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Na UFS, há o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID). Esse programa visa inserir licenciandos, supervisores de escolas e coordenadores de área em um contexto dialógico com as tecnologias da comunicação e da informação, privilegiando a formação de futuros professores. Em relação ao PIBID, é correto afirmar:
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O problema da pesquisa na educação está na peculiaridade do objeto do conhecimento: os fenômenos educativos. A natureza do objeto de estudo determina as formas de conduzir esse tipo de pesquisa. Ao refletir sobre a pesquisa educacional na Educação Superior, um professor escreve quatro ideias num portfólio de reflexão, apresentadas nos itens a seguir.
| I | As metodologias da pesquisa na educação devem considerar o caráter objetivo, e não o subjetivo, visto que este reduz a confiabilidade desses estudos. |
| II | A pesquisa educacional deve ser realizada, fundamentalmente, tomando como base o controle experimental das variáveis de modo que se possa medi-las e controlá-las. |
| III | O contexto natural dos participantes tem uma importância relevante para se compreender dados da pesquisa. |
| IV | Na pesquisa educacional, é mais adequado pensar na "transferibilidade" dos resultados do que na “generalização” destes. |
As ideias do professor, coerentes com as novas epistemologias das ciências e, por isso, não compatíveis com a perspectiva positivista, são as que estão presentes nos itens
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A Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004, institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES. De acordo com essa lei, é correto afirmar:
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A inserção das novas Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs) demanda do professor um planejamento adequado, coerente com a natureza e as funções dessas ferramentas (recursos) para a formação profissional no Ensino Superior. Em relação ao planejamento para a inserção das TICs no ensino universitário, é correto afirmar:
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No Ensino Superior, a gestão pedagógica democrática é uma condição essencial para a qualidade na formação de profissionais, na elaboração de projetos e no seu desenvolvimento.
As afirmações a seguir referem-se a esse tipo de gestão.
| I | A gestão pedagógica deve-se fundamentar nos princípios clássicos de uma administração eficiente. |
| II | Envolver o setor produtivo nos processos de elaboração de Projetos de Ensino na Universidade distancia essa instituição de seus objetivos fundamentais. |
| III | A gestão democrática deve considerar a multiplicidade de possibilidades e de interesses na formação de profissionais. |
| IV | A formação ética e pautada em valores é essencial na gestão pedagógica universitária. |
Das afirmações, estão corretas
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Nas empresas, estrelas solitárias deixaram de ter valor
por Alfredo Assumpção
Já virou discurso popular: o momento da economia mundial exige profissionais cada vez mais qualificados, experientes e especializados. Para suprir isso, as empresas precisam, mais do que nunca, preparar seus talentos. Isso todo mundo já diz, o difícil é entender as razões e colocar em prática os planos de retenção.
Tudo começa com um processo de inserção cultural. As empresas nem sempre ligam o perfil do candidato ao perfil da posição, e contratam sem um estudo aprofundado de personalidades. Isso gera um desencontro, e logo o investimento vira prejuízo. Porque há que conhecer em profundidade os valores da pessoa sendo contratada e entender se esses valores são compatíveis aos valores da empresa. Então, falamos aqui de casamento cultural.
As pessoas precisam chegar às empresas para trabalharem gostando do que fazem. Só assim elas conseguem render em sua plenitude. Nessa hora, a pessoa é feliz. E a felicidade é fato determinante nos dias atuais. É importante encontrar a capacidade total daquele profissional e trabalhar em cima dela. Claro que o funcionário precisa querer ser desenvolvido, precisa acreditar na empresa, e precisa estar sempre atualizado. Mas isso é reflexo de uma escolha assertiva pelo profissional certo.
O problema de hoje é que o mundo acadêmico já não forma a tempo o executivo que o mundo corporativo precisa. Enquanto uma crise está sendo estudada na faculdade, outras já se instalaram, e por aí vai. O sistema capitalista ainda vive (como ilustrava Marx) de crise e recuperação. Quem provoca a crise? O capital humano. Quem resolve a crise? Outro capital humano. Assim, o capital que causou a crise torna-se obsoleto, deixando de se fazer necessário e dando margem para o sucesso de novo profissional, capaz de levantar a 21 empresa da crise e gerar lucro, até a próxima crise.
