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Curare é um termo coletivo que designa venenos para flechas que os indígenas das áreas da bacia hidrográfica do Orinoco e do Amazonas obtêm, na maioria das vezes, a partir das cascas de certas espécies de cipós (Strychnos spp.). A utilização de flechas envenenadas, provavelmente de curare, é mencionada pela primeira vez por Pedro Mártir de Anglería no ano de 1530. O cronista e médico da corte espanhola, nascido em Milão, relatou que, em 1502, durante a quarta viagem de Colombo à América, um dos soldados foi ferido por uma flecha envenenada e acabou morrendo. Pedro Mártir não mencionou outros detalhes, pois não foi testemunha ocular direta, apenas registrando e transmitindo narrativas de outros.
Jens Soentgen e Klaus Hilbert. A química dos povos indígenas da América do Sul.
In: Química Nova, n.º 39(09), nov./ 2016. Internet: <scielo.br> (com adaptações).
O curare é extraído de plantas da América do Sul, dos gêneros Chondrodendron e Strychnos. Esse veneno possui vários compostos orgânicos com intensa ação paralisante, podendo ser letal, destacando-se a estricnina (C21H22N2O2), cuja estrutura molecular é mostrada a seguir e cuja solubilidade em água a 25 °C é de 160 mg/L.

Tendo como referência as informações precedentes, julgue o item a seguir.
Considerando-se que o curare seja uma solução aquosa saturada em estricnina a 25 °C, é correto afirmar que, se aplicada a quantidade de 10 mL de curare sobre a ponta de uma flecha, a quantidade de matéria de estricnina presente na ponta dessa flecha será superior a !$ 4 \times 10^{-3} !$ mol.
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Curare é um termo coletivo que designa venenos para flechas que os indígenas das áreas da bacia hidrográfica do Orinoco e do Amazonas obtêm, na maioria das vezes, a partir das cascas de certas espécies de cipós (Strychnos spp.). A utilização de flechas envenenadas, provavelmente de curare, é mencionada pela primeira vez por Pedro Mártir de Anglería no ano de 1530. O cronista e médico da corte espanhola, nascido em Milão, relatou que, em 1502, durante a quarta viagem de Colombo à América, um dos soldados foi ferido por uma flecha envenenada e acabou morrendo. Pedro Mártir não mencionou outros detalhes, pois não foi testemunha ocular direta, apenas registrando e transmitindo narrativas de outros.
Jens Soentgen e Klaus Hilbert. A química dos povos indígenas da América do Sul.
In: Química Nova, n.º 39(09), nov./ 2016. Internet: <scielo.br> (com adaptações).
O curare é extraído de plantas da América do Sul, dos gêneros Chondrodendron e Strychnos. Esse veneno possui vários compostos orgânicos com intensa ação paralisante, podendo ser letal, destacando-se a estricnina (C21H22N2O2), cuja estrutura molecular é mostrada a seguir e cuja solubilidade em água a 25 °C é de 160 mg/L.

Tendo como referência as informações precedentes, julgue o item a seguir.
O curare é uma substância química.
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Curare é um termo coletivo que designa venenos para flechas que os indígenas das áreas da bacia hidrográfica do Orinoco e do Amazonas obtêm, na maioria das vezes, a partir das cascas de certas espécies de cipós (Strychnos spp.). A utilização de flechas envenenadas, provavelmente de curare, é mencionada pela primeira vez por Pedro Mártir de Anglería no ano de 1530. O cronista e médico da corte espanhola, nascido em Milão, relatou que, em 1502, durante a quarta viagem de Colombo à América, um dos soldados foi ferido por uma flecha envenenada e acabou morrendo. Pedro Mártir não mencionou outros detalhes, pois não foi testemunha ocular direta, apenas registrando e transmitindo narrativas de outros.
Jens Soentgen e Klaus Hilbert. A química dos povos indígenas da América do Sul.
In: Química Nova, n.º 39(09), nov./ 2016. Internet: <scielo.br> (com adaptações).
O curare é extraído de plantas da América do Sul, dos gêneros Chondrodendron e Strychnos. Esse veneno possui vários compostos orgânicos com intensa ação paralisante, podendo ser letal, destacando-se a estricnina (C21H22N2O2), cuja estrutura molecular é mostrada a seguir e cuja solubilidade em água a 25 °C é de 160 mg/L.

Tendo como referência as informações precedentes, julgue o item a seguir.
Uma molécula de estricnina possui as funções orgânicas cetona, éter e amina.
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Curare é um termo coletivo que designa venenos para flechas que os indígenas das áreas da bacia hidrográfica do Orinoco e do Amazonas obtêm, na maioria das vezes, a partir das cascas de certas espécies de cipós (Strychnos spp.). A utilização de flechas envenenadas, provavelmente de curare, é mencionada pela primeira vez por Pedro Mártir de Anglería no ano de 1530. O cronista e médico da corte espanhola, nascido em Milão, relatou que, em 1502, durante a quarta viagem de Colombo à América, um dos soldados foi ferido por uma flecha envenenada e acabou morrendo. Pedro Mártir não mencionou outros detalhes, pois não foi testemunha ocular direta, apenas registrando e transmitindo narrativas de outros.
Jens Soentgen e Klaus Hilbert. A química dos povos indígenas da América do Sul.
In: Química Nova, n.º 39(09), nov./ 2016. Internet: <scielo.br> (com adaptações).
O curare é extraído de plantas da América do Sul, dos gêneros Chondrodendron e Strychnos. Esse veneno possui vários compostos orgânicos com intensa ação paralisante, podendo ser letal, destacando-se a estricnina (C21H22N2O2), cuja estrutura molecular é mostrada a seguir e cuja solubilidade em água a 25 °C é de 160 mg/L.

Tendo como referência as informações precedentes, julgue o item a seguir.
A estricnina possui um anel benzênico em sua estrutura molecular.
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Curare é um termo coletivo que designa venenos para flechas que os indígenas das áreas da bacia hidrográfica do Orinoco e do Amazonas obtêm, na maioria das vezes, a partir das cascas de certas espécies de cipós (Strychnos spp.). A utilização de flechas envenenadas, provavelmente de curare, é mencionada pela primeira vez por Pedro Mártir de Anglería no ano de 1530. O cronista e médico da corte espanhola, nascido em Milão, relatou que, em 1502, durante a quarta viagem de Colombo à América, um dos soldados foi ferido por uma flecha envenenada e acabou morrendo. Pedro Mártir não mencionou outros detalhes, pois não foi testemunha ocular direta, apenas registrando e transmitindo narrativas de outros.
Jens Soentgen e Klaus Hilbert. A química dos povos indígenas da América do Sul.
In: Química Nova, n.º 39(09), nov./ 2016. Internet: <scielo.br> (com adaptações).
O curare é extraído de plantas da América do Sul, dos gêneros Chondrodendron e Strychnos. Esse veneno possui vários compostos orgânicos com intensa ação paralisante, podendo ser letal, destacando-se a estricnina (C21H22N2O2), cuja estrutura molecular é mostrada a seguir e cuja solubilidade em água a 25 °C é de 160 mg/L.

Tendo como referência as informações precedentes, julgue o item a seguir.
A estricnina possui vários grupos metila em sua estrutura molecular.
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Curare é um termo coletivo que designa venenos para flechas que os indígenas das áreas da bacia hidrográfica do Orinoco e do Amazonas obtêm, na maioria das vezes, a partir das cascas de certas espécies de cipós (Strychnos spp.). A utilização de flechas envenenadas, provavelmente de curare, é mencionada pela primeira vez por Pedro Mártir de Anglería no ano de 1530. O cronista e médico da corte espanhola, nascido em Milão, relatou que, em 1502, durante a quarta viagem de Colombo à América, um dos soldados foi ferido por uma flecha envenenada e acabou morrendo. Pedro Mártir não mencionou outros detalhes, pois não foi testemunha ocular direta, apenas registrando e transmitindo narrativas de outros.
Jens Soentgen e Klaus Hilbert. A química dos povos indígenas da América do Sul.
In: Química Nova, n.º 39(09), nov./ 2016. Internet: <scielo.br> (com adaptações).
O curare é extraído de plantas da América do Sul, dos gêneros Chondrodendron e Strychnos. Esse veneno possui vários compostos orgânicos com intensa ação paralisante, podendo ser letal, destacando-se a estricnina (C21H22N2O2), cuja estrutura molecular é mostrada a seguir e cuja solubilidade em água a 25 °C é de 160 mg/L.

