Magna Concursos

Foram encontradas 37 questões.

3190902 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: UNICENTRO

Leia o poema para responder às questões 7 e 8 :

MAR PORTUGUÊS

Ó mar salgado, quanto do teu sal

São lágrimas de Portugal!

Por te cruzarmos, quantas mães choraram,

Quantos filhos em vão rezaram!

Quantas noivas ficaram por casar

Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena

Se a alma não é pequena.

Quem quer passar além do Bojador

Tem que passar além da dor.

Deus ao mar o perigo e o abismo deu,

Mas nele é que espelhou o céu.

(Fernando Pessoa, in Mensagem) Disponível em: https://nova-acropole.org.br/blog/mar-portuguesfernando-pessoa/. Acesso 5 de junho de 2022.

Que efeito de sentido produz o verbo flexionado na primeira pessoa do plural “cruzarmos” no terceiro verso da primeira estrofe?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3190901 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: UNICENTRO

Texto para as questões 5 e 6

Enunciado 3448446-1

O que provocou a dupla interpretação da pergunta da professora, produzindo o efeito humorístico do texto?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3190900 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: UNICENTRO

Texto para as questões 5 e 6

Enunciado 3448445-1

Charge é um gênero textual carregado de ironia que reflete situações do cotidiano. A charge em questão tem como objetivo principal:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3190899 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: UNICENTRO

A propaganda abaixo é a base para a questão número 4:

Enunciado 3448444-1

Disponível em: <https://acontecendoaqui.com.br/propaganda/seterb-e-free-alertam-sobre-bebida-edirecao-no-maio-amarelo/>>Acesso em 6 de junho de 2022.

O Movimento Maio Amarelo nasceu com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo. Um dos temas mais abordados é a combinação nada perfeita do álcool e direção. Analisando o anúncio em questão, é possível afirmar que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3190898 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: UNICENTRO

Leia o texto para responder às questões 1 a 3

A DITADURA DO BEM-ESTAR

Tudo começou com um cristal. Afinal, que mal uma simples pedrinha pode fazer? Não que fosse estranha a esoterismos. Como muitos de sua geração, cresceu lendo seu horóscopo diariamente nos jornais e sites, ouvindo como a astrologia é coisa de gente jovem, bonita, legal e descolada. Tanto que pediu para uma amiga fazer seu mapa astral, e ficou impressionada em como achou que lhe descrevia tão bem, exatamente como esperava para uma libriana como ela.

Já na academia que frequentava, o papo era outro. Carboidratos eram um veneno. Açúcares então, nem pensar. Pode nem a frutose daquela sua maçã diária de que tanto gostava. Isso sem contar os venenos “de verdade” que colocavam na comida: agrotóxicos. Por isso, procurava só comprar produtos orgânicos, ovos de “galinhas felizes”, reduzindo o consumo de carnes, “cheias de hormônios e antibióticos”. Compensava as possíveis deficiências nutricionais da dieta com suplementos, sem deixar de lado, claro, o colágeno para a pele.

A personagem é fictícia, mas suas atitudes e decisões, bem reais e comuns num mundo em que o bem-estar se transformou, de uma sensação subjetiva de satisfação pessoal, em uma poderosa ferramenta de marketing, que se aproveita de sentimentos e atitudes inerentes à condição humana, como desejo, medo e tristeza, para alimentar lucrativos mercados, de livros de autoajuda a “milagrosos”, e caríssimos, cremes “antienvelhecimento” (não é por nada que o apelo à emoção também é uma estratégia muito usada na disseminação de desinformação e fake news, dos movimentos antivacina às mais mirabolantes teorias conspiratórias).

Um dos segredos por trás deste crescimento é o chamado “marketing do medo”, aponta Nick Tiller, pesquisador em fisiologia aplicada da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), em artigo recente para a revista Skeptical Inquirer. “Na sua essência, o marketing baseado no medo é um argumento emocional”, explica. “O marketing do medo é tão eficaz porque ele explora o ‘viés de pessimismo’ – a tendência de nos anteciparmos a eventos negativos para melhor evitá-los. A publicidade baseada no medo estimula o sistema nervoso simpático, e a subsequente liberação de cortisol e adrenalina. Ansiedade é o resultado, seguida pela urgência em agir para ‘reduzir esta ansiedade adotando, continuando, descontinuando ou evitando um determinado curso de ação’. Em outras palavras, más notícias e medo chamam nossa atenção, ativando nossos instintos de sobrevivência primitivos e provocando poderosos efeitos psicológicos”.

Cesar Baima é jornalista e editor-assistente da Revista Questão de Ciência

Disponível em: https://www.revistaquestaodeciencia. com.br/artigo/2022/05/26/ditadura-do-bem-estar. Acesso em 5 de junho de 2022.

A frase “Tanto que pediu para uma amiga fazer seu mapa astral, e ficou impressionada em como achou que lhe descrevia tão bem” se refere à

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3190897 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: UNICENTRO

Leia o texto para responder às questões 1 a 3

A DITADURA DO BEM-ESTAR

Tudo começou com um cristal. Afinal, que mal uma simples pedrinha pode fazer? Não que fosse estranha a esoterismos. Como muitos de sua geração, cresceu lendo seu horóscopo diariamente nos jornais e sites, ouvindo como a astrologia é coisa de gente jovem, bonita, legal e descolada. Tanto que pediu para uma amiga fazer seu mapa astral, e ficou impressionada em como achou que lhe descrevia tão bem, exatamente como esperava para uma libriana como ela.

