Foram encontradas 50 questões.
Em 11 de setembro de 1836, os revolucionários farroupilhas proclamaram a República Rio-Grandense, que teve como capitais:
I. Alegrete.
II. Caçapava.
III. Piratini.
IV. Porto Alegre.
V. Viamão.
Quais estão corretas?
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A artéria aorta é dividida didaticamente em três porções: a ascendente, o arco da aorta e a descendente que, por sua vez, se subdivide em torácica e abdominal. A Artéria Subclávia Direita origina-se no vaso denominado
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Qual a carga elétrica de um elétron?
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“O mais importante tratado do século XVIII foi o de __________, celebrado em 1750. Ele reconheceu o princípio do uti possidetis, assegurando aos portugueses os territórios que haviam ocupado no Continente do Rio Grande a partir de 1730.” (KUHN:2011).
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna acima.
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Nos termos da Lei nº 8112/1990, NÃO é motivo reconhecido para serem interrompidas as férias do servidor:
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Dos ossos do carpo, que alternativa corresponde aos ossos da fileira proximal?
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: UNIPAMPA
O discurso de abertura da 66ª Assembleia Geral da ONU foi feito pela Presidente do Brasil, Dilma Rousseff. Esse discurso ganhou importância histórica, à medida que foi feito pela primeira vez por
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
Segundo prevê expressamente o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, são vedações ao servidor público:
I. Exercer atividade profissional aética.
II. Ligar o seu nome a empreendimentos de cunho duvidoso.
III. Iludir ou tentar iludir qualquer pessoa que necessite do atendimento em serviços públicos.
Quais estão corretas?
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Ver o lado bom das coisas talvez não seja boa ideia
Se você é daqueles que sempre vê uma luz no fim do túnel, cuidado, pode ser um trem vindo na direção contrária. Pelo menos é o que diz um estudo, publicado na última edição da revista Nature Neuroscience, segundo o qual a nossa bem conhecida _______ a ver a vida com lentes cor de rosa pode ser ruim no que diz respeito a guardar alertas de risco em uma parte-chave do cérebro.
Tali Sharot, professora do University College de Londres, ficava intrigada em ver como tantas pessoas – mesmo quando confrontadas durante um longo período com perspectivas desanimadoras – se (manter) teimosamente otimistas.
Para aprender mais, 19 voluntários foram convidados a participar de um experimento. Sharot e seus colegas monitoraram indivíduos com um scanner de ressonância magnética funcional, enquanto eram confrontados com situações cotidianas, variando de catastróficas a desagradáveis. Entre os 80 cenários evocados (estar) ter o carro roubado, ser demitido do emprego, desenvolver doença de Parkinson ou um câncer.
Quando estatística era pior, voluntário ignorava índice
Após cada desastre hipotético, pediu-se aos voluntários que avaliassem a possibilidade do infortúnio acontecer a eles. Enquanto ainda estavam no scanner, foram informados da probabilidade média real do risco.
Os cientistas descobriram que os voluntários revisaram suas estimativas iniciais, mas apenas quando os números reais foram menos sombrios. Se, por exemplo, (prever) uma probabilidade de 40% de contrair câncer, mas a probabilidade média resultou ser de 30%, eles demonstraram ser mais inclinados a ajustar sua estimativa claramente para baixo.
Mas se a probabilidade demonstrava ser pior do que originalmente se pensou, os voluntários simplesmente _________ a estatística real.
– Nosso estudo sugere que escolhemos a informação que ouvimos. Quanto mais otimistas, menos inclinados nos sentimos a sermos influenciados por informação negativa sobre o futuro – explicou.
_______? Nas leituras cerebrais, todos os participantes demonstraram atividade aumentada no lobo frontal – fortemente associado com o controle emocional – sempre que números reais eram melhores do que o esperado.
Mas quando as notícias foram mais terríveis do que o previsto, os voluntários que são mais otimistas demonstraram ter menor atividade no lobo frontal.
