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Foram encontradas 50 questões.

1816543 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
As desordens do cálcio podem ser provocadas por inúmeras doenças e causar uma emergência, sendo que:
 

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TEXTO I
Assim os algoritmos perpetuam a desigualdade social
Cathy O'Neil, autora de 'Armas de Destruição Matemática', afirma que já é tarde para nos preocuparmos com a disponibilidade de nossos dados, que agora é preciso perguntar o que as empresas fazem com eles.
Cathy O’Neil é uma matemática de cabelo azul que dedica todos os seus esforços a abrir os olhos das pessoas sobre os algoritmos que dominam o mundo. Desde os que indicam ao banco se você é apto ou não a receber uma hipoteca, até os que decidem quem merece uma vaga de trabalho. Um sistema que pode perpetuar as desigualdades existentes no mundo se não começarmos a ser críticos, defende a cientista. “Estamos dando poder a mecanismos sem nos perguntar se realmente funcionam, isso é uma falha como sociedade”, explica de Nova York ao outro lado do telefone.
O’Neil, em seu livro Armas de Destruição Matemática, mostra alguns exemplos para colocar essa teoria em termos reais. Viaja em algumas de suas páginas a Reading, uma pequena cidade da Pensilvânia (Estados Unidos) que em 2011 tinha um nível de pobreza superior a 41%, o mais alto de todo o país. Com um efetivo reduzido pela crise, o chefe de polícia investiu em um programa de predição de crimes chamado PredPol que funciona com big data. O aplicativo divide a cidade em quadrantes e determina em qual deles é mais possível que se cometa um crime baseando-se no registro histórico da polícia. No leque de dados estão desde crimes mais leves como perturbação da ordem pública (beber na rua, por exemplo), até homicídios.
Quanto maior for o número de agentes enviados aos pontos indicados pelo programa, mais prisões ocorrem e assim se entra em um círculo vicioso que enche as prisões de gente, em sua maioria, acusada de crimes menos graves. A maioria dos detidos é de negros e hispânicos. “O mapa da delinquência gerado desse modo traça na realidade um rastro de pobreza”, diz a autora. “Continuamos prendendo negros por coisas pelas quais não prendemos brancos, mas agora já não o dizemos abertamente e disfarçamos de ciência porque o fazemos com o PredPol. Continuamos com o ciclo, porque continuamos prendendo gente de um bairro e os dados nos dizem que precisamos voltar a esse bairro, dessa forma a injustiça policial continua”, afirma na entrevista.
Vários estudos já indicaram que estamos cedendo o controle a mecanismos automáticos que perpetuam a discriminação. Do algoritmo do Google que identificou um negro como um gorila em uma foto, até a máquina que relaciona estar na cozinha com uma mulher, ou o algoritmo do Facebook que mostrava anúncios de casas à venda somente a usuários brancos. “Os engenheiros pensam em termos de otimização dos recursos, o que é preciso é diversidade nas equipes que escrevem os algoritmos para que incluam pessoas que pensem nas violações dos direitos humanos e na forma como esses códigos irão afetar a sociedade: sociólogos, advogados, psicólogos...”, afirma.
A matemática afirma que já é tarde para se preocupar pelo fato de que nossos dados estejam disponíveis, que agora é preciso perguntar às empresas e gigantes tecnológicos o que estão fazendo com eles. “Não nos damos conta na maioria das vezes que nos analisam, especialmente na Internet. Quando somos conscientes de que recebemos uma pontuação de acordo com nossos dados, a primeira coisa que precisamos fazer é pedir explicações, que nos mostrem o processo pelo qual fomos qualificados, se é algo importante como uma hipoteca e um trabalho, até mesmo utilizando mecanismos legais. As vezes em que não percebemos, são os Governos europeus e o dos Estados Unidos que precisam estabelecer normas que indiquem que a cada vez que recebemos essa pontuação precisamos saber”, diz O’Neil.
O’Neil apagou sua conta do Facebook há um ano (e a do Twitter também não está disponível há algumas semanas), logo depois das eleições vencidas por Donald Trump e que agora estão sendo investigadas pelo uso dos dados de milhões de usuários do Facebook. O escândalo levou seu criador, Mark Zuckerberg, a dar explicações no Senado dos Estados Unidos. “É preciso obrigar empresas como o Facebook a explicar o que estão conseguindo com produtos, em vez de assumir que estão fazendo o melhor. Já temos a suspeita de que o Facebook ajudou a divulgar notícias falsas, a influenciar o resultado de votações, a fazer com que as pessoas acreditassem em teorias da conspiração. Por que não temos as provas reais, por que não as mostram?”, pergunta a especialista.
O que acontece nos países menos desenvolvidos? São mais vulneráveis? “Lamentavelmente não acho que têm a oportunidade de tomar o controle porque as empresas norte-americanas e chinesas estabelecerão suas regras mais rápido do que as próprias pessoas”. Os dados variam, mas a Africa 2.0 International Foundation dizia em uma conversa há um ano que no continente africano existem 800 milhões de terminais, quando há 50 anos só existiam 40.000 telefones. Esses dispositivos, com Internet ou sem, já são uma fonte inesgotável de dados às empresas.
A matemática se mostra otimista, porque pelo menos os algoritmos fazem parte do debate atual, e não se cansa de alertar sobre a confiança cega no big data: “Se você só usa dados do passado, está condenado a repeti-lo. É preciso se perguntar aonde você quer chegar, em vez de se limitar a analisar de onde você vem. Se estivéssemos orgulhosos de nosso sistema, poderíamos querer usar esses dados para manter tudo igual, mas não é o caso”.
PEIRÓ, Patrícia. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/04/12/tecnologia/1523546166_758362.html?%3Fid_externo_rsoc=FB_BR_CM&fbclid=IwAR1vUSeLMXpeiPJgtISOITMEQnfN2fbvPPm7mm02i9SCz3UwBh3onctnHBU (Acesso em 14/06/2019).
O trecho “Vários estudos já indicaram que estamos cedendo o controle a mecanismos automáticos que perpetuam a discriminação”, quando reescrito, apresenta alteração de sentido em:
 

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1709109 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Foi realizado um exame de hemogasometria venosa com ionograma, ureia e glicose na UTI do Hospital Veterinário Universitário da UFPI de um paciente crítico canino, Yorkshire terrier, 8 anos de idade, respirando ar ambiente e foram obtidas as seguintes informações do exame: pH 7,16; !$ HCO^{3-} !$ 8,2 mmol/L; !$ PCO_2 !$ 23,2 mmHg; !$ Na^+ !$ 134 mmol/L; !$ K^+ !$ 4,4 mmol/L; !$ Cl^- !$ 118 mmol/L; Glicose 594 mg/dL; Ureia 160 mg/dL; BE -20 mmol/L. Com os dados obtidos do exame e de outros que devem ser calculados, é CORRETO afirmar:
 

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1708838 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Há um mito em medicina veterinária que relata a não necessidade de equipamento desfibrilador em um momento de parada cardiorrespiratória em cães e gatos. Aliado ao mito, o mundo televisivo das séries e novelas também proliferam indicações inadequadas para a utilização do desfibrilador. No Brasil, a resolução 1015/2012 do CFMV trouxe mudanças e obrigatoriedades e, desse modo, os animais vêm sendo melhores monitorados, sendo possível a identificação do tipo de ritmo que gerou a parada cardiorrespiratória. Sobre o tema, é CORRETO afirmar:
 

