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enunciado 434455-1
Transpondo-se para a voz passiva a construção dada, chega-se à forma verbal indicada entre parênteses em:
 

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enunciado 434450-1
Quanto mais chocarem o pensamento corrente (...), mais ganharão em originalidade, leitura e cartas de protesto.

A relação estabelecida pelos dois elementos sublinhados na frase acima mantém-se na que travam os elementos sublinhados em:
 

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enunciado 434448-1
O pessimismo não é raro, nem difícil; encontramos o pessimismo por toda parte, pois não faltam, em nosso cotidiano, razões para que se alimente o pessimismo em suas versões mais drásticas, assim como não fazem questão de abandonar o pessimismo aqueles que acabaram se acostumando com ele.

Evitam-se as viciosas repetições do texto acima substituindo-se os elementos sublinhados, na ordem dada, por:
 

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Entre ações e acionistas

Nosso velho Machado de Assis não cansa de nos passar

lições sobre a atualidade – ele, que morreu há mais de cem

anos. Há mesmo quem diga que o velhinho está escrevendo

cada vez melhor... Essa força vem, certamente, da atualização,

sempre possível e vantajosa, dos escritos machadianos.

Melancolicamente, isso também significa que a história da

humanidade não avançou tanto, pelo menos não a ponto de

desmentir conclusões a que Machado chegou em seu tempo.

Num de seus contos, lembra-nos o escritor que os

homens, sobretudo os de negócios, costumam reunir-se em

associações empresariais, mas cada um dos acionistas não

cuida senão de seus dividendos... A observação é ferina, pelo

alcance que lhe podemos dar: é o egoísmo humano, afinal de

contas, que está na origem de todas as nossas iniciativas de

agrupamento e colaboração. É o motor do interesse pessoal

que nos põe em marcha na direção de um objetivo

supostamente coletivo.

Haverá muito exagero, talvez, nessa consideração

machadiana – mas ela não deixa de ser instigante, obrigando-

nos a avaliar os reais motivos pelos quais tantas vezes

promovemos agrupamentos e colaborações. É como se

Machado desconfiasse da pureza ética do nosso suposto

desprendimento e preferisse vasculhar em nosso íntimo a razão

verdadeira de cada ato.

Com a referência às ações e aos acionistas, o escritor

pôs a nu o sentido mesmo do capitalismo, esse sistema

econômico ao qual todos aderem para garantir sua parte. A

crise que se abateu recentemente sobre os Estados Unidos,

com repercussão mundial, provou que, quando todos só querem

ganhar, todos podem perder, e o decantado associacionismo

acaba revelando seu rosto mais cruel. Talvez seja melhor

torcermos para que Machado nem sempre tenha razão.

(Júlio Ribamar de Castilho, inédito)

Os dois segmentos destacados constituem, na ordem dada, a relação indicada entre parênteses na seguinte alternativa:
 

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enunciado 434477-1
Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:
 

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enunciado 434451-1
A frase em que há incorreção quanto à concordância verbal é:
 

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Entre ações e acionistas

Nosso velho Machado de Assis não cansa de nos passar

lições sobre a atualidade – ele, que morreu há mais de cem

anos. Há mesmo quem diga que o velhinho está escrevendo

cada vez melhor... Essa força vem, certamente, da atualização,

sempre possível e vantajosa, dos escritos machadianos.

Melancolicamente, isso também significa que a história da

humanidade não avançou tanto, pelo menos não a ponto de

desmentir conclusões a que Machado chegou em seu tempo.

Num de seus contos, lembra-nos o escritor que os

homens, sobretudo os de negócios, costumam reunir-se em

associações empresariais, mas cada um dos acionistas não

cuida senão de seus dividendos... A observação é ferina, pelo

alcance que lhe podemos dar: é o egoísmo humano, afinal de

contas, que está na origem de todas as nossas iniciativas de

agrupamento e colaboração. É o motor do interesse pessoal

que nos põe em marcha na direção de um objetivo

supostamente coletivo.

