Foram encontradas 50 questões.
Em relação à concordância nominal, analisar os itens abaixo:
I. Foi condenado por atos de leso-patriotismo.
II. Quando me dei conta, era meio-dia e meio.
III. Correm anexas aos processos vários documentos.
Está(ão) CORRETO(S):
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Assinalar a alternativa em que a parte sublinhada exerce função de objeto indireto:
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Assinalar a alternativa em que a palavra está acentuada CORRETAMENTE:
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Se não dá para ver átomos, como sabemos que são feitos de
partículas menores?
A história da física foi marcada por experimentos engenhosos que permitiram inferir a existência e as características dessas partículas indiretamente. O primeiro e mais famoso deles ocorreu em 1897, quando o físico J.J. Thompson investigava uma invenção recente, chamada tubo de raios catódicos.
Trata-se de um tubo de vidro selado a vácuo, em cujo interior há dois polos, um negativo, chamado ânodo, e um positivo, chamado cátodo. A diferença de potencial entre os dois (em bom português, a voltagem) faz um feixe de carga elétrica negativa, cuja composição na época era desconhecida, disparar na direção do cátodo. Daí o nome “catódicos”.
O que Thompson fez foi desviar o feixe atraindo-o com uma placa metálica de carga oposta, positiva. Lembre-se: os opostos se atraem. O ângulo em que o feixe se desviou permitiu calcular a carga elétrica e a massa das partículas que compõem o raio catódico. Assim, ele concluiu que elas eram mais leves que o átomo – e descobriu o elétron.
Outro experimento, realizado em 1905 pelo neozelandês Ernest Rutherford, foi fundamental para entender como o elétron se encaixava na estrutura do átomo.
Rutherford disparou núcleos de hélio, que possuem carga positiva, em uma fina folha de ouro. A maioria esmagadora deles passou reto pela folha, como se ela não existisse. Mas 1 em cada 20 mil desses balaços microscópicos foram refletidos com violência, em ângulos fechados.
Assim, Rutherford deduziu que a maior parte do volume dos átomos é composta pela nuvem de elétrons de carga negativa, que é extremamente insubstancial – o que explica por que os núcleos de hélio, em geral, atravessam a folha rasgando.
Os poucos núcleos de hélio que foram refletidos se chocaram com os núcleos de carga igualmente positiva do ouro, que são compactos e correspondem a uma parcela muito pequena do volume do átomo – ainda que concentrem quase toda a massa.
Assim, nasceu o modelo do átomo como um pequeno Sistema Solar, que foi desatualizado pela física quântica, mas permanece vivo no imaginário popular e ainda é usado para fins didáticos.
(Site: Abril - adaptado.)
Considerando-se o período “Mas 1 em cada 20 mil desses balaços microscópicos foram refletidos com violência (...)”, o termo sublinhado é classificado, gramaticalmente, como:
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Se não dá para ver átomos, como sabemos que são feitos de
partículas menores?
A história da física foi marcada por experimentos engenhosos que permitiram inferir a existência e as características dessas partículas indiretamente. O primeiro e mais famoso deles ocorreu em 1897, quando o físico J.J. Thompson investigava uma invenção recente, chamada tubo de raios catódicos.
Trata-se de um tubo de vidro selado a vácuo, em cujo interior há dois polos, um negativo, chamado ânodo, e um positivo, chamado cátodo. A diferença de potencial entre os dois (em bom português, a voltagem) faz um feixe de carga elétrica negativa, cuja composição na época era desconhecida, disparar na direção do cátodo. Daí o nome “catódicos”.
O que Thompson fez foi desviar o feixe atraindo-o com uma placa metálica de carga oposta, positiva. Lembre-se: os opostos se atraem. O ângulo em que o feixe se desviou permitiu calcular a carga elétrica e a massa das partículas que compõem o raio catódico. Assim, ele concluiu que elas eram mais leves que o átomo – e descobriu o elétron.
Outro experimento, realizado em 1905 pelo neozelandês Ernest Rutherford, foi fundamental para entender como o elétron se encaixava na estrutura do átomo.
Rutherford disparou núcleos de hélio, que possuem carga positiva, em uma fina folha de ouro. A maioria esmagadora deles passou reto pela folha, como se ela não existisse. Mas 1 em cada 20 mil desses balaços microscópicos foram refletidos com violência, em ângulos fechados.
Assim, Rutherford deduziu que a maior parte do volume dos átomos é composta pela nuvem de elétrons de carga negativa, que é extremamente insubstancial – o que explica por que os núcleos de hélio, em geral, atravessam a folha rasgando.
Os poucos núcleos de hélio que foram refletidos se chocaram com os núcleos de carga igualmente positiva do ouro, que são compactos e correspondem a uma parcela muito pequena do volume do átomo – ainda que concentrem quase toda a massa.
Assim, nasceu o modelo do átomo como um pequeno Sistema Solar, que foi desatualizado pela física quântica, mas permanece vivo no imaginário popular e ainda é usado para fins didáticos.
(Site: Abril - adaptado.)
