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partir do ensaio: As raízes clássicas
da historiografia moderna, do historiador italiano Arnaldo
Momigliano, somos convidados e convidadas a compreender um pouco do contexto de sistematização da tradição
herodoteana e tucidideana acerca do pensamento histórico
ao longo do processo histórico desde a chamada antiguidade clássica. Exercícios epistémicos como esse nos permitem considerar uma tradição racional protagonizada por
pensadores da Grécia Antiga, e lê-los como parte fundamental para a formação do pensamento racional no Ocidente, introduzindo debates sobre ética, conhecimento,
politica e a natureza da realidade. A partir do século V
a.C., a investigação filosófica deixou de se basear apenas em explicações míticas e passou a buscar argumentos l6gicos e métodos sistemáticos para compreender o
mundo.
Considerando essa tradição clássica e seu legado para a história da filosofia, marque a alternativa que apresenta um pensador que não pertence ao contexto da filosofia grega antiga.
Considerando essa tradição clássica e seu legado para a história da filosofia, marque a alternativa que apresenta um pensador que não pertence ao contexto da filosofia grega antiga.
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O critério de demarcação que distingue uma
teoria científica de uma pseudocientífica não é a
sua confirmabilidade, mas sim a possibilidade
lógica de a teoria ser contestada ou refutada pela
experiência, princípio denominado:
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Texto 5A2-I
“A filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o
mundo permanece tal e qual”. Essa afirmação, muito conhecida e
divulgada, tem um sentido muito preciso: a filosofia não serve
para coisa alguma. Essa imagem da filosofia encontra-se presente
entre os alunos do ensino médio, marcados pelo modelo
instrumental de educação e pela figura dos exames vestibulares
como fim último da existência escolar. Curiosamente, porém,
eles também costumam considerar a filosofia como um conjunto
de opiniões e valores pessoais, que orientam a conduta, o
julgamento e o pensamento de alguém, variando de indivíduo
para indivíduo — cada um tem “a sua filosofia”. Como quebrar
essas imagens? Ou melhor, como fazer com que os alunos
percebam que essas imagens não são absurdas, mas que seu
sentido não é exatamente aquele com que se acostumaram?
Talvez o ponto de partida mais interessante seja fazer uma
abordagem filosófica dessas imagens, mas sem avisar aos alunos
de que estão entrando no universo da filosofia. Nesse sentido, o
primeiro momento de iniciação à filosofia seria perguntar: o que
é o útil? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso
comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias
dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se for útil
compreender criticamente nosso presente [...] então podemos
dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os
seres humanos são capazes.
Marilena Chauí. A filosofia no ensino médio. In: Marilena Chauí. Em defesa da educação pública,
gratuita e democrática. São Paulo: Autêntica Editora, 2018, p. 558-568 (com adaptações).
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Texto 5A2-I
“A filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o
mundo permanece tal e qual”. Essa afirmação, muito conhecida e
divulgada, tem um sentido muito preciso: a filosofia não serve
para coisa alguma. Essa imagem da filosofia encontra-se presente
entre os alunos do ensino médio, marcados pelo modelo
instrumental de educação e pela figura dos exames vestibulares
como fim último da existência escolar. Curiosamente, porém,
eles também costumam considerar a filosofia como um conjunto
de opiniões e valores pessoais, que orientam a conduta, o
julgamento e o pensamento de alguém, variando de indivíduo
para indivíduo — cada um tem “a sua filosofia”. Como quebrar
essas imagens? Ou melhor, como fazer com que os alunos
percebam que essas imagens não são absurdas, mas que seu
sentido não é exatamente aquele com que se acostumaram?
Talvez o ponto de partida mais interessante seja fazer uma
abordagem filosófica dessas imagens, mas sem avisar aos alunos
de que estão entrando no universo da filosofia. Nesse sentido, o
primeiro momento de iniciação à filosofia seria perguntar: o que
é o útil? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso
comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias
dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se for útil
compreender criticamente nosso presente [...] então podemos
dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os
seres humanos são capazes.
Marilena Chauí. A filosofia no ensino médio. In: Marilena Chauí. Em defesa da educação pública,
gratuita e democrática. São Paulo: Autêntica Editora, 2018, p. 558-568 (com adaptações).
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Texto 5A2-I
“A filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o
mundo permanece tal e qual”. Essa afirmação, muito conhecida e
divulgada, tem um sentido muito preciso: a filosofia não serve
para coisa alguma. Essa imagem da filosofia encontra-se presente
entre os alunos do ensino médio, marcados pelo modelo
instrumental de educação e pela figura dos exames vestibulares
como fim último da existência escolar. Curiosamente, porém,
eles também costumam considerar a filosofia como um conjunto
de opiniões e valores pessoais, que orientam a conduta, o
julgamento e o pensamento de alguém, variando de indivíduo
para indivíduo — cada um tem “a sua filosofia”. Como quebrar
essas imagens? Ou melhor, como fazer com que os alunos
percebam que essas imagens não são absurdas, mas que seu
sentido não é exatamente aquele com que se acostumaram?
