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As Orientações Curriculares para o Ensino Médio: Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, documento que serve de base para o ensino de língua estrangeira moderna – espanhol, contribuem para o diálogo entre professor e escola acerca da prática docente, visando a uma educação pública de qualidade. Nessa perspectiva, “[...] é fundamental trabalhar as linguagens não apenas como formas de expressão e comunicação, mas como constituintes de significados, conhecimentos e valores.” (BRASIL, 2006, p.131). Assim, com vistas a promover uma (re)significação das abordagens docentes, o documento compreende que:
I. O ensino de estrangeira moderna – espanhol, posiciona-se, principalmente, como de um gesto de política linguística, que exige uma reflexão a partir do lugar que essa língua pode e deve ocupar no processo educativo. Nesse sentido, o ensino reflete sobre a maneira possível de trabalhá-la com o máximo de qualidade e o maior índice de reducionismo, visto que, ao longo da história, se viu afetada a nossa relação com a língua espanhola e com os povos que a falam.
II. Para o ensino de língua estrangeira moderna – espanhol, é fundamental estabelecer os pontos que determinam os movimentos de aproximação e distanciamento entre as duas línguas, em toda a sua heterogeneidade, e seus efeitos na produção estrangeira dos brasileiros (interlíngua). Desse modo, espera-se que a prática possa incorporar todos os pontos importantes levantados pelo já considerável volume de pesquisas feitas no país a esse respeito, e que leve a uma nova forma de ensinar e de aprender essa língua em nossas escolas.
III. A compreensão de uma língua estrangeira, de um modo geral, e o Espanhol em particular, para o ensino médio, tem como base o desenvolvimento do aluno/estudante para reconhecer-se e a constituir-se como sujeito a partir da interação com o outro, bem como a pluralidade.
IV. O ensino/aprendizado da língua estrangeira moderna implica a apreensão de práticas comunicativas, modos de uso da língua estrangeira com objetivos instrumentais fundamentados em um sistema, cuja articulação resulta em processos compreendidos nas formas de expressão, o que explica a ampla relação entre as habilidades linguísticas de uma segunda língua e a língua materna.
Está correto o que se afirma em
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A importância da aula comunicativa para o ensino de Língua Estrangeira consiste em mostrar que, além do cenário face-a-face entre professor/aluno/aluno, os procedimentos adotados são fundamentais para a construção de conceitos e ações para a segunda língua. Nessa perspectiva, Almeida Filho (2013, p.45) expõe que: “ A aula de língua estrangeira como um todo pode possibilitar aos alunos não só a sistematização de um novo código linguístico que o ajudará a se conscientizar do seu próprio, mas também a chance de ocasionalmente se transportar para dentro de outros lugares, outras situações, e pessoas. ” Desse modo, são propostas pelo autor fases que sistematizam o desenvolvimento de uma aula, tendo em vista a sua sequência e alocação aproximada de tempo. Tais fases podem ser entendidas como:
I. O clima e a confiança - a construção do ambiente particular vinculado à língua estrangeira que será ouvida pelos alunos por alguns instantes. Já a confiança, é reafirmada por meio de uma rodada de práticas com materiais, parcialmente conhecidos pelos alunos, e que devem ser conduzidos pelo professor de maneira tranquila, motivadora e segura, tendo uma duração média entre cinco e dez minutos.
II. Na apresentação, o professor demostra e/ou explica de diferentes maneiras a linguagem em uso, visando aos conteúdos linguísticos vinculados a atividades controladas. Os alunos podem praticar a linguagem em uso ao ponto de correção formal e propriedade comunicativa, com uma duração de dez a quinze minutos.
III. Para o ensaio são desenvolvidas muitas situações que levam à culminância do esforço preparatório, iniciador, desobstruidor e impulsionador das fases precedentes. Unida à fase do uso e à da confiança, leva o aluno ao exercício real da linguagem, em um contexto escolar e/ou extraescolar, de escrita, de leitura e até mesmo de fala. Nessa fase temos uma duração média de vinte minutos num período de cinquenta.
IV. A fase pano possibilita ao professor o fechamento do período de trabalho. Nesse sentido, apenas as tarefas de casa serão repassadas com clareza e adequação, havendo, portanto, um fechamento de aula entre cinco e dez minuto.
