Foram encontradas 120 questões.
Os itens que se seguem apresentam trechos adaptados de depoimentos de alunos da UNIPAMPA. Julgue-os quanto à obediência às normas gramaticais de emprego dos sinais de pontuação e das classes de palavras, assim como de organização sintática da oração e do período.
Desafios, temo-los todos os dias; imperfeições, esbarramos nelas a cada hora — o diferencial é como agimos diante deles.
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Esta história foi-me contada por uma flautista,
integrante de famosa orquestra que veio se apresentar na
cidade que se erguia no centro do país.
Sabendo que um projeto moderníssimo de
universidade estava ganhando corpo na cidade, os músicos
desejaram visitar as obras do auditório da universidade.
Comovidos pelo entardecer no cerrado e pelo sonho
de uma escola fincada no futuro, os músicos, entre escoras e
andaimes, pegaram os instrumentos e improvisaram um
concerto. Tocavam para homenagear a audácia e o engenho
dos desbravadores; tocavam para saudar a inteligência e o
espírito que, entre aquelas paredes, encontrariam alimento e
estímulo; tocavam para os operários que consolidavam o
sonho em argamassa, areia e tijolo; tocavam pela felicidade
de tocar.
Os operários aproximaram-se em silêncio
respeitoso, sintonizados numa densa emoção.
A música terminou e entre abraços e adeuses a
orquestra foi deixando o campus, embevecida de esperança.
Encaminhando-se para o ônibus, a flautista ouve um operário
comentar com seu companheiro: “Para mim eu sei que é
tarde, mas... quem sabe meu filho? Era uma escola assim que
eu queria para ele.”
A frase ecoa em meu pensamento semestre após
semestre. Sempre que começo um curso, busco esperançosa
os rostos jovens que vão chegando e me pergunto: algum de
seus filhos está aqui? Ou talvez algum de seus netos? Quero
encontrar entre os calouros um único rosto que me dê a
certeza de que aquele desejo se realizou.
Lucília Garcez. UnB 30 anos. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 1992, p. 321 (com adaptações)
Com base no texto acima, julgue os itens a seguir.
Em “aproximaram-se” (l.16) e “Encaminhando-se” (l.20), o pronome “se” indica reciprocidade da ação expressa pela forma verbal em ambos os casos.
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Esta história foi-me contada por uma flautista,
integrante de famosa orquestra que veio se apresentar na
cidade que se erguia no centro do país.
Sabendo que um projeto moderníssimo de
universidade estava ganhando corpo na cidade, os músicos
desejaram visitar as obras do auditório da universidade.
Comovidos pelo entardecer no cerrado e pelo sonho
de uma escola fincada no futuro, os músicos, entre escoras e
andaimes, pegaram os instrumentos e improvisaram um
concerto. Tocavam para homenagear a audácia e o engenho
dos desbravadores; tocavam para saudar a inteligência e o
espírito que, entre aquelas paredes, encontrariam alimento e
estímulo; tocavam para os operários que consolidavam o
sonho em argamassa, areia e tijolo; tocavam pela felicidade
de tocar.
Os operários aproximaram-se em silêncio
respeitoso, sintonizados numa densa emoção.
A música terminou e entre abraços e adeuses a
orquestra foi deixando o campus, embevecida de esperança.
Encaminhando-se para o ônibus, a flautista ouve um operário
comentar com seu companheiro: “Para mim eu sei que é
tarde, mas... quem sabe meu filho? Era uma escola assim que
eu queria para ele.”
A frase ecoa em meu pensamento semestre após
semestre. Sempre que começo um curso, busco esperançosa
os rostos jovens que vão chegando e me pergunto: algum de
seus filhos está aqui? Ou talvez algum de seus netos? Quero
encontrar entre os calouros um único rosto que me dê a
certeza de que aquele desejo se realizou.
Lucília Garcez. UnB 30 anos. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 1992, p. 321 (com adaptações)
Com base no texto acima, julgue os itens a seguir.
Na voz da flautista, o período “Comovidos (...) concerto” (l.7-10) estaria gramaticalmente correto se fosse dito assim: Todos ficamos comovidos pelo entardecer no cerrado e pelo sonho de uma escola fincada no futuro; então pegamos os instrumentos e ali mesmo, entre escoras e andaimes, improvisamos um concerto.
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Esta história foi-me contada por uma flautista,
integrante de famosa orquestra que veio se apresentar na
cidade que se erguia no centro do país.
Sabendo que um projeto moderníssimo de
universidade estava ganhando corpo na cidade, os músicos
desejaram visitar as obras do auditório da universidade.
Comovidos pelo entardecer no cerrado e pelo sonho
de uma escola fincada no futuro, os músicos, entre escoras e
andaimes, pegaram os instrumentos e improvisaram um
concerto. Tocavam para homenagear a audácia e o engenho
dos desbravadores; tocavam para saudar a inteligência e o
espírito que, entre aquelas paredes, encontrariam alimento e
estímulo; tocavam para os operários que consolidavam o
sonho em argamassa, areia e tijolo; tocavam pela felicidade
de tocar.
