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Um técnico mecânico recebe um cabeçote em alumínio de um motor de automóvel com um parafuso quebrado dentro do furo. A fim de removê-lo, este técnico deverá utilizar uma broca e, em seguida, um macho para fazer uma nova rosca. Além do macho, para realizar a rosca manualmente e da forma correta, este técnico irá precisar de um acessório muito importante, que é o
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Um funcionário de um laboratório de usinagem irá efetuar a preparação de uma máquina fresadora universal para a confecção de uma engrenagem cilíndrica de dentes helicoidais. Esta engrenagem deverá ter 52 dentes, módulo 2 e ângulo de hélice de 38º à esquerda.
Este operador deverá:
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Um operador, após a operação de torneamento cilíndrico externo de um aço ABNT 1045, observa que o acabamento da peça usinada não está bom.
A peça está com aspecto áspero e apresenta riscos na superfície. Em relação às causas do acabamento ruim, assinale a alternativa INCORRETA.
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O Art. 240, da Lei 8.112 de 11 de dezembro de 1990, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, determina que ao servidor público civil é assegurado, nos termos da Constituição Federal, o direito à livre associação sindical e os seguintes direitos, entre outros, dela decorrentes.
Assinale a alternativa que NÃO representa um direito inerente à associação sindical.
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Emergentes, mas limpinhos
Um dos tópicos mais quentes da reunião da convenção do clima, que reuniu representantes de dezenas de países em Lima na semana passada, foi a divisão de tarefas entre ricos e pobres. Essa tem sido uma das principais controvérsias nas negociações de um acordo internacional para enfrentar as mudanças climáticas. O aquecimento do planeta é provocado pela emissão de gases, como o carbônico e o metano, emitidos pela queima de combustíveis fósseis de carros e termelétricas, por esgotos e pela destruição de florestas. Reduzir essas emissões poderá trazer ganhos a longo prazo, mas, em alguns casos, gera constrangimentos econômicos no presente.
O Brasil introduziu na negociação do Protocolo de Kyoto, nos anos 1990, o princípio da responsabilidade comum, mas diferente dos países. Por esse princípio, os maiores sacrifícios devem caber aos países ricos, que emitiram, por mais de um século, gases poluentes (eles continuam na atmosfera até hoje). As nações pobres e emergentes deveriam contar com uma cota de poluição reservada a sua trajetória de crescimento. Na última década, o peso poluidor dos emergentes cresceu. A China tornou-se a economia que mais contribuiu para o aquecimento global, por causa de suas usinas de carvão. Neste ano, as emissões per capita chinesas ultrapassaram as da União Europeia. As da Índia deverão ultrapassar em 2019.
Se as emissões globais continuarem a crescer, o clima provocará mais tragédias, como secas e furacões. Para todos, principalmente para os países mais vulneráveis. O Brasil tende a se alinhar com os outros países emergentes. De um ponto de vista estratégico, seria mais interessante estabelecer metas rigorosas de reduções de emissões para todos. Graças a nossa produção hidroelétrica e ao programa etanol, o Brasil tem uma das menores emissões de gases per capita do mundo. Se todos os países fossem obrigados a se ajustar, ganharíamos investimentos industriais e teríamos uma economia mais competitiva internacionalmente.
Época, 15 de dezembro de 2014, p.11.
Na última década, o peso poluidor dos emergentes cresceu. A China tornou-se a economia que mais contribuiu para o aquecimento global, por causa de suas usinas de carvão.
Qual é o termo que pode substituir o ponto final do trecho acima, entre o primeiro e o segundo período, sem comprometer seu sentido?
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Emergentes, mas limpinhos
Um dos tópicos mais quentes da reunião da convenção do clima, que reuniu representantes de dezenas de países em Lima na semana passada, foi a divisão de tarefas entre ricos e pobres. Essa tem sido uma das principais controvérsias nas negociações de um acordo internacional para enfrentar as mudanças climáticasa. O aquecimento do planeta é provocado pela emissão de gases, como o carbônico e o metano, emitidos pela queima de combustíveis fósseis de carros e termelétricas, por esgotos e pela destruição de florestas. Reduzir essas emissões poderá trazer ganhos a longo prazob, mas, em alguns casos, gera constrangimentos econômicos no presente.
