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Foram encontradas 40 questões.

1388054 Ano: 2008
Disciplina: Farmácia
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Tempo de Tromboplastina Parcial Ativado (TTPA) é o teste de escolha para avaliação da via intrínseca e comum da coagulação e para monitoração do uso de heparina clássica (não-fracionada). O TTPA está prolongado nas seguintes situações:
I. Nas deficiências dos fatores II, V, VIII, IX, X, XI, XII, fibrinogênio, precalicreína e quininogênio de alto peso molecular.
II. Na presença de inibidores inespecíficos circulantes (ex.: anticoagulante lúpico).
III. Na presença de inibidores específicos (ex.: antifator VIII).
IV. Na disfibrinogenemia, Coagulação Intravascular Disseminada (CID), insuficiência hepática e na presença de produtos de degradação de fibrina e fibrinogênio.
V. Na deficiência do fator VII da coagulação.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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O SERVIDOR VAI AO ENCONTRO DO POVO
Excertos, adaptados, de entrevista concedida
por Regina Pacheco
a Rosa Pecorelli; texto publicado
no site do Ministério do Planejamento,
Orçamento e Gestão em março de 2008.
Seis anos, 198 experiências premiadas e 607 servidores inscritos. O Concurso de Inovações na Gestão Pública Federal – Prêmio Hélio Beltrão (para ações de desburocratização) chega à sétima edição1. Segundo Regina Pacheco, da década de 1980 e início da década de 1990 para cá, os servidores vêm assumindo uma postura mais dinâmica em resposta à pressão da sociedade brasileira.
1. O servidor público está indo ao encontro do povo?
Temos notado, na premiação desse Concurso, que os servidores estão saindo das suas repartições para prestar serviços ao cidadão onde ele está. Esta é a lógica da nova gestão pública, da visão empreendedora: o servidor não organiza a prestação de serviço de acordo com a sua facilidade, mas com a necessidade do seu público-alvo. Assistimos ao uso de carros, barcos, satélites para ligar computadores nos confins da Amazônia; testemunhamos a existência de consulados itinerantes; ou seja, o foco do serviço está se voltando para o cidadão, deslocando-se da organização interna, da maneira como historicamente o servidor esteve acostumado a trabalhar.
2. Houve, então, uma mudança no perfil do servidor público?
Sim, mas principalmente há uma mudança na cultura, na mentalidade do servidor, e o Concurso de Inovações na Gestão Pública Federal espelha um pouco disso ao registrar as experiências de aprimoramento na gestão. Quando falamos em mudança de perfil, referimo-nos a escolaridade, qualificação, porcentagem de servidores com nível superior, o que, aliás, também está ocorrendo de maneira muito rápida. Em 2000, pela primeira vez na história da administração pública federal, mais da metade dos servidores tinha nível superior.
3. Qual postura a sociedade espera do servidor e do serviço público?
Mesmo nos países em que houve uma reforma de Estado mais profunda, mais radical, como Inglaterra, Nova Zelândia e Austrália, está muito claro que a sociedade quer um Estado atuante(c), saúde pública, educação, sistema de previdência confiável etc. Enfim, a sociedade exige um bom serviço público. Essa pressão é que está fazendo as coisas mudarem. É a pressão da sociedade sobre o servidor público. Acho que o brasileiro está reivindicando mais do serviço público(b), o que é bastante positivo. A exigência começa no básico, que é não aceitar mais corrupção e desvio de dinheiro, e vai até não aceitar ser mal atendido no balcão, seja ele um balcão de banco ou uma fila da Previdência.
4. E o servidor, o que pensa de tudo isso?
Ele não suporta mais conviver com a pecha de incompetente(a), daquele que ganha para não fazer nada. A imagem do serviço público do início do século XX, quando era um privilégio trabalhar na administração federal, mudou totalmente na década de 1980.(e) A partir daí virou vergonha ser servidor; ele passou a ter uma imagem de alguém que não dava certo em nada. Nas nossas discussões, em 1995, perguntávamo-nos como iríamos reverter a imagem de desvalorização, de incompetência, até porque é uma imagem injusta; afinal, mesmo nos momentos de maior crise do setor público, sempre existiram servidores negligentes, mas sempre houve uma boa quantidade de servidores comprometidos. O que está claro é que a imagem só vai mudar na hora em que a qualidade do serviço melhorar, quando o cidadão chegar a uma repartição e resolver o problema dele sem precisar voltar cinco vezes(d), sem ser empurrado daqui para lá porque o funcionário não sabe dar uma explicação, ou porque fica falando ao telefone por vários minutos. Trata-se, enfim, da formação de uma nova cultura do serviço público.
O texto focaliza uma mudança no comportamento da sociedade brasileira.
Assinale a alternativa que CONTÉM fragmento que comprova essa afirmação.
 

