Foram encontradas 80 questões.
Segundo o Plano Diretor da Reforma do Aparelho
do Estado de 1995, assinale a alternativa que traz
corretamente características da Administração
Gerencial.
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- Lei 4.320/1964: Normas Gerais de Direito FinanceiroDecreto Sobre a Programação Orçamentária e Financeira - Lei 4.320 de 1964
Acerca da classificação das receitas públicas
pela Lei n° 4.320/1964, assinale a alternativa
que apresente corretamente uma hipótese de
receita corrente.
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Acerca das disposições constitucionais sobre
o orçamento público e as leis orçamentárias,
analise as afirmativas abaixo:
I. A lei orçamentária anual compreenderá o orçamento empresarial e o orçamento extrafiscal, referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. II. O projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo regionalizado do efeito, sobre as receitas e despesas, decorrente de isenções, anistias, remissões, subsídios e benefícios de natureza financeira, tributária e creditícia. III. A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, não se incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de receita, nos termos da lei.
Assinale a alternativa correta.
I. A lei orçamentária anual compreenderá o orçamento empresarial e o orçamento extrafiscal, referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. II. O projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo regionalizado do efeito, sobre as receitas e despesas, decorrente de isenções, anistias, remissões, subsídios e benefícios de natureza financeira, tributária e creditícia. III. A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, não se incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de receita, nos termos da lei.
Assinale a alternativa correta.
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- Lei 4.320/1964: Normas Gerais de Direito FinanceiroDecreto Sobre a Programação Orçamentária e Financeira - Lei 4.320 de 1964
A Lei n° 4.320/1964 estatui normas gerais de
Direito Financeiro para elaboração e controle
dos orçamentos e balanços da União, dos
Estados, dos Municípios e do Distrito Federal.
Acerca das disposições da referida lei sobre
despesas públicas, assinale a alternativa
correta.
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No que se refere às disposições da Lei n°
4.320/1964 sobre os créditos adicionais,
analise as afirmativas abaixo e dê valores
Verdadeiro (V) ou Falso (F):
( ) São créditos adicionais, as autorizações de despesa não computadas ou insuficientemente dotadas na Lei de Orçamento. ( ) Os créditos adicionais classificam-se em suplementares, ordinários e extraordinários. ( ) Os créditos extraordinários são os destinados a despesas urgentes e imprevistas, em caso de guerra, comoção intestina ou calamidade pública.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
( ) São créditos adicionais, as autorizações de despesa não computadas ou insuficientemente dotadas na Lei de Orçamento. ( ) Os créditos adicionais classificam-se em suplementares, ordinários e extraordinários. ( ) Os créditos extraordinários são os destinados a despesas urgentes e imprevistas, em caso de guerra, comoção intestina ou calamidade pública.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
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Leia atentamente o texto abaixo para
responder à questão.
Sem direito e Poesia
Eis me aqui, iniludível. Incipiente na arte da
escrita, desfraldo sentimentos vestindo-os com as
palavras que lhes atribuem significado. Às vezes dá
vontade ser assim, hermético. Talvez, porque eu sinta
que o mundo não me entende ou porque, talvez, eu não
me encaixe harmonicamente no mundo, é que sinto
esta liberdade em não me fazer entender. É que, talvez,
a vida seja mesmo um mal entendido.
Portanto, despiciendo as opiniões e me faço
prolixo. Suasório para o intento de escrever em uma
língua indecifrável ao homem comum. Meu vocabulário,
quando quero, é um quarto cerrado e, nele me tranco e
jogo fora a chave do entendimento. Dizem-me que as
palavras devem ser um instrumento para comunicar-se
e que isto é fazer-se entender. Mas eu, que do mundo
nada entendo, por que razão deveria me fazer
entender?
Sinto o decesso aproximar-se, pelo esvair-se
do fluido vital, e, sem tempo para o recreio desejado,
com os ombros arcados pelos compromissos
assumidos, tenho no plenilúnio um desejo imarcescível
de que haja vida no satélite natural. Talvez, após o
decesso, eu possa lá estabelecer morada e, vivendo
em uma sociedade singular, haja o recreio em espírito.