O Brasil introduziu na negociação do Protocolo de Kyoto, nos anos 1990, o princípio da responsabilidade comum, mas diferente dos países. Por esse princípio, os maiores sacrifícios devem caber aos países ricos, que emitiram, por mais de um século, gases poluentes (eles continuam na atmosfera até hoje). As nações pobres e emergentes deveriam contar com uma cota de poluição reservada a sua trajetória de crescimento. Na última década, o peso poluidor dos emergentes cresceu. A China tornou-se a economia que mais contribuiu para o aquecimento global, por causa de suas usinas de carvão. Neste ano, as emissões per capita chinesas ultrapassaram as da União Europeia. As da Índia deverão ultrapassar em 2019.
Se as emissões globais continuarem a crescer, o clima provocará mais tragédiasc, como secas e furacões. Para todos, principalmente para os países mais vulneráveis. O Brasil tende a se alinhar com os outros países emergentes. De um ponto de vista estratégico, seria mais interessante estabelecer metas rigorosas de reduções de emissões para todos. Graças a nossa produção hidroelétrica e ao programa etanol, o Brasil tem uma das menores emissões de gases per capita do mundo. Se todos os países fossem obrigados a se ajustar, ganharíamos investimentos industriais e teríamos uma economia mais competitiva internacionalmente.d
Época, 15 de dezembro de 2014, p.11.
Assinale a alternativa, em que a relação entre as sentenças NÃO expressa causa e consequência.
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Emergentes, mas limpinhos
Um dos tópicos mais quentes da reunião da convenção do clima, que reuniu representantes de dezenas de países em Lima na semana passada, foi a divisão de tarefas entre ricos e pobres. Essa tem sido uma das principais controvérsias nas negociações de um acordo internacional para enfrentar as mudanças climáticas. O aquecimento do planeta é provocado pela emissão de gases, como o carbônico e o metano, emitidos pela queima de combustíveis fósseis de carros e termelétricas, por esgotos e pela destruição de florestas. Reduzir essas emissões poderá trazer ganhos a longo prazo, mas, em alguns casos, gera constrangimentos econômicos no presente.
O Brasil introduziu na negociação do Protocolo de Kyoto, nos anos 1990, o princípio da responsabilidade comum, mas diferente dos países. Por esse princípio, os maiores sacrifícios devem caber aos países ricos, que emitiram, por mais de um século, gases poluentes (eles continuam na atmosfera até hoje). As nações pobres e emergentes deveriam contar com uma cota de poluição reservada a sua trajetória de crescimento. Na última década, o peso poluidor dos emergentes cresceu. A China tornou-se a economia que mais contribuiu para o aquecimento global, por causa de suas usinas de carvão. Neste ano, as emissões per capita chinesas ultrapassaram as da União Europeia. As da Índia deverão ultrapassar em 2019.
Se as emissões globais continuarem a crescer, o clima provocará mais tragédias, como secas e furacões. Para todos, principalmente para os países mais vulneráveis. O Brasil tende a se alinhar com os outros países emergentes. De um ponto de vista estratégico, seria mais interessante estabelecer metas rigorosas de reduções de emissões para todos. Graças a nossa produção hidroelétrica e ao programa etanol, o Brasil tem uma das menores emissões de gases per capita do mundo. Se todos os países fossem obrigados a se ajustar, ganharíamos investimentos industriais e teríamos uma economia mais competitiva internacionalmente.
Época, 15 de dezembro de 2014, p.11.
O aquecimento do planeta é provocado pela emissão de gases, como o carbônico e o metano, emitidos pela queima de combustíveis fósseis de carros e termelétricas, por esgotos e pela destruição de florestas.
O trecho acima caracteriza-se como uma
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Um dos tópicos mais quentes da reunião da convenção do clima, que reuniu representantes de dezenas de países em Lima na semana passada, foi a divisão de tarefas entre ricos e pobres. Essa tem sido uma das principais controvérsias nas negociações de um acordo internacional para enfrentar as mudanças climáticas. O aquecimento do planeta é provocado pela emissão de gases, como o carbônico e o metano, emitidos pela queima de combustíveis fósseis de carros e termelétricas, por esgotos e pela destruição de florestas. Reduzir essas emissões poderá trazer ganhos a longo prazo, mas, em alguns casos, gera constrangimentos econômicos no presente.
