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Foram encontradas 469 questões.

4156238 Ano: 2026
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IDCAP
Orgão: UEFS
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Uma pesquisadora registrou as idades de cinco participantes de um estudo acadêmico: 22, 25, 27, 30 e 36 anos. A partir desses dados, avalia-se o comportamento da média aritmética do grupo.

I.A soma das idades registradas é igual a 140 anos.

II.A média simples das idades é igual a 28 anos.

III.Se uma nova idade de 20 anos for incluída, a média passará a ser 27 anos.

IV.A exclusão da idade de 36 anos reduz a média para 26 anos.

Está CORRETO o que se afirma em:

 

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4156237 Ano: 2026
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IDCAP
Orgão: UEFS
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Para fazer uma inspeção predial, um técnico utilizará uma escada para alcançar uma janela localizada a 12 m do nível do solo, em uma fachada vertical. Por questões de segurança, a base da escada deve ser posicionada a 5 m de distância da parede, mantendo a escada apoiada firmemente tanto no chão quanto na parede. Considerando que o solo é plano e a parede é perpendicular ao chão, determine qual é o comprimento total da escada necessária para atingir essa janela.

 

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4156236 Ano: 2026
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IDCAP
Orgão: UEFS
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A verificação de um procedimento automatizado de cálculo em um sistema eletrônico, detectou um valor inicial desconhecido que posteriormente passou por uma sequência fixa de operações matemáticas. Primeiramente, esse valor foi multiplicado por 4; em seguida, do resultado obtido foi subtraído 6; por fim, o valor final foi dividido por 2, produzindo como resultado o número 11. Considerando que as operações foram realizadas exatamente nessa ordem, determine qual era o número inicial utilizado no sistema.

 

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4156235 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: UEFS
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 20.

Não passa pela minha cabeça voltar: por que imigrantes brasileiros estão indo embora de Portugal

O encarecimento do custo de vida tem levado muitos brasileiros a reavaliar a permanência em Portugal, sobretudo nos grandes centros urbanos. Relatos recorrentes indicam que despesas antes consideradas administráveis passaram a comprometer significativamente o orçamento, com destaque para alimentação, lazer e, principalmente, moradia. O reajuste dos aluguéis transformou imóveis simples em opções inviáveis para quem depende de rendas médias.

Dados recentes mostram que a inflação voltou a acelerar em 2025, impulsionada sobretudo pelos alimentos e pela habitação. Além do aumento geral de preços, a pressão sobre o mercado imobiliário se intensificou com a presença de estrangeiros de maior poder aquisitivo, a expansão do turismo e a redução da oferta de contratos de longa duração. O resultado foi uma elevação rápida dos valores cobrados, especialmente nas regiões metropolitanas. A esse cenário somaram-se entraves burocráticos, como a demora na renovação da autorização de residência, que restringe deslocamentos e dificulta a rotina de quem vive legalmente no país.

Ao retornar ao Brasil, alguns imigrantes relatam melhora na qualidade de vida. A possibilidade de trabalhar remotamente para clientes estrangeiros e receber em moeda forte ajuda a equilibrar as contas. Outro fator relevante é o acesso à moradia própria, que elimina o peso do aluguel e oferece maior previsibilidade financeira. Diante disso, muitos não consideram um novo retorno à Europa no curto prazo.

Outros brasileiros compartilham avaliações semelhantes. Apesar da facilidade para regularização migratória, salários concentrados em setores de serviços, comércio e construção não acompanham o ritmo do custo de vida. Especialistas apontam que a crise portuguesa está inserida em um contexto europeu mais amplo, marcado por inflação persistente, juros elevados e menor ritmo de construção de novas habitações. Em cidades como Lisboa e Porto, a procura crescente, combinada à oferta limitada, elevou os preços a patamares distantes da renda média, afetando tanto portugueses quanto imigrantes.

