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Sobre o panorama do ensino da música no Brasil é correto dizer:
I - Villa-Lobos entendia que a música – por meio do trabalho com o canto orfeônico – era elemento imprescindível à educação, pois reunia todos os elementos essenciais para a formação musical, porque o canto coletivo apresentava grande poder de socialização e integração da comunidade e o mais importante, pelo seu aspecto educativo na formação moral e cívica da infância brasileira.
II - No próprio Programa de Ensino de Música, escrito em 1934, Villa-Lobos relatou o objetivo do trabalho: “Permitir que as novas gerações se formem dentro de bons sentimentos estéticos e cívicos e que a nossa pátria, como sucede às nacionalidades vigorosas, possa ter uma arte digna da grandeza e vitalidade do seu povo.
III - O durante as décadas de 1930, 1940 e 1950 o projeto de Villa-Lobos foi adotado recusado no ensino público brasileiro, em todo o território nacional, por não está condizente com a disciplina educação musical, por meio da Lei de Diretrizes e Bases da Educação nº 4.024, de 1961.
IV - A Lei de Diretrizes e Bases da Educação nº 4.024, como as que surgiram posteriormente, regulamenta a educação de um modo geral e tinha por objetivo proporcionar um ensino de música mais democrático e acessível. Isso se daria por meio da exploração de novos recursos e novas possibilidades de criação musical por parte dos alunos estudando teóricos europeus.
São asserções corretas
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Maria Heloisa Ferraz e Maria Fusari, apresentam uma concepção de metodologia em seu livro Metodologia do Ensino de Artes (FERRAZ; FUSARI, 2001). Segundo as autoras a metodologia do ensino e aprendizagem em arte integra os encaminhamentos educativos das práticas de aulas artísticas e estéticas. Em outras palavras, esses encaminhamentos metodológicos constituem-se em um conjunto de ideias e teorias educativas em arte transformadas em opções e atos que são concretizados em projetos ou no próprio desenvolvimento das aulas de Arte. São ideias e teorias (ou seja, posições a respeito de “como devem” ou “como deveriam ser” as práticas educativas em arte) baseadas ao mesmo tempo em propostas de estudiosos da área e em nossas práticas escolares em arte e que se cristalizam nas propostas e aulas (FERRAZ; FUSARI, 2001, p. 98). Assim como prática metodológica é importante ressaltar que, EXCETO:
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Sobre a leitura da obra de arte descrita por Ana Mae Barbosa é correto dizer:
I - Em 1987 Ana Mae inicia um programa de arte-educação no Museu de Arte Contemporânea (MAC), combinando trabalho prático com história da arte e leitura de obras de arte.
II - A metodologia utilizada para a leitura de uma obra de arte não pode estar de acordo com o conhecimento anterior do professor e sim baseada no estudo das civilizações da antiguidade.
III - Os professores de arte estão reduzindo a análise ou apreciação artística num jogo de questões e respostas - um mero exercício escolar que leva a leitura a um nível medíocre e simplifica a condensação de significados de uma obra de arte, limitando a imaginação do leitor.
IV - A ideia de leitura da imagem é construir uma metalinguagem da imagem. Isto não é falar sobre uma pintura, mas falar a pintura num outro discurso, às vezes silencioso, algumas vezes gráfico, e verbal somente na sua visibilidade primária.
