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A Lei Orgânica Municipal precisa obedecer a
certas regras, do mesmo modo que os cidadãos
devem obedecer às normas jurídicas, sob pena
de sanções por parte do Estado. Sobre isso, e
em relação à Lei Orgânica do Município, é correto
afirmar que:
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De acordo com a Lei Orgânica do Município de Catalão (Lei nº 845/1990) disponibilizada no sítio eletrônico www.aroeira.org.br, são poderes do Município de Catalão, independentes e harmônicos entre si:
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Considerando a estrutura hierárquica das leis no
ordenamento brasileiro, marque a alternativa que melhor
representa essa hierarquia, partindo do topo para a
base:
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3992572
Ano: 2025
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IDESG
Orgão: Pref. Alto Rio Novo-ES
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IDESG
Orgão: Pref. Alto Rio Novo-ES
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O art. 6º enumera direitos sociais que orientam políticas públicas municipais. Considerando a redação
vigente, qual alternativa apresenta direitos do art. 6º acompanhados de exemplos compatíveis de implementação
local?
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A Constituição Federal de 1988, especialmente após a Emenda Constitucional
nº 41/2003, estabeleceu regras claras sobre o teto remuneratório dos agentes
públicos no art. 37, XI. O dispositivo criou diferentes limites remuneratórios conforme a esfera federativa e o Poder em que atua o agente público, incluindo
regras específicas para as funções essenciais à Justiça. O Supremo Tribunal
Federal, ao interpretar essas normas, fixou importantes entendimentos sobre a
aplicação prática desses limites, especialmente em casos de acumulação de
cargos e benefícios.
Considerando o regime constitucional do teto remuneratório e a jurisprudência do STF sobre o tema, é CORRETO afirmar que:
Considerando o regime constitucional do teto remuneratório e a jurisprudência do STF sobre o tema, é CORRETO afirmar que:
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3985736
Ano: 2025
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FURG
Orgão: Pref. Rodeio Bonito-RS
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FURG
Orgão: Pref. Rodeio Bonito-RS
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Conforme disposto na Constituição Federal, é vedada a
acumulação remunerada de cargos públicos, exceto
quando houver compatibilidade de horários no caso de:
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Ana, Branca e Carla discutiam os direitos e garantias individuais e
coletivos. A respeito do tema, Ana afirmou que todos têm direito
de requerer e obter, no prazo de noventa dias, informações
objetivas de seu interesse particular, coletivo ou geral, acerca dos
atos e projetos do Estado e dos Municípios. Beatriz, por sua vez,
disse que a força policial só poderá intervir para garantir o
exercício do direito de reunião e demais liberdades
constitucionais, bem como a defesa da ordem pública e do
patrimônio público e privado e a segurança pessoal. Já Carla
afirmou que é assegurado a todos o direito de petição e de
representação aos Poderes Públicos para coibir ilegalidade ou
abuso de poder.
À luz da Constituição do Estado do Amazonas, assinale a opção correta.
À luz da Constituição do Estado do Amazonas, assinale a opção correta.
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A respeito do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), assinale a
opção correta, conforme a Constituição Federal de 1988 (CF) e a
jurisprudência do STF.
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O mandado de injunção foi inserido em nosso ordenamento jurídico pela Constituição Federal de 1988, com o objetivo de conferir efetividade a direitos, liberdades e prerrogativas inerentes à nacionalidade, à soberania e à cidadania.
Em face do exposto, é correto afirmar que ele
Em face do exposto, é correto afirmar que ele
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A previsão constitucional de direitos e garantias individuais e coletivos é uma forma
limitar o poder estatal, impedindo abusos e arbitrariedades, garantindo que o Estado atue dentro da
legalidade. Ainda, essa previsão protege a dignidade da pessoa humana, assegurando condições
mínimas para uma vida livre, justa e segura e, por fim, consolida o estado democrático de direito ao
estabelecer regras que equilibram liberdade individual e interesses coletivos. Sendo assim, em relação
às normas constitucionais e à jurisprudência do Supremo Tribunal Federal a respeito dos direitos e
garantias individuais e coletivos, analise as assertivas abaixo:
I. Em que pese a Constituição não prever expressamente que o preso tenha direito à identificação dos responsáveis por sua prisão, mas apenas por seu interrogatório policial, esse direito é de aplicação imediata, por força do § 1º do art. 5º da CF, e é considerado supralegal, por ser previsto em tratado internacional sobre direitos humanos não aprovado pelo Congresso Nacional seguindo o rito previsto no § 3º do art. 5º da CF.
