A Surviving Sepsis Campaign (Evans et al.,
2021) recomenda um “pacote” inicial com metas
temporais, integrando avaliação clínica, biomarcadores
e intervenções precoces coordenadas, com ênfase em
culturas antes de antimicrobianos, antibioticoterapia de
amplo espectro, reposição volêmica com cristaloides balanceados, mensuração/reavaliação do lactato e
titulação de vasopressores para PAM ≥ 65 mmHg, além
de busca ativa da fonte e reavaliação hemodinâmica
dinâmica. À luz dessas diretrizes, qual sequência
operacional está mais alinhada ao manejo
recomendado no primeiro contato?