A diferença é que, quando Marx estudava o sistema, lá em 1844, as crises apareciam num intervalo médio de 10 anos. Havia tempo suficiente para entender a crise e ensinar em sala de aula como resolver aquele tipo de crise. Hoje, elas irrompem a cada 2 anos e afetam a economia global, porque tudo está interconectado. E a tendência é sempre aumentar a velocidade com que as crises aparecem devido à caoticidade da economia global. Por isso, o mundo acadêmico vive atrasado, mas isso não quer dizer que não tenha valor. O que importa é o mundo acadêmico entender, estando cada vez mais próximo para melhor servir, o mundo corporativo.
Encontrar e desenvolver o profissional qualificado são funções do líder, assim como transformá-lo em um talento. O papel do profissional é manter-se sempre atualizado, enfrentar desafios, não ter medo de errar, consertar os erros e entender que tudo que funciona se torna obsoleto rapidamente. É imprescindível que o executivo queira sempre inovar e se reinventar. Ele precisa estar em movimento como a economia. Precisa acompanhar o caminho, olhando o passado por um simples retrovisor de apenas 10 cm e acreditando que o para-brisa do carro tem quase 200 cm, o que nos obriga a ver e enxergar com prioridade o presente, quase que antevendo o futuro. O mundo acadêmico é quase o retrovisor. O para-brisa é o mundo corporativo. Se a empresa não mudar para entregar o melhor produto e pelo melhor preço a uma sociedade cada vez mais exigente, ela morre.
Da empresa, espera-se que encontre o ponto de equilíbrio entre a utilização da capacidade máxima dos talentos e a remuneração de acordo com o mercado, valendo-se de um sistema meritocrático, no qual os diferentes são remunerados de forma diferente. É importante estar sempre atento à remuneração dos concorrentes, e, se necessário, oferecer pacotes acima do mercado. A empresa também é um talento quando consegue aliar excelentes profissionais às suas crenças, valores e cultura organizacional.
Uma boa contratação é quase 90% do sucesso garantido da companhia. Empresários, foquem no seu Capital Humano e transformem seus times em constelações. Estrelas solitárias deixaram de ter valor. Agora joga-se com constelações. Do contrário, irão assistir de camarote o céu ficando escuro.
Disponível em:<www.cartacapital.com.br >. Acesso em: 28 mar.2014 [Adaptado]
Da empresa, espera-se que encontre o ponto de equilíbrio entre a utilização da capacidade máxima dos talentos e a remuneração de acordo com o mercado, valendo-se de um sistema meritocrático, no qual os diferentes são remunerados de forma diferente. É importante estar sempre atento à remuneração dos concorrentes, e, se necessário, oferecer pacotes acima do mercado.
O pronome no qual, une
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A partir da segunda metade do século XX, as novas tecnologias provocaram uma considerável mudança na forma de organização de muitas instituições de Ensino Superior como também nos seus processos de ensinar e aprender. No Brasil, a modalidade de Educação a Distância (EaD) foi adotada pelas instituições públicas somente em 2006, com a criação do sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), que nasce com o objetivo de promover o desenvolvimento dessa modalidade. Em relação a EaD na Educação Superior, é correto afirmar:
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A LDB/96 regulamenta, no nível nacional, a estrutura e o funcionamento da educação superior, tomando como premissa a definição do que é Educação Superior no Brasil. Para promover um debate sobre a educação superior no Brasil, foram solicitadas, a quatro dos participantes desse debate suas considerações sobre esse nível educacional, para se tornarem objeto da discussão caso não estivessem coerentes com o estabelecido na LDB/96.
As ideias por eles apresentadas para o debate foram:
| I | As universidades são instituições pluridisciplinares de formação de quadros profissionais de nível superior e nível médio, de pesquisa e de extensão. |
| II | As universidades devem se caracterizar por possuir um terço do corpo docente em regime de tempo integral. |
| III | Os recursos financeiros para a manutenção e desenvolvimento das instituições públicas e privadas de educação superior devem ser assegurados pela União, trimestralmente, no orçamento geral. |
| IV | Cursos sequenciais por campo de saberes de diferentes níveis de abrangência são ofertados pela educação superior. |
As ideias que devem ser debatidas no seminário pelo fato de NÃO corresponderem ao marco legal da LDB/96 estão nos itens
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Nas empresas, estrelas solitárias deixaram de ter valor
por Alfredo Assumpção
Já virou discurso popular: o momento da economia mundial exige profissionais cada vez mais qualificados, experientes e especializados. Para suprir isso, as empresas precisam, mais do que nunca, preparar seus talentos. Isso todo mundo já diz, o difícil é entender as razões e colocar em prática os planos de retenção.