Talvez o ponto de partida mais interessante seja fazer uma
abordagem filosófica dessas imagens, mas sem avisar aos alunos
de que estão entrando no universo da filosofia. Nesse sentido, o
primeiro momento de iniciação à filosofia seria perguntar: o que
é o útil? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso
comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias
dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se for útil
compreender criticamente nosso presente [...] então podemos
dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os
seres humanos são capazes.
Marilena Chauí. A filosofia no ensino médio. In: Marilena Chauí. Em defesa da educação pública,
gratuita e democrática. São Paulo: Autêntica Editora, 2018, p. 558-568 (com adaptações).
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Texto 5A2-I
“A filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o
mundo permanece tal e qual”. Essa afirmação, muito conhecida e
divulgada, tem um sentido muito preciso: a filosofia não serve
para coisa alguma. Essa imagem da filosofia encontra-se presente
entre os alunos do ensino médio, marcados pelo modelo
instrumental de educação e pela figura dos exames vestibulares
como fim último da existência escolar. Curiosamente, porém,
eles também costumam considerar a filosofia como um conjunto
de opiniões e valores pessoais, que orientam a conduta, o
julgamento e o pensamento de alguém, variando de indivíduo
para indivíduo — cada um tem “a sua filosofia”. Como quebrar
essas imagens? Ou melhor, como fazer com que os alunos
percebam que essas imagens não são absurdas, mas que seu
sentido não é exatamente aquele com que se acostumaram?
Talvez o ponto de partida mais interessante seja fazer uma
abordagem filosófica dessas imagens, mas sem avisar aos alunos
de que estão entrando no universo da filosofia. Nesse sentido, o
primeiro momento de iniciação à filosofia seria perguntar: o que
é o útil? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso
comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias
dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se for útil
compreender criticamente nosso presente [...] então podemos
dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os
seres humanos são capazes.
Marilena Chauí. A filosofia no ensino médio. In: Marilena Chauí. Em defesa da educação pública,
gratuita e democrática. São Paulo: Autêntica Editora, 2018, p. 558-568 (com adaptações).
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“A filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o
mundo permanece tal e qual”. Essa afirmação, muito conhecida e
divulgada, tem um sentido muito preciso: a filosofia não serve
para coisa alguma. Essa imagem da filosofia encontra-se presente
entre os alunos do ensino médio, marcados pelo modelo
instrumental de educação e pela figura dos exames vestibulares
como fim último da existência escolar. Curiosamente, porém,
eles também costumam considerar a filosofia como um conjunto
de opiniões e valores pessoais, que orientam a conduta, o
julgamento e o pensamento de alguém, variando de indivíduo
para indivíduo — cada um tem “a sua filosofia”. Como quebrar
essas imagens? Ou melhor, como fazer com que os alunos
percebam que essas imagens não são absurdas, mas que seu
sentido não é exatamente aquele com que se acostumaram?
Talvez o ponto de partida mais interessante seja fazer uma
abordagem filosófica dessas imagens, mas sem avisar aos alunos
de que estão entrando no universo da filosofia. Nesse sentido, o
primeiro momento de iniciação à filosofia seria perguntar: o que
é o útil? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso
comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias
dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se for útil
compreender criticamente nosso presente [...] então podemos
dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os
seres humanos são capazes.
Marilena Chauí. A filosofia no ensino médio. In: Marilena Chauí. Em defesa da educação pública,
gratuita e democrática. São Paulo: Autêntica Editora, 2018, p. 558-568 (com adaptações).
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Acerca do uso pedagógico de obras de arte no ensino médio,
assinale a opção que apresenta a assertiva alinhada às
perspectivas de Heidegger e Gadamer sobre arte e sentido.
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Considerando a perspectiva crítica de Benjamin, Adorno e
Horkheimer sobre arte e capitalismo, um professor decidiu
analisar com a turma uma música amplamente difundida pela
indústria cultural, discutindo sua estrutura repetitiva, seu apelo
comercial e a forma como é consumida pelos jovens.
Assinale a opção que apresenta o objetivo filosófico da referida atividade.
Assinale a opção que apresenta o objetivo filosófico da referida atividade.
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Cândido Portinari. O lavrador de café. Internet:<www.commons.wikimedia.org> Em uma aula interdisciplinar, o professor utilizou uma imagem da pintura O lavrador de café, de Cândido Portinari, mostrada acima, para trabalhar simultaneamente conteúdos de filosofia e história. A atividade consistia na seguinte sequência.
1) Analisar a figura do trabalhador rural representado na obra, discutindo conceitos filosóficos como alienação, trabalho e dignidade humana (por exemplo, no pensamento de Marx e outras teorias críticas do trabalho).
2) Relacionar a imagem ao contexto histórico da economia cafeeira no Brasil, abordando desigualdade social, concentração fundiária e o papel do café no processo de modernização brasileira no início do século XX.
3) Debater como a arte pode funcionar como documento histórico e, ao mesmo tempo, como interpretação crítica da realidade social.
Assinale a opção que apresenta um motivo pelo qual essa proposta didática representa uma boa estratégia de seleção e articulação de conteúdos.
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Cadernos
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