Foram encontradas 50 questões.
De acordo com a ITIL V3, sobre o gerenciamento de mudanças do processo de transição de serviço, analise as afirmativas a seguir.
I. A definição ITIL para mudança é qualquer adição, modificação ou remoção de qualquer componente que poderia ter algum efeito sobre os serviços de TI.
II. O método “7R’s” é proposto para avaliação de mudanças e envolve as seguintes informações: quem requisita, qual a razão, qual o retorno, quais os riscos, quais os recursos envolvidos, quem se responsabiliza e qual a relação com outras mudanças.
III. O Comitê Consultivo de Mudanças (CCM) deve autorizar a mudança, auxiliar na sua avaliação, definir a priorização e ser formado por pessoas que possam certificar que a mudança é adequada tanto do ponto de vista técnico quanto de negócio.
Está correto o que se afirma em
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Sobre as interfaces de conexão (conectores) empregadas em computadores e periféricos, analise as imagens a seguir:

“A interface é utilizada para transmitir vídeos e pode ser conectada em monitores. Já a interface serve para transmitir dados e fornecer energia em dispositivos móveis. Enquanto a interface é usada para transmitir dados em comunicação serial de dispositivos de armazenamento de dados.”
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
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Analise a seguinte visão lógica de um determinado banco de dados através de um diagrama entidade relacionamento:

Diante do exposto, assinale, a seguir, o mapeamento correto para o modelo relacional.
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Desculpe, morri
Atendo ao telefone e:
“Boa noite, é Marcelo?”
“Quem é?”
“É você?”
“Quem está falando?”
“Poxa, que bom, eu precisava tanto falar com você, não imagina o trabalho que deu pra descolar o seu...”
“Quer falar com quem?”
“Com você mesmo, Cariri.”
“Cariri?”
“Não era o seu apelido em Santos?”
“Como você sabe?”
“Pesquisei. Apelido louco. Por que te deram esse apelido?”
“Olha, o que você quer?”
“Sou estudante e estou fazendo o meu trabalho.”
“Como você descolou o meu telefone?”
“Desculpe, Cariri. A pessoa que me deu pediu para não ser identificada. Você é uma figurinha difícil de achar, hein? Marcelão, Marcelão... Como vão as coisas?”
“Indo.”
“O seu Corinthians, hein?”
“Meu e de muita gente.”
“E a Ana?”
“Ana?”
“A do livro.”
“Que livro?”
“Como que livro, o seu livro!”
“Qual deles?”
“Tem mais de um?”
“Tem alguns.”
“Caramba! Estou falando do primeiro [...].”
“Pô, você é doidão, mesmo. Quando tempo você levou pra escrever?”
“O quê?”
“Como o quê? O ‘Feliz Ano Passado’?”
“Ah... Levei um ano.”
“Pô, e você ficou uma fera com aquela enfermeira. Meu, rolei de rir naquela parte. Marcelão, que figura. A gente tem que se conhecer, cara, temos muitas coisas em comum.”
“Sério?”
“Com certeza, pô, posso falar? Este livro marcou uma época, tá ligado? Tipo assim, marcou uma geração, certo?”
“Ouvi dizer.”
“Então, como vão as coisas?”
“Indo.”
“Pô, conta mais.”
“É que estou jantando.”
“Ah... Olha só. Eu preciso te entrevistar, cara. Pro meu trabalho de TCC, tá ligado? Trabalho de Conclusão de Curso.”
“Tô ligado.”
“Aí, vamos marcar?”
“Cara, não fica chateado, mas é a quinta pessoa que liga nessa semana pedindo, e não vai dar. Fim de ano, é sempre assim, um monte de estudantes liga, e tenho minha rotina, eu trabalho muito, não é pessoal, vê se me entende.”
“Ah, não vai dizer que vai regular?”
“Cara, é muita gente, não dá para atender todos...”
“São só 25 perguntinhas.”
“Só?” [...]
(PAIVA, Marcelo Rubens [seleção: Regina Zilberman]. Crônicas para ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011, pp. 15-17. Adaptado.)
Sobre a linguagem dos personagens no texto, é possível afirmar que é menos formal, pois:
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As camadas
Quando você nasceu, havia um nome e um sobrenome esperando-o. O que eram? Uma decisão aleatória que fala muito dos desejos e projeções dos pais sobre cada um de nós.
