Foram encontradas 50 questões.
Apresentam-se abaixo duas colunas. A coluna 1 apresenta o sistema a que pertence o componente e a coluna 2, o componente do motor. Enumere a coluna 2 de acordo com a coluna 1, conforme o sistema a que o componente pertence:
| Coluna 1 | Coluna 2 |
| I – Sistema de transmissão | ( ) Bomba de óleo, filtro de óleo, pescador. |
| II – Sistema de lubrificação | ( ) Bateria, chave de ignição, alternador. |
| III – Sistema elétrico | ( ) Embreagem, semi eixo, diferencial. |
| IV – Sistema de alimentação | ( ) Bomba alimentadora, filtro primário, pré filtro. |
Assinale a sequência CORRETA:
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A quantidade de gelo do Ártico atingiu no dia 16/9/2012 o menor índice já registrado. A capa de gelo atingiu uma área 18% menor que o recorde anterior, de 4,17 milhões de !$ km^2 !$, de acordo com o Centro Nacional de Dados do Gelo e da Neve, no Colorado. Os registros são feitos, por satélite, desde 1979.
Fonte: Disponível em: http://folha.com/no1156155 (adaptado)
Acesso em: 19/9/2012.
A área da capa de gelo medida pelo satélite no dia 16/9/2012 foi de:
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Leia o texto 2 para responder a questão.
TEXTO 2
A MUDANÇA NO PERFIL DO TRABALHADOR
O mundo está mudando, se transformando, evoluindo e a tão decantada globalização da economia está se processando, estimulando a livre concorrência, impondo novas regras ao mercado. O desenvolvimento tecnológico impulsiona a todo instante o aumento da produtividade com maior qualidade e menor custo e a sobrevivência das empresas depende da capacidade de absorver e processar essas mudanças transformando-as em insumo competitivo com rapidez. A integração do planeta está reordenando os valores e as prioridades da sociedade, interferindo e modificando radicalmente as antigas relações de trabalho. Não faz muito tempo, era costume associar emprego à indústria, ao posto de trabalho, à estabilidade ou à proteção. O mercado absorvia muito bem o operário padrão, disciplinado, leal, pronto a vestir a camisa da empresa. Nos dias de hoje, com o deslocamento do emprego da área industrial para os serviços formais e informais, tudo mudou. Na produção flexível, o empregado perdeu a vinculação ao posto de trabalho. No mercado em transformação, tornou-se instável e autônomo. No setor público o funcionário é impelido a buscar outro perfil, mais flexível e rearticulado.
Nas empresas, o advento da privatização tornou as pessoas sensíveis à nova realidade da globalização instaurada no mundo e à falta de emprego. A nova realidade que se apresenta cria um novo conceito de emprego para os próximos anos: a empregabilidade, que podemos definir como um conjunto de conhecimentos, possibilidades, comportamentos e relações que tornam o profissional necessário não apenas para uma, mas para toda e qualquer organização. Hoje, mais importante que apenas obter um emprego é tornar-se empregável, manter-se
competitivo em um mercado em mutação. Preparar-se, inclusive, para várias carreiras e diferentes trabalhos às vezes até simultâneos. Os trabalhadores no Brasil desenvolvem hoje estratégias pessoais para incremento da sua empregabilidade, tendo em vista o novo cenário de globalização, visando a desenvolver o seu nível de empregabilidade e adequá-lo às necessidades exigidas pelo cenário.
Fonte: MACEDO, João Ricardo Silva. A mudança no perfil do trabalhador.
Disponível em: pt.shvoong.com/social-sciences/1663136-mudança-perfil-trabalhador
Acesso em: 9/11/2012.
O objetivo principal do texto é:
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Leia os textos 3 e 4 para responder a questão.
TEXTO 3
JUÍZES CONTRA A INFÂNCIA: CNJ REVÊ AUTORIZAÇÕES SOBRE TRABALHO INFANTIL
Uma comissão do Conselho Nacional de Justiça passa pente-fino nas decisões judiciais que permitiram o trabalho de menores de 16 anos. Embora a Constituição proíba qualquer tipo de trabalho até os 14 anos e só autorize a partir dessa idade até os 16 na condição de aprendiz, juízes de primeira instância deram 33 mil sentenças em sentido contrário entre 2005 a 2010.
Fonte: PATURY, Felipe. Juízes contra a infância: CNJ revê autorizações sobre trabalho infantil. Revista Época.
Disponível em: http://colunas.revistaepoca.globo.com/felipepatury/tag/trabalho-infantil/
Acesso em 9/11/2012.
TEXTO 4
PRESIDENTE DO STF QUER LIMITAR TRABALHO INFANTIL
O presidente do Tribunal Superior do Trabalho, João Orestes Dalazen, pretende sugerir uma nova regulamentação sobre o trabalho de crianças abaixo de 16 anos. Hoje as autorizações para que uma criança seja contratada são concedidas pela Justiça comum. Dalazen vai propor que o Congresso atribua essa competência exclusivamente aos juízes do trabalho e defina os critérios para que o adolescente não seja explorado com jornada e atribuições dos adultos. [...] O ministro quer abolir o trabalho infantil doméstico.
