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Foram encontradas 50 questões.

1641485 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
O tutor de um felino foi em uma farmácia e solicitou ao balconista sem qualquer prescrição de um médico veterinário algum medicamento para utilizar em seu animal, pois o mesmo está faz 5 dias sem defecar. Foi comprado um enema muito popular à base de fosfato de sódio. Uma hora após o uso do enema, o felino apresentou-se com:
 

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1640915 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Foi admitido na UTI um canino oriundo do bloco cirúrgico e necessita de analgesia por mais algumas horas, devido ao procedimento cirúrgico ortopédico cruento. Devido à fluidoterapia de manutenção deste paciente, foi escolhido preparar uma outra solução que será ofertada no volume de 1ml/kg/hora e o opiáceo fentanila a ser acrescentado nesta solução será ofertado na dose de 5 microgramas/kg/hora. Será preparada uma solução em uma seringa de 20ml. A apresentação do fármaco fentanila é de 0,05mg/mL. Desse modo, será(ão) necessário(s):
 

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1635714 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
O pós-operatório imediato ou mesmo mediato de diversas condições podem ser marcados de complicações com risco iminente de óbito do animal merecendo internamento em UTI para monitoração e diversas condutas de modo que:
 

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1628776 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Condições que cursam com hemorragias não são incomuns no cenário hospitalar veterinário. Além das manobras clínicas e cirúrgicas, em algumas ocasiões há a necessidade do uso de fármacos para prover coagulação e hemostasia. Sendo assim,
 

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1614839 Ano: 2019
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Considerando um paciente canino com 60 kg de peso vivo submetido à cirurgia do trato digestório devido à dilatação e à torção gástrica. Será iniciado com nutrição parenteral parcial. A quantidade de calorias que deverá ser ofertada para este paciente em 24horas sem etapas será de:
 

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1611703 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
O Diabetes Mellitus é uma endocrinopatia que ocorre em cães e gatos, podendo culminar com a cetoacidose diabética. A cetoacidose diabética promove múltiplas alterações de ordem clínica, metabólica e laboratorial e por isto
 

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1611611 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
A dilatação gástrica seguida de vólvulo é uma emergência de ordem clínica e cirúrgica e onde se demandam cuidados intensivos em todo o pós-operatório. Uma das complicações são as arritmias, sendo que estas elevam as taxas de mortalidade em transoperatórios e pós-operatórios. Estudos têm demonstrado que a utilização precoce da lidocaína sem vasoconstritor pela via intravenosa em bollus seguido de infusão contínua podem reduzir as complicações do ritmo cardíaco. Em relação à lidocaína, é CORRETO afirmar:
 

