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Foram encontradas 70 questões.

2406137 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: FCC
Orgão: TCE-SP
Instrução: Para responder a questão considere os aplicativos sempre em sua versão original e não em quaisquer outras passíveis de modificação (customização, parametrização etc.) feita pelo usuário. Quando não explicitado nas questões, as versões utilizadas são: Aplicativos Microsoft Office 2000 (editor de textos Word e planilha eletrônica Excel); Mouse padrão destro.

Um supervisor solicitou a um funcionário que procedesse à adaptação de uma placa de rede e uma de som na placa-mãe de seu microcomputador. Considerando que na placa-mãe existem encaixes próprios para tal, o funcionário
 

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2406136 Ano: 2010
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FCC
Orgão: TCE-SP
Considere as seguintes afirmações:

− Todo escriturário deve ter noções de Matemática.

− Alguns funcionários do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo são escriturários.


Se as duas afirmações são verdadeiras, então é correto afirmar que:
 

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2406135 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: TCE-SP
Em uma viagem de turismo à Argentina, Estanislau ficou fascinado com as máquinas de caça níqueis de um cassino e, sabendo que poderia usar moedas brasileiras, resolveu testar a sua sorte em uma máquina. Primeiramente, usou todas as moedas que tinha no bolso: teve sorte e duplicou a quantia que tinha colocado na máquina; entretanto, logo a seguir, perdeu 4 reais. Na terceira jogada novamente teve sorte e duplicou a quantia com que ficara, mas, em seguida, perdeu outros 4 reais. Na quinta jogada, de novo a sorte duplicou a quantia com que ficara, após o que perdeu mais 4 reais. Se após essa última jogada Estanislau ficou sem nenhuma moeda, então, antes de começar a jogar, o total de moedas que tinha no bolso totalizava, em reais, uma quantia compreendida entre
 

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2406134 Ano: 2010
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FCC
Orgão: TCE-SP
Considere que os números inteiros e positivos que aparecem no quadro abaixo foram dispostos segundo determinado critério.

1 1 3 1 5 1
2 2 2 4 2 5
1 3 3 3 4
4 2 4 3
1 5 2
6 1

Completando corretamente esse quadro de acordo com tal critério, a soma dos números que estão faltando é

 

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2406133 Ano: 2010
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FCC
Orgão: TCE-SP
A seguinte sequência de palavras foi escrita obedecendo a um padrão lógico:

PATA − REALIDADE − TUCUPI − VOTO − ?

Considerando que o alfabeto é o oficial, a palavra que, de acordo com o padrão estabelecido, poderia substituir o ponto de interrogação é
 

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2406132 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: TCE-SP
Sabe-se que daqui a 9 anos a soma da idade de Dagoberto com as de seus pais será 155 anos. Assim sendo, há 5 anos atrás quantos anos totalizavam as idades dos três?
 

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2406131 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TCE-SP

Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.

Antes de Colombo aportar na América, incas, maias e astecas já conheciam o feijão, primo da lentilha, da ervilha, da soja. Também na velha Europa o cultivavam. Greco-romanos usavam feijões, inclusive para votar: branco significava sim, preto significava não.

No Brasil, tornou-se parte da identidade nacional. Feijão com arroz, mais uma "mistura", é o prato nosso de cada dia. Em nosso falar cotidiano, ele surge em saborosas expressões, como quando se diz de alguém: não vale o feijão que come.

Há as variações sobre ele: a nacional feijoada, o gaúcho feijão tropeiro, virado à paulista, tutu à mineira. Mocotó e dobradinha com feijão branco. Acarajé, fritura de massa de feijão-fradinho. Abará, outro bolinho, este cozido no vapor. E está na salada, seja o grão cozido, seja o broto. Até doce se faz!

Das centenas de variedades, cada lugar tem o seu predileto. No Nordeste e na Amazônia, é o feijão-de-corda. Em Salvador, o mulatinho ou carioquinha – usam até na feijoada! Em Florianópolis, o vermelho. Em Porto Alegre e no Rio de Janeiro, o preto.

Não à toa, em Sobrados e Mucambos, Gilberto Freyre se inclui entre os estudiosos que consideram o feijão "fator de unificação brasileira".

(Mylton Severiano. Brasil. Almanaque de cultura popular. São Paulo: Andreato comunicação e cultura, janeiro 2009, ano 10, nº 117, p. 30, com adaptações)

A alimentação diária, ...... base de feijão com arroz, fornece ...... população brasileira os nutrientes necessários...... uma boa saúde.

As lacunas da frase acima estarão corretamente preenchidas, respectivamente, por:

 

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2406130 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TCE-SP

Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.

Antes de Colombo aportar na América, incas, maias e astecas já conheciam o feijão, primo da lentilha, da ervilha, da soja. Também na velha Europa o cultivavam. Greco-romanos usavam feijões, inclusive para votar: branco significava sim, preto significava não.

