Foram encontradas 45 questões.
INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao TEXTO.
Leia-o atentamente antes de respondê-la.
TEXTO
Novas estatísticas sobre o mercado de trabalho mostram que um número crescente de brasileiros está ocupado em empregos aquém de suas necessidades ou se afastaram do mercado por causa da falta de oportunidades em meio à recessão econômica.
Além dos 11,6 milhões de desempregados em busca de trabalho no país, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no segundo trimestre de 2016 havia 4,8 milhões de pessoas subocupadas e 6,2 milhões que estão em idade produtiva, mas se afastaram do mercado na crise.

Os três grupos representam 13,6% dos 166,3 milhões de pessoas com idade para trabalhar no país, com mais de 14 anos. “São pessoas que poderiam estar trabalhando, mas não estão”, afirma Cimar Azeredo, da coordenação de Emprego e Renda do IBGE.
O instituto considera subocupados os trabalhadores que fazem menos de 40 horas semanais, ou oito horas por dia, considerando os cinco dias úteis da semana. Essas pessoas, no momento em que responderam à pesquisa do IBGE, disseram ter interesse em complementar suas rendas no tempo livre porque a posição ocupada atualmente não lhes garante remuneração considerada suficiente.
Na passagem do primeiro para o segundo trimestre de 2016, 700 mil pessoas entraram nessa condição. Tecnicamente, essas pessoas estão no grupo de subocupados por insuficiência de horas trabalhadas.
Os dados, colhidos pela Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (Pnad) Contínua, a pesquisa oficial de emprego do país, indicam que o mercado de trabalho continua a se deteriorar com a crise, o que tende a prejudicar a capacidade de a economia se recuperar com vigor.
Os 6,2 milhões afastados do mercado são classificados pelo IBGE como uma “força de trabalho potencial”, brasileiros têm idade para trabalhar, mas saíram do mercado por várias circunstâncias, desistindo de buscar emprego após muitas tentativas fracassadas, o chamado desalento, ou que não encontraram trabalho que julgassem recompensador.
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“Existe um número crescente de pessoas que gostaria de trabalhar, mas elas desistiram em função da baixa oferta e dos baixos salários no mercado”, afirma Rafael Bacciotti, economista da consultoria Tendências.
Bacciotti lembra que as taxas de trabalhadores por conta própria também têm caído. Isso significa que o movimento, visto no início da crise, de desempregados que vão para negócios informais, está sofrendo mudança.
“No fundo, o que vimos mesmo é o aumento do desalento das pessoas com o mercado. Muitos parecem estar optando por esperar antes de fazer qualquer outro movimento”, diz o economista.
As estatísticas divulgadas pelo IBGE trazem novos detalhes sobre o mercado, mas não mudam a taxa de desemprego. Em julho, os 11,6 milhões de desocupados representaram uma taxa de desemprego de 11,3%. No trimestre encerrado em agosto, o número de desempregados chegou a 12 milhões e a taxa, a 11,8%.
Fonte: Folha de S.Paulo, Mercado Aberto, 14 out. 2016, p, A12. Disponível em: <http://www.jcnet.com.br/Nacional/
2016/10/falta-trabalho-para-136-da-populacao-em-idade-produtiva.html>. (Fragmento). Acesso em: 19 out. 2016.
Quanto aos recursos linguísticos empregados no desenvolvimento do texto, é CORRETO afirmar que são
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Novas estatísticas sobre o mercado de trabalho mostram que um número crescente de brasileiros está ocupado em empregos aquém de suas necessidades ou se afastaram do mercado por causa da falta de oportunidades em meio à recessão econômica.
Além dos 11,6 milhões de desempregados em busca de trabalho no país, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no segundo trimestre de 2016 havia 4,8 milhões de pessoas subocupadas e 6,2 milhões que estão em idade produtiva, mas se afastaram do mercado na crise.

Os três grupos representam 13,6% dos 166,3 milhões de pessoas com idade para trabalhar no país, com mais de 14 anos. “São pessoas que poderiam estar trabalhando, mas não estão”, afirma Cimar Azeredo, da coordenação de Emprego e Renda do IBGE.
O instituto considera subocupados os trabalhadores que fazem menos de 40 horas semanais, ou oito horas por dia, considerando os cinco dias úteis da semana. Essas pessoas, no momento em que responderam à pesquisa do IBGE, disseram ter interesse em complementar suas rendas no tempo livre porque a posição ocupada atualmente não lhes garante remuneração considerada suficiente.
Na passagem do primeiro para o segundo trimestre de 2016, 700 mil pessoas entraram nessa condição. Tecnicamente, essas pessoas estão no grupo de subocupados por insuficiência de horas trabalhadas.
Os dados, colhidos pela Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (Pnad) Contínua, a pesquisa oficial de emprego do país, indicam que o mercado de trabalho continua a se deteriorar com a crise, o que tende a prejudicar a capacidade de a economia se recuperar com vigor.
Os 6,2 milhões afastados do mercado são classificados pelo IBGE como uma “força de trabalho potencial”, brasileiros têm idade para trabalhar, mas saíram do mercado por várias circunstâncias, desistindo de buscar emprego após muitas tentativas fracassadas, o chamado desalento, ou que não encontraram trabalho que julgassem recompensador.
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“Existe um número crescente de pessoas que gostaria de trabalhar, mas elas desistiram em função da baixa oferta e dos baixos salários no mercado”, afirma Rafael Bacciotti, economista da consultoria Tendências.
Bacciotti lembra que as taxas de trabalhadores por conta própria também têm caído. Isso significa que o movimento, visto no início da crise, de desempregados que vão para negócios informais, está sofrendo mudança.
“No fundo, o que vimos mesmo é o aumento do desalento das pessoas com o mercado. Muitos parecem estar optando por esperar antes de fazer qualquer outro movimento”, diz o economista.
As estatísticas divulgadas pelo IBGE trazem novos detalhes sobre o mercado, mas não mudam a taxa de desemprego. Em julho, os 11,6 milhões de desocupados representaram uma taxa de desemprego de 11,3%. No trimestre encerrado em agosto, o número de desempregados chegou a 12 milhões e a taxa, a 11,8%.
Fonte: Folha de S.Paulo, Mercado Aberto, 14 out. 2016, p, A12. Disponível em: <http://www.jcnet.com.br/Nacional/
2016/10/falta-trabalho-para-136-da-populacao-em-idade-produtiva.html>. (Fragmento). Acesso em: 19 out. 2016.
A subutilização da força de trabalho agrega os seguintes grupos, EXCETO
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Novas estatísticas sobre o mercado de trabalho mostram que um número crescente de brasileiros está ocupado em empregos aquém de suas necessidades ou se afastaram do mercado por causa da falta de oportunidades em meio à recessão econômica.
Além dos 11,6 milhões de desempregados em busca de trabalho no país, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no segundo trimestre de 2016 havia 4,8 milhões de pessoas subocupadas e 6,2 milhões que estão em idade produtiva, mas se afastaram do mercado na crise.