Diante desse quadro, parte dos brasileiros opta por migrar para outros países europeus. Há relatos de melhoria salarial e maior poder de compra, ainda que o aluguel continue elevado em algumas cidades. Em contrapartida, despesas como transporte, alimentação e lazer tendem a ser mais acessíveis. Paralelamente, cresce a percepção de fortalecimento de discursos contrários à imigração, o que afeta a experiência cotidiana de estrangeiros, mesmo quando não é o motivo central da mudança.

Outro elemento estrutural é a gentrificação acelerada, que transformou bairros centrais, substituiu moradores antigos por turistas e investidores e reforçou a habitação como ativo financeiro. Especialistas defendem a combinação de políticas públicas mais eficazes, com expansão da habitação social, regulação do aluguel turístico e medidas contra despejos, como forma de conter a escalada dos preços e preservar a diversidade urbana.

Embora Portugal mantenha políticas migratórias relativamente abertas, analistas destacam um descompasso entre a facilidade de entrada e as condições reais de permanência. A residência legal garante segurança jurídica, mas não assegura viabilidade econômica nem integração social duradoura. Nesse contexto, muitos brasileiros retornam ao país de origem ou buscam alternativas em outras regiões da Europa, evidenciando que o principal desafio não é migrar, mas conseguir permanecer com estabilidade e dignidade.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxq3z49pezo.adaptado.

O texto explora estratégias linguísticas que garantem a articulação interna das ideias, permitindo a progressão temática e a clareza das relações estabelecidas entre os enunciados.

De acordo com o texto-base, no que se refere ao domínio dos mecanismos de coesão textual, é correto afirmar que:

 

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4156234 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: UEFS
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 20.

Não passa pela minha cabeça voltar: por que imigrantes brasileiros estão indo embora de Portugal

O encarecimento do custo de vida tem levado muitos brasileiros a reavaliar a permanência em Portugal, sobretudo nos grandes centros urbanos. Relatos recorrentes indicam que despesas antes consideradas administráveis passaram a comprometer significativamente o orçamento, com destaque para alimentação, lazer e, principalmente, moradia. O reajuste dos aluguéis transformou imóveis simples em opções inviáveis para quem depende de rendas médias.

Dados recentes mostram que a inflação voltou a acelerar em 2025, impulsionada sobretudo pelos alimentos e pela habitação. Além do aumento geral de preços, a pressão sobre o mercado imobiliário se intensificou com a presença de estrangeiros de maior poder aquisitivo, a expansão do turismo e a redução da oferta de contratos de longa duração. O resultado foi uma elevação rápida dos valores cobrados, especialmente nas regiões metropolitanas. A esse cenário somaram-se entraves burocráticos, como a demora na renovação da autorização de residência, que restringe deslocamentos e dificulta a rotina de quem vive legalmente no país.

Ao retornar ao Brasil, alguns imigrantes relatam melhora na qualidade de vida. A possibilidade de trabalhar remotamente para clientes estrangeiros e receber em moeda forte ajuda a equilibrar as contas. Outro fator relevante é o acesso à moradia própria, que elimina o peso do aluguel e oferece maior previsibilidade financeira. Diante disso, muitos não consideram um novo retorno à Europa no curto prazo.

Outros brasileiros compartilham avaliações semelhantes. Apesar da facilidade para regularização migratória, salários concentrados em setores de serviços, comércio e construção não acompanham o ritmo do custo de vida. Especialistas apontam que a crise portuguesa está inserida em um contexto europeu mais amplo, marcado por inflação persistente, juros elevados e menor ritmo de construção de novas habitações. Em cidades como Lisboa e Porto, a procura crescente, combinada à oferta limitada, elevou os preços a patamares distantes da renda média, afetando tanto portugueses quanto imigrantes.

Diante desse quadro, parte dos brasileiros opta por migrar para outros países europeus. Há relatos de melhoria salarial e maior poder de compra, ainda que o aluguel continue elevado em algumas cidades. Em contrapartida, despesas como transporte, alimentação e lazer tendem a ser mais acessíveis. Paralelamente, cresce a percepção de fortalecimento de discursos contrários à imigração, o que afeta a experiência cotidiana de estrangeiros, mesmo quando não é o motivo central da mudança.

