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Foram encontradas 60 questões.

756852 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
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Paciente de 34 anos, com queixa de epigastralgia intensa, realizou endoscopia digestiva alta que evidenciou pequena úlcera plana de 0,5cm em estômago e pesquisa para H.pylori foi positiva. Como medicar este paciente?
 

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754889 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
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Observe:
I. As enchentes deixaram as cidades prejudicadas.
II. A informalidade instalou-se na economia brasileira.
III. A inflação foi nosso dragão tempos atrás.
Assinale a opção correta em relação aos predicados verbais e suas análises:
 

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691660 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
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TEXTO I
Por que não limitar a entrada de capital?
Na semana passada, minha mulher, que não é economista, mas psicanalista, vendo o real voltar a se valorizar, disse-me que esse vaivém era muito ruim e, usando seu bom senso, perguntou por que não se limitavam a entrada e a saída de capitais. Não se limita a entrada de capitais, respondi-lhe, porque essa política vai contra os princípios fundamentalistas neoliberais aprendidos pelos economistas nas suas escolas e porque não interessa aos países ricos que os países em desenvolvimento tenham taxas de câmbio competitivas.
Já quanto à saída de capital, a história é outra: não se deve limitá-las porque isso é sinal de fragilidade financeira do País, sinal de que ele não controlou seu déficit público e aceitou o bom conselho de crescer com poupança externa , deixando assim que o País fosse inundado de 10 dólares, euros e ienes.
A taxa de câmbio é o preço que, se os mercados funcionassem como seus fundamentalistas supõem, flutuaria mantendo-se razoavelmente estável e garantindo o equilíbrio da conta corrente do País. Entretanto, como esse excelente coordenador da economia que é o mercado não é capaz de realizar essa tarefa específica, a flutuação da taxa de câmbio nos países em desenvolvimento tem um viés para o lado da apreciação que, não sendo corrigido pelo governo, termina em crise de balanço de pagamentos. As causas dessa tendência são estruturais, associadas à doença holandesa e à maior rentabilidade dos investimentos, às quais se somam às políticas da ortodoxia convencional de crescimento com poupança externa, âncora cambial e taxas de juros elevadas.
Dada a existência dessa volatilidade e, principalmente, dessa tendência à sobreapreciação, os países em desenvolvimento bem-sucedidos administram sua taxa de câmbio evitando que a sobreapreciação ocorra. No passado, faziam isso com o regime de câmbio fixo, mas aos poucos ficou claro que era melhor deixar a moeda nacional flutuar no mercado e, ao mesmo tempo, administrá-la. Essa era a prática recomendada por Keynes; é o que o bom senso determina. A ortodoxia neoliberal, porém, chama essa prática de flutuação suja , insiste em que o mercado é bom coordenador do câmbio, apesar de todas as evidências em contrário, e, novamente contra toda evidência, afirma que é impossível administrar o câmbio, e, finalmente, condena às chamas do inferno quem defender o controle de entradas quando os influxos de capital forem muito grandes; só economistas populistas poderiam fazer isso.
O problema não é apenas ideológico. Interessa aos operadores financeiros que haja flutuações no câmbio dos países em desenvolvimento porque essa é uma origem de seus ganhos. E principalmente interessa aos países ricos de onde nos vem a verdade econômica que a taxa de câmbio nos países em desenvolvimento tenda a ser alta. Dessa forma, sua desvantagem nos mercados internacionais causada por seus salários mais altos é compensada pelo câmbio sobreaquecido nos países em desenvolvimento, principalmente nos países de renda média que são seus grandes concorrentes.
O mal maior que os países em desenvolvimento enfrentam é a fragilidade financeira internacional. Se o País adotar uma política macroeconômica correta, baseada em orçamento público equilibrado, juros moderados e câmbio competitivo, o País não precisará controlar a entrada de capitais, a não ser em momentos especiais. Se ouvir o fundamentalismo, estará sempre à beira da crise e pedindo ajuda a seus concorrentes mais ricos.
Luiz Carlos Bresser-Pereira, 74 anos, professor emérito da FGV, ex-ministro da Fazenda, da
Administração e da Ciência e Tecnologia, em A TARDE, Salvador, 25-05-2009.
A partir da leitura do texto 1, indique a alternativa que NÃO confere com o ponto de vista defendido pelo autor.
 

