Foram encontradas 50 questões.
Luiza é técnica judiciária do Tribunal e ficou responsável por indicar os equipamentos de interconexão mais adequados para a rede mostrada na figura abaixo.

Luiza, observando os símbolos utilizados na figura, indicou corretamente os equipamentos numerados de I a V, nesta ordem:

Luiza, observando os símbolos utilizados na figura, indicou corretamente os equipamentos numerados de I a V, nesta ordem:
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1085178
Ano: 2014
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FCC
Orgão: TRF-1
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FCC
Orgão: TRF-1
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Um sistema de computação de uso geral é composto por ...I... e vários controladores de dispositivos conectados por intermédio de ..II.... que proporciona acesso à memória compartilhada. A CPU e os controladores de dispositivos podem operar concorrentemente, competindo por ..III.... . Para assegurar acesso ordenado...IV... há um controlador cuja função é sincronizar o acesso aos seus recursos.
As lacunas de I a IV são, corretas e respectivamente, preenchidas com:
(SILBERCHATZ, Abraham; GALVIN, Peter Baer; GAGNE, Greg. Fundamentos de Sistemas Operacionais. 8 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010)
As lacunas de I a IV são, corretas e respectivamente, preenchidas com:
(SILBERCHATZ, Abraham; GALVIN, Peter Baer; GAGNE, Greg. Fundamentos de Sistemas Operacionais. 8 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010)
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1085176
Ano: 2014
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FCC
Orgão: TRF-1
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FCC
Orgão: TRF-1
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Geralmente os sistemas operacionais têm um driver de dispositivo para cada controlador de dispositivo. Uma operação de E/S (Entrada/Saída) envolve diversas etapas as quais estão listadas abaixo.
Ao iniciar uma operação de E/S:
1. O controlador de dispositivo inicia a transferência dos dados do dispositivo para seu buffer local.
2. O driver de dispositivo carrega os registradores apropriados dentro do controlador de dispositivo.
3. O controlador de dispositivo informa ao driver, através de uma interrupção, que terminou sua operação.
4. O controlador de dispositivo examina o conteúdo dos registradores para saber que ação deve tomar.
Por fim, o driver devolve o controle para o SO, retornando os dados, um ponteiro para os dados ou informações de status.
A ordem correta das etapas é apresentada em
Ao iniciar uma operação de E/S:
1. O controlador de dispositivo inicia a transferência dos dados do dispositivo para seu buffer local.
2. O driver de dispositivo carrega os registradores apropriados dentro do controlador de dispositivo.
3. O controlador de dispositivo informa ao driver, através de uma interrupção, que terminou sua operação.
4. O controlador de dispositivo examina o conteúdo dos registradores para saber que ação deve tomar.
Por fim, o driver devolve o controle para o SO, retornando os dados, um ponteiro para os dados ou informações de status.
A ordem correta das etapas é apresentada em
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A embalagem de pão de forma indica que o produto “não contém açúcar e gordura”. De acordo com o significado do conectivo “e” no estudo da lógica, é correto afirmar, a respeito desse pão de forma, que ele
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Laerte afirma que 1 trilhão de uma quantidade é o mesmo que um milhão de bilhões dessa quantidade. Sua afirmação NÃO está correta, tendo ele cometido um erro em relação à quantidade correta igual a
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Em uma receita, pode-se utilizar 50 g do ingrediente A e 60 g do ingrediente B, ou 16 g do ingrediente B e 30 gramas do ingrediente C, obtendo-se o mesmo resultado final. Com base nas proporções descritas, afirma-se também ser possível fazer a receita apenas com os ingredientes A e C. Sendo utilizados 40 g de A para se fazer três receitas apenas com os ingredientes A e C, a quantidade de C que deve ser utilizada, em gramas, é igual a
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Um trem faz o percurso da cidade A para a cidade B em 1 hora 37 minutos e 50 segundos. Se o trem chegou na cidade B exatamente às 11 horas da manhã, então ele saiu de A às “x horas y minutos e z segundos” da manhã do mesmo dia, sendo que x + y + z é igual a
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- FundamentosPorcentagem
- FundamentosSolução de Problemas
- FundamentosFrações e Números Decimais
- Álgebra
Em uma propriedade rural, 5/12 do terreno foram reservados para plantação de milho. Do terreno restante, 3/7 foram reservados para plantação de feijão, e o resto do terreno ficou sem plantação. Nas condições descritas, a área plantada do terreno corresponde a x% da área do terreno, sendo x um número entre
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Quem nasce no século XXI é rodeado de grande quantidade de dados desde o primeiro momento de vida. Uma em cada três crianças americanas tem presença virtual - normalmente na forma de ultrassonografia, salva pelos pais na internet - antes mesmo de nascer. Nove em cada dez já possuem algo pessoal armazenado na internet ao completar 2 anos. Praticamente tudo o que uma pessoa faz é guardado digitalmente em bancos de dados e preservado pelo resto de sua vida - e até depois dela.
Por dia, três exabytes de informações circulam pelo mundo, o equivalente a metade de toda a informação produzida pela humanidade desde a Idade da Pedra. A essa abundância de informações dá-se o nome de Big Data. Interpretar corretamente o Big Data é um procedimento precioso para empresas na disputa com a concorrência. Quem sabe minerar naquele oceano de dados pode encontrar, por exemplo, a resposta a um problema que sempre atormentou administradores: o recrutamento e a retenção de talentos. Com informações que circulam livremente pela internet, é possível traçar o perfil psicológico e identificar as qualidades e os defeitos de um profissional. Nos últimos dez anos, softwares têm substituído funções de psicólogos na árdua tarefa de manter funcionários produtivos e felizes com seu emprego.
O Big Data chega como o melhor recurso para contornar a falta de mão de obra. Quase 40% das empresas não conseguem preencher vagas em aberto pela falta de profissionais qualificados. Há áreas em que a disputa por talentos é especialmente ferrenha. A melhor forma de preencher as vagas é garimpar entre os quase 3 bilhões de pessoas que produzem exabytes de informações na internet. Nos Estados Unidos, há softwares focados no recrutamento de profissionais de categorias específicas. Há também sites especializados em avaliar perfis em redes sociais. Diz o criador de um desses sites, Joe Fernandez: “O universo virtual abriu portas para que se saiba tudo sobre todos. Essa é uma das maiores revoluções iniciadas pela internet."
Há, evidentemente, uma área cinzenta no uso do Big Data. Pode uma empresa acessar dados pessoais que empregados compartilham on-line? Não há ainda respostas fáceis para esse tipo de questionamento. O certo é que a transformação tecnológica do Big Data veio para ficar.
(Adaptado de: VILICIC, Filipe e BEER, Raquel. Veja, 25 de setembro de 2013, p. 101-103)
Por dia, três exabytes de informações circulam pelo mundo, o equivalente a metade de toda a informação produzida pela humanidade desde a Idade da Pedra. A essa abundância de informações dá-se o nome de Big Data. Interpretar corretamente o Big Data é um procedimento precioso para empresas na disputa com a concorrência. Quem sabe minerar naquele oceano de dados pode encontrar, por exemplo, a resposta a um problema que sempre atormentou administradores: o recrutamento e a retenção de talentos. Com informações que circulam livremente pela internet, é possível traçar o perfil psicológico e identificar as qualidades e os defeitos de um profissional. Nos últimos dez anos, softwares têm substituído funções de psicólogos na árdua tarefa de manter funcionários produtivos e felizes com seu emprego.
O Big Data chega como o melhor recurso para contornar a falta de mão de obra. Quase 40% das empresas não conseguem preencher vagas em aberto pela falta de profissionais qualificados. Há áreas em que a disputa por talentos é especialmente ferrenha. A melhor forma de preencher as vagas é garimpar entre os quase 3 bilhões de pessoas que produzem exabytes de informações na internet. Nos Estados Unidos, há softwares focados no recrutamento de profissionais de categorias específicas. Há também sites especializados em avaliar perfis em redes sociais. Diz o criador de um desses sites, Joe Fernandez: “O universo virtual abriu portas para que se saiba tudo sobre todos. Essa é uma das maiores revoluções iniciadas pela internet."
Há, evidentemente, uma área cinzenta no uso do Big Data. Pode uma empresa acessar dados pessoais que empregados compartilham on-line? Não há ainda respostas fáceis para esse tipo de questionamento. O certo é que a transformação tecnológica do Big Data veio para ficar.