Tendo como referência as informações precedentes, julgue o item a seguir.
A massa molar da estricnina é de 334,0 g/mol.
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Dados do telescópio espacial James Webb (JWST) mostraram que um exoplaneta em torno de uma estrela na constelação de Leão possui alguns dos marcadores químicos que, na Terra, estão associados a organismos vivos. Em 2019, o telescópio espacial Hubble determinou que esse exoplaneta apresentava sinais de vapor de água, o que sugere a presença de água líquida na sua superfície. Atualmente, pensa-se que nele existem grandes oceanos. Agora, o JWST identificou dióxido de carbono, metano e sulfeto de dimetila na sua atmosfera. Na Terra, o sulfeto de dimetila é produzido por algas. Com o conhecimento atual, não se sabe como esse composto poderia ser produzido naturalmente sem uma forma de vida. A descoberta, portanto, sugere a possibilidade de vida alienígena nesse exoplaneta.
Tendo o texto apresentado como referência inicial, julgue o item a seguir.
Considere-se que o sulfeto de dimetila possa ser formado artificialmente como subproduto da oxidação de Swern, em que um álcool primário ou secundário é oxidado na presença de cloreto de oxilo, sulfóxido dimetílico e trietilamina. Nesse caso, se o álcool for primário, será formado um aldeído e, se o álcool for secundário, o produto será uma cetona.
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Dados do telescópio espacial James Webb (JWST) mostraram que um exoplaneta em torno de uma estrela na constelação de Leão possui alguns dos marcadores químicos que, na Terra, estão associados a organismos vivos. Em 2019, o telescópio espacial Hubble determinou que esse exoplaneta apresentava sinais de vapor de água, o que sugere a presença de água líquida na sua superfície. Atualmente, pensa-se que nele existem grandes oceanos. Agora, o JWST identificou dióxido de carbono, metano e sulfeto de dimetila na sua atmosfera. Na Terra, o sulfeto de dimetila é produzido por algas. Com o conhecimento atual, não se sabe como esse composto poderia ser produzido naturalmente sem uma forma de vida. A descoberta, portanto, sugere a possibilidade de vida alienígena nesse exoplaneta.
Tendo o texto apresentado como referência inicial, julgue o item a seguir.
Admitindo-se que a solubilidade do dióxido de carbono em água na temperatura do exoplaneta seja de 1,45 g/L, conclui-se que é possível que a sua concentração nos oceanos de lá atinja a marca de 1,0 mol/L.
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Dados do telescópio espacial James Webb (JWST) mostraram que um exoplaneta em torno de uma estrela na constelação de Leão possui alguns dos marcadores químicos que, na Terra, estão associados a organismos vivos. Em 2019, o telescópio espacial Hubble determinou que esse exoplaneta apresentava sinais de vapor de água, o que sugere a presença de água líquida na sua superfície. Atualmente, pensa-se que nele existem grandes oceanos. Agora, o JWST identificou dióxido de carbono, metano e sulfeto de dimetila na sua atmosfera. Na Terra, o sulfeto de dimetila é produzido por algas. Com o conhecimento atual, não se sabe como esse composto poderia ser produzido naturalmente sem uma forma de vida. A descoberta, portanto, sugere a possibilidade de vida alienígena nesse exoplaneta.
Tendo o texto apresentado como referência inicial, julgue o item a seguir.
Se o dióxido de carbono se dissolver nos oceanos do exoplaneta mencionado, ele produzirá ácido carbônico neles.
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Dados do telescópio espacial James Webb (JWST) mostraram que um exoplaneta em torno de uma estrela na constelação de Leão possui alguns dos marcadores químicos que, na Terra, estão associados a organismos vivos. Em 2019, o telescópio espacial Hubble determinou que esse exoplaneta apresentava sinais de vapor de água, o que sugere a presença de água líquida na sua superfície. Atualmente, pensa-se que nele existem grandes oceanos. Agora, o JWST identificou dióxido de carbono, metano e sulfeto de dimetila na sua atmosfera. Na Terra, o sulfeto de dimetila é produzido por algas. Com o conhecimento atual, não se sabe como esse composto poderia ser produzido naturalmente sem uma forma de vida. A descoberta, portanto, sugere a possibilidade de vida alienígena nesse exoplaneta.
Tendo o texto apresentado como referência inicial, julgue o item a seguir.
O texto cita substâncias que realizam ligações químicas covalentes e iônicas.
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