Outro elemento estrutural é a gentrificação acelerada, que transformou bairros centrais, substituiu moradores antigos por turistas e investidores e reforçou a habitação como ativo financeiro. Especialistas defendem a combinação de políticas públicas mais eficazes, com expansão da habitação social, regulação do aluguel turístico e medidas contra despejos, como forma de conter a escalada dos preços e preservar a diversidade urbana.

Embora Portugal mantenha políticas migratórias relativamente abertas, analistas destacam um descompasso entre a facilidade de entrada e as condições reais de permanência. A residência legal garante segurança jurídica, mas não assegura viabilidade econômica nem integração social duradoura. Nesse contexto, muitos brasileiros retornam ao país de origem ou buscam alternativas em outras regiões da Europa, evidenciando que o principal desafio não é migrar, mas conseguir permanecer com estabilidade e dignidade.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxq3z49pezo.adaptado.

Diante disso, "muitos" não consideram um novo retorno à Europa no curto prazo.

Sintaticamente, na frase apresentada, o termo destacado exerce a função de:

 

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4156233 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: UEFS
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 20.

Não passa pela minha cabeça voltar: por que imigrantes brasileiros estão indo embora de Portugal

O encarecimento do custo de vida tem levado muitos brasileiros a reavaliar a permanência em Portugal, sobretudo nos grandes centros urbanos. Relatos recorrentes indicam que despesas antes consideradas administráveis passaram a comprometer significativamente o orçamento, com destaque para alimentação, lazer e, principalmente, moradia. O reajuste dos aluguéis transformou imóveis simples em opções inviáveis para quem depende de rendas médias.

Dados recentes mostram que a inflação voltou a acelerar em 2025, impulsionada sobretudo pelos alimentos e pela habitação. Além do aumento geral de preços, a pressão sobre o mercado imobiliário se intensificou com a presença de estrangeiros de maior poder aquisitivo, a expansão do turismo e a redução da oferta de contratos de longa duração. O resultado foi uma elevação rápida dos valores cobrados, especialmente nas regiões metropolitanas. A esse cenário somaram-se entraves burocráticos, como a demora na renovação da autorização de residência, que restringe deslocamentos e dificulta a rotina de quem vive legalmente no país.

Ao retornar ao Brasil, alguns imigrantes relatam melhora na qualidade de vida. A possibilidade de trabalhar remotamente para clientes estrangeiros e receber em moeda forte ajuda a equilibrar as contas. Outro fator relevante é o acesso à moradia própria, que elimina o peso do aluguel e oferece maior previsibilidade financeira. Diante disso, muitos não consideram um novo retorno à Europa no curto prazo.

Outros brasileiros compartilham avaliações semelhantes. Apesar da facilidade para regularização migratória, salários concentrados em setores de serviços, comércio e construção não acompanham o ritmo do custo de vida. Especialistas apontam que a crise portuguesa está inserida em um contexto europeu mais amplo, marcado por inflação persistente, juros elevados e menor ritmo de construção de novas habitações. Em cidades como Lisboa e Porto, a procura crescente, combinada à oferta limitada, elevou os preços a patamares distantes da renda média, afetando tanto portugueses quanto imigrantes.

Diante desse quadro, parte dos brasileiros opta por migrar para outros países europeus. Há relatos de melhoria salarial e maior poder de compra, ainda que o aluguel continue elevado em algumas cidades. Em contrapartida, despesas como transporte, alimentação e lazer tendem a ser mais acessíveis. Paralelamente, cresce a percepção de fortalecimento de discursos contrários à imigração, o que afeta a experiência cotidiana de estrangeiros, mesmo quando não é o motivo central da mudança.