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O SERVIDOR VAI AO ENCONTRO DO POVO
Excertos, adaptados, de entrevista concedida
por Regina Pacheco
a Rosa Pecorelli; texto publicado
no site do Ministério do Planejamento,
Orçamento e Gestão em março de 2008.
Seis anos, 198 experiências premiadas e 607 servidores inscritos. O Concurso de Inovações na Gestão Pública Federal – Prêmio Hélio Beltrão (para ações de desburocratização) chega à sétima edição1. Segundo Regina Pacheco, da década de 1980 e início da década de 1990 para cá, os servidores vêm assumindo uma postura mais dinâmica em resposta à pressão da sociedade brasileira.
1. O servidor público está indo ao encontro do povo?
Temos notado, na premiação desse Concurso, que os servidores estão saindo das suas repartições para prestar serviços ao cidadão onde ele está. Esta é a lógica da nova gestão pública, da visão empreendedora: o servidor não organiza a prestação de serviço de acordo com a sua facilidade, mas com a necessidade do seu público-alvo. Assistimos ao uso de carros, barcos, satélites para ligar computadores nos confins da Amazônia; testemunhamos a existência de consulados itinerantes; ou seja, o foco do serviço está se voltando para o cidadão, deslocando-se da organização interna, da maneira como historicamente o servidor esteve acostumado a trabalhar.
2. Houve, então, uma mudança no perfil do servidor público?
Sim, mas principalmente há uma mudança na cultura, na mentalidade do servidor, e o Concurso de Inovações na Gestão Pública Federal espelha um pouco disso ao registrar as experiências de aprimoramento na gestão. Quando falamos em mudança de perfil, referimo-nos a escolaridade, qualificação, porcentagem de servidores com nível superior, o que, aliás, também está ocorrendo de maneira muito rápida. Em 2000, pela primeira vez na história da administração pública federal, mais da metade dos servidores tinha nível superior.
3. Qual postura a sociedade espera do servidor e do serviço público?
Mesmo nos países em que houve uma reforma de Estado mais profunda, mais radical, como Inglaterra, Nova Zelândia e Austrália, está muito claro que a sociedade quer um Estado atuante, saúde pública, educação, sistema de previdência confiável etc. Enfim, a sociedade exige um bom serviço público. Essa pressão é que está fazendo as coisas mudarem. É a pressão da sociedade sobre o servidor público. Acho que o brasileiro está reivindicando mais do serviço público, o que é bastante positivo. A exigência começa no básico, que é não aceitar mais corrupção e desvio de dinheiro, e vai até não aceitar ser mal atendido no balcão, seja ele um balcão de banco ou uma fila da Previdência.
4. E o servidor, o que pensa de tudo isso?
Ele não suporta mais conviver com a pecha de incompetente, daquele que ganha para não fazer nada. A imagem do serviço público do início do século XX, quando era um privilégio trabalhar na administração federal, mudou totalmente na década de 1980. A partir daí virou vergonha ser servidor; ele passou a ter uma imagem de alguém que não dava certo em nada. Nas nossas discussões, em 1995, perguntávamo-nos como iríamos reverter a imagem de desvalorização, de incompetência, até porque é uma imagem injusta; afinal, mesmo nos momentos de maior crise do setor público, sempre existiram servidores negligentes, mas sempre houve uma boa quantidade de servidores comprometidos. O que está claro é que a imagem só vai mudar na hora em que a qualidade do serviço melhorar, quando o cidadão chegar a uma repartição e resolver o problema dele sem precisar voltar cinco vezes, sem ser empurrado daqui para lá porque o funcionário não sabe dar uma explicação, ou porque fica falando ao telefone por vários minutos. Trata-se, enfim, da formação de uma nova cultura do serviço público.
Assinale a frase em que é CORRETO o emprego da vírgula.
 

