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Respondida
Nos termos do art. 3º, da Resolução SIMA n.º 115, de 21 de dezembro de 2022, a
Autorização de Manejo in Situ deverá ser solicitada pelo interessado, por qual via?
Respondida
À luz do art.17 da Resolução SEMIL 09/2025, qual atividade está dispensada do
processo autorizativo para obtenção da Autorização de Uso e Manejo?
A
Produção, venda, revenda de carne ou produtos alimentares e artigos que contenham
todo ou parte de animal doméstico, devendo os responsáveis manterem à disposição as
notas fiscais que comprovem a origem legal do material.
B
Criação e comercialização de invertebrados para alimentação animal ou humana,
mesmo quando se tratar de espécie ameaçada de extinção em listas nacionais, estaduais
ou municipais, incluindo as listadas no Anexo I da Convenção de Comércio Internacional
das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção - CITES.
C
Criação e comercialização de invertebrados considerados pragas agrícolas, vetores de
doenças ou agentes biológicos de controle, exceto quando se tratar de espécies exóticas
envolvidas em processos de bioinvasão.
D
Produção, venda, revenda de artigos de vestuário, calçados e acessórios, peças de
decoração e souvenirs, cujas peças contenham no todo ou em parte couro, penas ou
outras partes de animais domésticos criados ou manejados para fins de abate, devendo
os responsáveis manterem à disposição as notas fiscais ou os documentos que
comprovem a aquisição legal destes artigos.
E
Hospitais e clínicas veterinárias que atendam animais domésticos.
Respondida
De acordo com a Resolução SEMIL n.º 09/2025, em seu art. 3º, em que consiste a
Autorização de Uso e Manejo?
Respondida
Conforme a Resolução CONAMA n.º 489, de 26 de outubro de 2018, para efeito
do compartilhamento e integração dos dados e informações, os atos autorizativos
serão expedidos como?
A
Em cinco fases concomitantes ou sucessivas, de acordo com a natureza e
características do empreendimento, a critério do órgão ambiental competente.
B
Em três fases concomitantes ou sucessivas, de acordo com a natureza e
características do empreendimento, a critério do órgão ambiental competente.
C
Em duas fases concomitantes ou sucessivas, de acordo com a natureza e
características do empreendimento, a critério do órgão ambiental competente.
D
Em quatro fases concomitantes ou sucessivas, de acordo com a natureza e
características do empreendimento, a critério do órgão ambiental competente.
E
Em fase única concomitante ou sucessiva, de acordo com a natureza e características
do empreendimento, a critério do órgão ambiental competente.
Respondida
Segundo a Resolução CONAMA n.º 489, de 26 de outubro 2018, os órgãos
ambientais, em articulação, compartilharão os dados e informações referentes às
autorizações de atividades e empreendimentos de uso e manejo de quais faunas na
plataforma nacional?
Respondida
Ainda conforme a Instrução Normativa IBAMA n.º 10, o período mínimo entre
transferências de um mesmo espécime é de:
Respondida
O Criador Amador de Passeriformes poderá efetuar e receber até __________
transferências de pássaros, por período anual de autorização, até a publicação da
lista de espécies nativas, autorizadas para criação e comercialização para animal de
estimação, conforme previsto na Resolução Conama n.º 394, de 06 de novembro de
2007 e a adequação do sistema informatizado de gestão da criação de
Passeriformes, (SisPass). Indique a alternativa que complete, devidamente, a
lacuna.
Respondida
Nos termos da Lei n.º 11.428/2006, que institui o regime jurídico de proteção e
utilização do Bioma Mata Atlântica, determine a alternativa correta, acerca da classificação da vegetação nativa e dos efeitos de intervenções irregulares sobre
essa classificação.
A
A ocorrência de incêndio, desmatamento ou outra intervenção não autorizada, não
altera a classificação jurídica da vegetação primária ou secundária do Bioma Mata
Atlântica, independente do estágio de regeneração em que se encontre.
B
A alteração da classificação da vegetação depende, exclusivamente, da intensidade do
dano ambiental causado, ainda que a intervenção não tenha sido autorizada.
C
A legislação admite a reclassificação da vegetação, quando comprovada a ocorrência
de incêndio acidental, ainda que não autorizado.
D
A vegetação secundária em estágio inicial de regeneração perde sua classificação
quando submetida à intervenção não licenciada, passando a ser considerada área
degradada comum.
E
Intervenções não licenciadas implicam a descaracterização automática da vegetação
primária, convertendo-a em vegetação secundária.
Respondida
De acordo com o art. 3º, da Lei Federal n.º 12.651/2012, que apresenta definições
legais fundamentais ao Código Florestal, é correta a alternativa:
A
Área rural consolidada caracteriza-se pela presença exclusiva de vegetação nativa
primária, sem ocorrência de ocupação humana anterior à vigência da lei.
B
Pequena propriedade rural é definida somente pela extensão territorial do imóvel,
independentemente do módulo fiscal fixado para o município.
C
Área de Preservação Permanente é a área protegida, coberta ou não por vegetação
nativa, destinada a preservar recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica, a
biodiversidade e o bem-estar das populações humanas.
D
Área de Preservação Permanente corresponde, exclusivamente, às faixas marginais de
cursos d’água perenes, não abrangendo áreas com outras funções ambientais relevantes.
E
Uso alternativo do solo refere-se apenas às atividades de reflorestamento com
espécies nativas destinadas à recomposição ambiental obrigatória.
Respondida
De acordo com o art. 5º, da Resolução SMA n.º 32/2014, que trata das áreas
prioritárias para Projetos de Restauração Ecológica, assinale a alternativa que
expressa, corretamente, um critério legalmente previsto para a definição dessas
áreas, observado o objetivo e o contexto regional do projeto.
A
Áreas situadas fora de Unidades de Conservação e de suas zonas de amortecimento,
como forma de evitar restrições administrativas adicionais.
B
Áreas, exclusivamente, localizadas em imóveis rurais produtivos, independentemente
da função ambiental exercida no contexto regional do projeto de restauração.
C
Áreas definidas, prioritariamente, pela conveniência operacional do restaurador,
dispensada a análise de conectividade da paisagem regional.
D
Áreas selecionadas apenas com base na disponibilidade fundiária, sem necessidade de justificativa técnica quanto à sua relevância ecológica.
E
Áreas relevantes para a conservação de recursos hídricos, incluindo o entorno de
nascentes e olhos d’água, perenes ou intermitentes, respeitada a legislação específica
aplicável.