar o modo de articular o pensamento, ou, a filosofia de seu tempo. Qual é o filósofo que cita este fragmento, e qual é a relação marcante com o ato de filosofar?
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A filosofia moderna, segundo Chaui (2012), tem por característica, exceto:
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Marilena Chaui (2012) traça os principais períodos da história da filosofia, segundo sua nomenclatura, são filósofos modernos do Grande Racionalismo Clássico, exceto:
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Claude Lévi-Strauss (2008) em As estruturas elementares do parentesco escreve o seguinte: “A proibição do incesto não é nem puramente de origem cultural nem puramente de origem natural, e também não é uma dosagem de elementos variados tomados de empréstimo parcialmente à natureza e parcialmente à cultura. Constitui o passo fundamental graças ao qual, pelo qual, mas sobretudo no qual se realiza a passagem da natureza à cultura”. Vê-se que a temática com a cultura traz nesse embate enfoques disciplinares diferentes entre antropólogos, historiadores, sociólogos, psicólogos e filósofos. Nesse contexto, escolha o item correto sobre cultura, verificando (na afirmativa do item) tal noção entre as visões das disciplinas, assim como correspondem, ou não.
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Sobre a o Existencialismo, como corrente contemporânea de pensamento, o ensaísta Albert Camus (2012), quando analisa sobre o suicídio, cita nesta obra O Mito de Sísifo: “Morrer por vontade própria supõe que se reconheceu, mesmo instintivamente, o caráter ridículo desse costume, a ausência de qualquer motivo profundo para viver, o caráter insensato da agitação cotidiana e a inutilidade do sofrimento”. No mesmo sentido, Danilo Marcondes (2007) afirma: “Essa filosofia tem origem na própria análise fenomenológica da consciência intencional” e completa que tem por motivo a reflexão “da experiência humana concreta”. Sobre o Existencialismo, é incorreto afirmar:
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CHAUI (2012) avalia As concepções da verdade. Para a autora, a verdade foi construída com base em três concepções diferentes e soam como alétheia, veritas e emunah. Considerando o contexto etimológico da palavra “verdade” exposto por Chaui, leia os itens e opte pela sentença correta.
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As Orientações Curriculares para o Ensino Médio, ciências humanas e suas tecnologias (MEC/SEB, 2006), têm descrito os conhecimentos de filosofia, dentre outras publicações institucionais que legitimam sua aplicação. Sobre isso, qual afirmativa é incorreta?
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O sociólogo Alain Touraine faz importante análise/entrevista em Protestos despertam Brasil para a realidade (http://www.bbc.co.uk). Touraine cita que: “O balanço da situação brasileira é bom. Mas o país sofre desigualdades e benefícios do desenvolvimento [que] são muito mal distribuídos”. O sociólogo francês foi professor do ex presidente FHC, e definiu os movimentos de protestos como “quebra da esperança”, um sentimento de “decepção, que cria uma situação favorável ao descontentamento”, todavia, “não acredito que os protestos representem uma ameaça política contra o governo atual. Mas é possível que a situação evolua”. Em contraste, Foucault (1987), Vigiar e Punir, com suas analíticas em torno da microfísica do poder, se deparara com o tipo de sociedade moderna a delatar, inclusive, os interesses da burguesia; nesse caso, cita Foucault: “Pode-se dizer que a delinqüência (sic), solidificada por um sistema penal centrado sobre a prisão, representa um desvio da ilegalidade para os circuitos de lucro e poder ilícitos da classe dominante”. Baseado na análise de Touraine sobre movimentos sociais e, no pensamento foucaultiano sobre a microfísica do poder, é incorreto afirmar:
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