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Um motociclista de 34 anos é admitido após colisão frontal com suspeita de trauma raquimedular cervical. Encontra-se consciente, com tetraplegia flácida, bradicardia, hipotensão persistente e ausência de resposta motora abaixo do nível C5. O colar cervical rígido foi aplicado pela equipe de resgate. Considerando a fisiopatologia do choque neurogênico, as diretrizes do ATLS e o papel da enfermagem na estabilização pré-cirúrgica do trauma raquimedular, qual das intervenções abaixo é mais adequada e tecnicamente respaldada?
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Em uma enfermaria de clínica médica, um paciente em uso crônico de AINEs evolui subitamente com dor epigástrica de forte intensidade, sinais de rigidez abdominal, taquicardia e sudorese fria. À palpação, observa-se defesa involuntária e ausência de ruídos hidroaéreos. A enfermeira-chefe, ao suspeitar de abdome agudo perfurativo, aciona a equipe médica. Considerando os fundamentos da avaliação semiológica no abdome agudo, a fisiopatologia da peritonite química e os protocolos de emergência cirúrgica, qual conduta deve ser imediatamente instituída pela enfermagem?
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Uma criança de 5 anos, vítima de atropelamento, é admitida na sala de trauma com múltiplas escoriações, rebaixamento do nível de consciência (GCS 10), FC 162 bpm, PA 80×40 mmHg e saturação de O₂ em 86% com oxigenoterapia por máscara. Há presença de abdome distendido e crepitação em hemitórax direito. A equipe médica está em atendimento simultâneo a outro politrauma. Considerando os princípios do atendimento ao trauma pediátrico, as peculiaridades fisiológicas da criança, e o escopo técnico da enfermagem em situações de risco iminente, qual é a conduta inicial mais tecnicamente indicada e respaldada?
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Paciente com ferimento por arma branca em hemitórax esquerdo apresenta dispneia progressiva, cianose, jugulares ingurgitadas, ausência de murmúrio vesicular unilateral e SpO₂ de 78% mesmo com oxigenoterapia. Diante da suspeita de pneumotórax hipertensivo e da impossibilidade de intervenção invasiva direta pelo enfermeiro, qual conduta inicial é tecnicamente indicada, conforme os protocolos de trauma torácico e os limites legais da prática profissional?
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Vítima de colisão moto-versus-carro apresenta dor abdominal difusa, taquicardia, PA de 92×54 mmHg, hematoma em flanco direito, hipoperfusão periférica e rebaixamento leve do sensório. Considerando os princípios do ATLS (Advanced Trauma Life Support), os protocolos de atendimento ao trauma abdominal fechado e a atuação do enfermeiro diante de instabilidade hemodinâmica, qual conduta deve ser prontamente executada?
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Paciente com HIV/Aids e diagnóstico de meningite criptocócica apresenta crise tônico-clônica generalizada com duração superior a 10 minutos, refratária ao diazepam EV. Após o evento, permanece com Glasgow 9, rigidez de nuca e rebaixamento do nível de consciência. Diante da suspeita de status epilepticus e ausência do neurologista, qual conduta deve ser imediatamente adotada pela equipe de enfermagem especializada, segundo os protocolos nacionais de urgência neurológica e a Resolução COFEN nº 648/2020?
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Gestante com 35 semanas é admitida em hospital de média complexidade com cefaleia intensa, escotomas visuais, epigastralgia e pressão arterial de 184×112 mmHg. Ao exame, apresenta reflexos osteotendinosos exaltados, edema discreto em membros inferiores e proteinúria detectada em fita reagente. Considerando os critérios de pré-eclâmpsia grave, o risco de eclâmpsia iminente e as diretrizes assistenciais em obstetrícia do Ministério da Saúde, qual conduta inicial é tecnicamente indicada e legalmente respaldada pelo enfermeiro?
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Paciente jovem é admitido na sala de emergência após ser encontrado inconsciente em via pública, com respiração lenta, miose acentuada, pele fria e frascos de clonazepam e álcool ao lado do corpo. Ao exame, Escala de Coma de Glasgow 7, frequência respiratória de 9 irpm e saturação periférica de 84% em ar ambiente. Considerando os protocolos para intoxicações exógenas agudas, os limites técnico-legais da enfermagem e a gravidade da insuficiência respiratória observada, qual ação inicial deve ser priorizada na abordagem clínica?
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Durante o plantão noturno, uma paciente com lúpus eritematoso sistêmico, insuficiência renal em hemodiálise e hipertensão refratária iniciou quadro súbito de dor torácica intensa, sudorese fria e PA de 170/110 mmHg. O ECG evidencia supradesnivelamento do segmento ST na parede anterior. Com ausência de médico plantonista e indisponibilidade de trombolítico, qual sequência de ações deve ser adotada pelo enfermeiro, segundo os protocolos nacionais para infarto com supra de ST e os limites técnico-legais da profissão?
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Um paciente idoso é admitido com infecção urinária complicada por obstrução vesical, evoluindo com confusão mental, temperatura de 39,5 °C, frequência respiratória de 32 irpm, pressão arterial de 85/58 mmHg e lactato sérico de 4,8 mmol/L. O enfermeiro da sala de emergência identifica, com base em parâmetros clínicos e laboratoriais, iminente risco de evolução para choque séptico, acionando prontamente a equipe médica. À luz das diretrizes da Surviving Sepsis Campaign, do protocolo brasileiro de manejo da sepse e das competências clínicas do enfermeiro na vigilância e triagem de risco, qual conduta imediata é mais compatível com o plano de cuidados avançado e respaldado tecnicamente?
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