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Foram encontradas 90 questões.

2633088 Ano: 2009
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: AOCP
Orgão: TRE-RO

A palavra MEDICINA foi escrita repetidamente e sequencialmente como segue: MEDICINAMEDICINAMEDICINAM EDICINAMED... A 2009ª letra dessa sucessão de letras é a letra

 

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2633087 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: TRE-RO

Considere o retângulo ABCD cujos lados AB mede 10 cm e AD mede 6 cm. Seja E um ponto sobre a reta que passa pelos pontos C e D, e F o ponto médio do lado BC. Sabendo-se que F pertence ao segmento AE, pode-se afirmar que

 

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2633086 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: TRE-RO

Em um município, o TRE decidiu preparar uma equipe que atuará em três etapas das eleições: treinamento para o recebimento dos votos; treinamento para a preparação dos locais de votação; treinamento para a apuração dos votos. Ficou estabelecido o tempo de 360 minutos para o referido treinamento e que o tempo de duração de cada etapa é diretamente proporcional a 4, 3 e 5, respectivamente. Nessas condições, o tempo destinado para o treinamento para a apuração de votos é de

 

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2633085 Ano: 2009
Disciplina: Estatística
Banca: AOCP
Orgão: TRE-RO

O gráfico a seguir apresenta dados referentes a aplicações de vacina aplicada aos funcionários de uma empresa num período de tempo.

Enunciado 2992076-1

De acordo com o gráfico, assinale a alternativa correta.

 

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2633084 Ano: 2009
Disciplina: Estatística
Banca: AOCP
Orgão: TRE-RO

Em um concurso público, a nota final é calculada por meio da média ponderada das notas obtidas nas provas de Conhecimentos Gerais (CG), Conhecimentos Específicos (CE) e Discursiva ((D), as quais têm pesos conforme tabela a seguir

PROVA PESO

CG 1

CE 4

D 2

A nota de cada prova varia de zero a cem. Aline e Ivone obtiveram as seguintes notas:

CG CE D

Aline 60 75 80

Ivone 95 60 85

Nessas condições, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).

I. A classificação de Ivone foi melhor do que a da Aline.

II. A nota final de Ivone é 80.

III. Mesmo que Ivone conseguisse a nota máxima na prova de Conhecimentos Gerais, jamais sua nota final ultrapassaria a nota final de Aline.

 

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2633083 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: TRE-RO

Um eleitor reside atualmente na cidade A e está de mudança para uma cidade B. Porém, não há tempo hábil para efetivar a transferência de seu título de eleitor. Resolveu então, consultar pela Internet a distância entre as duas cidades, a fim de decidir se viajará de ônibus ou de carro próprio, por ocasião das eleições. O mapa encontrado só indicava a distância em linha reta entre as duas cidades (12,8 cm) e a escala utilizada em sua confecção (1:2 000 000). Nessas condições, concluiu que a distância em linha reta entre as cidades A e B é de

 

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2633082 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: TRE-RO

Separados pela cama Pesquisa indica que dividir os lençóis pode prejudicar o sono do casal e causar problemas de saúde crônicos

Ao menos duas vezes por semana, a cena se repete. A publicitária Renata Lino, 27 anos, e o marido, o cirurgião dentista Sandro Ferreira, 32 anos, dormem tranquilos até Renata começar a roncar. Sandro tenta cutucá-la, arrisca até uns tapinhas de alerta. "Eu tenho que usar artifícios para tentar dormir", argumenta o marido. "Mas, em último caso, vou para outro cômodo mesmo", confessa. Segundo uma pesquisa da Universidade de Surrey, na Inglaterra, a solução é simples: é só oficializar as camas separadas.

O estudo concluiu que, em média, 50% dos casais que compartilham o leito têm dificuldade para dormir e desenvolvem algum problema de saúde em decorrência dessas noites insones. E não é só o ronco que atrapalha. Um constante puxar de lençóis ou um companheiro com sono agitado, que se mexe muito, também podem fazer o merecido descanso se transformar num filme de terror. Ainda assim, pelo menos entre Renata e Sandro, casados há cinco anos, o romantismo prevalece. "Comprei o pacote completo e a fuga noturna com o edredom veio junto", brinca Sandro. "Sinto falta dela quando durmo sozinho." A publicitária já fez exames de sonoterapia para detectar as causas da apnéia - termo médico para o ronco. "Boa parte da minha família sofre com o problema", afirma Renata. Situações assim são comuns. No Brasil, 40% da população têm distúrbios do sono, de acordo com um estudo da Academia Brasileira de Neurologia. O problema é que dormir mal pode levar a problemas mais graves, como depressão, doenças cardíacas e derrame.

As consequências de uma noite mal dormida são imediatas. "Já compromete a capacidade de funcionamento intelectual no dia seguinte", diz Flavio Alóe, médico especialista em distúrbios do sono do Hospital das Clínicas de São Paulo. "E quem ouve o ronco sofre os mesmos efeitos de quem dorme mal cronicamente." Ainda assim, Alóe acredita que seriam necessários estudos mais profundos para se recomendar dormir em camas separadas. "Casais que se entendem bem sentem falta se cada um dorme sozinho."

A advogada Neutra Magalhães, 67 anos, aderiu há dez à separação de leitos, porque o marido vê televisão até tarde. "A gente dorme bem melhor, mas atrapalhou a intimidade", reconhece Neutra. Tanto sacrifício não é necessário. "É preciso sincronizar as rotinas. Se um deles tiver algum problema, pode e deve ser tratado", diz a especialista em medicina do sono Luciane Fujita, do Instituto do Sono, da Universidade Federal de São Paulo. Vale tudo para que o sonho de dormir juntinho não vire um pesadelo.

Disponível em < http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2081/artigo152 593-1.htm >. Acesso em 20 out 2009.

Assinale a alternativa cuja palavra NÃO apresenta dígrafo em sua grafia.

 

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2633081 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: TRE-RO

Separados pela cama Pesquisa indica que dividir os lençóis pode prejudicar o sono do casal e causar problemas de saúde crônicos

Ao menos duas vezes por semana, a cena se repete. A publicitária Renata Lino, 27 anos, e o marido, o cirurgião dentista Sandro Ferreira, 32 anos, dormem tranquilos até Renata começar a roncar. Sandro tenta cutucá-la, arrisca até uns tapinhas de alerta. "Eu tenho que usar artifícios para tentar dormir", argumenta o marido. "Mas, em último caso, vou para outro cômodo mesmo", confessa. Segundo uma pesquisa da Universidade de Surrey, na Inglaterra, a solução é simples: é só oficializar as camas separadas.

O estudo concluiu que, em média, 50% dos casais que compartilham o leito têm dificuldade para dormir e desenvolvem algum problema de saúde em decorrência dessas noites insones. E não é só o ronco que atrapalha. Um constante puxar de lençóis ou um companheiro com sono agitado, que se mexe muito, também podem fazer o merecido descanso se transformar num filme de terror. Ainda assim, pelo menos entre Renata e Sandro, casados há cinco anos, o romantismo prevalece. "Comprei o pacote completo e a fuga noturna com o edredom veio junto", brinca Sandro. "Sinto falta dela quando durmo sozinho." A publicitária já fez exames de sonoterapia para detectar as causas da apnéia - termo médico para o ronco. "Boa parte da minha família sofre com o problema", afirma Renata. Situações assim são comuns. No Brasil, 40% da população têm distúrbios do sono, de acordo com um estudo da Academia Brasileira de Neurologia. O problema é que dormir mal pode levar a problemas mais graves, como depressão, doenças cardíacas e derrame.

As consequências de uma noite mal dormida são imediatas. "Já compromete a capacidade de funcionamento intelectual no dia seguinte", diz Flavio Alóe, médico especialista em distúrbios do sono do Hospital das Clínicas de São Paulo. "E quem ouve o ronco sofre os mesmos efeitos de quem dorme mal cronicamente." Ainda assim, Alóe acredita que seriam necessários estudos mais profundos para se recomendar dormir em camas separadas. "Casais que se entendem bem sentem falta se cada um dorme sozinho."

A advogada Neutra Magalhães, 67 anos, aderiu há dez à separação de leitos, porque o marido vê televisão até tarde. "A gente dorme bem melhor, mas atrapalhou a intimidade", reconhece Neutra. Tanto sacrifício não é necessário. "É preciso sincronizar as rotinas. Se um deles tiver algum problema, pode e deve ser tratado", diz a especialista em medicina do sono Luciane Fujita, do Instituto do Sono, da Universidade Federal de São Paulo. Vale tudo para que o sonho de dormir juntinho não vire um pesadelo.

Disponível em < http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2081/artigo152 593-1.htm >. Acesso em 20 out 2009.

Todas as palavras abaixo apresentam o mesmo número de letras e de fonemas, EXCETO

 

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2633080 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: TRE-RO

Separados pela cama Pesquisa indica que dividir os lençóis pode prejudicar o sono do casal e causar problemas de saúde crônicos

Ao menos duas vezes por semana, a cena se repete. A publicitária Renata Lino, 27 anos, e o marido, o cirurgião dentista Sandro Ferreira, 32 anos, dormem tranquilos até Renata começar a roncar. Sandro tenta cutucá-la, arrisca até uns tapinhas de alerta. "Eu tenho que usar artifícios para tentar dormir", argumenta o marido. "Mas, em último caso, vou para outro cômodo mesmo", confessa. Segundo uma pesquisa da Universidade de Surrey, na Inglaterra, a solução é simples: é só oficializar as camas separadas.