Sharot disse que o trabalho demonstrou que o otimismo desenfreado traz riscos imperceptíveis. – Ver o copo meio cheio em vez de meio vazio pode ser positivo: pode diminuir o estresse e a ansiedade e ser bom para nossa saúde. Mas também pode significar que estamos menos inclinados a tomar ações preventivas, como praticar sexo seguro ou economizar para a aposentadoria – diz.
(disponível em http://www.clicrbs.com.br/zerohora - publicado em 11.10.2011 – adaptação)
“Sharot e seus colegas monitoraram indivíduos com um scanner de ressonância magnética funcional, enquanto eram confrontados com situações cotidianas, variando de catastróficas a desagradáveis.” (linhas 08 a 10).
Em qual das alternativas abaixo, a proposta de substituição do termo sublinhado no fragmento acima provocaria alterações na estrutura do período?
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Ver o lado bom das coisas talvez não seja boa ideia
Se você é daqueles que sempre vê uma luz no fim do túnel, cuidado, pode ser um trem vindo na direção contrária. Pelo menos é o que diz um estudo, publicado na última edição da revista Nature Neuroscience, segundo o qual a nossa bem conhecida _______ a ver a vida com lentes cor de rosa pode ser ruim no que diz respeito a guardar alertas de risco em uma parte-chave do cérebro.
Tali Sharot, professora do University College de Londres, ficava intrigada em ver como tantas pessoas – mesmo quando confrontadas durante um longo período com perspectivas desanimadoras – se (manter) teimosamente otimistas.
Para aprender mais, 19 voluntários foram convidados a participar de um experimento. Sharot e seus colegas monitoraram indivíduos com um scanner de ressonância magnética funcional, enquanto eram confrontados com situações cotidianas, variando de catastróficas a desagradáveis. Entre os 80 cenários evocados (estar) ter o carro roubado, ser demitido do emprego, desenvolver doença de Parkinson ou um câncer.
Quando estatística era pior, voluntário ignorava índice
Após cada desastre hipotético, pediu-se aos voluntários que avaliassem a possibilidade do infortúnio acontecer a eles. Enquanto ainda estavam no scanner, foram informados da probabilidade média real do risco.
Os cientistas descobriram que os voluntários revisaram suas estimativas iniciais, mas apenas quando os números reais foram menos sombrios. Se, por exemplo, (prever) uma probabilidade de 40% de contrair câncer, mas a probabilidade média resultou ser de 30%, eles demonstraram ser mais inclinados a ajustar sua estimativa claramente para baixo.
Mas se a probabilidade demonstrava ser pior do que originalmente se pensou, os voluntários simplesmente _________ a estatística real.
– Nosso estudo sugere que escolhemos a informação que ouvimos. Quanto mais otimistas, menos inclinados nos sentimos a sermos influenciados por informação negativa sobre o futuro – explicou.
_______? Nas leituras cerebrais, todos os participantes demonstraram atividade aumentada no lobo frontal – fortemente associado com o controle emocional – sempre que números reais eram melhores do que o esperado.
Mas quando as notícias foram mais terríveis do que o previsto, os voluntários que são mais otimistas demonstraram ter menor atividade no lobo frontal.
Sharot disse que o trabalho demonstrou que o otimismo desenfreado traz riscos imperceptíveis. – Ver o copo meio cheio em vez de meio vazio pode ser positivo: pode diminuir o estresse e a ansiedade e ser bom para nossa saúde. Mas também pode significar que estamos menos inclinados a tomar ações preventivas, como praticar sexo seguro ou economizar para a aposentadoria – diz.
(disponível em http://www.clicrbs.com.br/zerohora - publicado em 11.10.2011 – adaptação)
As lacunas das linhas 03, 22 e 25, considerando o correto uso das letras, ficam adequadamente preenchidas por:
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