Nosso nome nos antecede e não aguardou nenhum traço de personalidade para ser colocado. Por mais fraco que seja, o menino Gabriel recebe o indicativo de que é “o homem forte de Deus” pela raiz hebraica. Por mais limitada que seja no futuro, a menina assinará Sofia, o nome que aponta sua densa sabedoria. Nem toda Letícia é feliz. Conheci um Adamastor que pouca similitude guardava com o gigante de Camões. Eu sou Leandro, homem-leão, como se nota pela juba vistosa. O nome é, como todo signo, arbitrário. Primeira camada sobre nós.
A segunda camada constará nos documentos: brasileiro nato. O que é ser brasileiro? Fronteiras traçadas ao longo da história com linhas imaginárias, respeitando ou não o terreno que as recebe. Uma entidade nacional que, supostamente, será sua pátria, sua identidade, sua marca quase sempre permanente. “Meu coração é brasileiro” eu já o declarei; todavia, um exame do meu cadáver pouco revelará ao anatomista quaisquer distinções dos meus ventrículos em relação a um vizinho argentino ou a um longínquo japonês. As metáforas são bonitas, poéticas até: meu coração é apátrida, biologicamente. Pátria é uma convenção celebrada diariamente, já foi dito. Sem dúvida, é a segunda camada que nos foi dada, quase sempre, ao ver a luz do mundo.
(Leandro Karnal. O Estado de São Paulo. Acesso em: 01/09/2021. Fragmento.)
O referente, indicado entre parênteses para o pronome destacado, está INCORRETO em:
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Desculpe, morri
Atendo ao telefone e:
“Boa noite, é Marcelo?”
“Quem é?”
“É você?”
“Quem está falando?”
“Poxa, que bom, eu precisava tanto falar com você, não imagina o trabalho que deu pra descolar o seu...”
“Quer falar com quem?”
“Com você mesmo, Cariri.”
“Cariri?”
“Não era o seu apelido em Santos?”
“Como você sabe?”
“Pesquisei. Apelido louco. Por que te deram esse apelido?”
“Olha, o que você quer?”
“Sou estudante e estou fazendo o meu trabalho.”
“Como você descolou o meu telefone?”
“Desculpe, Cariri. A pessoa que me deu pediu para não ser identificada. Você é uma figurinha difícil de achar, hein? Marcelão, Marcelão... Como vão as coisas?”
“Indo.”
“O seu Corinthians, hein?”
“Meu e de muita gente.”
“E a Ana?”
“Ana?”
“A do livro.”
“Que livro?”
“Como que livro, o seu livro!”
“Qual deles?”
“Tem mais de um?”
“Tem alguns.”
“Caramba! Estou falando do primeiro [...].”
“Pô, você é doidão, mesmo. Quando tempo você levou pra escrever?”
“O quê?”
“Como o quê? O ‘Feliz Ano Passado’?”
“Ah... Levei um ano.”
“Pô, e você ficou uma fera com aquela enfermeira. Meu, rolei de rir naquela parte. Marcelão, que figura. A gente tem que se conhecer, cara, temos muitas coisas em comum.”
“Sério?”
“Com certeza, pô, posso falar? Este livro marcou uma época, tá ligado? Tipo assim, marcou uma geração, certo?”
“Ouvi dizer.”
“Então, como vão as coisas?”
“Indo.”
“Pô, conta mais.”
“É que estou jantando.”
“Ah... Olha só. Eu preciso te entrevistar, cara. Pro meu trabalho de TCC, tá ligado? Trabalho de Conclusão de Curso.”
“Tô ligado.”
“Aí, vamos marcar?”
“Cara, não fica chateado, mas é a quinta pessoa que liga nessa semana pedindo, e não vai dar. Fim de ano, é sempre assim, um monte de estudantes liga, e tenho minha rotina, eu trabalho muito, não é pessoal, vê se me entende.”
“Ah, não vai dizer que vai regular?”
“Cara, é muita gente, não dá para atender todos...”
“São só 25 perguntinhas.”
“Só?” [...]
(PAIVA, Marcelo Rubens [seleção: Regina Zilberman]. Crônicas para ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011, pp. 15-17. Adaptado.)
“Cara, não fica chateado, mas é a quinta pessoa que me liga nessa semana me pedindo, [...]”
O termo destacado explicita uma relação de sentido de:
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Desculpe, morri
Atendo ao telefone e:
“Boa noite, é Marcelo?”
“Quem é?”
“É você?”
“Quem está falando?”
“Poxa, que bom, eu precisava tanto falar com você, não imagina o trabalho que deu pra descolar o seu...”
“Quer falar com quem?”
“Com você mesmo, Cariri.”
“Cariri?”
“Não era o seu apelido em Santos?”
“Como você sabe?”