Outro elemento estrutural é a gentrificação acelerada, que transformou bairros centrais, substituiu moradores antigos por turistas e investidores e reforçou a habitação como ativo financeiro. Especialistas defendem a combinação de políticas públicas mais eficazes, com expansão da habitação social, regulação do aluguel turístico e medidas contra despejos, como forma de conter a escalada dos preços e preservar a diversidade urbana.

Embora Portugal mantenha políticas migratórias relativamente abertas, analistas destacam um descompasso entre a facilidade de entrada e as condições reais de permanência. A residência legal garante segurança jurídica, mas não assegura viabilidade econômica nem integração social duradoura. Nesse contexto, muitos brasileiros retornam ao país de origem ou buscam alternativas em outras regiões da Europa, evidenciando que o principal desafio não é migrar, mas conseguir permanecer com estabilidade e dignidade.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxq3z49pezo.adaptado.

Paralelamente, cresce a percepção de fortalecimento de discursos contrários à imigração.

Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação, sem alteração do sentido original da frase, considerando a ordem direta.

 

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4156232 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: UEFS
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 20.

Não passa pela minha cabeça voltar: por que imigrantes brasileiros estão indo embora de Portugal

O encarecimento do custo de vida tem levado muitos brasileiros a reavaliar a permanência em Portugal, sobretudo nos grandes centros urbanos. Relatos recorrentes indicam que despesas antes consideradas administráveis passaram a comprometer significativamente o orçamento, com destaque para alimentação, lazer e, principalmente, moradia. O reajuste dos aluguéis transformou imóveis simples em opções inviáveis para quem depende de rendas médias.

Dados recentes mostram que a inflação voltou a acelerar em 2025, impulsionada sobretudo pelos alimentos e pela habitação. Além do aumento geral de preços, a pressão sobre o mercado imobiliário se intensificou com a presença de estrangeiros de maior poder aquisitivo, a expansão do turismo e a redução da oferta de contratos de longa duração. O resultado foi uma elevação rápida dos valores cobrados, especialmente nas regiões metropolitanas. A esse cenário somaram-se entraves burocráticos, como a demora na renovação da autorização de residência, que restringe deslocamentos e dificulta a rotina de quem vive legalmente no país.

Ao retornar ao Brasil, alguns imigrantes relatam melhora na qualidade de vida. A possibilidade de trabalhar remotamente para clientes estrangeiros e receber em moeda forte ajuda a equilibrar as contas. Outro fator relevante é o acesso à moradia própria, que elimina o peso do aluguel e oferece maior previsibilidade financeira. Diante disso, muitos não consideram um novo retorno à Europa no curto prazo.

Outros brasileiros compartilham avaliações semelhantes. Apesar da facilidade para regularização migratória, salários concentrados em setores de serviços, comércio e construção não acompanham o ritmo do custo de vida. Especialistas apontam que a crise portuguesa está inserida em um contexto europeu mais amplo, marcado por inflação persistente, juros elevados e menor ritmo de construção de novas habitações. Em cidades como Lisboa e Porto, a procura crescente, combinada à oferta limitada, elevou os preços a patamares distantes da renda média, afetando tanto portugueses quanto imigrantes.

Diante desse quadro, parte dos brasileiros opta por migrar para outros países europeus. Há relatos de melhoria salarial e maior poder de compra, ainda que o aluguel continue elevado em algumas cidades. Em contrapartida, despesas como transporte, alimentação e lazer tendem a ser mais acessíveis. Paralelamente, cresce a percepção de fortalecimento de discursos contrários à imigração, o que afeta a experiência cotidiana de estrangeiros, mesmo quando não é o motivo central da mudança.

Outro elemento estrutural é a gentrificação acelerada, que transformou bairros centrais, substituiu moradores antigos por turistas e investidores e reforçou a habitação como ativo financeiro. Especialistas defendem a combinação de políticas públicas mais eficazes, com expansão da habitação social, regulação do aluguel turístico e medidas contra despejos, como forma de conter a escalada dos preços e preservar a diversidade urbana.