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TEXTO II
VACINAS, PARA QUE AS QUERO?
O mecanismo que torna esses imunológicos mais duradouros ou não ainda segue sem resposta. Mas ninguém deveria duvidar de seu poderoso efeito protetor.
Em um momento em que os menos avisados suspeitam das vacinas, as autoridades em saúde pública e imunologia apresentam dados mostrando que, na realidade, as vacinas precisam, sim, ser inoculadas com mais frequência. Esse é o teor do artigo ‘Quanto tempo duram as vacinas?’, assinado pelo escritor e roteirista norte-americano Jon Cohen e publicado na prestigiosa revista Science, em abril de 2019. Nele, Cohen indaga, entre outros assuntos, por que o efeito protetor das vacinas contra a gripe dura tão pouco (em média, depois de 90 dias, a proteção começa a cair) e em outras, como as da varíola e da febre amarela, a ação é bem mais prolongada.
Alguns especialistas argumentam que certos vírus sofrem altas taxas de mutação e geram novos clones, que, por serem ligeiramente diferentes dos originais, não seriam reconhecidos pelas células do sistema imune. Mas, a coisa não é tão simples assim.
Ao estudar a caxumba (que ainda afeta os humanos), por exemplo, os epidemiologistas descobriram que a recorrência da doença acontece com mais frequência em uma determinada faixa etária (entre 18 e 29 anos de idade). Se a reinfecção dependesse apenas de mutações, todas as idades deveriam ser igualmente afetadas. Assim, o enigma perdura.
No entanto, o consenso entre os imunologistas especializados em vacinas é que, de fato, precisamos de mais exposição aos agentes infecciosos ou às próprias vacinas. Em outras palavras, no caso da gripe, teríamos que tomar doses seguidas da vacina a fim de aumentar seu efeito protetor. Em razão desses achados, os pesquisadores chegaram até a criticar a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de recomendar que a vacina contra a febre amarela devesse ser inoculada apenas uma vez, isto é, seria uma vacina vitalícia.
A necessidade da exposição constante aos agentes infecciosos vai de encontro à hipótese do biólogo norte-americano Jared Diamond que, em seu livro Armas, germes e aço, defende a ideia de que, ao longo da história, o sucesso dos conquistadores se deveu, em parte, ao fato de eles serem originalmente cosmopolitas e, dessa maneira, terem adquirido resistência imunológica aos agentes infecciosos da época. Mesmo resistentes, seriam portadores desses agentes, o que manteria a memória imunológica. Já os conquistados, grupo formado por populações menores, sucumbiriam ao confronto por não serem capazes de se defender tanto dos invasores humanos quanto daqueles microscópicos.
Outro aspecto interessante desse tema é fruto da biotecnologia recente. A vacina contra o papiloma vírus humano (HPV), que, aparentemente, deu certo, é constituída de um agente imunogênico que não é o vírus propriamente dito, mas, sim, o que os pesquisadores chamam de partículas semelhantes aos vírus (virus like particles, VLPs).
Os VLPs podem ser considerados vírus artificiais, ou seja, contêm a capa de proteína dos vírus, mas não o material genético, que, em geral, é formado por ácidos nucleicos (DNA ou RNA). Desse modo, os VLPs não são infecciosos. Alguns deles ocorrem naturalmente, mas também podem ser sintetizados no laboratório, e é aí que repousa a grande esperança tanto contra os vírus quanto contra alguns tipos de câncer cuja ocorrência foi correlacionada a infecções virais prévias, como o caso do câncer de útero.
Embora o avanço nessa área seja promissor, o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura ou não ainda segue sem resposta. Como afirma Cohen em seu artigo, “essa é uma pergunta de um milhão de dólares!” (aproximadamente, o valor do prêmio Nobel).
A despeito disso, ninguém deveria duvidar do poder das vacinas. Muito pelo contrário. A tendência atual no tratamento de doenças crônicas, como o câncer e a artrite reumatoide, é a imunoterapia. Um dia, quem sabe, teremos vacinas contra todos esses males.
http://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-para-que-as-quero/ Acesso: 15/06/2019.
Analise as afirmações a seguir, assinalando V para as assertivas verdadeiras e F para as assertivas falsas. Em seguida, marque a opção CORRETA.
( ) O título do texto II “Vacinas, para que as quero?”, de antemão, traz o posicionamento do autor a respeito da imunização por vacinas, aderindo este ao pensamento de que o ser humano não precisa da exposição a agentes infecciosos por meio das vacinas.
( ) Cohem questiona a efetividade da imunização por vacinas em seu artigo a partir da pergunta “quanto tempo duram as vacinas?”, para isso o autor utiliza como argumento a duração da proteção oferecida pela vacina da gripe, cerca de noventa dias.
( ) A OMS contraria a opinião de imunologistas especializados em vacinas ao recomendar que a vacina contra a febre amarela seja vitalícia.
( ) A ideia de que a exposição aos agentes infecciosos ou às vacinas deve ser elevada, defendida por especialistas da área de imunologia, vai ao encontro da hipótese construída pelo biólogo Jared Diamond.
( ) Cohem afirma que a resposta para a pergunta “Qual o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura” é de um milhão de dólares, aproximadamente o mesmo valor pago ao prêmio Nobel, logo, quem descobrir a resposta para tal pergunta ganhará o prêmio Nobel.
 

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1596701 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Estava sob cuidados intensivos na UTI do Hospital Veterinário Universitário da UFPI um paciente felino com obstrução uretral. Foram obtidos os seguintes resultados de um exame de hemogasometria venosa com ionograma: pH 7,24; !$ HCO3^- !$ 24,0 mmol/L; !$ PCO_2 !$ 53,0 mmHg; !$ Na^+ !$ 170 mmol/L; !$ K^+ !$ 8,4 mmol/L; !$ Cl^- !$ 123 mmol/L; BE -8 mmol/L. Com os dados obtidos do exame e de outros que devem ser calculados, bem como no conhecimento do cuidado emergencial e terapia intensiva do paciente felino, é CORRETO afirmar que:
 