Assinalar a alternativa em que a oração “A história da física foi marcada por experimentos engenhosos.” foi passada para a voz ativa CORRETAMENTE:
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Se não dá para ver átomos, como sabemos que são feitos de
partículas menores?
A história da física foi marcada por experimentos engenhosos que permitiram inferir a existência e as características dessas partículas indiretamente. O primeiro e mais famoso deles ocorreu em 1897, quando o físico J.J. Thompson investigava uma invenção recente, chamada tubo de raios catódicos.
Trata-se de um tubo de vidro selado a vácuo, em cujo interior há dois polos, um negativo, chamado ânodo, e um positivo, chamado cátodo. A diferença de potencial entre os dois (em bom português, a voltagem) faz um feixe de carga elétrica negativa, cuja composição na época era desconhecida, disparar na direção do cátodo. Daí o nome “catódicos”.
O que Thompson fez foi desviar o feixe atraindo-o com uma placa metálica de carga oposta, positiva. Lembre-se: os opostos se atraem. O ângulo em que o feixe se desviou permitiu calcular a carga elétrica e a massa das partículas que compõem o raio catódico. Assim, ele concluiu que elas eram mais leves que o átomo – e descobriu o elétron.
Outro experimento, realizado em 1905 pelo neozelandês Ernest Rutherford, foi fundamental para entender como o elétron se encaixava na estrutura do átomo.
Rutherford disparou núcleos de hélio, que possuem carga positiva, em uma fina folha de ouro. A maioria esmagadora deles passou reto pela folha, como se ela não existisse. Mas 1 em cada 20 mil desses balaços microscópicos foram refletidos com violência, em ângulos fechados.
Assim, Rutherford deduziu que a maior parte do volume dos átomos é composta pela nuvem de elétrons de carga negativa, que é extremamente insubstancial – o que explica por que os núcleos de hélio, em geral, atravessam a folha rasgando.
Os poucos núcleos de hélio que foram refletidos se chocaram com os núcleos de carga igualmente positiva do ouro, que são compactos e correspondem a uma parcela muito pequena do volume do átomo – ainda que concentrem quase toda a massa.
Assim, nasceu o modelo do átomo como um pequeno Sistema Solar, que foi desatualizado pela física quântica, mas permanece vivo no imaginário popular e ainda é usado para fins didáticos.
(Site: Abril - adaptado.)
Ao pluralizar a palavra sublinhada em “A diferença de potencial entre os dois (em bom português, a voltagem) faz um feixe de carga elétrica negativa, cuja composição na época era desconhecida, disparar na direção do cátodo.”, quantas outras palavras obrigatoriamente sofrerão alteração de número para fins de concordância?
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Se não dá para ver átomos, como sabemos que são feitos de
partículas menores?
A história da física foi marcada por experimentos engenhosos que permitiram inferir a existência e as características dessas partículas indiretamente. O primeiro e mais famoso deles ocorreu em 1897, quando o físico J.J. Thompson investigava uma invenção recente, chamada tubo de raios catódicos.
Trata-se de um tubo de vidro selado a vácuo, em cujo interior há dois polos, um negativo, chamado ânodo, e um positivo, chamado cátodo. A diferença de potencial entre os dois (em bom português, a voltagem) faz um feixe de carga elétrica negativa, cuja composição na época era desconhecida, disparar na direção do cátodo. Daí o nome “catódicos”.
O que Thompson fez foi desviar o feixe atraindo-o com uma placa metálica de carga oposta, positiva. Lembre-se: os opostos se atraem. O ângulo em que o feixe se desviou permitiu calcular a carga elétrica e a massa das partículas que compõem o raio catódico. Assim, ele concluiu que elas eram mais leves que o átomo – e descobriu o elétron.
Outro experimento, realizado em 1905 pelo neozelandês Ernest Rutherford, foi fundamental para entender como o elétron se encaixava na estrutura do átomo.
Rutherford disparou núcleos de hélio, que possuem carga positiva, em uma fina folha de ouro. A maioria esmagadora deles passou reto pela folha, como se ela não existisse. Mas 1 em cada 20 mil desses balaços microscópicos foram refletidos com violência, em ângulos fechados.
Assim, Rutherford deduziu que a maior parte do volume dos átomos é composta pela nuvem de elétrons de carga negativa, que é extremamente insubstancial – o que explica por que os núcleos de hélio, em geral, atravessam a folha rasgando.
Os poucos núcleos de hélio que foram refletidos se chocaram com os núcleos de carga igualmente positiva do ouro, que são compactos e correspondem a uma parcela muito pequena do volume do átomo – ainda que concentrem quase toda a massa.
Assim, nasceu o modelo do átomo como um pequeno Sistema Solar, que foi desatualizado pela física quântica, mas permanece vivo no imaginário popular e ainda é usado para fins didáticos.
(Site: Abril - adaptado.)
Considerando-se seu sentido, a palavra sublinhada em “Assim, Rutherford deduziu que a maior parte do volume dos átomos (...)” pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
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Se não dá para ver átomos, como sabemos que são feitos de
partículas menores?
A história da física foi marcada por experimentos engenhosos que permitiram inferir a existência e as características dessas partículas indiretamente. O primeiro e mais famoso deles ocorreu em 1897, quando o físico J.J. Thompson investigava uma invenção recente, chamada tubo de raios catódicos.
Trata-se de um tubo de vidro selado a vácuo, em cujo interior há dois polos, um negativo, chamado ânodo, e um positivo, chamado cátodo. A diferença de potencial entre os dois (em bom português, a voltagem) faz um feixe de carga elétrica negativa, cuja composição na época era desconhecida, disparar na direção do cátodo. Daí o nome “catódicos”.
O que Thompson fez foi desviar o feixe atraindo-o com uma placa metálica de carga oposta, positiva. Lembre-se: os opostos se atraem. O ângulo em que o feixe se desviou permitiu calcular a carga elétrica e a massa das partículas que compõem o raio catódico. Assim, ele concluiu que elas eram mais leves que o átomo – e descobriu o elétron.
Outro experimento, realizado em 1905 pelo neozelandês Ernest Rutherford, foi fundamental para entender como o elétron se encaixava na estrutura do átomo.
Rutherford disparou núcleos de hélio, que possuem carga positiva, em uma fina folha de ouro. A maioria esmagadora deles passou reto pela folha, como se ela não existisse. Mas 1 em cada 20 mil desses balaços microscópicos foram refletidos com violência, em ângulos fechados.
Assim, Rutherford deduziu que a maior parte do volume dos átomos é composta pela nuvem de elétrons de carga negativa, que é extremamente insubstancial – o que explica por que os núcleos de hélio, em geral, atravessam a folha rasgando.
Os poucos núcleos de hélio que foram refletidos se chocaram com os núcleos de carga igualmente positiva do ouro, que são compactos e correspondem a uma parcela muito pequena do volume do átomo – ainda que concentrem quase toda a massa.
Assim, nasceu o modelo do átomo como um pequeno Sistema Solar, que foi desatualizado pela física quântica, mas permanece vivo no imaginário popular e ainda é usado para fins didáticos.
(Site: Abril - adaptado.)
Em conformidade com o texto, assinalar a alternativa CORRETA:
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Se não dá para ver átomos, como sabemos que são feitos de
partículas menores?
A história da física foi marcada por experimentos engenhosos que permitiram inferir a existência e as características dessas partículas indiretamente. O primeiro e mais famoso deles ocorreu em 1897, quando o físico J.J. Thompson investigava uma invenção recente, chamada tubo de raios catódicos.
Trata-se de um tubo de vidro selado a vácuo, em cujo interior há dois , um negativo, chamado ânodo, e um positivo, chamado cátodo. A diferença de potencial entre os dois (em bom português, a voltagem) faz um feixe de carga elétrica negativa, cuja composição na época era desconhecida, disparar na direção do cátodo. Daí o nome “catódicos”.
O que Thompson fez foi desviar o feixe atraindo-o com uma placa metálica de carga oposta, positiva. Lembre-se: os opostos se atraem. O ângulo em que o feixe se desviou permitiu calcular a carga elétrica e a massa das partículas que o raio catódico. Assim, ele concluiu que elas eram mais leves que o átomo – e descobriu o elétron.
Outro experimento, realizado em 1905 pelo neozelandês Ernest Rutherford, foi fundamental para entender como o elétron se encaixava na estrutura do átomo.
Rutherford núcleos de hélio, que possuem carga positiva, em uma fina folha de ouro. A maioria esmagadora deles passou reto pela folha, como se ela não existisse. Mas 1 em cada 20 mil desses balaços microscópicos foram refletidos com violência, em ângulos fechados.
Assim, Rutherford deduziu que a maior parte do volume dos átomos é composta pela nuvem de elétrons de carga negativa, que é extremamente insubstancial – o que explica por que os núcleos de hélio, em geral, atravessam a folha rasgando.
Os poucos núcleos de hélio que foram refletidos se chocaram com os núcleos de carga igualmente positiva do ouro, que são compactos e correspondem a uma parcela muito pequena do volume do átomo – ainda que concentrem quase toda a massa.
Assim, nasceu o modelo do átomo como um pequeno Sistema Solar, que foi desatualizado pela física quântica, mas permanece vivo no imaginário popular e ainda é usado para fins didáticos.
(Site: Abril - adaptado.)
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE:
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Em conformidade com a Lei nº 8.429/1992 - Lei de Improbidade Administrativa, sobre as disposições penais, analisar a sentença abaixo:
Constitui crime a representação por ato de improbidade contra agente público ou terceiro beneficiário, quando o autor da denúncia o sabe inocente (1ª parte). A perda da função pública e a suspensão dos direitos políticos só se efetivam com o trânsito em julgado da sentença condenatória (2ª parte). A autoridade judicial ou administrativa competente poderá determinar o afastamento do agente público do exercício do cargo, emprego ou função, sem prejuízo da remuneração, quando a medida se fizer necessária à instrução processual (3ª parte).
A sentença está:
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