Embora Portugal mantenha políticas migratórias relativamente abertas, analistas destacam um descompasso entre a facilidade de entrada e as condições reais de permanência. A residência legal garante segurança jurídica, mas não assegura viabilidade econômica nem integração social duradoura. Nesse contexto, muitos brasileiros retornam ao país de origem ou buscam alternativas em outras regiões da Europa, evidenciando que o principal desafio não é migrar, mas conseguir permanecer com estabilidade e dignidade.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxq3z49pezo.adaptado.

Outro elemento estrutural é a "gentrificação" acelerada, que transformou bairros centrais, substituiu moradores antigos por turistas e investidores.

O vocábulo destacado pode ser substituído, sem prejuízo de sentido no contexto, por:

 

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4156231 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: UEFS
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 20.

Não passa pela minha cabeça voltar: por que imigrantes brasileiros estão indo embora de Portugal

O encarecimento do custo de vida tem levado muitos brasileiros a reavaliar a permanência em Portugal, sobretudo nos grandes centros urbanos. Relatos recorrentes indicam que despesas antes consideradas administráveis passaram a comprometer significativamente o orçamento, com destaque para alimentação, lazer e, principalmente, moradia. O reajuste dos aluguéis transformou imóveis simples em opções inviáveis para quem depende de rendas médias.

Dados recentes mostram que a inflação voltou a acelerar em 2025, impulsionada sobretudo pelos alimentos e pela habitação. Além do aumento geral de preços, a pressão sobre o mercado imobiliário se intensificou com a presença de estrangeiros de maior poder aquisitivo, a expansão do turismo e a redução da oferta de contratos de longa duração. O resultado foi uma elevação rápida dos valores cobrados, especialmente nas regiões metropolitanas. A esse cenário somaram-se entraves burocráticos, como a demora na renovação da autorização de residência, que restringe deslocamentos e dificulta a rotina de quem vive legalmente no país.

Ao retornar ao Brasil, alguns imigrantes relatam melhora na qualidade de vida. A possibilidade de trabalhar remotamente para clientes estrangeiros e receber em moeda forte ajuda a equilibrar as contas. Outro fator relevante é o acesso à moradia própria, que elimina o peso do aluguel e oferece maior previsibilidade financeira. Diante disso, muitos não consideram um novo retorno à Europa no curto prazo.

Outros brasileiros compartilham avaliações semelhantes. Apesar da facilidade para regularização migratória, salários concentrados em setores de serviços, comércio e construção não acompanham o ritmo do custo de vida. Especialistas apontam que a crise portuguesa está inserida em um contexto europeu mais amplo, marcado por inflação persistente, juros elevados e menor ritmo de construção de novas habitações. Em cidades como Lisboa e Porto, a procura crescente, combinada à oferta limitada, elevou os preços a patamares distantes da renda média, afetando tanto portugueses quanto imigrantes.

Diante desse quadro, parte dos brasileiros opta por migrar para outros países europeus. Há relatos de melhoria salarial e maior poder de compra, ainda que o aluguel continue elevado em algumas cidades. Em contrapartida, despesas como transporte, alimentação e lazer tendem a ser mais acessíveis. Paralelamente, cresce a percepção de fortalecimento de discursos contrários à imigração, o que afeta a experiência cotidiana de estrangeiros, mesmo quando não é o motivo central da mudança.

Outro elemento estrutural é a gentrificação acelerada, que transformou bairros centrais, substituiu moradores antigos por turistas e investidores e reforçou a habitação como ativo financeiro. Especialistas defendem a combinação de políticas públicas mais eficazes, com expansão da habitação social, regulação do aluguel turístico e medidas contra despejos, como forma de conter a escalada dos preços e preservar a diversidade urbana.