Os três grupos representam 13,6% dos 166,3 milhões de pessoas com idade para trabalhar no país, com mais de 14 anos. “São pessoas que poderiam estar trabalhando, mas não estão”, afirma Cimar Azeredo, da coordenação de Emprego e Renda do IBGE.
O instituto considera subocupados os trabalhadores que fazem menos de 40 horas semanais, ou oito horas por dia, considerando os cinco dias úteis da semana. Essas pessoas, no momento em que responderam à pesquisa do IBGE, disseram ter interesse em complementar suas rendas no tempo livre porque a posição ocupada atualmente não lhes garante remuneração considerada suficiente.
Na passagem do primeiro para o segundo trimestre de 2016, 700 mil pessoas entraram nessa condição. Tecnicamente, essas pessoas estão no grupo de subocupados por insuficiência de horas trabalhadas.
Os dados, colhidos pela Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (Pnad) Contínua, a pesquisa oficial de emprego do país, indicam que o mercado de trabalho continua a se deteriorar com a crise, o que tende a prejudicar a capacidade de a economia se recuperar com vigor.
Os 6,2 milhões afastados do mercado são classificados pelo IBGE como uma “força de trabalho potencial”, brasileiros têm idade para trabalhar, mas saíram do mercado por várias circunstâncias, desistindo de buscar emprego após muitas tentativas fracassadas, o chamado desalento, ou que não encontraram trabalho que julgassem recompensador.
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“Existe um número crescente de pessoas que gostaria de trabalhar, mas elas desistiram em função da baixa oferta e dos baixos salários no mercado”, afirma Rafael Bacciotti, economista da consultoria Tendências.
Bacciotti lembra que as taxas de trabalhadores por conta própria também têm caído. Isso significa que o movimento, visto no início da crise, de desempregados que vão para negócios informais, está sofrendo mudança.
“No fundo, o que vimos mesmo é o aumento do desalento das pessoas com o mercado. Muitos parecem estar optando por esperar antes de fazer qualquer outro movimento”, diz o economista.
As estatísticas divulgadas pelo IBGE trazem novos detalhes sobre o mercado, mas não mudam a taxa de desemprego. Em julho, os 11,6 milhões de desocupados representaram uma taxa de desemprego de 11,3%. No trimestre encerrado em agosto, o número de desempregados chegou a 12 milhões e a taxa, a 11,8%.
Fonte: Folha de S.Paulo, Mercado Aberto, 14 out. 2016, p, A12. Disponível em: <http://www.jcnet.com.br/Nacional/
2016/10/falta-trabalho-para-136-da-populacao-em-idade-produtiva.html>. (Fragmento). Acesso em: 19 out. 2016.
De acordo com o Texto, um novo indicador divulgado pelo IBGE aponta que
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- FarmáciaCódigo de Ética da Profissão FarmacêuticaResolução CFF 711/2021: Código de Ética Farmacêutica
A Resolução nº 596, de 21 de fevereiro de 2014, publicada pelo Conselho Federal de Farmácia, dispõe sobre o Código de Ética Farmacêutica.
Acerca dos deveres do farmacêutico descritos nesse código, assinale (V) Verdadeiro ou (F) Falso para as afirmativas abaixo e, a seguir, marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
( ) Dispor seus serviços profissionais às autoridades constituídas, desde que com remuneração, em caso de conflito social interno, catástrofe ou epidemia.
( ) Respeitar o direito de decisão do usuário sobre seu tratamento, sua própria saúde e bem-estar, excetuando-se aquele que o farmacêutico considerar incapaz de discernir sobre opções de tratamento ou decidir sobre sua própria saúde e bem-estar.
( ) Comunicar ao Conselho Regional de Farmácia e às demais autoridades competentes a recusa em se submeter à prática de atividade contrária à lei ou regulamento, bem como a desvinculação do cargo, função ou emprego, motivadas pela necessidade de preservar os legítimos interesses da profissão e da saúde.
( ) Assumir, com responsabilidade social, ética, sanitária, ambiental e educativa, sua função na determinação de padrões desejáveis em todo o âmbito profissional.
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