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Foram encontradas 60 questões.

757990 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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Faz parte da democracia e da tripartição dos poderes, que a atividade administrativa deve ser controlada para o bem da coisa pública.
Assinale a alternativa CORRETA quanto ao controle administrativo.
 

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757937 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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Assinale a alternativa CORRETA sobre o princípio da autotutela.
 

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757170 Ano: 2015
Disciplina: Arquivologia
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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Considere os nomes: 1) Adolfo Moraes Filho; 2) Tsu Tchou; 3) Adolfo Moraes; 4) Adriene Costa Brito; 5) Brendo de Assunção; 6) Julianne Gomes; 7) Aline Costa Brito; 8) Dr. Adolfo Moraes Neto; 9) Brenda de Assunção; 10) Lucas Mendes Amoras; e, 11) Anne Dias.

Assinale a alternativa CORRETA quanto à ordem das pastas, considerando que os seus dossiês deverão ser arquivados pelo Método Alfabético e, em estrita observância às Regras de Alfabetação.

 

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757152 Ano: 2015
Disciplina: Arquivologia
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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Em âmbito internacional, as discussões em torno da consolidação de uma terminologia arquivística remontam:
 

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757147 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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Greve nas universidades federais agrava crise após corte de verba
Com dificuldades para fechar as contas devido aos cortes de repasses da União, as universidades federais do país terão de lidar nas próximas semanas com greves de servidores e de docentes.
Funcionários das federais decidiram parar em todo o país por tempo indeterminado a partir desta quinta (28). Eles pedem reposição de 27% de perdas salariais durante o governo Dilma Rousseff.
"Estamos sem resposta à nossa pauta de reivindicações que foi entregue atualizada no ano passado", diz Rogério Marzola, coordenador-geral da federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico- Administrativos. Divididos, os professores ainda discutem em assembleias se irão aderir à greve.
As entidades temem que o corte de R$ 9,4 bilhões na educação, anunciado pelo governo, aprofunde a crise – a redução das verbas já tem afetado o funcionamento das instituições, causando demissões e suspensão de contratos.
Um ato nesta semana na federal da Bahia exigiu a normalização dos repasses. "Vivemos diariamente diante da 'escolha de Sofia' de escolher qual fornecedor pagar", diz o reitor João Carlos Salles.
Segundo ele, a universidade tem recebido recursos 30% menores que o previsto desde o início do ano.
Os cortes atingem outras universidades, como a Unifesp de São José dos Campos (a 97 km de SP).
Com despesa mensal de R$ 485 mil, desde o final de 2014 a instituição tem recebido R$ 330 mil. Ao todo, 26 funcionários foram demitidos. Até os contratos de manutenção de elevadores e do sistema de ar condicionado foram afetados.
No campus de Santos da Unifesp, onde os professores devem fazer uma paralisação na sexta (29), o repasse mensal tem sido de R$ 720 mil, 22% a menos do que no mesmo período do ano passado.
No Rio, a UFRJ chegou a suspender as aulas na semana passada após atraso no pagamento de funcionários terceirizados. Em assembleia nesta quarta (27), os docentes votaram em favor de uma greve.
"Não resta outra alternativa senão a greve.
Corremos o risco de termos perdas", afirma Paulo Rizzo, presidente da Andes (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior).
Já os professores ligados à Proifes (federação de sindicatos de professores das federais), que representa 11 sindicatos, são contrários à paralisação neste momento. "Por enquanto, nós entendemos que as negociações estão em curso e que o governo ainda não se posicionou", diz Eduardo Rolim de Oliveira, presidente da federação.
O Ministério da Educação informa que tem atuado para garantir os recursos necessários ao funcionamento das universidades e afirma que os repasses têm sido normalizados desde março.
Contudo, informa que as universidades têm autonomia administrativa e que, "após a liberação financeira, não possui qualquer ingerência sobre os processos de pagamento".
João Pedro Pitombo e Estêvão Bertoni
www.folha.uol.com.br (28/05/2015)
Da leitura do texto podemos AFIRMAR que o mesmo enfoca, prioritariamente:
 

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754387 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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Dentre os poderes da Administração, destacam-se o poder de polícia.
Sobre esse poder, marque a assertiva CORRETA.
 

