Foram encontradas 825 questões.
Numa concepção de Educação Inclusiva, a realização de projetos educativos exige a compreensão de que as pessoas são diferentes umas das outras e, por isso, a necessidade de
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Os educadores, em seu fazer diário, preocupam-se em demasia com métodos e técnicas em um verdadeiro endeusamento dessas questões, como se a educação pudesse melhorar apenas a partir da metodologia de ensino.
A afirmação acima nos chama atenção para a importância de se
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A tarefa do educador não é, simplesmente, a de consumir desejos já existentes, mas de mostrar que vale a pena desejar, de tal modo que se crie novos desejos e se estimule novos interesses. Essa afirmação critica o papel do educador na concepção
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Pode-se afirmar que as tendências pedagógicas progressistas compartilham o pressuposto de que os saberes e as práticas educativas devem
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Uma mesma compreensão da prática educativa, uma mesma metodologia de trabalho, não operam necessariamente de forma idêntica em contextos diferentes. (Paulo Freire) Conceber a metodologia nesta perspectiva pressupõe
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Ao estabelecer os fins da educação, opta-se por um modelo, ao mesmo tempo, de homem e de sociedade. Essa escolha não é abstrata e atemporal. Há tantas escolhas possíveis quanto classes e grupos em conflito, pois a determinação dos fins pedagógicos exprime esses conflitos. Essa afirmação coloca em primeiro plano, a função
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Atenção: As questões de números 1 a 15 referem-se ao texto abaixo:
Cuidado: o uso desse aparelho pode produzir violência
A revista Science publicou, em 2002, o relatório de uma pesquisa coordenada por Jeffrey Johnson, da Universidade de Colúmbia, em Nova York. O estudo mostra uma relação significativa entre o comportamento violento e o número de horas que um sujeito (adolescente ou jovem adulto) passa assistindo à TV.
Pela pesquisa de Johnson, os televisores deveriam ser comercializados com um aviso, como os maços de cigarros: cuidado, a exposição prolongada à tela desse aparelho pode produzir violência.
Estranho? Nem tanto. É bem provável que a fonte de muita violência moderna seja nossa insubordinação básica: ninguém quer ser ou continuar sendo quem é. Podemos proclamar nossa nostalgia de tempos mais resignados, mas duvido que queiramos ou possamos renunciar à divisão constante entre o que somos e o que gostaríamos de ser.
Para alimentar nossa insatisfação, inventamos a literatura e, mais tarde, o cinema. Mas a invenção mais astuciosa talvez tenha sido a televisão. Graças a ela, instalamos em nossas salas uma janela sobre o devaneio, que pode ser aberta a qualquer instante e sem esforço.
Pouco importa que fiquemos no zapping (*) ou que paremos para sonhar em ser policiais, gângsteres ou apenas nós mesmos (um pouco piores) no Big brother. A TV confirma uma idéia que está sempre conosco: existe outra dimensão, e nossas quatro paredes são uma jaula. A pesquisa de Johnson constata que, à força de olhar, podemos ficar a fim de sacudir as barras além do permitido. Faz sentido.
(*) zapping = uso contínuo do controle remoto.
(Contardo Calligaris, Terra de ninguém)
Estão adequados o emprego e a flexão de todas formas verbais na frase:
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O uso de salicilatos deve ser evitado em crianças com determinadas viroses, como, por exemplo, a varicela, devendo ser, inclusive, orientado que se evite o seu uso por 6 a 8 semanas após a vacinação contra a varicela. O que se pretende evitar com esta orientação?
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Um lactente é capaz de mover a cabeça de um lado a outro seguindo objetos, elevar a cabeça a 45 quando em posição prona, sorrir quando encorajado e balbuciar; de sentar sem apoio; de engatinhar, respectivamente, com
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