O Brasil introduziu na negociação do Protocolo de Kyoto, nos anos 1990, o princípio da responsabilidade comum, mas diferente dos países. Por esse princípio, os maiores sacrifícios devem caber aos países ricos, que emitiram, por mais de um século, gases poluentes (eles continuam na atmosfera até hoje). As nações pobres e emergentes deveriam contar com uma cota de poluição reservada a sua trajetória de crescimento. Na última década, o peso poluidor dos emergentes cresceu. A China tornou-se a economia que mais contribuiu para o aquecimento global, por causa de suas usinas de carvão. Neste ano, as emissões per capita chinesas ultrapassaram as da União Europeia. As da Índia deverão ultrapassar em 2019.
Se as emissões globais continuarem a crescer, o clima provocará mais tragédias, como secas e furacões. Para todos, principalmente para os países mais vulneráveis. O Brasil tende a se alinhar com os outros países emergentes. De um ponto de vista estratégico, seria mais interessante estabelecer metas rigorosas de reduções de emissões para todos. Graças a nossa produção hidroelétrica e ao programa etanol, o Brasil tem uma das menores emissões de gases per capita do mundo. Se todos os países fossem obrigados a se ajustar, ganharíamos investimentos industriais e teríamos uma economia mais competitiva internacionalmente.
Época, 15 de dezembro de 2014, p.11.
[...] os maiores sacrifícios devem caber aos países ricos, que emitiram, por mais de um século, gases poluentes [...]
No fragmento acima, o trecho em negrito tem por função:
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Emergentes, mas limpinhos
Um dos tópicos mais quentes da reunião da convenção do clima, que reuniu representantes de dezenas de países em Lima na semana passada, foi a divisão de tarefas entre ricos e pobres. Essa tem sido uma das principais controvérsias nas negociações de um acordo internacional para enfrentar as mudanças climáticasb. O aquecimento do planeta é provocado pela emissão de gases, como o carbônico e o metano, emitidos pela queima de combustíveis fósseis de carros e termelétricas, por esgotos e pela destruição de florestas. Reduzir essas emissões poderá trazer ganhos a longo prazo, mas, em alguns casos, gera constrangimentos econômicos no presente.
O Brasil introduziu na negociação do Protocolo de Kyoto, nos anos 1990, o princípio da responsabilidade comum, mas diferente dos países. Por esse princípio, os maiores sacrifícios devem caber aos países ricos, que emitiram, por mais de um século, gases poluentes (eles continuam na atmosfera até hoje)c. As nações pobres e emergentes deveriam contar com uma cota de poluição reservada a sua trajetória de crescimento. Na última década, o peso poluidor dos emergentes cresceu. A China tornou-se a economia que mais contribuiu para o aquecimento global, por causa de suas usinas de carvão. Neste ano, as emissões per capita chinesas ultrapassaram as da União Europeiaa. As da Índia deverão ultrapassar em 2019.
Se as emissões globais continuarem a crescer, o clima provocará mais tragédias, como secas e furacões. Para todos, principalmente para os países mais vulneráveis. O Brasil tende a se alinhar com os outros países emergentes. De um ponto de vista estratégico, seria mais interessante estabelecer metas rigorosas de reduções de emissões para todosd. Graças a nossa produção hidroelétrica e ao programa etanol, o Brasil tem uma das menores emissões de gases per capita do mundo. Se todos os países fossem obrigados a se ajustar, ganharíamos investimentos industriais e teríamos uma economia mais competitiva internacionalmente.
Época, 15 de dezembro de 2014, p.11.
Assinale a alternativa, cujo referente NÃO foi identificado corretamente.
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Na Figura abaixo é apresentado um paquímetro vernier universal com as suas partes. Ele é muito utilizado em ambiente de usinagem.
Em relação a este paquímetro, assinale a alternativa correta.

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