O estudo concluiu que, em média, 50% dos casais que compartilham o leito têm dificuldade para dormir e desenvolvem algum problema de saúde em decorrência dessas noites insones. E não é só o ronco que atrapalha. Um constante puxar de lençóis ou um companheiro com sono agitado, que se mexe muito, também podem fazer o merecido descanso se transformar num filme de terror. Ainda assim, pelo menos entre Renata e Sandro, casados há cinco anos, o romantismo prevalece. "Comprei o pacote completo e a fuga noturna com o edredom veio junto", brinca Sandro. "Sinto falta dela quando durmo sozinho." A publicitária já fez exames de sonoterapia para detectar as causas da apnéia - termo médico para o ronco. "Boa parte da minha família sofre com o problema", afirma Renata. Situações assim são comuns. No Brasil, 40% da população têm distúrbios do sono, de acordo com um estudo da Academia Brasileira de Neurologia. O problema é que dormir mal pode levar a problemas mais graves, como depressão, doenças cardíacas e derrame.

As consequências de uma noite mal dormida são imediatas. "Já compromete a capacidade de funcionamento intelectual no dia seguinte", diz Flavio Alóe, médico especialista em distúrbios do sono do Hospital das Clínicas de São Paulo. "E quem ouve o ronco sofre os mesmos efeitos de quem dorme mal cronicamente." Ainda assim, Alóe acredita que seriam necessários estudos mais profundos para se recomendar dormir em camas separadas. "Casais que se entendem bem sentem falta se cada um dorme sozinho."

A advogada Neutra Magalhães, 67 anos, aderiu há dez à separação de leitos, porque o marido vê televisão até tarde. "A gente dorme bem melhor, mas atrapalhou a intimidade", reconhece Neutra. Tanto sacrifício não é necessário. "É preciso sincronizar as rotinas. Se um deles tiver algum problema, pode e deve ser tratado", diz a especialista em medicina do sono Luciane Fujita, do Instituto do Sono, da Universidade Federal de São Paulo. Vale tudo para que o sonho de dormir juntinho não vire um pesadelo.

Disponível em < http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2081/artigo152 593-1.htm >. Acesso em 20 out 2009.

“Vale tudo para que o sonho de dormir juntinho não vire um pesadelo.” A forma verbal destacada se encontra conjugada no

 

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2633079 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: TRE-RO

Separados pela cama Pesquisa indica que dividir os lençóis pode prejudicar o sono do casal e causar problemas de saúde crônicos

Ao menos duas vezes por semana, a cena se repete. A publicitária Renata Lino, 27 anos, e o marido, o cirurgião dentista Sandro Ferreira, 32 anos, dormem tranquilos até Renata começar a roncar. Sandro tenta cutucá-la, arrisca até uns tapinhas de alerta. "Eu tenho que usar artifícios para tentar dormir", argumenta o marido. "Mas, em último caso, vou para outro cômodo mesmo", confessa. Segundo uma pesquisa da Universidade de Surrey, na Inglaterra, a solução é simples: é só oficializar as camas separadas.

O estudo concluiu que, em média, 50% dos casais que compartilham o leito têm dificuldade para dormir e desenvolvem algum problema de saúde em decorrência dessas noites insones. E não é só o ronco que atrapalha. Um constante puxar de lençóis ou um companheiro com sono agitado, que se mexe muito, também podem fazer o merecido descanso se transformar num filme de terror. Ainda assim, pelo menos entre Renata e Sandro, casados há cinco anos, o romantismo prevalece. "Comprei o pacote completo e a fuga noturna com o edredom veio junto", brinca Sandro. "Sinto falta dela quando durmo sozinho." A publicitária já fez exames de sonoterapia para detectar as causas da apnéia - termo médico para o ronco. "Boa parte da minha família sofre com o problema", afirma Renata. Situações assim são comuns. No Brasil, 40% da população têm distúrbios do sono, de acordo com um estudo da Academia Brasileira de Neurologia. O problema é que dormir mal pode levar a problemas mais graves, como depressão, doenças cardíacas e derrame.

As consequências de uma noite mal dormida são imediatas. "Já compromete a capacidade de funcionamento intelectual no dia seguinte", diz Flavio Alóe, médico especialista em distúrbios do sono do Hospital das Clínicas de São Paulo. "E quem ouve o ronco sofre os mesmos efeitos de quem dorme mal cronicamente." Ainda assim, Alóe acredita que seriam necessários estudos mais profundos para se recomendar dormir em camas separadas. "Casais que se entendem bem sentem falta se cada um dorme sozinho."

A advogada Neutra Magalhães, 67 anos, aderiu há dez à separação de leitos, porque o marido vê televisão até tarde. "A gente dorme bem melhor, mas atrapalhou a intimidade", reconhece Neutra. Tanto sacrifício não é necessário. "É preciso sincronizar as rotinas. Se um deles tiver algum problema, pode e deve ser tratado", diz a especialista em medicina do sono Luciane Fujita, do Instituto do Sono, da Universidade Federal de São Paulo. Vale tudo para que o sonho de dormir juntinho não vire um pesadelo.

Disponível em < http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2081/artigo152 593-1.htm >. Acesso em 20 out 2009.

Assinale a alternativa INCORRETA quanto à classificação das orações destacadas.

 

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