Os operários aproximaram-se em silêncio
respeitoso, sintonizados numa densa emoção.
A música terminou e entre abraços e adeuses a
orquestra foi deixando o campus, embevecida de esperança.
Encaminhando-se para o ônibus, a flautista ouve um operário
comentar com seu companheiro: “Para mim eu sei que é
tarde, mas... quem sabe meu filho? Era uma escola assim que
eu queria para ele.”
A frase ecoa em meu pensamento semestre após
semestre. Sempre que começo um curso, busco esperançosa
os rostos jovens que vão chegando e me pergunto: algum de
seus filhos está aqui? Ou talvez algum de seus netos? Quero
encontrar entre os calouros um único rosto que me dê a
certeza de que aquele desejo se realizou.
Lucília Garcez. UnB 30 anos. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 1992, p. 321 (com adaptações)
Com base no texto acima, julgue os itens a seguir.
Depois de ouvir a história de uma musicista, a autora do texto reproduziu-a, ocultando os próprios sentimentos.
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Esta história foi-me contada por uma flautista,
integrante de famosa orquestra que veio se apresentar na
cidade que se erguia no centro do país.
Sabendo que um projeto moderníssimo de
universidade estava ganhando corpo na cidade, os músicos
desejaram visitar as obras do auditório da universidade.
Comovidos pelo entardecer no cerrado e pelo sonho
de uma escola fincada no futuro, os músicos, entre escoras e
andaimes, pegaram os instrumentos e improvisaram um
concerto. Tocavam para homenagear a audácia e o engenho
dos desbravadores; tocavam para saudar a inteligência e o
espírito que, entre aquelas paredes, encontrariam alimento e
estímulo; tocavam para os operários que consolidavam o
sonho em argamassa, areia e tijolo; tocavam pela felicidade
de tocar.
Os operários aproximaram-se em silêncio
respeitoso, sintonizados numa densa emoção.
A música terminou e entre abraços e adeuses a
orquestra foi deixando o campus, embevecida de esperança.
Encaminhando-se para o ônibus, a flautista ouve um operário
comentar com seu companheiro: “Para mim eu sei que é
tarde, mas... quem sabe meu filho? Era uma escola assim que
eu queria para ele.”
A frase ecoa em meu pensamento semestre após
semestre. Sempre que começo um curso, busco esperançosa
os rostos jovens que vão chegando e me pergunto: algum de
seus filhos está aqui? Ou talvez algum de seus netos? Quero
encontrar entre os calouros um único rosto que me dê a
certeza de que aquele desejo se realizou.
Lucília Garcez. UnB 30 anos. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 1992, p. 321 (com adaptações)
Com base no texto acima, julgue os itens a seguir.
Quanto à tipologia textual, o texto caracteriza-se como uma narrativa.
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Nos tratamentos médicos realizados em ambiente hospitalar, a via parenteral é muito utilizada. A estabilidade das formulações utilizadas nesta via depende das características físico-químicas do princípio ativo, dos excipientes e dos veículos. Julgue os itens seguintes a respeito das formulações de uso parenteral.
Todos os componentes das preparações devem ser estéreis, isotônicos, isentos de materiais particulados e corantes e ainda apresentar alta pureza química e microbiológica.
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Os medicamentos apresentam-se em diferentes formas farmacêuticas, com o objetivo de facilitar a sua administração e obter o melhor efeito terapêutico do princípio ativo da formulação. A via oral é a mais utilizada (80%) nos tratamentos realizados fora do ambiente hospitalar. Com relação às formas farmacêuticas disponíveis para essa via, julgue os itens de 103 a 112.
Emulsões são formas farmacêuticas líquidas constituídas pela dispersão de duas fases imiscívies, uma de natureza hidrofílica e outra de natureza hipofílica, estabilizadas pelo agente emulsionante adequado.
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Julgue os itens de 81 a 85 a respeito de anestésicos, antibióticos, quimioterápicos e medicamentos que atuam nos sistemas respiratório e gastrintestinal.
Os anestésicos gerais são depressores do sistema nervoso central que produzem anestesia geral. Dependendo da cirurgia, podem ser administrados ao mesmo tempo que anestésicos inalatórios e intravenosos, objetivando maior efetividade da terapêutica.
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No que se refere às operações relacionadas à utilização e ao tratamento da água usada em laboratórios farmacêuticos, julgue os itens subsequentes.
A água purificada é muito utilizada na indústria farmacêutica e no controle de qualidade de seus produtos, por apresentar pH neutro e por não conter sais de metais pesados, esporos, fungos ou bactérias.
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- LegislaçãoLei 9.394/1996: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
- Temas Educacionais Pedagógicos
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional — Lei n.º 9.394/1996 — reorganizou os níveis escolares, classificando-os em duas etapas: educação básica e educação superior. Com base nessa lei, julgue os próximos itens.
A partir dessa lei, a educação especial pode ser definida como aquela oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos portadores de necessidades especiais.
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