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O avanço da medicina passa necessariamente pela evolução tecnológica dos microscópios. As figuras seguintes mostram alguns modelos de microscópios usados em diferentes épocas.

Um dos modelos mais usados no dia-a-dia é o microscópio óptico composto cujas imagens são amplificadas usando-se combinações de lentes convergentes. A figura abaixo representa a trajetória dos raios luminosos em um microscópio óptico com duas lentes convergentes — uma objetiva e outra ocular —, com diferentes pontos focais (F) e imagens (I).

Com relação a esse dispositivo e suas aplicações, julgue os próximos itens.
No esquema apresentado, o aumento linear transversal que se verifica na imagem I2, com relação ao tamanho do objeto, decorre dos aumentos lineares devidos à objetiva e à ocular.
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A figura a seguir mostra, esquematicamente, a força (F) exercida pelo músculo do bíceps ao segurar um objeto de massa m. Considere que dc seja a distância da origem (O) ao centro de massa do conjunto formado pelo antebraço e pela mão, do, a distância do centro de massa do objeto à origem e dm, a distância do ponto de inserção do músculo no osso até a origem, que varia de pessoa para pessoa.

Tendo como base essas informações, julgue os itens subseqüentes.
Para que o sistema braço/objeto permaneça em equilíbrio estático, é necessário que as seguintes condições estejam presentes:
I a soma vetorial de todas as forças externas que agem sobre o sistema seja igual a zero, e II a soma vetorial de todos os torques externos que agem sobre o sistema seja igual a zero.
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A figura a seguir mostra, esquematicamente, a força (F) exercida pelo músculo do bíceps ao segurar um objeto de massa m. Considere que dc seja a distância da origem (O) ao centro de massa do conjunto formado pelo antebraço e pela mão, do, a distância do centro de massa do objeto à origem e dm, a distância do ponto de inserção do músculo no osso até a origem, que varia de pessoa para pessoa.

Tendo como base essas informações, julgue os itens subseqüentes.
Quanto menor for a distância dm, menor será a força F exercida pelo bíceps para deslocar verticalmente o objeto de massa m.
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O desfibrilador
O coração humano é composto por um grande número de células musculares com capacidade de contração rítmica. Em um coração saudável, essas células funcionam em sincronismo. Entretanto, pode ocorrer, devido a eventos externos ou a alguma patologia, que as células percam o sincronismo, gerando diversas arritmias perigosas, como a fibrilação ventricular, que podem levar à morte do indivíduo. Uma maneira de fazer com que as células readquiram o sincronismo adequado é forçar a passagem, pelo músculo cardíaco, de um pulso de corrente elétrica com alta intensidade e curta duração. Em boa parte dos casos, essa operação, denominada desfibrilação, faz que o coração volte ao seu funcionamento normal.
O equipamento que permite a desfibrilação é denominado desfibrilador. Nesse aparelho, uma grande quantidade de carga elétrica é armazenada por um capacitor e depois liberada para o corpo humano em um curto período de tempo. O circuito a seguir ilustra, de forma
conceitual, o funcionamento do desfibrilador. Nesse modelo, a fonte V carrega o capacitor, e quando a chave é movida para a posição 2 a tensão armazenada é aplicada ao paciente, causando a passagem de corrente no seu tórax.

Assumindo que a impedância elétrica entre as palhetas, que corresponde à impedância do corpo do paciente, é representada pelo resistor mostrado no circuito, julgue os itens seguintes.
Depois que a chave é movida para a posição 2, a carga armazenada nos capacitores irá causar a passagem de corrente elétrica no tórax do paciente. Porém, com a passagem do tempo, essa corrente tenderá a zero.
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O desfibrilador
O coração humano é composto por um grande número de células musculares com capacidade de contração rítmica. Em um coração saudável, essas células funcionam em sincronismo. Entretanto, pode ocorrer, devido a eventos externos ou a alguma patologia, que as células percam o sincronismo, gerando diversas arritmias perigosas, como a fibrilação ventricular, que podem levar à morte do indivíduo. Uma maneira de fazer com que as células readquiram o sincronismo adequado é forçar a passagem, pelo músculo cardíaco, de um pulso de corrente elétrica com alta intensidade e curta duração. Em boa parte dos casos, essa operação, denominada desfibrilação, faz que o coração volte ao seu funcionamento normal.
O equipamento que permite a desfibrilação é denominado desfibrilador. Nesse aparelho, uma grande quantidade de carga elétrica é armazenada por um capacitor e depois liberada para o corpo humano em um curto período de tempo. O circuito a seguir ilustra, de forma
conceitual, o funcionamento do desfibrilador. Nesse modelo, a fonte V carrega o capacitor, e quando a chave é movida para a posição 2 a tensão armazenada é aplicada ao paciente, causando a passagem de corrente no seu tórax.