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TEXTO II
VACINAS, PARA QUE AS QUERO?
O mecanismo que torna esses imunológicos mais duradouros ou não ainda segue sem resposta. Mas ninguém deveria duvidar de seu poderoso efeito protetor.
Em um momento em que os menos avisados suspeitam das vacinas, as autoridades em saúde pública e imunologia apresentam dados mostrando que, na realidade, as vacinas precisam, sim, ser inoculadas com mais frequência. Esse é o teor do artigo ‘Quanto tempo duram as vacinas?’, assinado pelo escritor e roteirista norte-americano Jon Cohen e publicado na prestigiosa revista Science, em abril de 2019. Nele, Cohen indaga, entre outros assuntos, por que o efeito protetor das vacinas contra a gripe dura tão pouco (em média, depois de 90 dias, a proteção começa a cair) e em outras, como as da varíola e da febre amarela, a ação é bem mais prolongada.
Alguns especialistas argumentam que certos vírus sofrem altas taxas de mutação e geram novos clones, que, por serem ligeiramente diferentes dos originais, não seriam reconhecidos pelas células do sistema imune. Mas, a coisa não é tão simples assim.
Ao estudar a caxumba (que ainda afeta os humanos), por exemplo, os epidemiologistas descobriram que a recorrência da doença acontece com mais frequência em uma determinada faixa etária (entre 18 e 29 anos de idade). Se a reinfecção dependesse apenas de mutações, todas as idades deveriam ser igualmente afetadas. Assim, o enigma perdura.
No entanto, o consenso entre os imunologistas especializados em vacinas é que, de fato, precisamos de mais exposição aos agentes infecciosos ou às próprias vacinas. Em outras palavras, no caso da gripe, teríamos que tomar doses seguidas da vacina a fim de aumentar seu efeito protetor. Em razão desses achados, os pesquisadores chegaram até a criticar a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de recomendar que a vacina contra a febre amarela devesse ser inoculada apenas uma vez, isto é, seria uma vacina vitalícia.
A necessidade da exposição constante aos agentes infecciosos vai de encontro à hipótese do biólogo norte-americano Jared Diamond que, em seu livro Armas, germes e aço, defende a ideia de que, ao longo da história, o sucesso dos conquistadores se deveu, em parte, ao fato de eles serem originalmente cosmopolitas e, dessa maneira, terem adquirido resistência imunológica aos agentes infecciosos da época. Mesmo resistentes, seriam portadores desses agentes, o que manteria a memória imunológica. Já os conquistados, grupo formado por populações menores, sucumbiriam ao confronto por não serem capazes de se defender tanto dos invasores humanos quanto daqueles microscópicos.
Outro aspecto interessante desse tema é fruto da biotecnologia recente. A vacina contra o papiloma vírus humano (HPV), que, aparentemente, deu certo, é constituída de um agente imunogênico que não é o vírus propriamente dito, mas, sim, o que os pesquisadores chamam de partículas semelhantes aos vírus (virus like particles, VLPs).
Os VLPs podem ser considerados vírus artificiais, ou seja, contêm a capa de proteína dos vírus, mas não o material genético, que, em geral, é formado por ácidos nucleicos (DNA ou RNA). Desse modo, os VLPs não são infecciosos. Alguns deles ocorrem naturalmente, mas também podem ser sintetizados no laboratório, e é aí que repousa a grande esperança tanto contra os vírus quanto contra alguns tipos de câncer cuja ocorrência foi correlacionada a infecções virais prévias, como o caso do câncer de útero.
Embora o avanço nessa área seja promissor, o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura ou não ainda segue sem resposta. Como afirma Cohen em seu artigo, “essa é uma pergunta de um milhão de dólares!” (aproximadamente, o valor do prêmio Nobel).
A despeito disso, ninguém deveria duvidar do poder das vacinas. Muito pelo contrário. A tendência atual no tratamento de doenças crônicas, como o câncer e a artrite reumatoide, é a imunoterapia. Um dia, quem sabe, teremos vacinas contra todos esses males.
http://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-para-que-as-quero/ Acesso: 15/06/2019.
No trecho, “Cohen indaga, entre outros assuntos, por que o efeito protetor das vacinas contra a gripe dura tão pouco”, em relação à expressão “por que”, é CORRETO afirmar que:
 

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