(Adaptado de: VILICIC, Filipe e BEER, Raquel. Veja, 25 de setembro de 2013, p. 101-103)
O segmento introduzido pelos dois-pontos apresenta sentido
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Os governos sempre se preocuparam com o fluxo e o controle da informação, hoje bastante afetada pelas espetaculares mudanças no campo da tecnologia. A imprensa tipográfica de Gutenberg foi importante para a Reforma Protestante e para as guerras que se seguiram na Europa. Mas, atualmente, um segmento muito maior da população tem acesso ao poder que deriva da informação, seja dentro ou entre países.
A atual revolução global tem por alicerce os rápidos avanços tecnológicos que diminuíram enormemente o custo de criar, buscar e transmitir informação. A capacidade de computação duplicou a cada 18 meses nos últimos 20 anos e seu custo é, hoje, um milésimo do que era nos anos 70. Na década de 80, as chamadas telefônicas por fio de cobre transmitiam apenas uma página de informação por segundo; hoje, por meio de cabos de fibra ótica, é possível transmitir 90 mil volumes nesse mesmo tempo. Em 1980, um gigabyte de dados armazenados ocupava uma sala; atualmente, 200 gigabytes cabem no bolso de uma camisa. Mais crucial ainda foi a diminuição do custo da transmissão da informação, que reduz as barreiras ao acesso. medida que essa capacidade de computação se torna mais barata e os computadores encolhem para o tamanho de smartphones e de outros aparelhos portáteis, os efeitos descentralizadores têm sido imensos. O controle da informação está muito mais distribuído hoje do que há poucas décadas.
Como resultado, a política mundial não é mais esfera exclusiva dos governos. Indivíduos e organizações privadas, incluindo o WikiLeaks, empresas multinacionais, ONGs, terroristas ou movimentos sociais espontâneos, têm poder e capacidade para assumir um papel mais direto no cenário global. Com a difusão da informação, as redes informais estão debilitando o monopólio da burocracia tradicional e todos os governos veem-se menos capazes de controlar suas agendas. Hoje, os líderes políticos têm menos liberdade para responder a uma situação de momento e, dessa maneira, precisam se comunicar não apenas com outros governos, mas também com a sociedade civil.
(Adaptado de: NYE, Joseph. O Estado de S. Paulo, A11, 15 de fevereiro de 2013)
A atual revolução global tem por alicerce os rápidos avanços tecnológicos que diminuíram enormemente o custo de criar, buscar e transmitir informação. A capacidade de computação duplicou a cada 18 meses nos últimos 20 anos e seu custo é, hoje, um milésimo do que era nos anos 70. Na década de 80, as chamadas telefônicas por fio de cobre transmitiam apenas uma página de informação por segundo; hoje, por meio de cabos de fibra ótica, é possível transmitir 90 mil volumes nesse mesmo tempo. Em 1980, um gigabyte de dados armazenados ocupava uma sala; atualmente, 200 gigabytes cabem no bolso de uma camisa. Mais crucial ainda foi a diminuição do custo da transmissão da informação, que reduz as barreiras ao acesso. medida que essa capacidade de computação se torna mais barata e os computadores encolhem para o tamanho de smartphones e de outros aparelhos portáteis, os efeitos descentralizadores têm sido imensos. O controle da informação está muito mais distribuído hoje do que há poucas décadas.
Como resultado, a política mundial não é mais esfera exclusiva dos governos. Indivíduos e organizações privadas, incluindo o WikiLeaks, empresas multinacionais, ONGs, terroristas ou movimentos sociais espontâneos, têm poder e capacidade para assumir um papel mais direto no cenário global. Com a difusão da informação, as redes informais estão debilitando o monopólio da burocracia tradicional e todos os governos veem-se menos capazes de controlar suas agendas. Hoje, os líderes políticos têm menos liberdade para responder a uma situação de momento e, dessa maneira, precisam se comunicar não apenas com outros governos, mas também com a sociedade civil.
(Adaptado de: NYE, Joseph. O Estado de S. Paulo, A11, 15 de fevereiro de 2013)
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