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667538 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
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TEXTO I
Por que não limitar a entrada de capital?
Na semana passada, minha mulher, que não é economista, mas psicanalista, vendo o real voltar a se valorizar, disse-me que esse vaivém era muito ruim e, usando seu bom senso, perguntou por que não se limitavam a entrada e a saída de capitais. Não se limita a entrada de capitais, respondi-lhe, porque essa política vai contra os princípios fundamentalistas neoliberais aprendidos pelos economistas nas suas escolas e porque não interessa aos países ricos que os países em desenvolvimento tenham taxas de câmbio competitivas.
Já quanto à saída de capital, a história é outra: não se deve limitá-las porque isso é sinal de fragilidade financeira do País, sinal de que ele não controlou seu déficit público e aceitou o bom conselho de crescer com poupança externa , deixando assim que o País fosse inundado de 10 dólares, euros e ienes.
A taxa de câmbio é o preço que, se os mercados funcionassem como seus fundamentalistas supõem, flutuaria mantendo-se razoavelmente estável e garantindo o equilíbrio da conta corrente do País. Entretanto, como esse excelente coordenador da economia que é o mercado não é capaz de realizar essa tarefa específica, a flutuação da taxa de câmbio nos países em desenvolvimento tem um viés para o lado da apreciação que, não sendo corrigido pelo governo, termina em crise de balanço de pagamentos. As causas dessa tendência são estruturais, associadas à doença holandesa e à maior rentabilidade dos investimentos, às quais se somam às políticas da ortodoxia convencional de crescimento com poupança externa, âncora cambial e taxas de juros elevadas.
Dada a existência dessa volatilidade e, principalmente, dessa tendência à sobreapreciação, os países em desenvolvimento bem-sucedidos administram sua taxa de câmbio evitando que a sobreapreciação ocorra. No passado, faziam isso com o regime de câmbio fixo, mas aos poucos ficou claro que era melhor deixar a moeda nacional flutuar no mercado e, ao mesmo tempo, administrá-la. Essa era a prática recomendada por Keynes; é o que o bom senso determina. A ortodoxia neoliberal, porém, chama essa prática de flutuação suja , insiste em que o mercado é bom coordenador do câmbio, apesar de todas as evidências em contrário, e, novamente contra toda evidência, afirma que é impossível administrar o câmbio, e, finalmente, condena às chamas do inferno quem defender o controle de entradas quando os influxos de capital forem muito grandes; só economistas populistas poderiam fazer isso.
O problema não é apenas ideológico. Interessa aos operadores financeiros que haja flutuações no câmbio dos países em desenvolvimento porque essa é uma origem de seus ganhos. E principalmente interessa aos países ricos de onde nos vem a verdade econômica que a taxa de câmbio nos países em desenvolvimento tenda a ser alta. Dessa forma, sua desvantagem nos mercados internacionais causada por seus salários mais altos é compensada pelo câmbio sobreaquecido nos países em desenvolvimento, principalmente nos países de renda média que são seus grandes concorrentes.
O mal maior que os países em desenvolvimento enfrentam é a fragilidade financeira internacional. Se o País adotar uma política macroeconômica correta, baseada em orçamento público equilibrado, juros moderados e câmbio competitivo, o País não precisará controlar a entrada de capitais, a não ser em momentos especiais. Se ouvir o fundamentalismo, estará sempre à beira da crise e pedindo ajuda a seus concorrentes mais ricos.
Luiz Carlos Bresser-Pereira, 74 anos, professor emérito da FGV, ex-ministro da Fazenda, da
Administração e da Ciência e Tecnologia, em A TARDE, Salvador, 25-05-2009.
Em (...) usando seu bom senso (...) e (...) se os mercados funcionassem como os seus fundamentalistas supõem (...) do texto 1, pressupõe que o autor:
 

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488236 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
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Existe indicação para erradicação do H. pylori, EXCETO:
 

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386682 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
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"Razoavelmente" grafa-se com "z" . Indique a alternativa em que todas as palavras devem ser grafadas também com "z".
 

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1813570 Ano: 2009
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
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Com relação à Seguridade Social do servidor público, é CORRETO afirmar que:
Questão Anulada

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1813502 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
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Em Os bens que me restam, não os vou deixar para uma filha que me internou à força, mesmo imobilizado eu estaria muito melhor em casa.
(Leite Derramado, Chico Buarque)
Pode-se afirmar que os termos em destaque exercem, respectivamente, a função sintática de:
Questão Anulada

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1615836 Ano: 2009
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
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O servidor público fará jus às seguintes gratificações, EXCETO:
Questão Anulada

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1596646 Ano: 2009
Disciplina: Informática
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
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Utilizando a planilha Excel 2003 e criando um controle de gastos diários, com base nos resultados apresentados na figura abaixo: qual a função que foi executada para calcular o valor de X (B6) e como essa operação pode ser realizada?
Enunciado 1596646-1
Figura: Tabela de controle de gastos.
Questão Anulada

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