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Foram encontradas 50 questões.

1365870 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
A licitação é o procedimento utilizado pelo Poder Público para adquirir, alienar, locar bens, contratar a execução de obra ou serviço, no que se refere especificamente a modalidade de pregão pode-se dizer que:
 

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1365378 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
Com relação ao MS Word, o parágrafo descrito na figura abaixo, possui um recurso denominado hiperlink, onde se pode criar um vínculo (link) entre o texto selecionado e um recurso (arquivo, página, documento da web, e-mail, etc.) qualquer dentro do computador ou na Internet.
Enunciado 1365378-1
I. Para remover o hiperlink do texto www.google.com, clique com o botão direito do mouse no texto com hiperlink, em seguida clique na opção Enunciado 1365378-2.
II. Para acessar o endereço do hiperlink www.google.com, clique com o botão direito do mouse sobre o texto do hiperlink, em seguida clique na opção Enunciado 1365378-3
III. Para acessar o endereço do hiperlink www.google.com, mantenha a tecla CRTL pressionada e clique com o botão esquerdo do mouse sobre o texto do hiperlink.
Com relação às proposições acima, pode-se afirmar que:
 

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1363990 Ano: 2012
Disciplina: Economia
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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Uma das formas para medir o desenvolvimento econômico de um país é por meio do capital humano. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) vem sendo usado desde 1993, pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Esse índice leva em consideração uma série de parâmetros, como:
 

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1360494 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
Utilize o texto I para responder a questão.
Profissionalismo como religião
Logo que mudei para a França, tive de levar meu carro para consertar. Ao buscá-lo, perguntei se havia ficado bom. O mecânico não entendeu. Na cabeça dele, se entregou a chave e a conta, nada mais a esclarecer sobre o conserto. Mais à frente, decidi atapetar um quartinho. O tapeceiro propôs uma solução que me pareceu complicada. Perguntei se não poderia, simplesmente, colar o tapete. O homem se empertigou: ”O senhor pode colar, mas, como sou profissional, eu não posso fazer isso”. Pronunciou a palavra “profissional” com solenidade e demarcou um fosso entre o que permite a prática consagrada e o que lambões e pobres mortais como eu podem perpetrar.
Acostumamo-nos com a ideia de que, se pagamos mais ou menos, conseguimos algo mais ou menos. Para a excelência, pagamos generosamente. Mas lembremo-nos das milenares corporações de ofício, com suas tradições e rituais. Na Europa, e alhures, aprender um ofício era como uma conversão religiosa. O aprendiz passava a acreditar naquela profissão e nos seus cânones. Padrões de qualidade eram cobrados durante todo o aprendizado. Ao fim do ciclo de sete anos, o aprendiz produzia a sua “obra prima” (obra primeira), a fim de evidenciar que atingira os níveis de perfeição exigidos. Em Troyes, na França, há um museu com as melhores peças elaboradas para demonstrar maestria na profissão. Carpinteiros alardeavam o seu virtuosismo pela construção meticulosa das suas caixas de ferramentas. Na Alemanha, sobrevivem em algumas corporações de ofício as vestimentas tradicionais. Para carpinteiros, terno de veludo preto, calça boca de sino e chapéu de aba larga. É com orgulho que exibem nas ruas esses trajes.
Essa incursão na história das corporações serve para realçar que nem só de mercado vive o mundo atual. Aqueles países com forte tradição de profissionalismo disso se beneficiam vastamente. Nada de fiscalizar para ver se ficou benfeito. O fiscal severo e intransigente está de prontidão dentro do profissional. É pena que os sindicatos, herdeiros das corporações, pouco se ocupem hoje de qualidade e virtuosismo. Se pagarmos com magnanimidade, o verdadeiro profissional executará a obra com perfeição. Se pagarmos miseravelmente, ele a executará com igual perfeição. É assim, ele só sabe fazer bem, pois incorporou a ideologia da perfeição. Não apenas não sabe fazer de qualquer jeito, mas sua felicidade se constrói na busca da excelência. Sociedades sem tradição de profissionalismo precisam de exércitos de tomadores de conta (que terminam por subtrair do que poderia ser pago a um profissional com sua própria fiscalização interior). Nelas, capricho é uma religião com poucos seguidores. Sai benfeito quando alguém espreita. Sai matado quando ninguém está olhando.
Existe relação entre o que pagamos e a qualidade obtida. Mas não é só isso. O profissionalismo define padrões de conduta e excelência que não estão à venda. Verniz sem rugas traz felicidade a quem o aplicou. Juntas não têm gretas, mesmo em locais que não estão à vista. Ou seja, foram feitas para a paz interior do marceneiro e não para o cliente, incapaz de perceber diferenças. A lâmina do formão pode fazer a barba do seu dono. O lanterneiro fica feliz se ninguém reconhece que o carro foi batido. Onde entra uma chave de estria, não se usa chave aberta na porca. Alicate nela? Nem pensar! Essa tradição de qualidade nas profissões manuais é caudatária das corporações medievais. Mas sobrevive hoje, em maior ou menor grau, em todo mundo do trabalho. O cirurgião quer fazer uma sutura perfeita. Para o advogado, há uma beleza indescritível em uma petição bem lavrada, que o cliente jamais notará. Quantas dezenas de vezes tive de retrabalhar os parágrafos deste ensaio?
Tudo funciona melhor em uma sociedade em que domina o profissionalismo de sua força de trabalho. Mas isso só acontecerá como resultado de muito esforço em lapidar os profissionais. Isso leva tempo e custa dinheiro. É preciso uma combinação harmônica entre aprender o gesto profissional, desenvolver a inteligência que o orienta e o processo quase litúrgico de transmissão dos valores do ofício. Em tempo: amadores não formam profissionais.
Fonte: CASTRO, Cláudio de Moura. In: Revista VEJA, n.
2219, p.28.
Entre diversos argumentos para sustentar sua tese do que seria um profissional, o autor permite entrever ser aquele:
 