Embora Portugal mantenha políticas migratórias relativamente abertas, analistas destacam um descompasso entre a facilidade de entrada e as condições reais de permanência. A residência legal garante segurança jurídica, mas não assegura viabilidade econômica nem integração social duradoura. Nesse contexto, muitos brasileiros retornam ao país de origem ou buscam alternativas em outras regiões da Europa, evidenciando que o principal desafio não é migrar, mas conseguir permanecer com estabilidade e dignidade.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxq3z49pezo.adaptado.

O encarecimento do custo de vida tem levado muitos brasileiros a reavaliar a permanência em Portugal, sobretudo nos grandes centros urbanos.

Assinale a alternativa que contenha apenas adjetivos.

 

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4156230 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: UEFS
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 20.

Não passa pela minha cabeça voltar: por que imigrantes brasileiros estão indo embora de Portugal

O encarecimento do custo de vida tem levado muitos brasileiros a reavaliar a permanência em Portugal, sobretudo nos grandes centros urbanos. Relatos recorrentes indicam que despesas antes consideradas administráveis passaram a comprometer significativamente o orçamento, com destaque para alimentação, lazer e, principalmente, moradia. O reajuste dos aluguéis transformou imóveis simples em opções inviáveis para quem depende de rendas médias.

Dados recentes mostram que a inflação voltou a acelerar em 2025, impulsionada sobretudo pelos alimentos e pela habitação. Além do aumento geral de preços, a pressão sobre o mercado imobiliário se intensificou com a presença de estrangeiros de maior poder aquisitivo, a expansão do turismo e a redução da oferta de contratos de longa duração. O resultado foi uma elevação rápida dos valores cobrados, especialmente nas regiões metropolitanas. A esse cenário somaram-se entraves burocráticos, como a demora na renovação da autorização de residência, que restringe deslocamentos e dificulta a rotina de quem vive legalmente no país.

Ao retornar ao Brasil, alguns imigrantes relatam melhora na qualidade de vida. A possibilidade de trabalhar remotamente para clientes estrangeiros e receber em moeda forte ajuda a equilibrar as contas. Outro fator relevante é o acesso à moradia própria, que elimina o peso do aluguel e oferece maior previsibilidade financeira. Diante disso, muitos não consideram um novo retorno à Europa no curto prazo.

Outros brasileiros compartilham avaliações semelhantes. Apesar da facilidade para regularização migratória, salários concentrados em setores de serviços, comércio e construção não acompanham o ritmo do custo de vida. Especialistas apontam que a crise portuguesa está inserida em um contexto europeu mais amplo, marcado por inflação persistente, juros elevados e menor ritmo de construção de novas habitações. Em cidades como Lisboa e Porto, a procura crescente, combinada à oferta limitada, elevou os preços a patamares distantes da renda média, afetando tanto portugueses quanto imigrantes.

Diante desse quadro, parte dos brasileiros opta por migrar para outros países europeus. Há relatos de melhoria salarial e maior poder de compra, ainda que o aluguel continue elevado em algumas cidades. Em contrapartida, despesas como transporte, alimentação e lazer tendem a ser mais acessíveis. Paralelamente, cresce a percepção de fortalecimento de discursos contrários à imigração, o que afeta a experiência cotidiana de estrangeiros, mesmo quando não é o motivo central da mudança.

Outro elemento estrutural é a gentrificação acelerada, que transformou bairros centrais, substituiu moradores antigos por turistas e investidores e reforçou a habitação como ativo financeiro. Especialistas defendem a combinação de políticas públicas mais eficazes, com expansão da habitação social, regulação do aluguel turístico e medidas contra despejos, como forma de conter a escalada dos preços e preservar a diversidade urbana.

Embora Portugal mantenha políticas migratórias relativamente abertas, analistas destacam um descompasso entre a facilidade de entrada e as condições reais de permanência. A residência legal garante segurança jurídica, mas não assegura viabilidade econômica nem integração social duradoura. Nesse contexto, muitos brasileiros retornam ao país de origem ou buscam alternativas em outras regiões da Europa, evidenciando que o principal desafio não é migrar, mas conseguir permanecer com estabilidade e dignidade.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxq3z49pezo.adaptado.

