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Agostinho impetrou importante questão filosófica sobre a ideia do mal, trazendo implicações pertinentes para a Ética Filosófica. Avalie os itens seguintes e assinale a alternativa correta.
I – O pecado original e o demiurgo maligno justificam suas explicações filosóficas.
II – A visão agostiniana é tal qual a visão maniqueísta sobre o bem e o mal.
III – Agostinho promovia a ideia do mal como a ausência do bem.
IV – A posição agostiniana do mal, do ponto de vista metafísico, demanda ver Deus como seu autor.
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“O segmento sobre a ‘indústria cultural’ mostra a regressão do esclarecimento à ideologia, que encontra no cinema e no rádio sua expressão mais influente. O esclarecimento consiste aí, sobretudo, no cálculo da eficácia e na técnica de produção e difusão. Em conformidade com seu verdadeiro conteúdo, a ideologia se esgota na idolatria daquilo que existe e do poder pelo qual a técnica é controlada”. Nesta obra, Dialética do Esclarecimento (1985),Adorno & Horkheimer, autores influentes da chamada Escola de Frankfurt, examinam com detalhe as regras do capitalismo e a ideologia da indústria cultural. Avalie os itens a seguir e escolha opção correta, tendo por relação o pensamento frankfurtiano, nesse contexto, em que se explicita sobre a indústria cultural com relação à temática “as artes”.
I – A arte acaba se integrando na rotina das mercadorias. Sua autonomia, conquistada a duras penas, não se perde, nem se volta contra ela, ainda que levada também a ser veículo ideológico do poder social.
II –Adorno e Max Horkheimer indicam uma cultura baseada na ideia e na prática do consumo de “produtos culturais” fabricados em série.
III – De fundo, o problema está na reprodução e na distribuição das obras feitas por empresas capitalistas, visando ao lucro e não à democratização das obras.
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Paul Feyrabend, em Contra o Método (2011),questiona os procedimentos científicos. Nessa via, o cientista evidencia a fragilidade de algumas ideias muito difundidas sobre a natureza do conhecimento. Na veia deste fato, inclusive, relacionado ao pensamento deste autor, bem como sua relação com o conhecimento e ciência, avalie o que se afirma nos itens a seguir e, após, assinale a alternativa correta.
I – Não é necessário dar um papel maior ou demasiada importância à relação entre ideia e ação no desenvolvimento de nosso conhecimento e no desenvolvimento da ciência, pelo contrário.
II – As teorias tornam-se claras e “razoáveis” apenas depois que partes incoerentes dela tenham sido usadas por longo tempo.
III – O anarquismo ou o tudo vale contribui para que se obtenha o progresso científico.
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Acerca do ceticismo filosófico, Marilena Chaui (2010) avalia o filósofo Pirro – e o relaciona ao nascimento da filosofia como atitude cética. Quanto a tal vertente filosófica, avalie cada um dos itens a seguir e depois opte pela alternativa correta.
I – A investigação pirrônica sobre a neutralização ontológica depõe a impossibilidade de se falar em essências ou substâncias, logo, a predicação fica inviável e ilógica entre o verdadeiro e o falso.
II – A neutralização do juízo e indiferença, que se chama epoché, demanda ficarmos sem opinião.
III – Epochépirronista não veta a opinião; aliás, epoché é termo fenomenológico do filósofo Husserl, por outro lado, o ato pirronista de permanecer sem opinião vem corretamente do termo adoxastos.
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Acerca das consequências práticas do progresso técnico-científico, conforme analisadas pelo filósofo Habermas (2013), reverbera algumas missivas importantes (nesse contexto), sendo corretas as opções abaixo, exceto uma. Qual?
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Para Karl-Otto Apel (1994), o problema de uma fundamentação da ética na era da ciência – portanto, sob o nexo desta contextualização, tal problemática se instala na contemporaneidade – ocorre pelo(s) seguinte(s) motivo(s), exceto:
I – Validez intersubjetiva, prejudicada pela ciência.
II – Ética normativa, que aparece reconduzida pela ciência em seu grau de importância.
III – Ideia cientifista da “objetividade”, isenta de valoração.
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Sobre o filósofo Kant, observe os itens a seguir e, após, escolha a opção correta.
I – O sujeito transcendental kantista remete à posição da consciência como tal.
II – O sujeito transcendental kantista remete à Teoria do Conhecimento.
III – O sujeito transcendental kantista pressupõe, a princípio, a problemática da linguagem.
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Sobre o filósofo Sócrates, observe os itens abaixo e, após, assinale a opção correta.
I – Filósofo aporético; margeia seu interlocutor conduzindo-o pela via do discurso dialógico.
II – Não, Sócrates não é um filósofo aporético.
III – A categoria analítica doxa é a principal flexão filosófica de Sócrates.
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René Descartes, definitivamente, não é?
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Aristóteles, numa de suas obras, descreve muitos detalhes históricos em Atenas: mostra a queda da tirania; a importância da aristocracia (liderado por Iságoras) versus os anseios mais populares pela ordem (liderada por Clístenes) a se instaurada; enfim, traça os embates pela tomada do poder em Atenas. Nesse sentido, Iságoras teria vencido as ideias (e influências) de Clístenes, por efeito, teria impedido que o povo sublevasse, negociando a elaboração de uma nova constituição. Por sua vez, a tirania contra a aristocracia, a seu tempo, enfraquecera o interesse dos ricos e nobres, criando assim as condições para a implantação da nova constituição. Uma vez que a monarquia também tinha definhado, mantendo-se apenas por tradição, e o regime oligárquico sucumbira, nessa demarcação histórica, vê-se surgir uma experiência sui generis: o regime governado diretamente pelo povo, ou seja, a democracia. Qual obra de Aristóteles retrata, dessa forma, historicamente, tal trama da democracia ateniense se instalando?
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