As diretrizes PADIS (SCCM, 2018) e a Focused
Update 2025 reforçam “analgesia-first”, sedação leve
guiada por metas e rastreio sistemático de delírio; o
bundle ABCDEF/ICU Liberation agrega interrupções
programadas (SAT/SBT), mobilização precoce e
engajamento familiar, reduzindo dias em ventilação,
delírio e mortalidade. À luz desse corpo de evidências,
qual plano integrado é mais consistente com tais
recomendações para pacientes adultos ventilados?
Manuais do Ministério da Saúde e diretrizes
CDC recomendam higienização imediata, avaliação do
tipo de exposição/fonte, sorologias basais, PEP para
HIV idealmente nas primeiras horas (até 72 h), conduta
para HBV conforme imunização/título e ausência de
PEP para HCV, além de seguimento laboratorial
documentado. Qual fluxo sintetiza corretamente essa
conduta?
A classificação de Spaulding ancora a decisão
de processamento: críticos → esterilização;
semicríticos → desinfecção de alto nível; não críticos →
limpeza e desinfecção de baixo nível, necessariamente
precedidos de limpeza, com embalagem adequada e
rastreabilidade segundo boas práticas (ANVISA RDC
15/2012; CDC). Qual proposição reflete corretamente
esse enquadramento?
A Surviving Sepsis Campaign (Evans et al.,
2021) recomenda um “pacote” inicial com metas
temporais, integrando avaliação clínica, biomarcadores
e intervenções precoces coordenadas, com ênfase em
culturas antes de antimicrobianos, antibioticoterapia de
amplo espectro, reposição volêmica com cristaloides balanceados, mensuração/reavaliação do lactato e
titulação de vasopressores para PAM ≥ 65 mmHg, além
de busca ativa da fonte e reavaliação hemodinâmica
dinâmica. À luz dessas diretrizes, qual sequência
operacional está mais alinhada ao manejo
recomendado no primeiro contato?
Conforme AHA/ASA para manejo inicial do AVC
isquêmico, quais elementos operacionais de processo
reduzem tempo porta-agulha e aumentam segurança
na trombólise intravenosa, em fluxos hospitalares
coordenados?
Paciente em CRRT com anticoagulação
regional por citrato apresenta queda de cálcio ionizado
sistêmico, acidose metabólica e relação cálcio
total/ionizado > 2,5. À luz KDIGO e protocolos de RCA,
qual conduta está correta?
O manejo da hiperglicemia em UTI, segundo
ADA e sociedades críticas, recomenda iniciar insulina
quando glicemia ≥ 180 mg/dL persistente, manter alvo
140–180 mg/dL com infusão intravenosa, instituir
protocolo de hipoglicemia, solicitar hemoglobina
glicada admissional, evitar escala corretiva isolada e
planejar transição basal–bolus após alta da UTI. Qual
proposição expressa mais adequadamente esse
protocolo?
Na hemorragia pós-parto (HPP), recomenda-se
abordagem sequencial baseada em uterotônico de
primeira linha (oxitocina), massagem uterina, acesso
venoso calibroso, quantificação de perdas,
acionamento de equipe multiprofissional e uso precoce
de ácido tranexâmico intravenoso em até três horas do
parto, seguido de segunda uterotônica e intervenções
adicionais conforme etiologia (4Ts). Considerando esse
cenário, qual sequência expressa de forma mais
adequada a conduta baseada em evidências?
As recomendações internacionais para a
Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA)
prescrevem ventilação protetora com volume corrente
4–8 mL/kg de peso predito, pressão de platô ≤ 30
cmH₂O, pronação prolongada em hipoxemia grave,
manejo fluídico conservador e contraindicação de
manobras sustentadas de recrutamento em alta
pressão. Qual proposição traduz esse manejo com
maior precisão?