Está correto o que se afirma em:
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No texto Ensino de espanhol para brasileiros: destacar o uso ou a forma, de Salinas (2005), o autor conclui que parece ser necessário:
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Considerando a leitura das Orientações Curriculares Nacionais para o Ensino Médio: linguagens, códigos e suas tecnologias (BRASIL, 2006), que trata sobre qual variedade linguística do espanhol deve ser objeto de ensino/aprendizagem, leia os excertos:
I. O professor, ao empregar uma variedade qualquer, deve enfatizar a importância da forma eleita por ele e minimizar o valor das demais variedades.
II. O professor, ao empregar uma variedade qualquer, não deve se eximir do dever de mostrar aos alunos que existem outras, tão ricas e válidas como a usada por ele.
III. Quanto ao aluno, é preciso criar as condições para que possa optar pela variante que considere mais viável. Valendo-se de critérios como facilidade com que encontra, gosto pessoal, identificação com a sua cultura e com os seus falantes.
IV. É preciso lembrar ao aluno que todo o falante de língua espanhola conhece a fundo todas as variedades existentes daquele idioma.
V. Cada professor, seja porque é falante nativo de dada região, seja porque optou por uma variedade determinada, tem a “sua” própria forma de expressão.
Após a leitura, assinale a alternativa que contempla as respostas corretas:
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Leia o texto abaixo e responda à questão 15.
Hasta la raíz del jopara
Graciela Martínez, más conocida como Ña Graciela, es una eminencia de la gastronomía nacional. La experta en etnococina tiene un amplio conocimiento sobre las comunidades indígenas y explicó a La Nación Digital los orígenes de la costumbre.
Precisamente la traducción jopara es mezcla. Es un plato típico del Paraguay, en el que se mezclan diversos alimentos. “Las recetas han cambiado, la receta original es solamente poroto, locro, cebollita de hoja y queso Paraguay, más otros agregados que gradualmente la gente pone a su gusto, como carne vacuna, de cerdo, chorizo incluso”, explicó Ña Graciela.
El consumo del jopara cada 1 de octubre, surge de la creencia de que era un mes de miseria, puesto que las cosechas frenaban y había sequía. La enseñanza de los jesuitas - según Graciela - fue a redistribuir los alimentos que tenían y frenar al Karai Octubre con la preparación del jopara.
Las reducciones no tenían fecha, no tenían meses, no tenían nada, no existía la división del tiempo. Entonces, los religiosos buscaron la manera de enseñar a los indígenas el ahorro y el acopio de alimentos. Los guaraníes cuando tenían disponibles maíz, o poroto regalaban o comían todo porque su cultura no es de atesorar.

El Karai Octubre es personificado como un hombre de rasgos duros y tenida campesina. Foto: Osvaldo Escobar.
Disponível em < http://www.lanacion.com.py/2016/10/01/jopara-la-mezcla-espanta-al-karai-octubre/> Acesso em 8 nov.2016
A partir da leitura do texto, considere:
I. no primeiro parágrafo são utilizados dois artigos cuja correspondência, em gênero, não se dá com o português.
II. o jopara é entendido como a mistura das línguas espanhola e guarani.
III. o prato paraguaio surgiu da relação intercultural entre indígenas e jesuítas, pois os primeiros estocavam comida de modo inadequado, levando-a ao perecimento.
IV. as paroxítonas, em língua portuguesa, terminadas em ditongo crescente, quando apresentam correspondência com o espanhol, perdem o acento grave ao serem traduzidas.
V. os verbos dicendi são grafados no pretérito perfeito do indicativo; no processo de versão para o espanhol, há a perda da ditongação recorrente no português.
É correto o que se afirma em:
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El “lo”, en el texto, fue empleado con la misma regla de “lo lacrimógeno” en:
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"Truman": Amigos son los amigos
Pablo O. Scholz
Es toda una incógnita saber cómo responderá el público ante Truman. Porque si el tema que encara - la muerte inminente de un hombre que decide no seguir con su tratamiento contra un cancer - es claramente espantaespectadores, en verdad el centro de la película es otro.