Na realidade. Na iniludível realidade, meu recreio é
uma sala ampla. Teto alto. Prateleiras rústicas com
farta literatura e filosofia. Nenhuma porta ou janela
aberta a permitir à passagem do tempo. Uma poltrona
aveludada. Frio. Lareira acesa. Vinho tinto seco,
Malbec.
O amor? O entregar-se? Não!
Tratar-se-ia apenas de amor próprio. Sem
entrega. Apenas eu. Apenas eu e o tempo. Cerrado na
sala cerrada. Divagando sobre o nada e refletindo
sobre tudo. Imarcescível seria tal momento. Mas a vida.
A vida é singular ao tempo, pois que o tempo é eterno,
e a criatura humana é botão de rosa, matéria orgânica
falível na passagem do eterno. Sigo... Soerguendo-me... Sobrevivo...
(Fonte: Nelson Olivo Capeleti Junior/ Artigos13/04/2018 - JUS Brasil)
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Leia atentamente o texto abaixo para
responder à questão.
Sem direito e Poesia
Eis me aqui, iniludível. Incipiente na arte da
escrita, desfraldo sentimentos vestindo-os com as
palavras que lhes atribuem significado. Às vezes dá
vontade ser assim, hermético. Talvez, porque eu sinta
que o mundo não me entende ou porque, talvez, eu não
me encaixe harmonicamente no mundo, é que sinto
esta liberdade em não me fazer entender. É que, talvez,
a vida seja mesmo um mal entendido.
Portanto, despiciendo as opiniões e me faço
prolixo. Suasório para o intento de escrever em uma
língua indecifrável ao homem comum. Meu vocabulário,
quando quero, é um quarto cerrado e, nele me tranco e
jogo fora a chave do entendimento. Dizem-me que as
palavras devem ser um instrumento para comunicar-se
e que isto é fazer-se entender. Mas eu, que do mundo
nada entendo, por que razão deveria me fazer
entender?
Sinto o decesso aproximar-se, pelo esvair-se
do fluido vital, e, sem tempo para o recreio desejado,
com os ombros arcados pelos compromissos
assumidos, tenho no plenilúnio um desejo imarcescível
de que haja vida no satélite natural. Talvez, após o
decesso, eu possa lá estabelecer morada e, vivendo
em uma sociedade singular, haja o recreio em espírito.
Na realidade. Na iniludível realidade, meu recreio é
uma sala ampla. Teto alto. Prateleiras rústicas com
farta literatura e filosofia. Nenhuma porta ou janela
aberta a permitir à passagem do tempo. Uma poltrona
aveludada. Frio. Lareira acesa. Vinho tinto seco,
Malbec.
O amor? O entregar-se? Não!
Tratar-se-ia apenas de amor próprio. Sem
entrega. Apenas eu. Apenas eu e o tempo. Cerrado na
sala cerrada. Divagando sobre o nada e refletindo
sobre tudo. Imarcescível seria tal momento. Mas a vida.
A vida é singular ao tempo, pois que o tempo é eterno,
e a criatura humana é botão de rosa, matéria orgânica
falível na passagem do eterno. Sigo... Soerguendo-me... Sobrevivo...
(Fonte: Nelson Olivo Capeleti Junior/ Artigos13/04/2018 - JUS Brasil)
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Leia atentamente o texto abaixo para
responder à questão.
Sem direito e Poesia
Eis me aqui, iniludível. Incipiente na arte da
escrita, desfraldo sentimentos vestindo-os com as
palavras que lhes atribuem significado. Às vezes dá
vontade ser assim, hermético. Talvez, porque eu sinta
que o mundo não me entende ou porque, talvez, eu não
me encaixe harmonicamente no mundo, é que sinto
esta liberdade em não me fazer entender. É que, talvez,
a vida seja mesmo um mal entendido.
Portanto, despiciendo as opiniões e me faço
prolixo. Suasório para o intento de escrever em uma
língua indecifrável ao homem comum. Meu vocabulário,
quando quero, é um quarto cerrado e, nele me tranco e
jogo fora a chave do entendimento. Dizem-me que as
palavras devem ser um instrumento para comunicar-se
e que isto é fazer-se entender. Mas eu, que do mundo
nada entendo, por que razão deveria me fazer
entender?