Tudo começa com um processo de inserção cultural. As empresas nem sempre ligam o perfil do candidato ao perfil da posição, e contratam sem um estudo aprofundado de personalidades. Isso gera um desencontro, e logo o investimento vira prejuízo. Porque há que conhecer em profundidade os valores da pessoa sendo contratada e entender se esses valores são compatíveis aos valores da empresa. Então, falamos aqui de casamento cultural.
As pessoas precisam chegar às empresas para trabalharem gostando do que fazem. Só assim elas conseguem render em sua plenitude. Nessa hora, a pessoa é feliz. E a felicidade é fato determinante nos dias atuais. É importante encontrar a capacidade total daquele profissional e trabalhar em cima dela. Claro que o funcionário precisa querer ser desenvolvido, precisa acreditar na empresa, e precisa estar sempre atualizado. Mas isso é reflexo de uma escolha assertiva pelo profissional certo.
O problema de hoje é que o mundo acadêmico já não forma a tempo o executivo que o mundo corporativo precisa. Enquanto uma crise está sendo estudada na faculdade, outras já se instalaram, e por aí vai. O sistema capitalista ainda vive (como ilustrava Marx) de crise e recuperação. Quem provoca a crise? O capital humano. Quem resolve a crise? Outro capital humano. Assim, o capital que causou a crise torna-se obsoleto, deixando de se fazer necessário e dando margem para o sucesso de novo profissional, capaz de levantar a empresa da crise e gerar lucro, até a próxima crise.
A diferença é que, quando Marx estudava o sistema, lá em 1844, as crises apareciam num intervalo médio de 10 anos. Havia tempo suficiente para entender a crise e ensinar em sala de aula como resolver aquele tipo de crise. Hoje, elas irrompem a cada 2 anos e afetam a economia global, porque tudo está interconectado. E a tendência é sempre aumentar a velocidade com que as crises aparecem devido à caoticidade da economia global. Por isso, o mundo acadêmico vive atrasado, mas isso não quer dizer que não tenha valor. O que importa é o mundo acadêmico entender, estando cada vez mais próximo para melhor servir, o mundo corporativo.
Encontrar e desenvolver o profissional qualificado são funções do líder, assim como transformá-lo em um talento. O papel do profissional é manter-se sempre atualizado, enfrentar desafios, não ter medo de errar, consertar os erros e entender que tudo que funciona se torna obsoleto rapidamente. É imprescindível que o executivo queira sempre inovar e se reinventar. Ele precisa estar em movimento como a economia. Precisa acompanhar o caminho, olhando o passado por um simples retrovisor de apenas 10 cm e acreditando que o para-brisa do carro tem quase 200 cm, o que nos obriga a ver e enxergar com prioridade o presente, quase que antevendo o futuro. O mundo acadêmico é quase o retrovisor. O para-brisa é o mundo corporativo. Se a empresa não mudar para entregar o melhor produto e pelo melhor preço a uma sociedade cada vez mais exigente, ela morre.
Da empresa, espera-se que encontre o ponto de equilíbrio entre a utilização da capacidade máxima dos talentos e a remuneração de acordo com o mercado, valendo-se de um sistema meritocrático, no qual os diferentes são remunerados de forma diferente. É importante estar sempre atento à remuneração dos concorrentes, e, se necessário, oferecer pacotes acima do mercado. A empresa também é um talento quando consegue aliar excelentes profissionais às suas crenças, valores e cultura organizacional.
Uma boa contratação é quase 90% do sucesso garantido da companhia. Empresários, foquem no seu Capital Humano e transformem seus times em constelações. Estrelas solitárias deixaram de ter valor. Agora joga-se com constelações. Do contrário, irão assistir de camarote o céu ficando escuro.
Disponível em:<www.cartacapital.com.br >. Acesso em: 28 mar.2014 [Adaptado]
Para construir o ponto de vista sobre o tema, o autor
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Na UFS, o Conselho de Ensino, de Pesquisa e de Extensão (CONEPE) é o órgão normativo, deliberativo e consultivo superior em matéria de ensino, pesquisa e extensão. Nos itens a seguir, há quatro competências.
| I | Acompanhar e avaliar, do ponto de vista didático-pedagógico, a execução e o desenvolvimento das atividades de pesquisa. |
| II | Aprovar normas para o exercício e desenvolvimento das funções de extensão. |
| III | Aprovar, sob o aspecto didático-pedagógico, os planos de Pós-Graduação. |
| IV | Julgar recursos contra atos do Reitor. |
São competências do CONEPE apenas as que estão presentes nos itens
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