Assumindo que a impedância elétrica entre as palhetas, que corresponde à impedância do corpo do paciente, é representada pelo resistor mostrado no circuito, julgue os itens seguintes.
A resistência elétrica do circuito dissipará energia térmica quando submetidas a correntes elétricas.
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O desfibrilador
O coração humano é composto por um grande número de células musculares com capacidade de contração rítmica. Em um coração saudável, essas células funcionam em sincronismo. Entretanto, pode ocorrer, devido a eventos externos ou a alguma patologia, que as células percam o sincronismo, gerando diversas arritmias perigosas, como a fibrilação ventricular, que podem levar à morte do indivíduo. Uma maneira de fazer com que as células readquiram o sincronismo adequado é forçar a passagem, pelo músculo cardíaco, de um pulso de corrente elétrica com alta intensidade e curta duração. Em boa parte dos casos, essa operação, denominada desfibrilação, faz que o coração volte ao seu funcionamento normal.
O equipamento que permite a desfibrilação é denominado desfibrilador. Nesse aparelho, uma grande quantidade de carga elétrica é armazenada por um capacitor e depois liberada para o corpo humano em um curto período de tempo. O circuito a seguir ilustra, de forma
conceitual, o funcionamento do desfibrilador. Nesse modelo, a fonte V carrega o capacitor, e quando a chave é movida para a posição 2 a tensão armazenada é aplicada ao paciente, causando a passagem de corrente no seu tórax.

Assumindo que a impedância elétrica entre as palhetas, que corresponde à impedância do corpo do paciente, é representada pelo resistor mostrado no circuito, julgue os itens seguintes.
Com a chave ligada na posição 1 e o capacitor inicialmente descarregado, a corrente elétrica na malha A do circuito terá o sentido anti-horário.
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O desfibrilador
O coração humano é composto por um grande número de células musculares com capacidade de contração rítmica. Em um coração saudável, essas células funcionam em sincronismo. Entretanto, pode ocorrer, devido a eventos externos ou a alguma patologia, que as células percam o sincronismo, gerando diversas arritmias perigosas, como a fibrilação ventricular, que podem levar à morte do indivíduo. Uma maneira de fazer com que as células readquiram o sincronismo adequado é forçar a passagem, pelo músculo cardíaco, de um pulso de corrente elétrica com alta intensidade e curta duração. Em boa parte dos casos, essa operação, denominada desfibrilação, faz que o coração volte ao seu funcionamento normal.
O equipamento que permite a desfibrilação é denominado desfibrilador. Nesse aparelho, uma grande quantidade de carga elétrica é armazenada por um capacitor e depois liberada para o corpo humano em um curto período de tempo. O circuito a seguir ilustra, de forma
conceitual, o funcionamento do desfibrilador. Nesse modelo, a fonte V carrega o capacitor, e quando a chave é movida para a posição 2 a tensão armazenada é aplicada ao paciente, causando a passagem de corrente no seu tórax.

Assumindo que a impedância elétrica entre as palhetas, que corresponde à impedância do corpo do paciente, é representada pelo resistor mostrado no circuito, julgue os itens seguintes.
Se todos os componentes do circuito forem ideais, a chave estiver na posição 1 e o capacitor estiver completamente carregado, então, a corrente nesse circuito será constante e não-nula.
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O desfibrilador
O coração humano é composto por um grande número de células musculares com capacidade de contração rítmica. Em um coração saudável, essas células funcionam em sincronismo. Entretanto, pode ocorrer, devido a eventos externos ou a alguma patologia, que as células percam o sincronismo, gerando diversas arritmias perigosas, como a fibrilação ventricular, que podem levar à morte do indivíduo. Uma maneira de fazer com que as células readquiram o sincronismo adequado é forçar a passagem, pelo músculo cardíaco, de um pulso de corrente elétrica com alta intensidade e curta duração. Em boa parte dos casos, essa operação, denominada desfibrilação, faz que o coração volte ao seu funcionamento normal.
O equipamento que permite a desfibrilação é denominado desfibrilador. Nesse aparelho, uma grande quantidade de carga elétrica é armazenada por um capacitor e depois liberada para o corpo humano em um curto período de tempo. O circuito a seguir ilustra, de forma
conceitual, o funcionamento do desfibrilador. Nesse modelo, a fonte V carrega o capacitor, e quando a chave é movida para a posição 2 a tensão armazenada é aplicada ao paciente, causando a passagem de corrente no seu tórax.

Assumindo que a impedância elétrica entre as palhetas, que corresponde à impedância do corpo do paciente, é representada pelo resistor mostrado no circuito, julgue os itens seguintes.
Caso cada um dos dois capacitores mostrados na figura tenha capacitância igual a 16 \( μ \)F, então a capacitância equivalente da associação em paralelo desses dois capacitores é igual 8 \( μ \)F.
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Un pas de géant dans la quête des cellules souches
Deux équipes de chercheurs, l’une américaine, l’autre japonaise, annoncent au même moment avoir réussi à transformer des cellules humaines issues de la peau en cellules souches. Ces cellules sont capables de se transformer en cellules de plus de 220 autres types. Les médecins rêvent de pouvoir les cultiver pour remplacer les cellules endommagées de n’importe quel organe.
L’équipe américaine a identifié quatre gènes et les a introduits dans les cellules grâce à un rétrovirus. Sur 10.000 cellules ainsi manipulées, une donne naissance à une lignée de cellules souches. L’équipe japonaise a abouti à un résultat très proche. Les chercheurs japonais ont appliqué à des cellules prélevées sur le visage d’une femme une méthode semblable. Mais le résultat final paraît plus rentable, avec une lignée de cellules souches pour 5.000 cellules manipulées.
La technique présente un risque majeur: l’utilisation de rétrovirus pour introduire les gènes provoque parfois des tumeurs, ce qui limite pour l’instant l’application de cette méthode. Cet obstacle pourrait être surmonté grâce à d’autres techniques comme les adénovirus ou les protéines recombinantes.
Mais les implications de ces deux études sont énormes. La technique permet d’imaginer un traitement pour un patient à partir de sa propre peau, donc sans rejet. Et en utilisant la peau, la méthode fait tomber les barrières éthiques qui pèsent sur l’utilisation de foetus.
Internet: <www.lefigaro.fr> (adapté).
D’après les informations du texte, jugez les propositions suivantes.
La transformation des cellules humaines issues de la peau en cellules souches permet d’éviter l’utilisation d’embryons humains.
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Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Evolución de la medicina
De hombre sano a hombre enfermo
Los microorganismos deben tener una puerta de entrada en el hombre sano. Estas vías de penetración pueden ser:
< digestiva u oral: a través de la boca, forma en que se producen enfermedades como el cólera y la hepatitis;
< ocular: caso en que la entrada del germen patógeno es el ojo, lo que provoca, por ejemplo, la conjuntivitis;
< epidérmica: mediante la piel. Como se produce, por ejemplo, el impétigo;
< respiratoria o nasal: los microorganismos penetran a través de las fosas nasales (nariz). El resfrío y la gripe se contagian por esta vía.
El organismo posee varias barreras que hacen más difícil la penetración de los microorganismos a su interior.
Una de estas barreras es la piel, que tiene un cierto grosor y hace más difícil la entrada de los microbios al cuerpo. Esto no es así cuando presenta algún tipo de lesión o herida. Aquellos lugares que no están cubiertos por piel, tienen un tejido muy fino que los cubre llamado mucosa, cuya función es producir una secreción (sustancia) que atrapa a los microbios que entran por las cavidades u orificios naturales del cuerpo (boca, fosas nasales, ano, orificio uretral, orificio vaginal) donde estaE se encuentra. También, cumplen una función defensiva la saliva, las lágrimas y las secreciones nasales. Si los microorganismos logran atravesar la piel, actúa la segunda barrera defensiva: los glóbulos blancos.
Internet: <www.proyectosalonhogar.com> (con adaptaciones).
Con respecto a las ideas y las estructuras lingüísticas del texto de arriba, es correcto afirmar que
la palabra “esta” (l.23) ejerce en el texto la función de adjetivo.
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