No Brasil, tornou-se parte da identidade nacional. Feijão com arroz, mais uma "mistura", é o prato nosso de cada dia. Em nosso falar cotidiano, ele surge em saborosas expressões, como quando se diz de alguém: não vale o feijão que come.

Há as variações sobre ele: a nacional feijoada, o gaúcho feijão tropeiro, virado à paulista, tutu à mineira. Mocotó e dobradinha com feijão branco. Acarajé, fritura de massa de feijão-fradinho. Abará, outro bolinho, este cozido no vapor. E está na salada, seja o grão cozido, seja o broto. Até doce se faz!

Das centenas de variedades, cada lugar tem o seu predileto. No Nordeste e na Amazônia, é o feijão-de-corda. Em Salvador, o mulatinho ou carioquinha – usam até na feijoada! Em Florianópolis, o vermelho. Em Porto Alegre e no Rio de Janeiro, o preto.

Não à toa, em Sobrados e Mucambos, Gilberto Freyre se inclui entre os estudiosos que consideram o feijão "fator de unificação brasileira".

(Mylton Severiano. Brasil. Almanaque de cultura popular. São Paulo: Andreato comunicação e cultura, janeiro 2009, ano 10, nº 117, p. 30, com adaptações)

Considere as substituições, por pronomes, dos segmentos grifados:

I. ... incas, maias e astecas já conheciam o feijão = já lhe conheciam.

II. Greco-romanos usavam feijões = usavam-nos.

III. ... que consideram o feijão = que o consideram.

A substituição está feita de modo correto em:

 

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2406129 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TCE-SP

Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.

Antes de Colombo aportar na América, incas, maias e astecas já conheciam o feijão, primo da lentilha, da ervilha, da soja. Também na velha Europa o cultivavam. Greco-romanos usavam feijões, inclusive para votar: branco significava sim, preto significava não.

No Brasil, tornou-se parte da identidade nacional. Feijão com arroz, mais uma "mistura", é o prato nosso de cada dia. Em nosso falar cotidiano, ele surge em saborosas expressões, como quando se diz de alguém: não vale o feijão que come.

Há as variações sobre ele: a nacional feijoada, o gaúcho feijão tropeiro, virado à paulista, tutu à mineira. Mocotó e dobradinha com feijão branco. Acarajé, fritura de massa de feijão-fradinho. Abará, outro bolinho, este cozido no vapor. E está na salada, seja o grão cozido, seja o broto. Até doce se faz!

Das centenas de variedades, cada lugar tem o seu predileto. No Nordeste e na Amazônia, é o feijão-de-corda. Em Salvador, o mulatinho ou carioquinha – usam até na feijoada! Em Florianópolis, o vermelho. Em Porto Alegre e no Rio de Janeiro, o preto.

Não à toa, em Sobrados e Mucambos, Gilberto Freyre se inclui entre os estudiosos que consideram o feijão "fator de unificação brasileira".

(Mylton Severiano. Brasil. Almanaque de cultura popular. São Paulo: Andreato comunicação e cultura, janeiro 2009, ano 10, nº 117, p. 30, com adaptações)

A ÚNICA palavra que NÃO exprime o sentido da expressão não vale o feijão que come, no 2º parágrafo, é

 

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2406128 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TCE-SP

Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.

Antes de Colombo aportar na América, incas, maias e astecas já conheciam o feijão, primo da lentilha, da ervilha, da soja. Também na velha Europa o cultivavam. Greco-romanos usavam feijões, inclusive para votar: branco significava sim, preto significava não.

No Brasil, tornou-se parte da identidade nacional. Feijão com arroz, mais uma "mistura", é o prato nosso de cada dia. Em nosso falar cotidiano, ele surge em saborosas expressões, como quando se diz de alguém: não vale o feijão que come.

Há as variações sobre ele: a nacional feijoada, o gaúcho feijão tropeiro, virado à paulista, tutu à mineira. Mocotó e dobradinha com feijão branco. Acarajé, fritura de massa de feijão-fradinho. Abará, outro bolinho, este cozido no vapor. E está na salada, seja o grão cozido, seja o broto. Até doce se faz!

Das centenas de variedades, cada lugar tem o seu predileto. No Nordeste e na Amazônia, é o feijão-de-corda. Em Salvador, o mulatinho ou carioquinha – usam até na feijoada! Em Florianópolis, o vermelho. Em Porto Alegre e no Rio de Janeiro, o preto.

Não à toa, em Sobrados e Mucambos, Gilberto Freyre se inclui entre os estudiosos que consideram o feijão "fator de unificação brasileira".

(Mylton Severiano. Brasil. Almanaque de cultura popular. São Paulo: Andreato comunicação e cultura, janeiro 2009, ano 10, nº 117, p. 30, com adaptações)

O texto deixa evidente

 

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