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1382957 Ano: 2008
Disciplina: Farmácia
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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A tabela abaixo apresenta os resultados laboratoriais de 3 (três) pacientes (1, 2 e 3) e os valores de referência para cada exame.
Exame laboratorial Paciente 1 Paciente 2 Paciente 3 Valor de referência
Resultados dos exames bioquímicos no plasma e urina:
Creatinina plasmática 3,0 mg/dL 1,2 mg/dL 2,0 mg/dL 0,4 –1,2 mg/dL
Cistatina C
(plasmática)
Elevada Normal Elevada Normal
!$ \beta !$2-Microglobulina (urinária) Normal Elevada Normal Normal
Parâmetros químicos do exame de urina de rotina:
- Proteínas Vestígios Positivo (++) Positivo (+++) Negativo/Vestígios
- Hemoglobina Positivo (+) Negativo Positivo (++++) Negativo
- Nitrito Negativo Positivo Negativo Negativo
-Esterase de Leucócitos Negativo Positivo (+++) Vestígios Negativo
A figura abaixo representa o sedimento urinário de um dos 3 (três) pacientes.
Enunciado 1382957-1
Assinale, entre as alternativas abaixo, o paciente e sua provável indicação clínica.
 

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1382757 Ano: 2008
Disciplina: Farmácia
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Para monitorar o processo analítico e garantir a confiabilidade dos resultados no Laboratório Clínico, são adotados o Controle Interno da Qualidade e o Controle Externo da Qualidade.
Identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas.
( ) A exatidão é um conceito qualitativo cuja ausência, a inexatidão, pode ser mensurada pelo erro sistemático.
( ) O erro sistemático é a diferença entre o resultado obtido em uma medição e o “valor alvo” ou “valor aceito” como verdadeiro.
( ) A imprecisão é o grau da dispersão dos resultados, normalmente expresso em desvio padrão.
( ) A imprecisão é a diferença entre o resultado obtido em uma medição e o “valor alvo” ou “valor aceito” como verdadeiro.
( ) Verificação da calibração é o ato de demonstrar que um equipamento de medição apresenta desempenho dentro dos limites de aceitabilidade, em situação de uso.
Assinale a alternativa que apresenta a seqüência CORRETA, de cima para baixo.
 

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1381743 Ano: 2008
Disciplina: Farmácia
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) / ANVISA no 302, de 13/10/2005 – Regulamento Técnico para Funcionamento de Laboratórios Clínicos, no item 5.7.2, diz: “O Responsável Técnico pelo laboratório clínico e pelo posto de coleta laboratorial deve documentar o nível de biossegurança dos ambientes e/ou áreas, baseado nos procedimentos realizados, equipamentos e microrganismos envolvidos, adotando as medidas de segurança compatíveis”.
Para um laboratório de nível de Biossegurança 2, identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas.
( ) O pessoal de laboratório deverá ter um treinamento específico no manejo de agentes patogênicos e deve ser supervisionado por profissionais competentes.
( ) O acesso ao laboratório deve ser ilimitado durante os procedimentos.
( ) Em relação aos objetos perfurocortantes infectados devem ser tomadas precauções extremas.
( ) O uso de EPI (Equipamento de Proteção Individual) e EPC (Equipamento de Proteção Coletiva) são aplicáveis aos agentes designados para o nível de Biossegurança 2.
( ) Procedimentos nos quais exista a possibilidade de formação de aerossóis e borrifos infecciosos devem ser conduzidos em sala livre de contenção física.
Assinale a alternativa que apresenta a seqüência CORRETA, de cima para baixo.
 

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1381447 Ano: 2008
Disciplina: Farmácia
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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O hemograma é o exame complementar mais solicitado nas consultas médicas por ser coadjuvante indispensável no diagnóstico e no controle evolutivo das doenças infecciosas, doenças crônicas em geral, assim como no acompanhamento de quimioterapia e radioterapia.
Identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas com relação ao hemograma.
( ) As granulações tóxicas encontradas nos neutrófilos exprimem duração e gravidade de um processo inflamatório, mas também podem ser observadas durante o tratamento com corticóides.
( ) A anomalia de Pelger-Hüet é um defeito genético, autossômico dominante, sem significação patológica, da segmentação dos neutrófilos. Entretanto, pode ser relevante para o diagnóstico das síndromes mielodisplásicas.
( ) Na Mononucleose Infecciosa, infecção pelo vírus de Epstein-Barr (EBV), o leucograma nos quatro primeiros dias de febre mostra neutropenia e desvio à esquerda, com raros linfócitos atípicos. Dias depois, o leucograma torna-se característico e os linfócitos atípicos persistem de três a cinco semanas.
( ) A basofilia igual ou superior a 3% é um achado comum na Leucemia Linfóide Crônica.
( ) A monocitose acompanha a neutrofilia nos processos inflamatórios, porém é mais tardia e persiste na convalescença.
Assinale a alternativa que apresenta a seqüência CORRETA, de cima para baixo.
 