II. A preocupação do poder constituinte originário com o terrorismo fica evidente no texto constitucional promulgado. No âmbito internacional, a Constituição Federal prevê que o repúdio ao terrorismo é um dos princípios regentes da República Federativa do Brasil nas suas relações internacionais e, no âmbito interno, o terrorismo é um exemplo de crime considerado pela Magna Carta como inafiançável, imprescritível e insuscetível de graça ou anistia por força de norma constitucional.
III. À luz da jurisprudência do STF e do STJ, é possível a condução de suspeito à presença de autoridade policial para ser inquerido sobre fato criminoso sem ordem judicial escrita ou situação de flagrância e que este seja mantido custodiado em dependência policial até a decretação de sua prisão provisória por autoridade judiciária competente, o que não configura a chamada “prisão para averiguação”, vedada pela cláusula de reserva constitucional de jurisdição prevista no inciso LXI do art. 5º da Constituição Federal, segundo o qual “ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente, salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar, definidos em lei”.
IV. A apreensão de aparelho celular em local de crime ou em flagrante delito não está sujeita à reserva de jurisdição. Todavia, o acesso aos dados contidos no aparelho deve observar as seguintes condicionantes: a) Nas hipóteses de encontro fortuito de aparelho celular, o acesso aos respectivos dados para o fim exclusivo de se esclarecer a autoria do fato supostamente criminoso, ou quem seja o proprietário do aparelho, não depende de consentimento ou de prévia decisão judicial, desde que justificada posteriormente a adoção da medida; b) No caso de aparelho celular apreendido por ocasião de prisão em flagrante, o acesso aos respectivos dados está condicionado ao consentimento expresso e livre do titular dos dados ou de prévia decisão judicial que justifique, com base em elementos concretos, a proporcionalidade da medida e delimite sua abrangência à luz dos direitos fundamentais à intimidade, à privacidade, à proteção dos dados pessoais e à autodeterminação informacional, inclusive nos meios digitais. O delegado de polícia pode, contudo, adotar as providências necessárias para a preservação dos dados e metadados contidos no aparelho celular apreendido antes da autorização judicial, justificando posteriormente a adoção da medida.
Quais estão corretas?
I. Em que pese a Constituição não prever expressamente que o preso tenha direito à identificação dos responsáveis por sua prisão, mas apenas por seu interrogatório policial, esse direito é de aplicação imediata, por força do § 1º do art. 5º da CF, e é considerado supralegal, por ser previsto em tratado internacional sobre direitos humanos não aprovado pelo Congresso Nacional seguindo o rito previsto no § 3º do art. 5º da CF.
II. A preocupação do poder constituinte originário com o terrorismo fica evidente no texto constitucional promulgado. No âmbito internacional, a Constituição Federal prevê que o repúdio ao terrorismo é um dos princípios regentes da República Federativa do Brasil nas suas relações internacionais e, no âmbito interno, o terrorismo é um exemplo de crime considerado pela Magna Carta como inafiançável, imprescritível e insuscetível de graça ou anistia por força de norma constitucional.
III. À luz da jurisprudência do STF e do STJ, é possível a condução de suspeito à presença de autoridade policial para ser inquerido sobre fato criminoso sem ordem judicial escrita ou situação de flagrância e que este seja mantido custodiado em dependência policial até a decretação de sua prisão provisória por autoridade judiciária competente, o que não configura a chamada “prisão para averiguação”, vedada pela cláusula de reserva constitucional de jurisdição prevista no inciso LXI do art. 5º da Constituição Federal, segundo o qual “ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente, salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar, definidos em lei”.
IV. A apreensão de aparelho celular em local de crime ou em flagrante delito não está sujeita à reserva de jurisdição. Todavia, o acesso aos dados contidos no aparelho deve observar as seguintes condicionantes: a) Nas hipóteses de encontro fortuito de aparelho celular, o acesso aos respectivos dados para o fim exclusivo de se esclarecer a autoria do fato supostamente criminoso, ou quem seja o proprietário do aparelho, não depende de consentimento ou de prévia decisão judicial, desde que justificada posteriormente a adoção da medida; b) No caso de aparelho celular apreendido por ocasião de prisão em flagrante, o acesso aos respectivos dados está condicionado ao consentimento expresso e livre do titular dos dados ou de prévia decisão judicial que justifique, com base em elementos concretos, a proporcionalidade da medida e delimite sua abrangência à luz dos direitos fundamentais à intimidade, à privacidade, à proteção dos dados pessoais e à autodeterminação informacional, inclusive nos meios digitais. O delegado de polícia pode, contudo, adotar as providências necessárias para a preservação dos dados e metadados contidos no aparelho celular apreendido antes da autorização judicial, justificando posteriormente a adoção da medida.
Quais estão corretas?
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