Já na academia que frequentava, o papo era outro. Carboidratos eram um veneno. Açúcares então, nem pensar. Pode nem a frutose daquela sua maçã diária de que tanto gostava. Isso sem contar os venenos “de verdade” que colocavam na comida: agrotóxicos. Por isso, procurava só comprar produtos orgânicos, ovos de “galinhas felizes”, reduzindo o consumo de carnes, “cheias de hormônios e antibióticos”. Compensava as possíveis deficiências nutricionais da dieta com suplementos, sem deixar de lado, claro, o colágeno para a pele.

A personagem é fictícia, mas suas atitudes e decisões, bem reais e comuns num mundo em que o bem-estar se transformou, de uma sensação subjetiva de satisfação pessoal, em uma poderosa ferramenta de marketing, que se aproveita de sentimentos e atitudes inerentes à condição humana, como desejo, medo e tristeza, para alimentar lucrativos mercados, de livros de autoajuda a “milagrosos”, e caríssimos, cremes “antienvelhecimento” (não é por nada que o apelo à emoção também é uma estratégia muito usada na disseminação de desinformação e fake news, dos movimentos antivacina às mais mirabolantes teorias conspiratórias).

Um dos segredos por trás deste crescimento é o chamado “marketing do medo”, aponta Nick Tiller, pesquisador em fisiologia aplicada da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), em artigo recente para a revista Skeptical Inquirer. “Na sua essência, o marketing baseado no medo é um argumento emocional”, explica. “O marketing do medo é tão eficaz porque ele explora o ‘viés de pessimismo’ – a tendência de nos anteciparmos a eventos negativos para melhor evitá-los. A publicidade baseada no medo estimula o sistema nervoso simpático, e a subsequente liberação de cortisol e adrenalina. Ansiedade é o resultado, seguida pela urgência em agir para ‘reduzir esta ansiedade adotando, continuando, descontinuando ou evitando um determinado curso de ação’. Em outras palavras, más notícias e medo chamam nossa atenção, ativando nossos instintos de sobrevivência primitivos e provocando poderosos efeitos psicológicos”.

Cesar Baima é jornalista e editor-assistente da Revista Questão de Ciência

Disponível em: https://www.revistaquestaodeciencia. com.br/artigo/2022/05/26/ditadura-do-bem-estar. Acesso em 5 de junho de 2022.

O texto é classificado como um artigo de opinião, gênero argumentativo no qual se defende um ponto de vista. Aponte a alternativa em que são apresentados argumentos para o convencimento do leitor em potencial acerca da tese defendida.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3190896 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: UNICENTRO

Leia o texto para responder às questões 1 a 3

A DITADURA DO BEM-ESTAR

Tudo começou com um cristal. Afinal, que mal uma simples pedrinha pode fazer? Não que fosse estranha a esoterismos. Como muitos de sua geração, cresceu lendo seu horóscopo diariamente nos jornais e sites, ouvindo como a astrologia é coisa de gente jovem, bonita, legal e descolada. Tanto que pediu para uma amiga fazer seu mapa astral, e ficou impressionada em como achou que lhe descrevia tão bem, exatamente como esperava para uma libriana como ela.

Já na academia que frequentava, o papo era outro. Carboidratos eram um veneno. Açúcares então, nem pensar. Pode nem a frutose daquela sua maçã diária de que tanto gostava. Isso sem contar os venenos “de verdade” que colocavam na comida: agrotóxicos. Por isso, procurava só comprar produtos orgânicos, ovos de “galinhas felizes”, reduzindo o consumo de carnes, “cheias de hormônios e antibióticos”. Compensava as possíveis deficiências nutricionais da dieta com suplementos, sem deixar de lado, claro, o colágeno para a pele.

A personagem é fictícia, mas suas atitudes e decisões, bem reais e comuns num mundo em que o bem-estar se transformou, de uma sensação subjetiva de satisfação pessoal, em uma poderosa ferramenta de marketing, que se aproveita de sentimentos e atitudes inerentes à condição humana, como desejo, medo e tristeza, para alimentar lucrativos mercados, de livros de autoajuda a “milagrosos”, e caríssimos, cremes “antienvelhecimento” (não é por nada que o apelo à emoção também é uma estratégia muito usada na disseminação de desinformação e fake news, dos movimentos antivacina às mais mirabolantes teorias conspiratórias).

Um dos segredos por trás deste crescimento é o chamado “marketing do medo”, aponta Nick Tiller, pesquisador em fisiologia aplicada da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), em artigo recente para a revista Skeptical Inquirer. “Na sua essência, o marketing baseado no medo é um argumento emocional”, explica. “O marketing do medo é tão eficaz porque ele explora o ‘viés de pessimismo’ – a tendência de nos anteciparmos a eventos negativos para melhor evitá-los. A publicidade baseada no medo estimula o sistema nervoso simpático, e a subsequente liberação de cortisol e adrenalina. Ansiedade é o resultado, seguida pela urgência em agir para ‘reduzir esta ansiedade adotando, continuando, descontinuando ou evitando um determinado curso de ação’. Em outras palavras, más notícias e medo chamam nossa atenção, ativando nossos instintos de sobrevivência primitivos e provocando poderosos efeitos psicológicos”.

Cesar Baima é jornalista e editor-assistente da Revista Questão de Ciência

Disponível em: https://www.revistaquestaodeciencia. com.br/artigo/2022/05/26/ditadura-do-bem-estar. Acesso em 5 de junho de 2022.

O texto, inserido na Revista Questão de Ciência, aborda uma questão relacionada ao marketing do medo, segundo as ideias do autor, expostas no artigo, podemos afirmar que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas