Foram encontradas 7.299 questões.
No livro Argumentação: a ferramenta do filosofar,
Juvenal Savian Filho apresenta cinco tipos de raciocínio que são amplamente aceitos pelos estudiosos como
os mais comuns: o indutivo, o dedutivo, o abdutivo, a
analogia e o argumento de autoridade. Eles representariam a forma pela qual os indivíduos pensam a partir
de argumentos racionais. Savian Filho propõe o seguinte
exemplo de raciocínio: “‘Suspeitando’ que a substância x
poderia combinar com a substância y, o químico decidiu
testar a combinação. Verificando que deu certo, testou
mais um grupo de substâncias parecidas com y. Concluiu que x combinava com y”.
O exemplo apresentado no excerto envolve dois dos tipos de raciocínio mencionados por Savian, quais sejam:
O exemplo apresentado no excerto envolve dois dos tipos de raciocínio mencionados por Savian, quais sejam:
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No prefácio da segunda edição da obra Crítica da Razão
Pura, Kant apresenta uma de suas contribuições fundamentais para o desenvolvimento da estética transcendental, como se segue: “Deste modo, a razão especulativa
concede-nos, ainda assim, campo livre para essa extensão, embora o tivesse que deixar vazio, competindo-nos
a nós preenchê-lo, se pudermos, com os dados práticos,
ao que por ela mesmo somos convidados”.
O excerto corresponde
O excerto corresponde
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Alberto Cupani, no artigo “A tecnologia como problema
filosófico: três enfoques”, discute em que consiste a área
de investigação denominada Filosofia da Tecnologia
e suas possíveis interpretações teóricas, variando de
autor para autor. Porém, mesmo as diferentes abordagens apresentam um ponto em comum: “a disciplina encontra a sua unidade na preocupação por um aspecto
ou dimensão da vida humana impossível de ignorar e
particularmente marcado na sociedade contemporânea:
a atividade eficiente, racionalmente regrada, no que diz
respeito às suas motivações, desenvolvimento, alcance
e consequências”.
No âmbito do ponto em comum mencionado, Cupani entende o homo faber como aquele que
No âmbito do ponto em comum mencionado, Cupani entende o homo faber como aquele que
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Marilena Chauí, em seu livro Boas-vindas à filosofia,
explica sobre a invenção da palavra “filosofia” a partir da
história de Pitágoras nos Jogos Olímpicos. Pitágoras observou três tipos de pessoas: “as que iam para comerciar
durante os jogos (…); as que iam para competir (…); e as
que iam para assistir aos jogos e torneios”.
No contexto da explicação de Chauí, o filósofo é identificado por Pitágoras como aquele que
No contexto da explicação de Chauí, o filósofo é identificado por Pitágoras como aquele que
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Em sua Ética a Nicômaco, Aristóteles diz: “Em tudo que é
contínuo e divisível pode-se tomar mais, menos ou uma
quantidade igual, e isso quer em termos da própria coisa,
quer relativamente a nós; e o igual é um meio-termo entre
o excesso e a falta. (…) por meio-termo relativamente a
nós, [entendo] o que não é nem demasiado nem demasiadamente pouco — e este não é um só e o mesmo para
todos”.
No excerto, o conceito aristotélico abordado corresponde
No excerto, o conceito aristotélico abordado corresponde
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Na obra Filosofando: introdução à filosofia, Maria Lúcia
de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins trazem
o seguinte trecho de uma peça de Bertolt Brecht para
apresentar as características da noção de ideologia:
“Nós vos pedimos com insistência: (…) Sob o familiar, descubram o insólito. Sob o cotidiano, desvelem o
inexplicável. Que tudo que seja dito ser habitual, cause
inquietação. Na regra é preciso descobrir o abuso”.
Segundo as autoras, a noção de ideologia apresentada no excerto corresponde à
Segundo as autoras, a noção de ideologia apresentada no excerto corresponde à
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A definição de Alves et al. (2024) traz que “(...) é também aquilo que nos provoca, que nos desacomoda (...)
é aquele movimento que força o pensamento a pensar e
que, portanto, nos convoca a pensar em nossos próprios
termos, sem referência a qualquer outro”.
O trecho se refere ao
O trecho se refere ao
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O pluralismo dos valores, a responsabilidade individual
e pública, assim como o tema da tolerância – entre
outros, são indicadores essenciais para uma nova abordagem ética, além do que chamo de ‘os quatro ‘P’s de
uma prática ética responsável’ (prevenção, proteção, precaução e prudência) – necessários, mas não suficientes,
pois torna-se indispensável a introdução de outros referenciais, critérios e princípios. Neste sentido, os investigadores estadunidenses vêm trabalhando a bioética a
partir exclusivamente dos quatro princípios tradicionais:
autonomia, beneficência, não maleficência e justiça, propostos por Tom Beauchamp e James Childress no livro
Princípios da Bioética médica, publicado inicialmente em
1979 (Garrafa, 2005).
No texto de Volnei Garrafa, depreende-se que
No texto de Volnei Garrafa, depreende-se que
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Desde a antiguidade os filósofos e os moralistas têm
expressado a ideia de que o comportamento ético é
aceitável de um ponto de vista que é, de alguma forma,
universal. A “regra de ouro” afirma que devemos ir para
além do nosso interesse pessoal e atribuir aos interesses
alheios a mesma importância que damos aos nossos.
A ideia de nos pormos no lugar dos outros está associada
à outra formulação do mandamento, segundo a qual
devemos fazer aos outros aquilo que gostaríamos que
eles nos fizessem (Singer, 2018. Adaptado).
Peter Singer discute a questão da universalidade ou relatividade da ética, apontando que
Peter Singer discute a questão da universalidade ou relatividade da ética, apontando que
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De acordo com a tradição ocidental dominante, o mundo
natural existe para benefício dos seres humanos. Deus
concedeu-lhes domínio sobre o mundo natural e não se
importa com a forma como o tratamos. Os seres humanos são os únicos membros moralmente importantes
deste mundo. A própria natureza não possui qualquer
valor intrínseco e a destruição de plantas e de animais só
é pecado se com essa destruição prejudicarmos os seres
humanos (Singer, 2018).
Para Peter Singer, na tradição ocidental
Para Peter Singer, na tradição ocidental
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