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TEXTO I
Assim os algoritmos perpetuam a desigualdade social
Cathy O'Neil, autora de 'Armas de Destruição Matemática', afirma que já é tarde para nos preocuparmos com a disponibilidade de nossos dados, que agora é preciso perguntar o que as empresas fazem com eles.
Cathy O’Neil é uma matemática de cabelo azul que dedica todos os seus esforços a abrir os olhos das pessoas sobre os algoritmos que dominam o mundo. Desde os que indicam ao banco se você é apto ou não a receber uma hipoteca, até os que decidem quem merece uma vaga de trabalho. Um sistema que pode perpetuar as desigualdades existentes no mundo se não começarmos a ser críticos, defende a cientista. “Estamos dando poder a mecanismos sem nos perguntar se realmente funcionam, isso é uma falha como sociedade”, explica de Nova York ao outro lado do telefone.
O’Neil, em seu livro Armas de Destruição Matemática, mostra alguns exemplos para colocar essa teoria em termos reais. Viaja em algumas de suas páginas a Reading, uma pequena cidade da Pensilvânia (Estados Unidos) que em 2011 tinha um nível de pobreza superior a 41%, o mais alto de todo o país. Com um efetivo reduzido pela crise, o chefe de polícia investiu em um programa de predição de crimes chamado PredPol que funciona com big data. O aplicativo divide a cidade em quadrantes e determina em qual deles é mais possível que se cometa um crime baseando-se no registro histórico da polícia. No leque de dados estão desde crimes mais leves como perturbação da ordem pública (beber na rua, por exemplo), até homicídios.
Quanto maior for o número de agentes enviados aos pontos indicados pelo programa, mais prisões ocorrem e assim se entra em um círculo vicioso que enche as prisões de gente, em sua maioria, acusada de crimes menos graves. A maioria dos detidos é de negros e hispânicos. “O mapa da delinquência gerado desse modo traça na realidade um rastro de pobreza”, diz a autora. “Continuamos prendendo negros por coisas pelas quais não prendemos brancos, mas agora já não o dizemos abertamente e disfarçamos de ciência porque o fazemos com o PredPol. Continuamos com o ciclo, porque continuamos prendendo gente de um bairro e os dados nos dizem que precisamos voltar a esse bairro, dessa forma a injustiça policial continua”, afirma na entrevista.
Vários estudos já indicaram que estamos cedendo o controle a mecanismos automáticos que perpetuam a discriminação. Do algoritmo do Google que identificou um negro como um gorila em uma foto, até a máquina que relaciona estar na cozinha com uma mulher, ou o algoritmo do Facebook que mostrava anúncios de casas à venda somente a usuários brancos. “Os engenheiros pensam em termos de otimização dos recursos, o que é preciso é diversidade nas equipes que escrevem os algoritmos para que incluam pessoas que pensem nas violações dos direitos humanos e na forma como esses códigos irão afetar a sociedade: sociólogos, advogados, psicólogos...”, afirma.
A matemática afirma que já é tarde para se preocupar pelo fato de que nossos dados estejam disponíveis, que agora é preciso perguntar às empresas e gigantes tecnológicos o que estão fazendo com eles. “Não nos damos conta na maioria das vezes que nos analisam, especialmente na Internet. Quando somos conscientes de que recebemos uma pontuação de acordo com nossos dados, a primeira coisa que precisamos fazer é pedir explicações, que nos mostrem o processo pelo qual fomos qualificados, se é algo importante como uma hipoteca e um trabalho, até mesmo utilizando mecanismos legais. As vezes em que não percebemos, são os Governos europeus e o dos Estados Unidos que precisam estabelecer normas que indiquem que a cada vez que recebemos essa pontuação precisamos saber”, diz O’Neil.
O’Neil apagou sua conta do Facebook há um ano (e a do Twitter também não está disponível há algumas semanas), logo depois das eleições vencidas por Donald Trump e que agora estão sendo investigadas pelo uso dos dados de milhões de usuários do Facebook. O escândalo levou seu criador, Mark Zuckerberg, a dar explicações no Senado dos Estados Unidos. “É preciso obrigar empresas como o Facebook a explicar o que estão conseguindo com produtos, em vez de assumir que estão fazendo o melhor. Já temos a suspeita de que o Facebook ajudou a divulgar notícias falsas, a influenciar o resultado de votações, a fazer com que as pessoas acreditassem em teorias da conspiração. Por que não temos as provas reais, por que não as mostram?”, pergunta a especialista.
O que acontece nos países menos desenvolvidos? São mais vulneráveis? “Lamentavelmente não acho que têm a oportunidade de tomar o controle porque as empresas norte-americanas e chinesas estabelecerão suas regras mais rápido do que as próprias pessoas”. Os dados variam, mas a Africa 2.0 International Foundation dizia em uma conversa há um ano que no continente africano existem 800 milhões de terminais, quando há 50 anos só existiam 40.000 telefones. Esses dispositivos, com Internet ou sem, já são uma fonte inesgotável de dados às empresas.
A matemática se mostra otimista, porque pelo menos os algoritmos fazem parte do debate atual, e não se cansa de alertar sobre a confiança cega no big data: “Se você só usa dados do passado, está condenado a repeti-lo. É preciso se perguntar aonde você quer chegar, em vez de se limitar a analisar de onde você vem. Se estivéssemos orgulhosos de nosso sistema, poderíamos querer usar esses dados para manter tudo igual, mas não é o caso”.
PEIRÓ, Patrícia. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/04/12/tecnologia/1523546166_758362.html?%3Fid_externo_rsoc=FB_BR_CM&fbclid=IwAR1vUSeLMXpeiPJgtISOITMEQnfN2fbvPPm7mm02i9SCz3UwBh3onctnHBU (Acesso em 14/06/2019).
No período, “É preciso se perguntar aonde você quer chegar, em vez de se limitar a analisar de onde você vem”, é INCORRETO afirmar que:
 

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1671253 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Em relação ao fármaco vasopressina, que possui grande importância nos cuidados intensivos, com indicação em alguns tipos de choque, é CORRETO afirmar:
 

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1670493 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
O transporte de oxigênio nas artérias, na microcirculação e finalmente a cadeia transportadora de elétrons em nível mitocondrial é um dos pontos mais importantes no paciente gravemente enfermo canino ou felino. O paciente em choque tem alteração em algum elemento componente deste transporte de oxigênio e assim do balanço entre !$ DO_2 !$ e !$ VO_2 !$ tecidual. A fórmula !$ TO-2 = CaO_2 X DC !$ onde TO2 = Transporte de oxigênio; !$ CaO_2 !$ = conteúdo arterial de oxigênio e DC = Débito cardíaco. Considerando tais elementos desta fórmula e os seus desdobramentos e outras variáveis determinantes da entrega de oxigênio, é CORRETO afirmar:
 

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1665430 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Com base nos valores a seguir obtidos de hemogasometrias arteriais, constitui uma indicação absoluta para a suplementação de uma solução de bicarbonato de sódio !$ (NaHCO^3_-) !$ pela via intravenosa o paciente com os seguintes resultados:
 

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1659946 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
A clássica Regra dos vinte de Kirby é um método que traz 20 itens para serem lembrados no paciente veterinário canino ou felino crítico e assim serem checados, monitorados e deste modo modificar ou não as condutas adotadas. Em um paciente canino com botulismo em ventilação mecânica invasiva fazendo hipercarbia moderada e acidose respiratória moderada, deverá ser ajustado primeiramente:
 

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1657157 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Durante uma parada cardiorrespiratória em cães e gatos, outras condutas podem ser recomendadas, tais como:
 

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