“Pesquisei. Apelido louco. Por que te deram esse apelido?”
“Olha, o que você quer?”
“Sou estudante e estou fazendo o meu trabalho.”
“Como você descolou o meu telefone?”
“Desculpe, Cariri. A pessoa que me deu pediu para não ser identificada. Você é uma figurinha difícil de achar, hein? Marcelão, Marcelão... Como vão as coisas?”
“Indo.”
“O seu Corinthians, hein?”
“Meu e de muita gente.”
“E a Ana?”
“Ana?”
“A do livro.”
“Que livro?”
“Como que livro, o seu livro!”
“Qual deles?”
“Tem mais de um?”
“Tem alguns.”
“Caramba! Estou falando do primeiro [...].”
“Pô, você é doidão, mesmo. Quando tempo você levou pra escrever?”
“O quê?”
“Como o quê? O ‘Feliz Ano Passado’?”
“Ah... Levei um ano.”
“Pô, e você ficou uma fera com aquela enfermeira. Meu, rolei de rir naquela parte. Marcelão, que figura. A gente tem que se conhecer, cara, temos muitas coisas em comum.”
“Sério?”
“Com certeza, pô, posso falar? Este livro marcou uma época, tá ligado? Tipo assim, marcou uma geração, certo?”
“Ouvi dizer.”
“Então, como vão as coisas?”
“Indo.”
“Pô, conta mais.”
“É que estou jantando.”
“Ah... Olha só. Eu preciso te entrevistar, cara. Pro meu trabalho de TCC, tá ligado? Trabalho de Conclusão de Curso.”
“Tô ligado.”
“Aí, vamos marcar?”
“Cara, não fica chateado, mas é a quinta pessoa que liga nessa semana pedindo, e não vai dar. Fim de ano, é sempre assim, um monte de estudantes liga, e tenho minha rotina, eu trabalho muito, não é pessoal, vê se me entende.”
“Ah, não vai dizer que vai regular?”
“Cara, é muita gente, não dá para atender todos...”
“São só 25 perguntinhas.”
“Só?” [...]
(PAIVA, Marcelo Rubens [seleção: Regina Zilberman]. Crônicas para ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011, pp. 15-17. Adaptado.)
“A gente tem que se conhecer, cara, temos muitas coisas em comum.”
A segunda oração estabelece com a primeira uma relação de sentido de:
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Disciplina: Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Banca: Consulplan
Orgão: TJM-MG
“A Lei Complementar nº 59, de 18/01/2001, que dispõe sobre a organização e a divisão judiciária do Estado de Minas Gerais, estabelece que, no âmbito da Justiça Militar do Estado de Minas Gerais, as penas disciplinares serão aplicadas: I. pelo , aos seus membros e aos Juízes de Direito do Juízo Militar; II. pelo , aos servidores da Secretaria do Tribunal de Justiça Militar; e, III. pelo , aos servidores das Auditorias da Justiça Militar.”
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
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- Fundamentos de Sistemas OperacionaisChamadas de Sistema (System Calls)
- Fundamentos de Sistemas OperacionaisKernel
- Gerenciamento de ProcessosEscalonamento de Processos
- Gerenciamento de ProcessosThreadsConceito de Threads
Considerando que um sistema operacional é parte importante da informática, contribuindo para a interação do usuário com a máquina, analise as afirmativas a seguir.
I. Kernel é um container que roda sobre o sistema operacional para monitorar e gerir aplicações do usuário, sendo chamado também de shell.
II. System call (chamada de sistema) é uma interface que permite disparar a execução de uma rotina existente no kernel do sistema operacional.
III. Thread é o módulo de gerência de processos do sistema operacional que, dentre as suas funções, define a ordem de execução dos processos (scheduling) na CPU.
Está correto o que se afirma apenas em
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- Organização do EstadoAdministração PúblicaMilitares dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios
Considerando o tratamento que a Constituição do Estado de Minas Gerais dá aos servidores públicos militares do Estado, analise as afirmativas a seguir.
I. São militares do Estado os integrantes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, que serão regidos por estatuto próprio estabelecido em lei complementar.
II. As patentes, com prerrogativas, direitos e deveres a elas inerentes, são asseguradas em plenitude aos Oficiais da ativa, da reserva ou reformados, sendo-lhes privativos os títulos, postos e uniformes militares.
III. As patentes dos Oficiais são conferidas pelo Governador do Estado.
IV. O militar em atividade que aceitar cargo ou emprego público permanente será transferido para a reserva.
Está correto o que se afirma em
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Caderno Container