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1376503 Ano: 2008
Disciplina: Farmácia
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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É CORRETO afirmar que:
 

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O SERVIDOR VAI AO ENCONTRO DO POVO
Excertos, adaptados, de entrevista concedida
por Regina Pacheco
a Rosa Pecorelli; texto publicado
no site do Ministério do Planejamento,
Orçamento e Gestão em março de 2008.
Seis anos, 198 experiências premiadas e 607 servidores inscritos. O Concurso de Inovações na Gestão Pública Federal – Prêmio Hélio Beltrão (para ações de desburocratização) chega à sétima edição1. Segundo Regina Pacheco, da década de 1980 e início da década de 1990 para cá, os servidores vêm assumindo uma postura mais dinâmica em resposta à pressão da sociedade brasileira.
1. O servidor público está indo ao encontro do povo?
Temos notado, na premiação desse Concurso, que os servidores estão saindo das suas repartições para prestar serviços ao cidadão onde ele está. Esta é a lógica da nova gestão pública, da visão empreendedora: o servidor não organiza a prestação de serviço de acordo com a sua facilidade, mas com a necessidade do seu público-alvo. Assistimos ao uso de carros, barcos, satélites para ligar computadores nos confins da Amazônia; testemunhamos a existência de consulados itinerantes; ou seja, o foco do serviço está se voltando para o cidadão, deslocando-se da organização interna, da maneira como historicamente o servidor esteve acostumado a trabalhar.
2. Houve, então, uma mudança no perfil do servidor público?
Sim, mas principalmente há uma mudança na cultura, na mentalidade do servidor, e o Concurso de Inovações na Gestão Pública Federal espelha um pouco disso ao registrar as experiências de aprimoramento na gestão. Quando falamos em mudança de perfil, referimo-nos a escolaridade, qualificação, porcentagem de servidores com nível superior, o que, aliás, também está ocorrendo de maneira muito rápida. Em 2000, pela primeira vez na história da administração pública federal, mais da metade dos servidores tinha nível superior.
3. Qual postura a sociedade espera do servidor e do serviço público?
Mesmo nos países em que houve uma reforma de Estado mais profunda, mais radical, como Inglaterra, Nova Zelândia e Austrália, está muito claro que a sociedade quer um Estado atuante, saúde pública, educação, sistema de previdência confiável etc. Enfim, a sociedade exige um bom serviço público. Essa pressão é que está fazendo as coisas mudarem. É a pressão da sociedade sobre o servidor público. Acho que o brasileiro está reivindicando mais do serviço público, o que é bastante positivo. A exigência começa no básico, que é não aceitar mais corrupção e desvio de dinheiro, e vai até não aceitar ser mal atendido no balcão, seja ele um balcão de banco ou uma fila da Previdência.
4. E o servidor, o que pensa de tudo isso?
Ele não suporta mais conviver com a pecha de incompetente, daquele que ganha para não fazer nada. A imagem do serviço público do início do século XX, quando era um privilégio trabalhar na administração federal, mudou totalmente na década de 1980. A partir daí virou vergonha ser servidor; ele passou a ter uma imagem de alguém que não dava certo em nada. Nas nossas discussões, em 1995, perguntávamo-nos como iríamos reverter a imagem de desvalorização, de incompetência, até porque é uma imagem injusta; afinal, mesmo nos momentos de maior crise do setor público, sempre existiram servidores negligentes, mas sempre houve uma boa quantidade de servidores comprometidos. O que está claro é que a imagem só vai mudar na hora em que a qualidade do serviço melhorar, quando o cidadão chegar a uma repartição e resolver o problema dele sem precisar voltar cinco vezes, sem ser empurrado daqui para lá porque o funcionário não sabe dar uma explicação, ou porque fica falando ao telefone por vários minutos. Trata-se, enfim, da formação de uma nova cultura do serviço público.
Sobre o uso dos pronomes “disso” e “isso”, é CORRETO afirmar que:
 

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1373747 Ano: 2008
Disciplina: Farmácia
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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De acordo com as diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes (2007), é CORRETO afirmar que:
 

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