Fonte: PATURY, Felipe. Presidente do STF quer limitar trabalho infantil. Revista Época.
Disponível em: http://colunas.revistaepoca.globo.com/felipepatury/tag/joao-dalazen/
Acesso em 9/11/2012.
Pela leitura dos textos 3 e 4, conclui-se que:
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Leia o texto 1 para responder a questão.
TEXTO 1
TRABALHAR, TRABALHAR, TRABALHAR...
Já está na hora de encerrarmos de vez aquele papo-dito-popular de que trabalhador brasileiro é preguiçoso, malemolente, louco para não fazer nada e coisital. Ou trabalha se for apertado. Andei consultando uns dados da OIT (Organização Internacional do Trabalho), agência multilateral ligada à ONU. Lá está: na indústria, semanalmente, trabalhamos 8 horas a mais que o americano, 11 horas a mais que o alemão e empatamos com os tigres asiáticos. Isso, não computando às estatísticas a nossa portentosa e corajosa criatividade.
E a nossa capacidade de sobrevivência? Vai aí um caso apenas, para ilustrar.
O baiano Vildomar Aparecido dos Santos (vulgo Baião de Dois) ficou perdido por seis meses em Bagdá. Não sabia falar um a de árabe. E mal escrevia o nome. Mas se virou, vendendo bugigangas e salamaleques no suki de Rusafa. Até ser descoberto pelo pessoal da imprensa, com saia, turbante e tudo... E já arranhando o árabe direitinho.
Caminhoneiro nosso, por exemplo, rala três vezes mais que os americanos ou os franceses. E se pegarmos a coisa pelo viés da economia informal? Aí é que o urubu viaja. Camelô, por exemplo, não fica na raleira do centro da cidade menos que 12 horas diárias. E é de segunda a sábado. O que dá 72 horas por semana. Fora domingo, quando o camarada ainda faz mutirão pra ajudar vizinho a levantar o barraco. Ou muda de ramo, pra fazer mais biscate, ali, onde houver maior ajuntamento de povo. É só fazer um circuito pelo centro da cidade pra ver, ouvir e conferir. E trampando o feio, pro bonito comer.
Aí me pergunto: pra quê?!$ ^{(A)} !$ Pra entregar pro desgoverno, em nome do chamado imposto-cidadão? E que imposto é esse que nos volta, apenas, com o nome de corrupção? É pra pagar a prestação de um sonho ou reinvestir no pesadelo? Qual o perfil de dignidade que deveria sobrar na alma desse trabalhador, após um dia inteiro de correria da polícia, dos fiscais da prefeitura e até dos próprios patrões?
“O trabalho dignifica o homem”, está nos livros. Mas vá a gente, outrora pequenos burgueses (os que agora habitamos a pirâmide da famigerada Classe C ou D)!$ ^{(C)} !$, enfrentar uma onça dessas?
Colega meu de Sampa, professor desempregado e meio maluco, foi ao Paraguai. Comprou tudo o que lhe sobrou do FGTS em mercadorias batizadas. Depois fez o teste: “alugou”, por um dia, um determinado ponto na 25 de Março.!$ ^{(B)} !$ Montou a banca e vendeu tudo o que quis. Voltou com bolhas nos pés, garganta rouca e olho ardendo. Coluna empenada, cecê no sovaco e zumbido no ouvido. Taquicardia, pressão alta e estresse suficiente pra um mês inteiro. Diz que nunca mais volta. É o inferno travestido de purgatório. Melhor ser professor desempregado... Ou intelectual autônomo da palavra.
E eu nem falei ainda dos milhões de brasileiros que – apesar do Estatuto da Criança e do Adolescente – começam a trabalhar antes dos 14 anos.!$ ^{(D)} !$ Já trocando o lápis pela foice, pelos sinais de trânsito e pela enxada.
Fonte: Antonio Barreto (Fragmento) Adaptado.
Acesso em 09/11/2012.
Assinale a alternativa em que o sinal de pontuação NÃO está adequadamente explicado:
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Leia o texto 1 para responder a questão.
TEXTO 1
TRABALHAR, TRABALHAR, TRABALHAR...
Já está na hora de encerrarmos de vez aquele papo-dito-popular de que trabalhador brasileiro é preguiçoso, malemolente, louco para não fazer nada e coisital. Ou trabalha se for apertado. Andei consultando uns dados da OIT (Organização Internacional do Trabalho), agência multilateral ligada à ONU. Lá está: na indústria, semanalmente, trabalhamos 8 horas a mais que o americano, 11 horas a mais que o alemão e empatamos com os tigres asiáticos. Isso, não computando às estatísticas a nossa portentosa e corajosa criatividade.
E a nossa capacidade de sobrevivência? Vai aí um caso apenas, para ilustrar.
O baiano Vildomar Aparecido dos Santos (vulgo Baião de Dois) ficou perdido por seis meses em Bagdá. Não sabia falar um a de árabe. E mal escrevia o nome. Mas se virou, vendendo bugigangas e salamaleques no suki de Rusafa. Até ser descoberto pelo pessoal da imprensa, com saia, turbante e tudo... E já arranhando o árabe direitinho.