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1357164 Ano: 2012
Disciplina: Economia
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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Identifique, abaixo, a estrutura de mercado que apresenta as seguintes características: um mercado em que existem poucos compradores e muitos vendedores; compradores conseguem impor um preço de compra dos produtos aos produtores de forma que o preço de compra não deve desestimular a produção. Essas características são correspondentes ao:
 

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1356918 Ano: 2012
Disciplina: Conhecimentos Bancários
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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O Banco Central do Brasil (BACEN) publicou a nova fórmula de remuneração da poupança. Esta nova rentabilidade entrou em vigor no início de maio do corrente ano e tem como principal objetivo possibilitar que o Governo consiga reduzir mais as taxas de juros sem que a poupança se torne uma aplicação mais atrativa do que fundos DI e títulos públicos.
Fonte: Texto adaptado de:
http://economia.uol.com.br/ultimasnoticias/
infomoney/2012/05/31/apos-copom-bc-publicacircular-
com-novas-regras-para-calculo-da-poupanca.jhtm.
Acesso em: 17/07/2012.
Dos índices abaixo, os que estabelecem diretamente a nova remuneração da poupança são:
 

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1356577 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP

No que se refere aos princípios administrativos, é CORRETO afirmar que:

 

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1356295 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
Utilize o texto I para responder a questão.
Profissionalismo como religião
Logo que mudei para a França, tive de levar meu carro para consertar. Ao buscá-lo, perguntei se havia ficado bom. O mecânico não entendeu. Na cabeça dele, se entregou a chave e a conta, nada mais a esclarecer sobre o conserto. Mais à frente, decidi atapetar um quartinho. O tapeceiro propôs uma solução que me pareceu complicada. Perguntei se não poderia, simplesmente, colar o tapete. O homem se empertigou: ”O senhor pode colar, mas, como sou profissional, eu não posso fazer isso”. Pronunciou a palavra “profissional” com solenidade e demarcou um fosso entre o que permite a prática consagrada e o que lambões e pobres mortais como eu podem perpetrar.
Acostumamo-nos com a ideia de que, se pagamos mais ou menos, conseguimos algo mais ou menos. Para a excelência, pagamos generosamente. Mas lembremo-nos das milenares corporações de ofício, com suas tradições e rituais. Na Europa, e alhures, aprender um ofício era como uma conversão religiosa. O aprendiz passava a acreditar naquela profissão e nos seus cânones. Padrões de qualidade eram cobrados durante todo o aprendizado. Ao fim do ciclo de sete anos, o aprendiz produzia a sua “obra prima” (obra primeira), a fim de evidenciar que atingira os níveis de perfeição exigidos. Em Troyes, na França, há um museu com as melhores peças elaboradas para demonstrar maestria na profissão. Carpinteiros alardeavam o seu virtuosismo pela construção meticulosa das suas caixas de ferramentas. Na Alemanha, sobrevivem em algumas corporações de ofício as vestimentas tradicionais. Para carpinteiros, terno de veludo preto, calça boca de sino e chapéu de aba larga. É com orgulho que exibem nas ruas esses trajes.