Sinto o decesso aproximar-se, pelo esvair-se
do fluido vital, e, sem tempo para o recreio desejado,
com os ombros arcados pelos compromissos
assumidos, tenho no plenilúnio um desejo imarcescível
de que haja vida no satélite natural. Talvez, após o
decesso, eu possa lá estabelecer morada e, vivendo
em uma sociedade singular, haja o recreio em espírito.
Na realidade. Na iniludível realidade, meu recreio é
uma sala ampla. Teto alto. Prateleiras rústicas com
farta literatura e filosofia. Nenhuma porta ou janela
aberta a permitir à passagem do tempo. Uma poltrona
aveludada. Frio. Lareira acesa. Vinho tinto seco,
Malbec.
O amor? O entregar-se? Não!
Tratar-se-ia apenas de amor próprio. Sem
entrega. Apenas eu. Apenas eu e o tempo. Cerrado na
sala cerrada. Divagando sobre o nada e refletindo
sobre tudo. Imarcescível seria tal momento. Mas a vida.
A vida é singular ao tempo, pois que o tempo é eterno,
e a criatura humana é botão de rosa, matéria orgânica
falível na passagem do eterno. Sigo... Soerguendo-me... Sobrevivo...
(Fonte: Nelson Olivo Capeleti Junior/ Artigos13/04/2018 - JUS Brasil)
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Em relação às normas de concordância
nominal e verbal, assinale a alternativa
incorreta.
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Sem direito e Poesia
Eis me aqui, iniludível. Incipiente na arte da
escrita, desfraldo sentimentos vestindo-os com as
palavras que lhes atribuem significado. Às vezes dá
vontade ser assim, hermético. Talvez, porque eu sinta
que o mundo não me entende ou porque, talvez, eu não
me encaixe harmonicamente no mundo, é que sinto
esta liberdade em não me fazer entender. É que, talvez,
a vida seja mesmo um mal entendido.
Portanto, despiciendo as opiniões e me faço
prolixo. Suasório para o intento de escrever em uma
língua indecifrável ao homem comum. Meu vocabulário,
quando quero, é um quarto cerrado e, nele me tranco e
jogo fora a chave do entendimento. Dizem-me que as
palavras devem ser um instrumento para comunicar-se
e que isto é fazer-se entender. Mas eu, que do mundo
nada entendo, por que razão deveria me fazer
entender?
Sinto o decesso aproximar-se, pelo esvair-se
do fluido vital, e, sem tempo para o recreio desejado,
com os ombros arcados pelos compromissos
assumidos, tenho no plenilúnio um desejo imarcescível
de que haja vida no satélite natural. Talvez, após o
decesso, eu possa lá estabelecer morada e, vivendo
em uma sociedade singular, haja o recreio em espírito.
Na realidade. Na iniludível realidade, meu recreio é
uma sala ampla. Teto alto. Prateleiras rústicas com
farta literatura e filosofia. Nenhuma porta ou janela
aberta a permitir à passagem do tempo. Uma poltrona
aveludada. Frio. Lareira acesa. Vinho tinto seco,
Malbec.
O amor? O entregar-se? Não!
Tratar-se-ia apenas de amor próprio. Sem
entrega. Apenas eu. Apenas eu e o tempo. Cerrado na
sala cerrada. Divagando sobre o nada e refletindo
sobre tudo. Imarcescível seria tal momento. Mas a vida.
A vida é singular ao tempo, pois que o tempo é eterno,
e a criatura humana é botão de rosa, matéria orgânica
falível na passagem do eterno. Sigo... Soerguendo-me... Sobrevivo...
(Fonte: Nelson Olivo Capeleti Junior/ Artigos13/04/2018 - JUS Brasil)
I. O vocábulo "singular" funciona como predicativo do sujeito. II. Há a presença de predicados nominais em todas as orações do período composto. III. O vocábulo "humana" funciona como complemento nominal. IV. As palavras "orgânica" e "falível" funcionam como adjuntos adnominais.
Assinale a alternativa correta.
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