Caminhoneiro nosso, por exemplo, rala três vezes mais que os americanos ou os franceses. E se pegarmos a coisa pelo viés da economia informal? Aí é que o urubu viaja. Camelô, por exemplo, não fica na raleira do centro da cidade menos que 12 horas diárias. E é de segunda a sábado. O que dá 72 horas por semana. Fora domingo, quando o camarada ainda faz mutirão pra ajudar vizinho a levantar o barraco. Ou muda de ramo, pra fazer mais biscate, ali, onde houver maior ajuntamento de povo. É só fazer um circuito pelo centro da cidade pra ver, ouvir e conferir. E trampando o feio, pro bonito comer.
Aí me pergunto: pra quê? Pra entregar pro desgoverno, em nome do chamado imposto-cidadão? E que imposto é esse que nos volta, apenas, com o nome de corrupção? É pra pagar a prestação de um sonho ou reinvestir no pesadelo? Qual o perfil de dignidade que deveria sobrar na alma desse trabalhador, após um dia inteiro de correria da polícia, dos fiscais da prefeitura e até dos próprios patrões?
“O trabalho dignifica o homem”, está nos livros. Mas vá a gente, outrora pequenos burgueses (os que agora habitamos a pirâmide da famigerada Classe C ou D), enfrentar uma onça dessas?
Colega meu de Sampa, professor desempregado e meio maluco, foi ao Paraguai. Comprou tudo o que lhe sobrou do FGTS em mercadorias batizadas. Depois fez o teste: “alugou”, por um dia, um determinado ponto na 25 de Março. Montou a banca e vendeu tudo o que quis. Voltou com bolhas nos pés, garganta rouca e olho ardendo. Coluna empenada, cecê no sovaco e zumbido no ouvido. Taquicardia, pressão alta e estresse suficiente pra um mês inteiro. Diz que nunca mais volta. É o inferno travestido de purgatório. Melhor ser professor desempregado... Ou intelectual autônomo da palavra.
E eu nem falei ainda dos milhões de brasileiros que – apesar do Estatuto da Criança e do Adolescente – começam a trabalhar antes dos 14 anos. Já trocando o lápis pela foice, pelos sinais de trânsito e pela enxada.
Fonte: Antonio Barreto (Fragmento) Adaptado.
Acesso em 09/11/2012.
No texto, o autor utiliza estratégias para promover uma aproximação com o leitor. Assinale a alternativa que NÃO dinamiza essa interação:
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Sobre os procedimentos de segurança, marque V para a afirmativa verdadeira e F para a afirmativa falsa.
( ) Antes de executar qualquer trabalho de manutenção na máquina, deve-se desligar o motor.
( ) No reabastecimento de um trator, o motor deve estar desligado.
( ) Deve-se manter todas as conexões hidráulicas firmemente apertadas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
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Na gradagem, operação que complementa o serviço do arado, a velocidade recomendada para nivelamento do terreno para o plantio é de:
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Leia os textos 3 e 4 para responder a questão.
TEXTO 3
JUÍZES CONTRA A INFÂNCIA: CNJ REVÊ AUTORIZAÇÕES SOBRE TRABALHO INFANTIL
Uma comissão do Conselho Nacional de Justiça passa pente-fino nas decisões judiciais que permitiram o trabalho de menores de 16 anos. Embora a Constituição proíba qualquer tipo de trabalho até os 14 anos e só autorize a partir dessa idade até os 16 na condição de aprendiz, juízes de primeira instância deram 33 mil sentenças em sentido contrário entre 2005 a 2010.
Fonte: PATURY, Felipe. Juízes contra a infância: CNJ revê autorizações sobre trabalho infantil. Revista Época.
Disponível em: http://colunas.revistaepoca.globo.com/felipepatury/tag/trabalho-infantil/
Acesso em 9/11/2012.
TEXTO 4
PRESIDENTE DO STF QUER LIMITAR TRABALHO INFANTIL
O presidente do Tribunal Superior do Trabalho, João Orestes Dalazen, pretende sugerir uma nova regulamentação sobre o trabalho de crianças abaixo de 16 anos. Hoje as autorizações para que uma criança seja contratada são concedidas pela Justiça comum. Dalazen vai propor que o Congresso atribua essa competência exclusivamente aos juízes do trabalho e defina os critérios para que o adolescente não seja explorado com jornada e atribuições dos adultos. [...] O ministro quer abolir o trabalho infantil doméstico.
Fonte: PATURY, Felipe. Presidente do STF quer limitar trabalho infantil. Revista Época.
Disponível em: http://colunas.revistaepoca.globo.com/felipepatury/tag/joao-dalazen/
Acesso em 9/11/2012.
“Dalazen vai propor que o Congresso atribua essa competência” . O termo destacado refere-se a:
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A tração de eixos dianteiros em alguns modelos de tratores agrícolas possui um sistema de bloqueio automático do diferencial (Limited-Slip), dispositivo bastante útil. Para que a tração dianteira do trator tenha uma maior durabilidade, devem ser adotados alguns procedimentos. Os procedimentos a serem adotados estão corretos, EXCETO:
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