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Em um hospital público, o farmacêutico busca desenvolver estratégias para otimizar o uso de medicamentos e aprimorar a integração da assistência farmacêutica com outros setores do sistema de saúde. Em uma reunião multidisciplinar, é identificada a necessidade de melhorar a comunicação entre a farmácia hospitalar, equipe médica, enfermagem e setor de compras, visando reduzir desperdícios e garantir a segurança do paciente. Com base nas melhores práticas de integração da assistência farmacêutica, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
(__)O fortalecimento da Comissão de Farmácia e Terapêutica (CFT) com composição multidisciplinar é uma estratégia de governança fundamental para a tomada de decisões colegiadas e a integração dos setores.
(__)A estratégia mais efetiva para a integração é centralizar todas as decisões de aquisição e distribuição de medicamentos exclusivamente na equipe da farmácia, comunicando as decisões aos demais setores apenas para fins de cumprimento.
(__)A implementação de serviços de farmácia clínica, com a inserção do farmacêutico nas visitas multiprofissionais, promove a integração direta com a equipe de saúde no ponto de cuidado ao paciente.
(__)A implementação de um sistema de prescrição eletrônica, por si só, é suficiente para assegurar a integração entre farmácia e equipe médica, tornando desnecessárias as comissões formais de discussão.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
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No âmbito do Sistema Único de Saúde, a Política Nacional de Medicamentos (PNM), regulamentada pela Portaria GM/MS nº 3.916/1998, foi concebida como um marco fundamental para orientar as ações relacionadas à assistência farmacêutica no Brasil. Entre seus propósitos, destacam-se diretrizes voltadas à qualidade, ao acesso e ao uso racional dos medicamentos. Sobre os objetivos dessa política, analise as afirmativas a seguir.
I.Estabelecer a garantia de segurança, eficácia e qualidade dos medicamentos como um propósito fundamental, além de promover o seu uso racional e o acesso da população àqueles considerados essenciais.
II.Priorizar o desenvolvimento e a produção de medicamentos no país focando exclusivamente na exportação para mercados internacionais, a fim de fortalecer a indústria farmacêutica nacional sem impactar o abastecimento interno.
III.Adotar a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) como o principal instrumento para orientar o acesso no âmbito do SUS, guiando a prescrição, a dispensação e o abastecimento na rede pública.
Está correto o que se afirma em:
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No contexto do gerenciamento de resíduos em um hospital, o farmacêutico responsável deve orientar a equipe quanto ao descarte adequado dos diferentes tipos de resíduos gerados na farmácia hospitalar. Em uma capacitação, ele apresenta exemplos práticos de descarte. De acordo com a RDC ANVISA nº 222/2018, que dispõe sobre o gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (RSS), marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)Medicamentos vencidos comuns, como analgésicos e anti-hipertensivos, por não apresentarem risco biológico, devem ser classificados como resíduo do Grupo D (resíduo comum) e descartados no lixo municipal.
(__)Os resíduos de medicamentos vencidos, inutilizados ou sobras, em geral, são classificados no Grupo B (químicos) e devem ser segregados e acondicionados em recipientes adequados, identificados com o símbolo de risco químico.
(__)Resíduos de medicamentos hormonais e antimicrobianos, devido ao seu potencial de causar disruptura endócrina e resistência microbiana, respectivamente, também são classificados como Grupo B e exigem um plano de gerenciamento específico.
(__)Frascos-ampola de medicamentos citostáticos, após o uso, devem ser descartados em caixas coletoras para perfurocortantes do Grupo E, juntamente com agulhas e seringas, para garantir a segurança da equipe de enfermagem.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
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I. A reconciliação medicamentosa reduz discrepâncias em transições de cuidado, sendo recomendada pela OMS no programa Medication Without Harm.
II. O seguimento farmacoterapêutico orienta-se exclusivamente pela prescrição médica, não contemplando análise crítica autônoma do farmacêutico.
III. A farmacovigilância hospitalar deve integrar notificações espontâneas com sistemas eletrônicos de prontuário, ampliando a detecção de eventos adversos. IV. As intervenções farmacêuticas em UTI incluem ajuste de doses em disfunções orgânicas e prevenção de interações medicamentosas de risco.
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I. A bioequivalência se comprova pela sobreposição dos intervalos de confiança de 90% para Cmax e AUC dentro do intervalo 80–125%.
II. Estudos de bioequivalência podem ser dispensados (biowaiver) em fármacos BCS classe I e III com alta solubilidade e rápida dissolução.
III. Ensaios de bioequivalência devem sempre ser conduzidos em pacientes-alvo, visto que voluntários saudáveis não representam adequadamente a população clínica.
IV. A padronização estatística da bioequivalência utiliza modelos de efeito misto, com análise de variância para parâmetros log -transformados.
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I. O agonismo parcial implica em eficácia intrínseca reduzida, impossibilitando atingir resposta máxima mesmo com saturação total dos receptores.
II. O antagonismo irreversível reduz a densidade de receptores funcionais, deslocando a curva doseresposta verticalmente para baixo.
III. O agonismo inverso é observado apenas em receptores sem atividade constitutiva basal, não modulando estados conformacionais alternativos.
IV. A dessensibilização ocorre por internalização ou fosforilação de receptores, reduzindo responsividade diante de estimulação persistente.
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