Essa incursão na história das corporações serve para realçar que nem só de mercado vive o mundo atual. Aqueles países com forte tradição de profissionalismo disso se beneficiam vastamente. Nada de fiscalizar para ver se ficou benfeito. O fiscal severo e intransigente está de prontidão dentro do profissional. É pena que os sindicatos, herdeiros das corporações, pouco se ocupem hoje de qualidade e virtuosismo. Se pagarmos com magnanimidade, o verdadeiro profissional executará a obra com perfeição. Se pagarmos miseravelmente, ele a executará com igual perfeição. É assim, ele só sabe fazer bem, pois incorporou a ideologia da perfeição. Não apenas não sabe fazer de qualquer jeito, mas sua felicidade se constrói na busca da excelência. Sociedades sem tradição de profissionalismo precisam de exércitos de tomadores de conta (que terminam por subtrair do que poderia ser pago a um profissional com sua própria fiscalização interior). Nelas, capricho é uma religião com poucos seguidores. Sai benfeito quando alguém espreita. Sai matado quando ninguém está olhando.
Existe relação entre o que pagamos e a qualidade obtida. Mas não é só isso. O profissionalismo define padrões de conduta e excelência que não estão à venda. Verniz sem rugas traz felicidade a quem o aplicou. Juntas não têm gretas, mesmo em locais que não estão à vista. Ou seja, foram feitas para a paz interior do marceneiro e não para o cliente, incapaz de perceber diferenças. A lâmina do formão pode fazer a barba do seu dono. O lanterneiro fica feliz se ninguém reconhece que o carro foi batido. Onde entra uma chave de estria, não se usa chave aberta na porca. Alicate nela? Nem pensar! Essa tradição de qualidade nas profissões manuais é caudatária das corporações medievais. Mas sobrevive hoje, em maior ou menor grau, em todo mundo do trabalho. O cirurgião quer fazer uma sutura perfeita. Para o advogado, há uma beleza indescritível em uma petição bem lavrada, que o cliente jamais notará. Quantas dezenas de vezes tive de retrabalhar os parágrafos deste ensaio?
Tudo funciona melhor em uma sociedade em que domina o profissionalismo de sua força de trabalho. Mas isso só acontecerá como resultado de muito esforço em lapidar os profissionais. Isso leva tempo e custa dinheiro. É preciso uma combinação harmônica entre aprender o gesto profissional, desenvolver a inteligência que o orienta e o processo quase litúrgico de transmissão dos valores do ofício. Em tempo: amadores não formam profissionais.
Fonte: CASTRO, Cláudio de Moura. In: Revista VEJA, n.
2219, p.28.
Sobre profissionalismo, a leitura do texto permite inferir que:
 

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1355880 Ano: 2012
Disciplina: Economia
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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O Plano Nacional de Desestatização (PND), lançado em 1990, foi um passo para o processo de privatização brasileiro. A partir de então, as privatizações foram prioridades na política econômica do governo, principalmente do presidente Fernando Henrique Cardoso. Foram incluídas, na lista de empresas privatizáveis, algumas das grandes empresas estatais, estabelecidas nas décadas de 1950 a 1970.
Das alternativas abaixo, indique a opção que reflete o objetivo deste programa:
 

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1355815 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
Com relação ao Sistema Operacional Windows, para remover um objeto do computador definitivamente deve-se:
 

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