Especialistas apontam que a crise portuguesa está inserida em um contexto europeu "mais" amplo.

O vocábulo destacado na frase, em termos de classes de palavras, trata-se de:

 

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4156229 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: UEFS
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 20.

Não passa pela minha cabeça voltar: por que imigrantes brasileiros estão indo embora de Portugal

O encarecimento do custo de vida tem levado muitos brasileiros a reavaliar a permanência em Portugal, sobretudo nos grandes centros urbanos. Relatos recorrentes indicam que despesas antes consideradas administráveis passaram a comprometer significativamente o orçamento, com destaque para alimentação, lazer e, principalmente, moradia. O reajuste dos aluguéis transformou imóveis simples em opções inviáveis para quem depende de rendas médias.

Dados recentes mostram que a inflação voltou a acelerar em 2025, impulsionada sobretudo pelos alimentos e pela habitação. Além do aumento geral de preços, a pressão sobre o mercado imobiliário se intensificou com a presença de estrangeiros de maior poder aquisitivo, a expansão do turismo e a redução da oferta de contratos de longa duração. O resultado foi uma elevação rápida dos valores cobrados, especialmente nas regiões metropolitanas. A esse cenário somaram-se entraves burocráticos, como a demora na renovação da autorização de residência, que restringe deslocamentos e dificulta a rotina de quem vive legalmente no país.

Ao retornar ao Brasil, alguns imigrantes relatam melhora na qualidade de vida. A possibilidade de trabalhar remotamente para clientes estrangeiros e receber em moeda forte ajuda a equilibrar as contas. Outro fator relevante é o acesso à moradia própria, que elimina o peso do aluguel e oferece maior previsibilidade financeira. Diante disso, muitos não consideram um novo retorno à Europa no curto prazo.

Outros brasileiros compartilham avaliações semelhantes. Apesar da facilidade para regularização migratória, salários concentrados em setores de serviços, comércio e construção não acompanham o ritmo do custo de vida. Especialistas apontam que a crise portuguesa está inserida em um contexto europeu mais amplo, marcado por inflação persistente, juros elevados e menor ritmo de construção de novas habitações. Em cidades como Lisboa e Porto, a procura crescente, combinada à oferta limitada, elevou os preços a patamares distantes da renda média, afetando tanto portugueses quanto imigrantes.

Diante desse quadro, parte dos brasileiros opta por migrar para outros países europeus. Há relatos de melhoria salarial e maior poder de compra, ainda que o aluguel continue elevado em algumas cidades. Em contrapartida, despesas como transporte, alimentação e lazer tendem a ser mais acessíveis. Paralelamente, cresce a percepção de fortalecimento de discursos contrários à imigração, o que afeta a experiência cotidiana de estrangeiros, mesmo quando não é o motivo central da mudança.

Outro elemento estrutural é a gentrificação acelerada, que transformou bairros centrais, substituiu moradores antigos por turistas e investidores e reforçou a habitação como ativo financeiro. Especialistas defendem a combinação de políticas públicas mais eficazes, com expansão da habitação social, regulação do aluguel turístico e medidas contra despejos, como forma de conter a escalada dos preços e preservar a diversidade urbana.

Embora Portugal mantenha políticas migratórias relativamente abertas, analistas destacam um descompasso entre a facilidade de entrada e as condições reais de permanência. A residência legal garante segurança jurídica, mas não assegura viabilidade econômica nem integração social duradoura. Nesse contexto, muitos brasileiros retornam ao país de origem ou buscam alternativas em outras regiões da Europa, evidenciando que o principal desafio não é migrar, mas conseguir permanecer com estabilidade e dignidade.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxq3z49pezo.adaptado.

Os efeitos sociais das mudanças econômicas recentes tornaram-se evidentes nas grandes cidades.

Em relação à concordância nominal, assinale a alternativa correta.

 

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