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750423 Ano: 2015
Disciplina: Arquivologia
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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Antônio Amaparino começou a trabalhar em uma empresa amapaense que mantém departamentos em outros Estados do país. Assim, após cumprir as etapas do plano de gestão de documentos, ele decidiu que o método ideal de arquivamento é o Geográfico por Estado.

Considerando as pastas de correspondentes somente das cidades do Estado Pará a seguir:

Pará:

1. Abaetetuba:

1. José Marajó

2. Júlio Belém

2. Belém:

1. Abadessa Janaína

2. Bruna Salinas

3. Raimundo Marabá

3. Santarém

1. Marco Mosqueiro

2. Aline Tucuruí

4. Marabá

1. Fernanda Breves

2. Rústico Afuá

Sabendo que a ordem das cidades é a que está fora dos parênteses e, a ordem dos correspondentes é a que está dentro dos parênteses, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA da ordenação das pastas no arquivo.

 

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750149 Ano: 2015
Disciplina: Arquivologia
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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Fase da organização de um arquivo na qual se examina o estatuto, os regimentos, os regulamentos, outras normas, bem como, se estuda o organograma e outros documentos da instituição mantenedora do arquivo.
Assinale a alternativa CORRETA quanto ao descrito acima:
 

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750056 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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Em uma planilha do Excel 2007, o usuário digitou o número 2 na célula C1, em seguida digitou a fórmula "=C1*C1" na célula C2, e em seguida
copiou a célula C2 e a colou nas células C3, C4 e C5. Qual o valor que será apresentado na célula C5?
 

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749695 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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Greve nas universidades federais agrava crise após corte de verba
Com dificuldades para fechar as contas devido aos cortes de repasses da União, as universidades federais do país terão de lidar nas próximas semanas com greves de servidores e de docentes.
Funcionários das federais decidiram parar em todo o país por tempo indeterminado a partir desta quinta (28). Eles pedem reposição de 27% de perdas salariais durante o governo Dilma Rousseff.
"Estamos sem resposta à nossa pauta de reivindicações que foi entregue atualizada no ano passado", diz Rogério Marzola, coordenador-geral da federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico- Administrativos. Divididos, os professores ainda discutem em assembleias se irão aderir à greve.
As entidades temem que o corte de R$ 9,4 bilhões na educação, anunciado pelo governo, aprofunde a crise – a redução das verbas já tem afetado o funcionamento das instituições, causando demissões e suspensão de contratos.
Um ato nesta semana na federal da Bahia exigiu a normalização dos repasses. "Vivemos diariamente diante da 'escolha de Sofia' de escolher qual fornecedor pagar", diz o reitor João Carlos Salles.
Segundo ele, a universidade tem recebido recursos 30% menores que o previsto desde o início do ano.
Os cortes atingem outras universidades, como a Unifesp de São José dos Campos (a 97 km de SP).
Com despesa mensal de R$ 485 mil, desde o final de 2014 a instituição tem recebido R$ 330 mil. Ao todo, 26 funcionários foram demitidos. Até os contratos de manutenção de elevadores e do sistema de ar condicionado foram afetados.
No campus de Santos da Unifesp, onde os professores devem fazer uma paralisação na sexta (29), o repasse mensal tem sido de R$ 720 mil, 22% a menos do que no mesmo período do ano passado.
No Rio, a UFRJ chegou a suspender as aulas na semana passada após atraso no pagamento de funcionários terceirizados. Em assembleia nesta quarta (27), os docentes votaram em favor de uma greve.
"Não resta outra alternativa senão a greve.
Corremos o risco de termos perdas", afirma Paulo Rizzo, presidente da Andes (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior).
Já os professores ligados à Proifes (federação de sindicatos de professores das federais), que representa 11 sindicatos, são contrários à paralisação neste momento. "Por enquanto, nós entendemos que as negociações estão em curso e que o governo ainda não se posicionou", diz Eduardo Rolim de Oliveira, presidente da federação.
O Ministério da Educação informa que tem atuado para garantir os recursos necessários ao funcionamento das universidades e afirma que os repasses têm sido normalizados desde março.
Contudo, informa que as universidades têm autonomia administrativa e que, "após a liberação financeira, não possui qualquer ingerência sobre os processos de pagamento".
João Pedro Pitombo e Estêvão Bertoni
www.folha.uol.com.br (28/05/2015)
No fragmento “Após a liberação financeira, não possui qualquer ingerência sobre os processos de pagamento”. A palavra destacada pode ser substituída sem prejuízo de sentido por:
 

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