São asserções corretas
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Laban acreditava na influência dos movimentos, que é influenciado pela ordem em que são acionadas as diferentes partes do corpo, que podem ser divididos em fluência livre e fluência controlada. Os movimentos que se originam do tronco, e partem para as extremidades dos braços e pernas, são em geral mais livremente fluentes do que aqueles nos quais o centro do corpo permanece imóvel quando os membros começam a se movimentar. (LABAN, 1978). Desta forma podemos dizer que a asserção que NÃO se relaciona aos estudos de Laban é:
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A cultura é um fenômeno em construção, não está acabada em si. Ela se projeta em transformação constante. Vários autores tratam como sinônimas as palavras cultura populares, cultura de massa e folclore. Ao definir a produção cultural (VYGOTSKY, 2003) e (SANTOS, 1983) dizem que o que não é dado pela natureza, o que não é biológico, mas que é dado pelo homem, produto da vida coletiva, é cultural. Uma das culturas que refletem a identidade do povo brasileiro diz respeito ao que pertence à maioria do povo, que atinge a maior parte da população e que não é ensinado em espaços formais de ensino. Comumente, dizemos que se opõe ao academicismo. É aquela que surge como resolução de problemas cotidianos e é criada pelo povo e para o povo. O texto disserta sobre
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Na BNCC de Arte, cada uma das quatro linguagens do componente curricular – Artes visuais, Dança, Música e Teatro constitui uma unidade temática que reúne objetos de conhecimento e habilidades articulados às seis dimensões. Além dessas, uma última unidade temática, que, explora as relações e articulações entre as diferentes linguagens e suas práticas, inclusive aquelas possibilitadas pelo uso das novas tecnologias de informação e comunicação. O texto disserta sobre:
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Existe um processo de impressão, descoberto em 1875 por Karl Klietsch, que é feito com chapas flexíveis gravadas em baixo relevo e ajustadas em cilindros na impressora. A tinta penetra nas áreas de baixo relevo e, nas áreas que não são de baixo relevo, isto é, que não têm imagem, a tinta é retirada por uma raspadeira. Este processo é caracterizado pela alta velocidade de impressão, aproximadamente, 300 m/min; pelo alto custo na confecção das matrizes; e, pela aparência de textos serrilhados. Por esses motivos, tal processo de impressão é indicado para grandes tiragens. As informações tratam-se de:
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Observe a imagem:

(O Re-inventar da tradição na contemporaneidade – Artesol.)
Um exemplo dessa capacidade única de imprimir no mundo suas perspectivas originais é o ceramista João Augusto Alves Ribeiro, que nasceu em Santana de Araçuaí, único distrito de Ponto dos Volantes, Vale do Jequitinhonha (MG). Ligado à BR 116 por onze quilômetros de estrada de terra, o lugar é conhecido pela produção em cerâmica iniciada há cerca de 60 anos pelas mãos revolucionárias da grande mestra da arte popular brasileira, Isabel Mendes Cunha. Com a técnica tradicional aprendida com a mãe “louceira”, ela perseguiu o sonho de modelar bonecas. O repasse espontâneo aos filhos, genro, nora e netos se dava através do tradicional modo de “aprender vendo alguém fazer”.
(O Re-inventar da tradição na contemporaneidade – Artesol.)
O artesanato brasileiro de raiz é muito mais do que uma fascinante coleção de objetos com uma estética popular cativante. É um dos exemplos de que cultura, tradição e contemporaneidade são elementos presentes em nosso cotidiano. Nesses elementos e na relação que estabelecem entre si
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Em entrevista publicada no ano de 2003, o pesquisador Randal Johnson, perguntado sobre as relações entre o movimento modernista de 1922 e o Cinema Novo brasileiro teceu consideração valiosa, afirmando: “pode-se pensar nesta relação em termos de analogia, e em termos de influência ou intertextualidade”. Por analogia, o Cinema Novo representa no cinema brasileiro o que o movimento modernista representa na literatura. Os dois eram movimentos de vanguarda.
(JOHNSON, 2003, s/p.)
Os dois movimentos anteriormente citados, Cinema Novo e Modernismo, além de serem movimentos de vanguarda,
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I. Este gênero de dança não se prende aos padrões estéticos clássicos. II. Propõe intensas inovações e experimentações de performances, que muitas vezes misturam ritmos como o ballet, o jazz e o hip hop. III. Oferece liberdade ao bailarino por meio da autonomia para construir suas próprias coreografias, improvisar, ter contato com o chão ou com outro personagem cênico e a utilização de figurinos interativos. IV. Sua fisiologia e anatomia ganham uma importância para a coreografia, pois possibilita que o bailarino tenha uma melhor consciência dos seus movimentos.
Assinale a alternativa correta.
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