Haverá muito exagero, talvez, nessa consideração

machadiana – mas ela não deixa de ser instigante, obrigando-

nos a avaliar os reais motivos pelos quais tantas vezes

promovemos agrupamentos e colaborações. É como se

Machado desconfiasse da pureza ética do nosso suposto

desprendimento e preferisse vasculhar em nosso íntimo a razão

verdadeira de cada ato.

Com a referência às ações e aos acionistas, o escritor

pôs a nu o sentido mesmo do capitalismo, esse sistema

econômico ao qual todos aderem para garantir sua parte. A

crise que se abateu recentemente sobre os Estados Unidos,

com repercussão mundial, provou que, quando todos só querem

ganhar, todos podem perder, e o decantado associacionismo

acaba revelando seu rosto mais cruel. Talvez seja melhor

torcermos para que Machado nem sempre tenha razão.

(Júlio Ribamar de Castilho, inédito)

O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do singular para preencher de modo correto a lacuna da frase:
 

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Entre ações e acionistas

Nosso velho Machado de Assis não cansa de nos passar

lições sobre a atualidade – ele, que morreu há mais de cem

anos. Há mesmo quem diga que o velhinho está escrevendo

cada vez melhor... Essa força vem, certamente, da atualização,

sempre possível e vantajosa, dos escritos machadianos.

Melancolicamente, isso também significa que a história da

humanidade não avançou tanto, pelo menos não a ponto de

desmentir conclusões a que Machado chegou em seu tempo.

Num de seus contos, lembra-nos o escritor que os

homens, sobretudo os de negócios, costumam reunir-se em

associações empresariais, mas cada um dos acionistas não

cuida senão de seus dividendos... A observação é ferina, pelo

alcance que lhe podemos dar: é o egoísmo humano, afinal de

contas, que está na origem de todas as nossas iniciativas de

agrupamento e colaboração. É o motor do interesse pessoal

que nos põe em marcha na direção de um objetivo

supostamente coletivo.

Haverá muito exagero, talvez, nessa consideração

machadiana – mas ela não deixa de ser instigante, obrigando-

nos a avaliar os reais motivos pelos quais tantas vezes

promovemos agrupamentos e colaborações. É como se

Machado desconfiasse da pureza ética do nosso suposto

desprendimento e preferisse vasculhar em nosso íntimo a razão

verdadeira de cada ato.

Com a referência às ações e aos acionistas, o escritor

pôs a nu o sentido mesmo do capitalismo, esse sistema

econômico ao qual todos aderem para garantir sua parte. A

crise que se abateu recentemente sobre os Estados Unidos,

com repercussão mundial, provou que, quando todos só querem

ganhar, todos podem perder, e o decantado associacionismo

acaba revelando seu rosto mais cruel. Talvez seja melhor

torcermos para que Machado nem sempre tenha razão.

(Júlio Ribamar de Castilho, inédito)

Está coerente, clara e correta a redação da frase:
 

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434442 Ano: 2009
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FCC
Orgão: TJ-AP
A Cia. Portela negocia com o Banco Solar S.A o fluxo de Duplicatas a Receber, decorrente de suas vendas a prazo, realizadas em 01.11.2008, a seguir:

enunciado 434442-1

A taxa de juros simples, acordada na operação, foi de 5% ao mês, cobrando o Banco R$ 5.000,00 a título de taxas bancárias referentes a gastos imediatos relativos a despesas de cadastro, xerox e reconhecimento de firmas.
Ao final do mês de dezembro, por ocasião dos procedimentos contábeis para o levantamento do Balanço Patrimonial, a conta de Despesas de Juros, em decorrência dessa operação, deveria registrar em seu saldo o valor de
 

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434694 Ano: 2009
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FCC
Orgão: TJ-AP
O plano de contas da Administração Pública Federal é dividido entre os sistemas Orçamentário, Financeiro, Patrimonial e de Compensação. Constitui uma conta do sistema orçamentário a
Questão Anulada

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