La decisión de Julián (Ricardo Darín) es lo que sirve para que Truman desarrolle, sí, su principal inquietud, o interés: la amistad masculina.
“Lo que queda en la vida son las relaciones”, dice Julián, un personaje querible pero no por lo que está atravesando. Darín lo compone como ha hecho a tantos: el suyo es un ser con dobleces, al que se le perdona casi todo por su simpatía. Pero es un tipo que va al frente. Tomás (Javier Cámara) es como su contrapeso. Se adivina que la relación que mantuvieron en el pasado fue fortísima, y que se complementan.
Eso no está en la pantalla, en palabras ni en flashbacks, y representa un mérito. Lograr que el espectador sienta y no escuche cómo es una relación entre dos personajes no es para nada común.
Tampoco lo es en el cine de Cesc Gay, que suele ser coral (En la ciudad, Una pistola en cada mano), que haya una trama intimista, que apuesta a la emoción. Y si hay instantes en los que es difícil que no se escape un lagrimón, la película no apela a lo lacrimógeno, ni a los clisés del hombre ante la muerte. No transforma a Julián en un mártir ni en un héroe que se rebela ante lo inevitable. Julián es por momentos detestable, como cualquier hijo de vecino, y Darín, al interpretarlo sin apelar a gestos, mohínes o cambios en su figura física, acertó. Ya sabemos cómo se comunica con quien está del otro lado de la pantalla. Su actuación le sale de las entrañas, aunque a veces tanta naturalidad lo acerca al Darín que reconocemos como persona, no como personaje.
Truman tiene a tres protagonistas: Julián, un actor argentino que vive en Madrid, trabaja en teatro, está separado y su hijo vive en Amsterdam; Tomás, amigo de Julián que viaja desde Canadá para pasar cuatro días con él; y Truman, el perro de Julián. La excusa del encuentro entre los amigos es acompañar a Julián, y también ayudarlo a encontrar un nuevo hogar al perro.
Gay muestra con acidez el comercio alrededor de la muerte, pinceladas de humor negro, pero le pifia en el vínculo entre Tomás y la prima de Julián (Dolores Fonzi, un tanto desaprovechada: siempre molesta o enojada).
El director decidió abrir y cerrar Truman con un plano de Tomás, determinación que no habrá sido sin meditar, y que refuerza lo antes dicho. Más que la muerte, Truman trata sobre lo que nos deja una relación.
Disponible em < http://www.clarin.com/extrashow/cine/Truman-Critica_de_cine-Ricardo_Darin-Scholz-Javier_Camara-Dolores_FonziCesc_Gay_0_1436256827.html> Acceso en 31 oct.2016.
Koch e Elias (2009, p.62), endossando autores de perspectiva sociointeracionista da linguagem, defendem que um gênero textual “é formado de sequências, esquemas linguísticos básicos que entram na constituição de diversos gêneros e variam menos em função das circunstâncias sociais”.
A partir da relação entre “Truman: amigos son los amigos”, a citação das autoras e sua aplicabilidade em aula de espanhol, é possível inferir que o texto se trata de
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Quería dormir una siesta de perro mientras llegaba la hora del almuerzo de gala del doctor Lácides Olivella, pero encontró la servidumbre alborotada, tratando de coger el loro que había volado hasta la rama más alta del palo de mango cuando lo sacaron de la jaula para cortarle las alas. Era un loro desplumado y maniático, que no hablaba cuando se lo pedían sino en las ocasiones menos pensadas, pero entonces lo hacía con una claridad y un uso de razón que no eran muy comunes en los seres humanos. Había sido amaestrado por el doctor Urbino en persona, y eso le había valido privilegios que nadie tuvo nunca en la familia, ni siquiera los hijos cuando eran niños.
El amor en los tempos de cólera – Gabriel García Marquez
Disponible en <http://www.rulit.me/books/el-amor-en-los-tiempos-del-c-read-255586-6.html> Acceso 11 out.2016
La palabra “maniático” tiene el mismo sentido de
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Sobre a ortografia da língua espanhola é correto afirmar que
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A IMAGEM A SEGUIR SERVIRÁ DE BASE PARA AS QUESTÕES 15 E 16

São, também, erros comuns de falantes brasileiros passíveis de exemplificação com a interação no WhatsApp:
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