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Foram encontradas 7.215 questões.

1103804 Ano: 2017
Disciplina: Filosofia
Banca: Cepros
Orgão: CESMAC
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Entre os constitutivos essenciais da natureza racional do ser humano, a liberdade ocupa um papel definitivo. Neste pressuposto, podemos definir ‘liberdade’ como sendo:
 

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1103803 Ano: 2017
Disciplina: Filosofia
Banca: Cepros
Orgão: CESMAC
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Desde os primórdios da Filosofia, os grandes pensadores concentraram suas preocupações intelectuais em torno de três grandes núcleos: Deus, o Homem e o Cosmos. E conforme o enfoque maior ou menor da especulação filosófica num ou noutro núcleo, a História da Filosofia passou a dividir-se em períodos. Em um desses períodos, buscou-se encontrar caminhos que ajudassem a harmonizar a fé com a razão. Ou seja, valer-se da Filosofia para facilitar aceitação crítica dos dogmas da Teologia. Esse período ficou conhecido como:
 

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1103802 Ano: 2017
Disciplina: Filosofia
Banca: Cepros
Orgão: CESMAC
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A atividade estritamente racional de cada homem, visando a explicação mais radical de tudo quanto existe, ou pode existir, deve definir-se como sendo:
 

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1103801 Ano: 2017
Disciplina: Filosofia
Banca: Cepros
Orgão: CESMAC
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A Axiologia é a área da Filosofia que estuda os valores. Segundo essa área, os valores éticos devem ser entendidos como sistema de valores:
 

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1044633 Ano: 2017
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Sou imperfeito, logo existo. Sustento que o ser ou é carência ou não é nada. Sustento que uma pessoa com deficiência intelectual é um ser com carências e imperfeições. Sustento que eu, você e ele somos seres com carências e imperfeições. Portanto, concluo que nós, os seres humanos, pelo fato de existir, somos – TODOS – incapazes e capazes intelectualmente. A diferença entre um autista severo e eu é o grau de carência, não a diferença entre o que somos. A “razão alterada” é um tipo de racionalidade diferenciada que considera as pessoas como seres únicos e não categorizados em padrões sociais que agrupam as pessoas por níveis, índices ou coeficientes.

(Chema Sánchez Alcón. “Crítica de la razón alterada”. http://losojosdehipatia.com.es, 30.10.2016. Adaptado.)

De acordo com o texto, “razão alterada” é

 

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1044620 Ano: 2017
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Concentração e controle, em nossa cultura, escondem-se em sua própria manifestação. Se não fossem camuflados, provocariam resistências. Por isso, precisa ser mantida a ilusão e, em certa medida, até a realidade de uma realização individual. Por pseudo-individuação entendemos o envolvimento da cultura de massas com uma aparência de livre-escolha. A padronização musical mantém os indivíduos enquadrados, por assim dizer, escutando por eles. A pseudo-individuação, por sua vez, os mantém enquadrados, fazendo-os esquecer que o que eles escutam já é sempre escutado por eles, “pré-digerido”.

(Theodor Adorno. “Sobre música popular”.

In: Gabriel Cohn (org.). Theodor Adorno, 1986. Adaptado.)

Em termos filosóficos, a pseudo-individuação é um conceito

 

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1036277 Ano: 2017
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Todas as vezes que mantenho minha vontade dentro dos limites do meu conhecimento, de tal maneira que ela não formule juízo algum a não ser a respeito das coisas que lhe são claras e distintamente representadas pelo entendimento, não pode acontecer que eu me equivoque; pois toda concepção clara e distinta é, com certeza, alguma coisa de real e de positivo, e, assim, não pode se originar do nada, mas deve ter obrigatoriamente Deus como seu autor; Deus que, sendo perfeito, não pode ser causa de equívoco algum; e, por conseguinte, é necessário concluir que uma tal concepção ou um tal juízo é verdadeiro.

(René Descartes. “Vida e Obra”. Os pensadores, 2000.)

Sobre o racionalismo cartesiano, é correto afirmar que

 

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1014548 Ano: 2017
Disciplina: Filosofia
Banca: ENEM
Orgão: ENEM
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Uma conversação de tal natureza transforma o ouvinte; o contato de Sócrates paralisa e embaraça; leva a refletir sobre si mesmo, a imprimir à atenção uma direção incomum: os temperamentais, como Alcibíades, sabem que encontrarão junto dele todo o bem de que são capazes, mas fogem porque receiam essa influência poderosa, que os leva a se censurarem. É sobretudo a esses jovens, muitos quase crianças, que ele tenta imprimir sua orientação.
BRÉHIER, E. História da filosofia. São Paulo: Mestre Jou, 1977.
O texto evidencia características do modo de vida socrático, que se baseava na
 

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1008079 Ano: 2017
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Texto 1

O professor não se aproveitará da audiência cativa dos estudantes para promover os seus próprios interesses, opiniões ou preferências ideológicas, religiosas, morais, políticas e partidárias. Ao tratar de questões políticas, sócioculturais e econômicas, o professor apresentará aos alunos, de forma justa – isto é com a mesma profundidade e seriedade –, as principais versões, teorias, opiniões e perspectivas concorrentes a respeito. O professor respeitará o direito dos pais a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.

(www.programaescolasempartido.org. Adaptado.)

Texto 2

Ciências sempre incluem controvérsias, mesmo física e química. Se não ensinamos isso também, ensinamos errado. E o mesmo vale para história e sociologia – o professor precisa ensinar Karl Marx, mas também Adam Smith e Émile Durkheim. Mas o conhecimento que precisa ser passado é essencialmente científico – o que não inclui o criacionismo, que é uma teoria religiosa. Com todo respeito, mas família é família, e sociedade é sociedade: a família pode ter crenças de preconceito homofóbico ou contra a mulher, por exemplo, e não se pode deixar que um jovem nunca seja exposto a um ponto de vista diferente desses. Ele tem que ser exposto a outros valores.

(Renato Janine Ribeiro. https://educacao.uol.com.br, 21.07.2016. Adaptado.)

O confronto entre os dois textos permite concluir corretamente que

 

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1007900 Ano: 2017
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Posto que as qualidades que impressionam nossos sentidos estão nas próprias coisas, é claro que as ideias produzidas na mente entram pelos sentidos. O entendimento não tem o poder de inventar ou formar uma única ideia simples na mente que não tenha sido recebida pelos sentidos. Gostaria que alguém tentasse imaginar um gosto que jamais impressionou seu paladar, ou tentasse formar a ideia de um aroma que nunca cheirou. Quando puder fazer isso, concluirei também que um cego tem ideias das cores, e um surdo, noções reais dos diversos sons.

(John Locke. Ensaio acerca do entendimento humano, 1991. Adaptado.)

De acordo com o filósofo, todo conhecimento origina-se

 

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