Um aluno surdo cursando o 6º ano do ensino fundamental, incluído em uma escola regular e com a presença de intérprete de Libras, ao realizar uma avaliação escrita da disciplina de Geografia, apresenta bastante dificuldade quanto ao texto escrito – durante a leitura e também durante a elaboração das respostas. Dentre as opções abaixo, que atitude mostra-se mais adequada?
Em seu artigo sobre polissemia na Libras (LACERDA; SANTOS, 2014), em que aborda a questão da significação e do contexto nos usos da Libras, a autora Vânia Santiago (SANTIAGO, 2014) explora um aspecto pouco discutido sobre a gramática da Libras, sob a ótica da teoria enunciativa-discursiva proposta por Bakhtin. No referido texto, encontramos a seguinte afirmação a respeito da polissemia:
Karin Strobel, pesquisadora surda, em seu texto sobre representações da surdez e identidades surdas (QUADROS; PERLIN, 2007), apresenta diferentes concepções sobre a surdez, com enfoque na representação social e na representação do povo surdo. A autora afirma que:
Segundo Lacerda (2009) a atuação do Intérprete Educacional (IE) difere da atuação do Tradutor e Intérprete de Língua de Sinais (TILS) generalista. De acordo com a explanação da autora sobre a temática, pode-se afirmar que são funções do IE: